Normal view

Fundo Amazônia quadruplica ritmo anual de aprovações desde 2023

11 June 2026 at 19:07

Logo Agência Brasil

O Fundo Amazônia quadruplicou o ritmo anual de aprovação de projetos desde a retomada de sua governança, em 2023. A média anual de aprovações passou de cerca de R$ 300 milhões entre 2009 e 2018 para R$ 1,3 bilhão no ciclo recente, entre 2023 e 2026. 

O balanço foi apresentado, nesta quinta-feira (11), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Notícias relacionadas:

Segundo o BNDES, o mecanismo soma R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados, com atuação voltada à prevenção, ao monitoramento e ao combate ao desmatamento, além do apoio à restauração florestal, à regularização ambiental e territorial e à produção sustentável. 

“Criado para transformar os resultados do Brasil na redução do desmatamento em cooperação internacional concreta, o Fundo Amazônia chega aos 18 anos como a maior e mais bem-sucedida iniciativa de REDD+ do mundo em volume de recursos e resultados”, disse o BNDES, em nota, referindo-se ao incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) para recompensar financeiramente países em desenvolvimento pela redução de emissões. 

Entre 2023 e 2025, a média anual desembolsada chegou a R$ 224 milhões, acima da média de R$ 206 milhões registrada entre 2010 e 2018. 

“O crescimento ocorre após a reativação da governança do Fundo, a recriação da estrutura dedicada ao mecanismo no BNDES e a definição de novas diretrizes para aplicação dos recursos, em alinhamento com as políticas públicas de combate ao desmatamento e desenvolvimento sustentável da Amazônia”, informou o banco.

O período de 2023 a 2026 responde por 57% de todas as aprovações e contratações da história do mecanismo. Segundo o ministério e o BNDES, em quantidade de operações, a média passou de dez projetos aprovados por ano, no período anterior, para 15 projetos anuais entre 2023 e 2025, aumento de 50%. 

O Fundo já beneficia mais de 650 organizações, 169 terras indígenas, 192 unidades de conservação e 260 mil pessoas.

Fundo Amazônia quadruplica ritmo anual de aprovações desde 2023

11 June 2026 at 19:07

Logo Agência Brasil

O Fundo Amazônia quadruplicou o ritmo anual de aprovação de projetos desde a retomada de sua governança, em 2023. A média anual de aprovações passou de cerca de R$ 300 milhões entre 2009 e 2018 para R$ 1,3 bilhão no ciclo recente, entre 2023 e 2026. 

O balanço foi apresentado, nesta quinta-feira (11), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Notícias relacionadas:

Segundo o BNDES, o mecanismo soma R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados, com atuação voltada à prevenção, ao monitoramento e ao combate ao desmatamento, além do apoio à restauração florestal, à regularização ambiental e territorial e à produção sustentável. 

“Criado para transformar os resultados do Brasil na redução do desmatamento em cooperação internacional concreta, o Fundo Amazônia chega aos 18 anos como a maior e mais bem-sucedida iniciativa de REDD+ do mundo em volume de recursos e resultados”, disse o BNDES, em nota, referindo-se ao incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) para recompensar financeiramente países em desenvolvimento pela redução de emissões. 

Entre 2023 e 2025, a média anual desembolsada chegou a R$ 224 milhões, acima da média de R$ 206 milhões registrada entre 2010 e 2018. 

“O crescimento ocorre após a reativação da governança do Fundo, a recriação da estrutura dedicada ao mecanismo no BNDES e a definição de novas diretrizes para aplicação dos recursos, em alinhamento com as políticas públicas de combate ao desmatamento e desenvolvimento sustentável da Amazônia”, informou o banco.

O período de 2023 a 2026 responde por 57% de todas as aprovações e contratações da história do mecanismo. Segundo o ministério e o BNDES, em quantidade de operações, a média passou de dez projetos aprovados por ano, no período anterior, para 15 projetos anuais entre 2023 e 2025, aumento de 50%. 

O Fundo já beneficia mais de 650 organizações, 169 terras indígenas, 192 unidades de conservação e 260 mil pessoas.

