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A "tortuosa" e "exorbitante" compra de bilhetes para Mundial

10 June 2026 at 17:11
O processo não é fácil e é tudo menos barato. O Mundial 2026 vai custar (muito) dinheiro a quem for assistir. Os preços dispararam, mas isso pode não significar que todos os estádios estejam lotados.

© BONNIE CASH

Donald Trump, Presidente dos EUA, com Gianni Infantino, presidente da FIFA.

Nova Alfândega de Sines entra em funcionamento em Janeiro de 2027

10 June 2026 at 10:17

A Alfândega de Sines entra em funcionamento em janeiro de 2027, anunciou na sexta-feira, dia 9 de Junho, o ministro das Finanças, que salientou a mudança importante para o principal porto do país.

«De facto foram muitos anos, um certo imobilismo não efetuou esta alteração [que] pode parecer, sobretudo aos olhos de quem está de fora, cirúrgica e se calhar com menos impacto, mas para quem está aqui era de facto uma alteração muito relevante», referiu Joaquim Miranda Sarmento.  

O governante falava na cerimónia de lançamento da Alfândega de Sines, que se realizou ontem no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS).

«Esta decisão que tomámos é de facto muito importante para ajudar no dinamismo desta região e com isso no dinamismo do país», realçou.

Em comunicado, o Governo revelou que a nova Alfândega, que funciona atualmente como uma delegação aduaneira de Setúbal, irá funcionar nas instalações do Porto de Sines, na Zona de Atividades Logísticas, a partir de 1 de Janeiro de 2027.

A decisão de transformar a atual delegação aduaneira numa Alfândega deve-se à «evolução da atividade aduaneira» devido «à crescente relevância estratégica do Porto de Sines no contexto do comércio internacional e das cadeias logísticas globais», sublinhou.

Segundo o ministério das Finanças, o reforço desta estrutura da Autoridade Tributária permitirá igualmente «assegurar uma gestão mais eficiente e especializada das operações aduaneiras» neste complexo portuário.

Por seu lado, a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, também presente na cerimónia, referiu que a futura alfândega permitirá prestar um melhor serviço à comunidade, às empresas e ao país. 

«A facilitação do comércio internacional legítimo passa pela simplificação e digitalização de processos. Cada minuto poupado num terminal, cada documento eliminado, representa ganhos de competitividade reais para as empresas e para a economia nacional», salientou.

Já para o presidente do conselho de administração da APS, Pedro do Ó Ramos, tratou-se de um «dia histórico» e de um «ato de justiça» para o maior porto nacional.

«Não se percebia como o maior porto nacional, o Porto de Sines, que movimenta mais de 50% da carga marítima de todo o país, não tinha uma alfândega. E é, neste momento ainda, uma delegação de Setúbal», sublinhou. 

No seu entender, a nova estrutura vai permitir maior celeridade, proximidade e capacidade de decisão no apoio aos operadores económicos, reforçando a competitividade do porto. 

Segundo um comunicado da administração portuária, a criação da nova Alfândega de Sines vai implicar o reforço de sete trabalhadores, assim como a expansão das instalações.

A nova estrutura passará a «contar com 33 efetivos e uma estrutura orgânica reforçada, contando com um diretor e um diretor adjunto, Núcleo de Procedimentos Fiscais e Núcleo de Impostos sobre Veículos», indicou. 

Segundo o Governo, no âmbito da reorganização territorial dos serviços aduaneiros desconcentrados, proceder-se-á à eliminação da Alfândega do Jardim do Tabaco, prevendo-se a sua reconfiguração como delegação aduaneira.

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Morangos mais famosos de Espanha chegam a Braga

9 June 2026 at 20:24

A La Fresería, cadeia espanhola de lojas de venda de morangos, vai inaugurar uma loja em Braga, na quarta-feira.

A inauguração está marcada para as 15:00 e a loja situada na Rua de São Marcos estará aberta até às 23:00.

