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Pandemics that weren’t: How to nip an outbreak in the bud

10 June 2026 at 20:36

On December 10, 2024, a woman arrived at a health facility in Pariak, a town in the state of Jonglei in South Sudan, with diarrhea, vomiting and symptoms of dehydration. She had recently returned from an area affected by cholera. In one of the most vulnerable countries in the world, where millions of people lack regular access to clean water and health services, this could have been the beginning of a new emergency.

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© Gradel Muyisa Mumbere (REUTERS)

Health personnel equipped with personal protective equipment to respond to the ebola outbreak on May 31 in Bunia, Democratic Republic of the Congo.

PM publica decreto que aposenta tenente-coronel acusado de feminicídio

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A Polícia Militar de São Paulo publicou o despacho que oficializa a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso acusado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. Na estrutura militar, a medida equivale à aposentadoria. Ele está preso preventivamente desde o dia 18 de março.

Embora essa decisão já tivesse sido anunciada em uma portaria, o ato que a oficializou só foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta terça-feira (9), com assinatura do diretor de Inatividade e Pensão Militar, coronel Antonio Thomazelli Júnior.

Notícias relacionadas:

No despacho, o tenente-coronel acusado de assassinato foi transferido oficialmente para a reserva da polícia. Em suas redes sociais, o advogado Miguel José da Silva Junior, que defende a família da soldado Gisele, disse que lhe causou espanto a “celeridade da PM em aposentá-lo”.

Para o advogado, essa decisão demonstra que a PM está “dando privilégios” ao tenente-coronel. 

“Essa aposentadoria não vai barrar o Conselho de Justificação, que vai demiti-lo. Nós temos convicção disso. Por outro lado, não é justo que esse cidadão, que cometeu um crime tão bárbaro, continue recebendo valores à custa da população e inclusive dos pais da Gisele, que pagam seus tributos”, falou o advogado em um vídeo publicado em seu Instagram.

Gisele era casada com o tenente-coronel e foi encontrada morta, com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que o casal morava, na capital paulista. O tenente-coronel chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita.

Laudos do Instituto Médico Legal (IML) confirmaram marcas de agressão incompatíveis com suicídio. A família da vítima contestou a versão de suicídio desde o registro da ocorrência.

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que a transferência do oficial para a reserva “ocorreu em conformidade com a legislação vigente e não impede eventual responsabilização penal ou disciplinar”.

De acordo com a PM, atualmente o vínculo financeiro do tenente-coronel é com a São Paulo Previdência (SPPrev), gestora do Regime Próprio de Previdência do Estado de São Paulo e dos benefícios militares, e uma eventual perda do posto e patente e também de remuneração do tenente-coronel só podem ocorrer após decisão definitiva do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo.

“A Corregedoria da instituição concluiu o Inquérito Policial Militar (IPM) e encaminhou o procedimento à Justiça. A Polícia Civil também concluiu o inquérito policial, remetido ao Poder Judiciário. Além disso, foi instaurado Conselho de Justificação (CJ), publicado no Diário Oficial do Estado em 31 de março de 2026, que segue em fase de instrução e tramita de forma independente do processo criminal”, diz ainda a nota da PM.

PM publica decreto que aposenta tenente-coronel acusado de feminicídio

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A Polícia Militar de São Paulo publicou o despacho que oficializa a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso acusado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. Na estrutura militar, a medida equivale à aposentadoria. Ele está preso preventivamente desde o dia 18 de março.

Embora essa decisão já tivesse sido anunciada em uma portaria, o ato que a oficializou só foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta terça-feira (9), com assinatura do diretor de Inatividade e Pensão Militar, coronel Antonio Thomazelli Júnior.

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No despacho, o tenente-coronel acusado de assassinato foi transferido oficialmente para a reserva da polícia. Em suas redes sociais, o advogado Miguel José da Silva Junior, que defende a família da soldado Gisele, disse que lhe causou espanto a “celeridade da PM em aposentá-lo”.

Para o advogado, essa decisão demonstra que a PM está “dando privilégios” ao tenente-coronel. 

“Essa aposentadoria não vai barrar o Conselho de Justificação, que vai demiti-lo. Nós temos convicção disso. Por outro lado, não é justo que esse cidadão, que cometeu um crime tão bárbaro, continue recebendo valores à custa da população e inclusive dos pais da Gisele, que pagam seus tributos”, falou o advogado em um vídeo publicado em seu Instagram.

Gisele era casada com o tenente-coronel e foi encontrada morta, com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que o casal morava, na capital paulista. O tenente-coronel chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita.