Governo recorrerá contra mudanças no Código Florestal, diz Capobianco

Logo Agência Brasil

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou nesta quinta-feira (11) que vai recorrer a todas as ferramentas legais para tentar impedir que entrem em vigor as mudanças no Código Florestal que a Câmara dos Deputados aprovou em 19 de maio.

As novas normas ainda precisam ser aprovadas pelo Senado e sancionadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que pode aprová-las ou vetá-las, total ou parcialmente.

Notícias relacionadas:

“Estamos trabalhando para que o Senado inviabilize isto. Se não conseguirmos, vamos solicitar [ao presidente] que vete [as mudanças aprovadas na Câmara]”, disse Capobianco ao participar do Bom Dia, Ministro.

O programa é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República e do Canal Gov, transmitida pelos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“E se o veto [presidencial] for derrubado [por deputados federais e senadores], nós certamente recorreremos ao Supremo Tribunal Federal”, acrescentou Capobianco.

Para o ministro, a redação do Projeto de Lei nº 364/19 que a Câmara aprovou afrouxa as regras de proteção ambiental em biomas como Pantanal, Cerrado e Pampas, além de certas áreas da Amazônia e dos campos de altitude da Mata Atlântica.

“É um equívoco. [Uma decisão] absolutamente inconstitucional [..] E [se necessário] iremos ao STF questionar como, depois de um século de legislação bem-sucedida, o país resolve eliminar a proteção da diversidade de nossos biomas”, continuou o ministro.

Capobianco disse ainda ser “gravíssima” a decisão da Câmara de classificar como áreas rurais consolidadas os chamados campos gerais e nativos de todo o país.

Com a mudança, o corte de vegetação nessas áreas rurais poderá ser feito sem prévia autorização do órgão responsável ou medidas compensatórias, mesmo quando cobertas por vegetação campestre e reconhecidamente importantes para a proteção de espécies endêmicas, de nascentes e cabeceiras.

“Há diferentes características vegetais [...] mas a Câmara decidiu estabelecer uma norma de que só as florestas estarão protegidas, e que as demais vegetações não estarão”, criticou o ministro, destacando a importância do Código Florestal proteger toda a biodiversidade brasileira.

De acordo com Capobianco, o Brasil tem, hoje, uma das legislações ambientais mais avançadas do mundo, mas o Poder Público está sempre às voltas com fortes pressões políticas e econômicas de setores produtivos.

“Estamos avançando, aprimorando [a legislação], mas, infelizmente, em alguns momentos, temos retrocessos. Muitas vezes, para atender interesses setoriais. Temos negociado, dialogado permanentemente com o Congresso, mas, em alguns momentos, temos perdido [disputas]”, concluiu o ministro.

Governo recorrerá contra mudanças no Código Florestal, diz Capobianco

Logo Agência Brasil

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou nesta quinta-feira (11) que vai recorrer a todas as ferramentas legais para tentar impedir que entrem em vigor as mudanças no Código Florestal que a Câmara dos Deputados aprovou em 19 de maio.

As novas normas ainda precisam ser aprovadas pelo Senado e sancionadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que pode aprová-las ou vetá-las, total ou parcialmente.

Notícias relacionadas:

“Estamos trabalhando para que o Senado inviabilize isto. Se não conseguirmos, vamos solicitar [ao presidente] que vete [as mudanças aprovadas na Câmara]”, disse Capobianco ao participar do Bom Dia, Ministro.

O programa é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República e do Canal Gov, transmitida pelos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“E se o veto [presidencial] for derrubado [por deputados federais e senadores], nós certamente recorreremos ao Supremo Tribunal Federal”, acrescentou Capobianco.

Para o ministro, a redação do Projeto de Lei nº 364/19 que a Câmara aprovou afrouxa as regras de proteção ambiental em biomas como Pantanal, Cerrado e Pampas, além de certas áreas da Amazônia e dos campos de altitude da Mata Atlântica.

“É um equívoco. [Uma decisão] absolutamente inconstitucional [..] E [se necessário] iremos ao STF questionar como, depois de um século de legislação bem-sucedida, o país resolve eliminar a proteção da diversidade de nossos biomas”, continuou o ministro.

Capobianco disse ainda ser “gravíssima” a decisão da Câmara de classificar como áreas rurais consolidadas os chamados campos gerais e nativos de todo o país.