Criada em Madrid em 2022 por Alejandro Fernández e Gonzalo Barreno, a La Fresería nasceu com a ideia de “transformar um produto clássico, o morango, numa experiência divertida, personalizável e altamente visual”.

Desde então, o conceito cresceu rapidamente e conta atualmente com mais de 40 lojas distribuídas entre Espanha e Portugal, sendo que Barcelos foi outra das localizações mais recentes.

“Portugal é hoje um dos mercados prioritários para a La Fresería. A resposta que temos recebido desde a abertura da primeira loja superou as nossas expectativas e tem-nos permitido continuar a investir no crescimento da marca no país. Braga surge como mais um passo natural neste percurso de expansão”, afirma Alejandro Fernández, cofundador da marca, citado em comunicado.

De acordo com a marca, na nova loja, os clientes poderão encontrar o “conceito que tornou a marca viral”: “copos de morangos frescos preparados no momento e personalizados com uma vasta seleção de molhos e toppings”.

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Défice da balança comercial de bens diminuiu em abril

As exportações e importações de bens aumentaram no mês de abril, com subidas homólogas de 15,5% e 8,9%, respetivamente, segundo dados do INE. Já o défice da balança comercial de bens diminuiu, estando agora nos 2.883 milhões de euros.

Se excluirmos as transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda (TTE), as exportações cresceram mais expressivamente, 16,9% face ao período homólogo.

Retirando a categoria de ‘combustíveis e lubrificantes’, as exportações aumentaram 14,3%, devido aos elevados preços desta categoria. Os preços das exportações também registaram uma variação positiva, de 3,2%.

Apesar do aumento registado nas exportações, se analisarmos em cadeia, estas diminuíram 1,7% em abril. Olhando para o trimestre terminado em abril, as exportações apresentaram um aumento de 3,3%, mas em termos acumulados no ano diminuíram 1,4% no primeiro quadrimestre.

A categoria de produtos que apresentou o maior aumento nas exportações foi os ‘fornecimentos industriais’, principalmente de metais comuns e máquinas.

Espanha foi o principal destino das exportações nacionais, seguida de França e Alemanha.

No caso das importações, que aumentaram 8,9% em abril, se excluirmos a categoria de ‘combustíveis e lubrificantes’, cresceram 6,3%. Já os preços das importações apresentaram uma variação positiva, a primeira desde fevereiro de 2025, de 2,6%.

Olhando para o trimestre terminado em abril, as importações apresentaram um aumento de 5,9% face ao período homólogo, e no acumulado do ano já registaram um crescimento de 4,7%.

A categoria de ‘material de transporte’ registou o maior acréscimo, de 22,5%, seguindo-se as ‘máquinas e outros bens de capital’, com um crescimento de 17,8%.

Espanha liderou os aumentos, com uma subida de 13% nas importações, enquanto a Irlanda liderou as descidas, com um decréscimo de 79,1%.

La Generalitat Valenciana moviliza cerca de 15 millones de euros para impulsar el comercio y la artesanía en 2026

8 June 2026 at 12:04

La Conselleria de Industria, Turismo, Innovación y Comercio ha anunciado la resolución de su convocatoria de ayudas para 2026, destinando un total de 14.857.710 euros a revitalizar los sectores del comercio, la artesanía y el consumo en la Comunitat Valenciana. Este estratégico paquete presupuestario se dividirá en 17 líneas de subvención diferentes y estará dirigido a pymes, personas físicas, entidades locales y agrupaciones de consumidores con el objetivo de fortalecer el tejido comercial de proximidad y la excelencia artesanal e industrial de la región.

La titular del departamento, Marián Cano, ha destacado que esta nueva edición de ayudas busca ir más allá de la mera resistencia económica para lograr que los negocios puedan competir con plenas garantías frente a las nuevas realidades del mercado. En este sentido, la consellera ha defendido que el comercio local y la artesanía constituyen no solo motores económicos fundamentales, sino el "verdadero corazón social de nuestros municipios", motivo por el cual resulta imperativo impulsar un salto cualitativo en la experiencia de compra de los clientes.