Laudos do Instituto Médico Legal (IML) confirmaram marcas de agressão incompatíveis com suicídio. A família da vítima contestou a versão de suicídio desde o registro da ocorrência.

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que a transferência do oficial para a reserva “ocorreu em conformidade com a legislação vigente e não impede eventual responsabilização penal ou disciplinar”.

De acordo com a PM, atualmente o vínculo financeiro do tenente-coronel é com a São Paulo Previdência (SPPrev), gestora do Regime Próprio de Previdência do Estado de São Paulo e dos benefícios militares, e uma eventual perda do posto e patente e também de remuneração do tenente-coronel só podem ocorrer após decisão definitiva do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo.

“A Corregedoria da instituição concluiu o Inquérito Policial Militar (IPM) e encaminhou o procedimento à Justiça. A Polícia Civil também concluiu o inquérito policial, remetido ao Poder Judiciário. Além disso, foi instaurado Conselho de Justificação (CJ), publicado no Diário Oficial do Estado em 31 de março de 2026, que segue em fase de instrução e tramita de forma independente do processo criminal”, diz ainda a nota da PM.

Secretaria de Saúde de SP investiga novo caso suspeito de ebola

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Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP).

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.

Notícias relacionadas:

Ela desembarcou no Brasil no dia 6 de junho e nesta terça-feira (9) começou a apresentar sintomas como diarreia e febre, procurando um serviço particular de saúde. Nesta madrugada (10), ela foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença.

Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.

Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).

Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.

As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.

Ebola

A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.

O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.

Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

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Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP).

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.

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Ela desembarcou no Brasil no dia 6 de junho e nesta terça-feira (9) começou a apresentar sintomas como diarreia e febre, procurando um serviço particular de saúde. Nesta madrugada (10), ela foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença.

Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.

Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).

Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.

As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.

Ebola

A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.

O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.

Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

Estas prendas denim de C&A son un auténtico flechazo para el verano

10 June 2026 at 11:54

Admito que me cuesta resistirme a una buena prenda denim. Y cuando además incorpora detalles especiales, la tentación es todavía mayor. Justo eso es lo que me ha pasado al descubrir estas prendas de C&A. Un vestido halter de esos que solucionan un look en segundos y un conjunto bordado formado por kimono y shorts que tiene todo para convertirse en uno de los más repetidos del verano.

Lo mejor es que son prendas muy fáciles de combinar, ligeras y con ese punto diferente que consigue que un tejido tan clásico como el denim vuelva a sorprender.

Un vestido halter que apetece llevar una y otra vez

Confeccionado en denim ligero y en un favorecedor tono azul claro, destaca por su escote halter con lazada al cuello, su largo midi y una caída fluida que resulta especialmente cómoda cuando las temperaturas suben.

Vestido vaquero con escote en pico (29,99 €) | C&A Vestido vaquero con escote en pico (29,99 €) | C&A

La espalda prácticamente descubierta aporta un toque muy veraniego al conjunto, mientras que la silueta evasé consigue que el vestido tenga un movimiento precioso al caminar. También llaman la atención las costuras que recorren el diseño, un detalle clave para que el vestido siente tan bien.

C&A C&A

Puede llevarse con sandalias planas, alpargatas o zapatillas. También admite bolsos coloridos, capazos de rafia e incluso un pañuelo anudado a la cabeza para conseguir un resultado especialmente chic.

El conjunto bordado que hace especial cualquier look

Si el vestido conquista por su sencillez, el conjunto formado por kimono y shorts lo hace gracias a los detalles. Ambas piezas están confeccionadas en denim suave de lavado claro e incorporan delicados bordados florales que aportan textura y personalidad.

Kimono vaquero (45,99 €) | C&A Kimono vaquero (45,99 €) | C&A

El kimono destaca por su corte amplio y relajado, además de por los bordados situados en las mangas, que elevan el diseño y le dan un aspecto mucho más cuidado. Una prenda que se aleja de las clásicas camisas y cazadoras vaqueras gracias a unos bordados que marcan la diferencia.

Shorts vaqueros bordados (35,99 €) | C&A Shorts vaqueros bordados (35,99 €) | C&A

Por su parte, los shorts de tiro alto incorporan cinturilla elástica y un cinturón para anudar, lo que los convierte en una opción muy cómoda para el día a día. Los mismos bordados que aparecen en el kimono vuelven a estar presentes aquí, creando un conjunto especialmente bonito.

Dos piezas que también brillan por separado

Una de las cosas que más me gustan de este conjunto es la cantidad de combinaciones que permite. El kimono puede llevarse sobre un vestido, con pantalones fluidos o incluso con unos jeans en las noches más frescas. Los shorts, por su parte, combinan igual de bien con una camiseta básica, un top de punto o una camisa de lino.