Com a mudança, o corte de vegetação nessas áreas rurais poderá ser feito sem prévia autorização do órgão responsável ou medidas compensatórias, mesmo quando cobertas por vegetação campestre e reconhecidamente importantes para a proteção de espécies endêmicas, de nascentes e cabeceiras.

“Há diferentes características vegetais [...] mas a Câmara decidiu estabelecer uma norma de que só as florestas estarão protegidas, e que as demais vegetações não estarão”, criticou o ministro, destacando a importância do Código Florestal proteger toda a biodiversidade brasileira.

De acordo com Capobianco, o Brasil tem, hoje, uma das legislações ambientais mais avançadas do mundo, mas o Poder Público está sempre às voltas com fortes pressões políticas e econômicas de setores produtivos.

“Estamos avançando, aprimorando [a legislação], mas, infelizmente, em alguns momentos, temos retrocessos. Muitas vezes, para atender interesses setoriais. Temos negociado, dialogado permanentemente com o Congresso, mas, em alguns momentos, temos perdido [disputas]”, concluiu o ministro.

“Gasolina para cima do fogo”. O El Ninõ já começou

By: AFP
11 June 2026 at 18:20
O fenómeno meteorológico El Niño chegou, anunciou esta quinta-feira a NOAA, agência científica norte-americana para  os oceanos e atmosfera. É uma “sirene mortal a temer”. Os cientistas esperam que se intensifique até ao final do ano, podendo atingir uma intensidade histórica. Havia uma probabilidade de 85% de que o El Niño chegasse já este verão. E aconteceu mesmo, diz a NOAA: aí está o desta vez super-poderoso fenómeno meteorológico cíclico. O El Niño é um fenómeno climático natural que aquece as temperaturas à superfície no Pacífico equatorial central e oriental, provocando alterações nos ventos, nos padrões de precipitação e no

Algarve também já está sob aviso amarelo devido ao tempo quente

11 June 2026 at 10:27

O Algarve vai estar a partir de hoje, quinta-feira, dia 11, e até sábado sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, juntando-se na lista aos restantes distritos do continente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com o IPMA, o aviso amarelo está em vigor desde as 9h00 de hoje e até às 18h00 de sábado, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima.

O distrito de Faro era o único de Portugal continental que, até ontem, escapava aos avisos determinados pelo IPMA devido à subida das temperaturas.

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Portugal continental vai registar temperaturas elevadas até sábado, com a máxima a variar hoje entre os 27 e os 38 graus e, na sexta-feira, entre os 35 e os 40 graus Celsius.

Para hoje está prevista uma subida «mais acentuada» da temperatura máxima, podendo subir cerca de 10 graus Celsius em alguns locais.

Segundo o IPMA, sexta-feira será o dia mais quente, com a temperatura máxima a variar entre 35 e 40 graus na generalidade do território.

A temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20 graus até à noite de sábado para domingo.

De acordo com o Instituto, o estado do tempo «será condicionado por um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, a estender-se em crista até França, e por um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica».

«A ação conjunta destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre a Península Ibérica, a qual será responsável por um aumento acentuado dos valores de temperatura», segundo o instituto.

O conteúdo Algarve também já está sob aviso amarelo devido ao tempo quente aparece primeiro em Sul Informação.

Il riscaldamento globale supererà la soglia limite di 1,5 gradi entro il 2030: l’allarme nel rapporto sul cambiamento climatico

11 June 2026 at 11:12

Il mondo è sempre più caldo e si avvia ormai verso il superamento della soglia limite degli 1,5 gradi in più rispetto ai livelli preindustriali. La Terra infatti accumula troppo calore e lo fa a un ritmo accelerato. A lanciare l’allarme è la quarta edizione del rapporto Indicators of global climate change (Igcc), pubblicato sulla rivista scientifica Earth system science data. Il limite a cui ci stiamo avvicinando è il pilastro dell’Accordo di Parigi del 2015, in cui si era stabilito che fosse proprio questa la soglia entro cui mantenere l’aumento medio della temperatura globale.