Para lograr esta excelencia, la estrategia autonómica pone el foco en la transformación digital y la resiliencia, buscando un equilibrio perfecto entre las nuevas herramientas tecnológicas, la venta online y el valor insustituible que aporta la atención presencial y el producto autóctono. De manera paralela, se apuesta por una gobernanza moderna que garantice un entorno comercial seguro y omnicanal, donde las asociaciones cuenten con recursos para mantener a los usuarios plenamente protegidos y formados.

Entre las líneas de financiación más cuantiosas de la resolución destaca el programa CREA COMERÇ, dotado con más de 5,3 millones de euros para inversiones en equipamiento, software y creación de plataformas web de comercio electrónico. Asimismo, se han reservado 2,6 millones de euros para infraestructuras comerciales y mercados municipales, más de 2,2 millones para acciones de promoción local y bonos de comercio, y diversas partidas específicas destinadas a la protección, modernización de talleres y especialización de las pymes artesanas.

El proceso para acceder a estos fondos se regirá por el sistema de concurrencia competitiva, por lo que las solicitudes serán evaluadas mediante los criterios técnicos ya publicados en el Diari Oficial de la Generalitat Valenciana (DOGV). Aquellos interesados en concurrir a la convocatoria podrán presentar su documentación oficial desde este martes 9 de junio hasta el próximo 25 de junio.

Con el firme propósito de agilizar la carga administrativa y recortar los tiempos de espera en las resoluciones de los expedientes, toda la tramitación se realizará de manera exclusivamente telemática a través de la sede electrónica de la Generalitat. Cabe destacar que esta batería de ayudas ordinarias para el ejercicio 2026 se complementará con los fondos extraordinarios de contingencia y los planes específicos de reactivación industrial que la Administración autonómica mantiene actualmente activos.

La Comunidad de Madrid lanza ayudas de hasta 7.200 euros para comercios afectados por obras públicas

8 June 2026 at 11:50
Una persona trabaja en un puesto de fruta en el mercado.

La Comunidad de Madrid ha abierto este lunes el plazo para solicitar una nueva línea de ayudas directas destinadas a los establecimientos comerciales y de servicios que se vean perjudicados por el desarrollo de obras públicas de titularidad autonómica. Esta medida, que ya puede tramitarse de forma telemática a través de la Administración Digital del Gobierno regional, permanecerá activa durante todo el año hasta agotar los fondos disponibles, resolviéndose por estricto orden de entrada para garantizar que el dinero llegue en el menor plazo posible.

Para el presente ejercicio 2026, el Ejecutivo madrileño ha dotado este programa con un presupuesto inicial de medio millón de euros, una cantidad que podrá ampliarse en función de la demanda existente. La principal novedad de esta convocatoria es el incremento de la cuantía máxima a percibir, que experimenta una subida del 44%, pasando de los 5.000 euros anteriores a un tope de 7.200 euros por solicitante.

En cuanto al destino de estos fondos, los comerciantes podrán utilizarlos para sufragar gastos corrientes derivados de su actividad diaria. Entre los conceptos que se pueden subvencionar se incluyen el pago de la hipoteca o el alquiler del local comercial, así como los seguros asociados al mismo. Además, se han mejorado las bases para incorporar gastos fundamentales como las cuotas de autónomos de los titulares de los negocios.

El plan contempla también un supuesto especial para aquellos negocios con una dependencia extrema del tránsito peatonal, como son los quioscos de prensa, floristerías y similares. A estos establecimientos se les abonará de forma íntegra el coste de las tasas por ocupación de la vía pública. Asimismo, se ha redefinido el área de cobertura: la distancia máxima se fija en 50 metros respecto al vallado de las obras, pero se establece una ampliación específica de hasta 250 metros para este tipo de puestos de venta.

