OPEP produz 34% menos desde a guerra no Irão

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La guerra de Estados Unidos e Israel contra Irán parece enquistada pese a que el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, aseguró a principios de marzo que el conflicto duraría cuatro o cinco semanas. Casi cuatro meses después de que las primeras bombas empezaran a estallar sobre Teherán, los enemigos mantienen los ataques mientras la economía mundial permanece en vilo. El planeta registrará este año el crecimiento más bajo desde la pandemia de la covid, según las últimas previsiones del Banco Mundial, difundidas este jueves. El prolijo documento, de 200 páginas, advierte de que el conflicto en el golfo Pérsico está provocando un aumento de los precios de la energía, avivando la inflación y elevando los costes de financiación en todo el mundo.

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O Presidente norte-americano ameaçou hoje que os Estados Unidos vão voltar a atacar o Irão “com muita força” esta noite e assumiu que quer controlar os mercados de petróleo e gás, tal como na Venezuela.
“Os Estados Unidos vão atacar o Irão (cuja Marinha, Força Aérea, radares, defesas antiaéreas e todas as outras formas de defesa, juntamente com a maior parte da sua capacidade ofensiva, já desapareceram!) com toda a força esta noite”, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.
Além destes ataques, o republicano ameaçou tomar “num futuro não muito distante” a “ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura petrolífera, assumindo o controlo total dos seus mercados de petróleo e gás”, tal como fez na Venezuela e que está, segundo Trump, “a funcionar brilhantemente” tanto para Caracas como para Washington.

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O preço do petróleo Brent para entrega em agosto subiu hoje 1,80%, atingindo os 93,10 dólares por barril, depois de o Presidente norte-americano ter ameaçado o Irão com novos ataques.
O petróleo do Mar do Norte, referência europeia, aumentou hoje 1,65 dólares na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, face ao fecho da sessão anterior de 91,45 dólares.
O Brent valorizou hoje depois de Donald Trump ter afirmado que o seu país voltaria a atacar o Irão, em retaliação pelos ataques aéreos do dia anterior, que abateram um helicóptero norte-americano no Estreito de Ormuz.
“Atacámo-los com força ontem e vamos atacá-los com força novamente hoje”, assegurou o Presidente norte-americano em declarações aos jornalistas na Casa Branca.
Os Estados Unidos atacaram o Irão nas últimas horas com vários mísseis, depois de um helicóptero norte-americano ter sido atingido por um drone perto do estreito de Ormuz, que Teerão diz ser parte das águas territoriais.
O Irão respondeu com bombardeamentos contra 21 alvos militares norte-americanos em todo o Médio Oriente, incluindo a Jordânia, o Kuwait e o Bahrein.
Em relação ao estreito de Ormuz, por onde normalmente passa 20% do fluxo marítimo global de petróleo bruto e que permanece bloqueado desde 28 de fevereiro, Trump garantiu que conseguiu retirar cerca de 100 milhões de barris de petróleo, como parte de uma “operação secreta” sem o conhecimento do Irão.
O analista de mercado da StoneX Fawad Razaqzada alertou hoje, no seu boletim, que o arrefecimento do otimismo inicial de Trump e a nova escalada dos ataques provocaram uma recuperação dos preços do crude, que podem continuar a subir na ausência de acordo entre as duas partes.
“Apesar de ter exercido pressão descendente sobre o mercado petrolífero no início desta semana, infelizmente a situação parece estar a piorar e os preços podem voltar a aproximar-se dos 100 dólares”, previu o analista.