Come spiega il report, il riscaldamento del mondo ha raggiunto gli 1,37 gradi nel 2025 quasi interamente a causa delle attività umane. Gli oltre 70 scienziati di 56 istituzioni diverse in 17 Paesi prevedono che se le emissioni continueranno ai livelli attuali, si dovrebbe superare la soglia di 1,5 gradi entro il 2030. E il trend è destinato a crescere. “Il tasso con cui il calore si accumula nel sistema terrestre – si legge nello studio – lascia intendere alti livelli di riscaldamento futuro”. Così la Terra si muoverà sempre più vicino alla soglia dei 2 gradi, disattendendo al secondo obiettivo dell’accordo di Parigi che impegnava 195 Paesi a tenere il riscaldamento globale ben al di sotto di questa soglia.

Il rapporto spiega che, ai livelli attuali di emissioni, il carbonio che è ancora possibile consumare mantenendo il riscaldamento sotto i 1,5 gradi sarà esaurito nel giro di tre anni. Allo stesso tempo anche le emissioni di gas serra hanno raggiunto il record di 56,8 miliardi di tonnellate di C02, spinte soprattutto dalla combustione di combustibili fossili. La concentrazioni dei tre principali gas serra, anidride carbonica, metano e protossido di azoto, sono tutte aumentate dal 2019. Tutto questo provoca anche uno squilibrio energetico della Terra: la differenza tra il calore che entra nel pianeta e quello che è esce è raddoppiata negli ultimi dieci anni. Più semplicemente significa che il mondo assorbe calore più rapidamente di quanto abbia mai fatto.

Anche la condizione dei mari globali è strettamente legata al calore del pianeta: nel 2025, hanno raggiunto il record di 23 centimetri di innalzamento rispetto al 1901. Gli oceani stanno infatti assorbendo gran parte del calore in eccesso, con temperature medie della superficie marina che lo scorso anno hanno toccato il secondo valore più alto mai registrato. Nel rapporto di quest’anno di Igcc è stato anche aggiunto per la prima volta un’indicatore che misura le ondate marine che danneggiano gli ecosistemi e alternano i sistemi oceano-atmosfera che regolano il clima terrestre. Solo nel 2025 il mondo ha vissuto 65 giorni di ondate di calore marine.

Gli scienziati concludono il report portando l’attenzione su un rischio meno visibile ma altrettante preoccupante. I dataset globali, utilizzati per monitorare i cambiamenti climatici, “sono sempre più minacciati dalle scelte di finanziamento e dalle decisioni geopolitiche”, si legge nello studio. Si fa riferimento esplicito alle missioni statunitensi, da sempre le più importanti per questi dati, ma quelle che hanno subito i tagli maggiori da quando Donald Trump è tornato alla presidenza del Paese. Alla luce dei dati emersi dal report Igcc, non consola sapere che il 7 gennaio l’amministrazione Usa ha ufficializzato il recesso dall’Accordo di Parigi e dalla Convenzione quadro delle Nazioni Unite sui cambiamenti climatici.

L'articolo Il riscaldamento globale supererà la soglia limite di 1,5 gradi entro il 2030: l’allarme nel rapporto sul cambiamento climatico proviene da Il Fatto Quotidiano.

Mundial 2026. Associação Zero alerta para impacto ambiental

11 June 2026 at 09:10
A associação não tem dúvidas de que "a dimensão geográfica do torneio e o elevado número de participantes e espectadores farão deste campeonato um dos eventos desportivos com maior pegada ambiental".

© Michael Steele

Zero avisa também que algumas cidades onde vão ser disputados os jogos são muito quentes nesta altura do ano, aumentando o risco de elevado stress térmico com efeitos na saúde e no desempenho físico dos atletas

Delays in Peru vote count: a month of speculation, suspicion and doubt

10 June 2026 at 12:32

Peruvians who went to the polls this past Sunday to vote in the presidential runoff will not know who their president is until July. One month is how long the National Jury of Elections estimates it will take to review the 1,555 tallies that have been challenged, a spokesman confirmed on Tuesday. Two days after voting, uncertainty over a result that will be decided by about 25,000 votes between the leftist candidate Roberto Sánchez and the right-wing Keiko Fujimori is turning into weariness and allegations of fraud on the streets and social media.

Seguir leyendo

© Martin Mejia (AP Photo/Martin Mejia)

Supporters of Roberto Sánchez protest outside ONPE in Lima on Tuesday.