Los destinatarios principales de esta iniciativa son las pymes, empresarios individuales y comunidades de bienes que operen a pie de calle. Las ayudas cubrirán los perjuicios ocasionados por aquellos trabajos de infraestructura cuya duración prevista sea superior a los seis meses. De este modo, se subvencionará a los locales ubicados en el área de afectación directa de las actuales obras de la línea 11 del Metro de Madrid, así como de futuras infraestructuras.

Para poder disfrutar de estas subvenciones, la administración ha establecido como requisito que los beneficiarios mantengan su actividad económica durante un periodo mínimo de seis meses tras recibir el pago. Con la implementación de este programa, el Gobierno autonómico busca mitigar el impacto negativo que generan estas intervenciones urbanas necesarias y proteger el tejido comercial minorista de la región.

Comércio de Albufeira tem «sérias dúvidas» sobre legalidade dos limites de ruído impostos pela autarquia

2 June 2026 at 11:09

O comércio de Albufeira alertou ontem para o impacto «significativo» da limitação de ruído aos estabelecimentos, levantando «sérias dúvidas» sobre a viabilidade prática e legalidade dos decibéis fixados pela autarquia, no âmbito das regras que entraram ontem em vigor.

A Associação Comercial de Albufeira (ACALB) alertou, esta segunda-feira, em conferência de imprensa, para «as consequências que os novos limites de ruído impostos pelo despacho municipal, datado de 22 de maio, terão sobre centenas de empresas do concelho», apelando a «um diálogo urgente com a autarquia».

A ACALB salienta que a medida foi «tomada sem consulta prévia ao setor, sem período de transição, num momento em que as empresas não têm qualquer margem para ajustamento».

«A associação lamenta que para uma decisão com este impacto no tecido económico e social da região não tenham sido ouvidas forças de segurança, sindicatos ou outras associações empresariais locais», lê-se, em comunicado.

Além dos limites ao ruído, os horários de lojas de conveniência, bares e discotecas foram reduzidos em uma hora.

Os comerciantes locais levantam «sérias dúvidas sobre a viabilidade prática e a legalidade» dos limites de ruído impostos pelo despacho.

«A fixação de um limite de captação de 76 decibéis, de dia, e 74 decibéis, de noite, na fachada de um estabelecimento significa, na prática, que um bar não pode ter uma televisão ligada nem uma esplanada com quatro pessoas a conversar. O ruído natural da própria rua ultrapassa sistematicamente estes valores, penalizando as empresas por dinâmicas do espaço público que estão completamente fora do seu controlo», sustentam.

Afirmando-se «contra a ausência de diálogo», os empresários acrescentam que merecem «ser ouvido antes de qualquer decisão que ponha em causa a sua viabilidade».

«Esta medida foi imposta sem consulta, sem período de transição e no pior momento possível para as nossas empresas. Estamos disponíveis para dialogar e encontrar soluções que sirvam todos: residentes, empresas e visitantes. É isso que a ACALB sempre fez e continuará a fazer», afirma Sérgio Brito, presidente da ACALB.

Com 8,7 milhões de dormidas em 2025 e cerca de 3,2 milhões de dormidas só no Verão de 2025, Albufeira é o segundo destino turístico mais procurado do país.

«A sua economia local depende diretamente da vitalidade do setor empresarial. Qualquer medida que comprometa a atividade das empresas do concelho tem consequências imediatas no emprego, na receita fiscal e no desenvolvimento da região», assinala a associação.

A ACALB defende «soluções equilibradas que conciliem a qualidade de vida dos residentes com a sustentabilidade económica do concelho» e acredita que «é possível chegar a um consenso que salvaguarde simultaneamente os direitos dos albufeirenses e a viabilidade das empresas que sustentam a economia local».

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