Manifestação desta quarta-feira em Lisboa e Porto para lembrar as vítimas de racismo e da xenofobia em Portugal e homenagear Alcindo Monteiro, assassinado no Bairro Alto, em junho de 1995.
Manifestação desta quarta-feira em Lisboa e Porto para lembrar as vítimas de racismo e da xenofobia em Portugal e homenagear Alcindo Monteiro, assassinado no Bairro Alto, em junho de 1995.
O combate ao racismo é uma coisa desejável, mas é um perigo pôr na mão de pessoas como o SOS Racismo um articulado que lhes permita perseguir judicialmente quem tem ideias com que não concordam.
Num Ocidente dominado e subjugado pela vertigem da política identitária e do wokismo institucionalizado que a extrema-esquerda impôs, Henry Nowak não tinha a identidade correcta para ser vítima.
O combate ao racismo é uma coisa desejável, mas é um perigo pôr na mão de pessoas como o SOS Racismo um articulado que lhes permita perseguir judicialmente quem tem ideias com que não concordam.
Num Ocidente dominado e subjugado pela vertigem da política identitária e do wokismo institucionalizado que a extrema-esquerda impôs, Henry Nowak não tinha a identidade correcta para ser vítima.
É verdade, mas dizê-lo é um aproveitamento político. Durante anos, a esquerda ensinou-nos que isto era a porta de entrada na barbárie e o sinal infame da direita populista: a pós-verdade.
Em 1999 o Reino Unido adoptou a doutrina de que para haver um crime racista basta que alguém se queixe de racismo. A morte de Nowak veio mostrar até onde esse delírio contaminou as forças de segurança