Quercus é parceira do primeiro filme português comcertificação ambiental internacional Green Film

10 June 2026 at 12:14

A Quercus associou-se à produtora Wonder Maria no apoio à divulgação da longa-metragem “18 Buracos para o Paraíso”, de João Nuno Pinto, o primeiro filme português a obter a certificação ambiental internacional Green Film, que estreia no
feriado do dia de Portugal dia 10 de junho, nas salas NOS.

Esta parceria nasce do reconhecimento de um projeto cinematográfico que, para além de abordar na sua narrativa a relação entre o ser humano, o território e as alterações climáticas, integrou práticas concretas de sustentabilidade ao longo de todo o processo de
produção, desde a conceção até à rodagem.

Além disso, parte da receita de bilheteira ajudará a Quercus na reflorestação de áreas afetadas pelos incêndios, com 1% dos lucros da produtora Wonder Maria a reverter para o projeto Criar Bosques.

Para a Quercus, este filme constitui um exemplo relevante de como a criação artística pode contribuir para a sensibilização ambiental, promovendo o debate público sobre os impactos das alterações climáticas, a transformação do território e a forma como as comunidades se relacionam com os lugares que habitam.

Esta colaboração aproxima a cultura, o cinema e a ação ambiental, reconhecendo o papel da arte enquanto ferramenta de reflexão,
mobilização e transformação social.

“18 Buracos para o Paraíso”, de João Nuno Pinto, é uma coprodução entre Portugal, Itália e Argentina e integrou seleções oficiais de festivais internacionais como Tallinn e Mar del Plata, estando igualmente confirmado na seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Guadalajara.

É o primeiro filme português a obter a certificação ambiental internacional Green Film, distinção que reconhece práticas sustentáveis implementadas em produções audiovisuais. Este reconhecimento foi destacado pela Portugal Film Commission, no âmbito do programa PIC Portugal.

Temperaturas máximas sobem e podem chegar aos 40°C no Alentejo na sexta-feira

10 June 2026 at 09:37

Portugal continental vai registar temperaturas elevadas entre hoje e sábado, dias 10 a 13 de Junho, com as máximas a chegarem aos 40 graus Celsius no Alentejo na sexta-feira, adiantou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Esta quarta-feira, dia 10, a temperatura máxima irá variar entre os 25 e os 35°C, com «exceção de alguns locais da faixa costeira, onde serão ligeiramente inferiores», referiu o instituto em comunicado.

Já no dia 11, quinta-feira, a subida será «mais acentuada», podendo subir cerca de 10°C em alguns locais.

Sexta-feira, dia 12, será o dia mais quente deste período, com a temperatura máxima a variar entre 35 e 40°C na generalidade do território.

Para já, no continente só o distrito de Faro escapa aos avisos amarelos por «persistência de valores elevados da temperatura máxima» previstos para sexta-feira, dia em que Évora pode chegar aos 40°C.

As temperaturas elevadas são esperadas até sábado, dia 13.

«Para além de se esperarem dias de céu pouco nublado ou limpo, a diminuição da intensidade do vento irá contribuir de forma significativa para uma sensação de aquecimento mais significativa», assinala o IPMA.

O instituto realçou que a temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20°C até à noite de 13 para 14 de Junho.

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

De acordo com o IPMA, o estado do tempo «será condicionado por um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, a estender-se em crista até França, e por um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica».

«A ação conjunta destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre a Península Ibérica, a qual será responsável por um aumento acentuado dos valores de temperatura», explicou o instituto.

O conteúdo Temperaturas máximas sobem e podem chegar aos 40°C no Alentejo na sexta-feira aparece primeiro em Sul Informação.

9h. Maio foi o segundo mais quente alguma vez registado

10 June 2026 at 09:17
Copernicus revela que último mês foi marcado por rápida mudança de clima: de muito frio para uma das ondas de calor mais intensas de sempre. Ainda, PR discursa hoje nas comemorações do 10 de Junho.

IPMA prevê que efeitos do El Niño sejam indiretos no país

9 June 2026 at 18:57
O fenómeno climático deverá persistir até ao fim de 2026, mas os efeitos em Portugal serão indiretos e pouco significativos, diz o IPMA.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

o El Niño pode influenciar os padrões climáticos à escala global
❌