El kimono y los shorts pueden llevarse juntos como conjunto o combinarse por separado con otras prendas del armario | C&A El kimono y los shorts pueden llevarse juntos como conjunto o combinarse por separado con otras prendas del armario | C&A

Esa versatilidad es precisamente lo que hace que estas prendas resulten tan interesantes. Diseños cómodos, fáciles de llevar y con detalles capaces de marcar la diferencia sin complicar el resto del look. Justo lo que muchas buscamos cuando llega el verano.

© Difoosion

El denim sigue siendo un imprescindible de los looks de verano gracias a diseños ligeros y fáciles de combinar | Getty Images

Ni yoga y ni tai chi: este es el ejercicio milenario chino que ayuda a reducir el estrés y aliviar el dolor de espalda

10 June 2026 at 09:59

En un contexto de rutinas aceleradas, pantallas constantes y falta de pausas reales, cada vez más personas buscan formas sencillas de recuperar el equilibrio físico y mental. Entre las disciplinas que están ganando protagonismo destaca el chi kung, una práctica de origen chino que combina movimiento suave, respiración consciente y atención plena.

No requiere experiencia previa ni una condición física concreta, lo que la convierte en una opción accesible para casi cualquier persona que quiera incorporar un momento de calma en su día a día.

Qué es realmente el chi kung

El chi kung (también escrito como qigong) es una disciplina tradicional china que se basa en la coordinación entre respiración, mente y movimiento. Su objetivo es favorecer el flujo de la energía vital y promover una sensación de equilibrio general en el cuerpo.

Más que un deporte o un arte marcial, se considera una práctica psicofísica. Sus ejercicios son lentos, repetitivos y suaves, lo que permite concentrarse en la respiración y en las sensaciones corporales sin exigencia ni impacto.

Beneficios para el cuerpo y la mente

Uno de los principales motivos por los que esta práctica está ganando popularidad es su impacto en el bienestar general. A nivel físico, puede contribuir a mejorar la movilidad, la postura y la respiración, algo especialmente útil en personas con molestias musculares o dolor de espalda asociado al estrés o a malas posturas.

En el plano mental, ayuda a disminuir la tensión acumulada, favorece la concentración y genera una sensación de calma progresiva. No es tanto una disciplina de esfuerzo como de regulación, donde el objetivo es bajar el ritmo y reconectar con el cuerpo.

Con la práctica habitual, muchas personas describen una mayor sensación de ligereza, claridad mental y equilibrio emocional.

En qué se diferencia del tai chi

Aunque a menudo se confunden, el chi kung y el tai chi no son lo mismo. Ambos comparten raíces en la tradición china y trabajan la conexión entre cuerpo y mente, pero su enfoque es distinto.

El tai chi es una disciplina más estructurada, con secuencias largas de movimientos encadenados y un origen vinculado a las artes marciales. Requiere mayor coordinación y memoria corporal.

El chi kung, en cambio, es más sencillo y repetitivo. Se centra más en la respiración y en la circulación de la energía, con ejercicios más cortos y fáciles de aprender, lo que facilita su incorporación incluso para principiantes.

Cómo empezar a practicarlo

Una de las ventajas de esta disciplina es su flexibilidad. Puede practicarse en sesiones cortas varias veces por semana, aunque incluso unos minutos pueden tener un efecto inmediato de relajación.

Lo más importante no es la duración, sino la constancia y la atención que se pone en cada movimiento y en la respiración.

No es necesario un entorno específico ni equipamiento especial, lo que permite integrarlo fácilmente en la rutina diaria, ya sea al despertar, al final del día o en momentos de pausa.

© @yararojaas

5 beneficios de experta si empiezas a practicar yoga hoy mismo

Las epidemias que nunca fueron: así se cortaron de raíz brotes potencialmente mortales

10 June 2026 at 04:30

El 10 de diciembre de 2024, una mujer llegó a un centro de salud de Pariak, una localidad del Estado de Jonglei, en Sudán del Sur, con diarrea, vómitos y síntomas de deshidratación. Había regresado recientemente de una zona afectada por el cólera. En uno de los países más vulnerables del mundo, donde millones de personas carecen de acceso regular a agua potable y servicios sanitarios, aquello podía haber sido el comienzo de una nueva emergencia.

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© Gradel Muyisa Mumbere (REUTERS)

Personal sanitario se equipa con material de protección individual para responder al brote de ébola, el 31 de mayo en Bunia, República Democrática del Congo.

Lindsey Graham Wins Republican Senate Primary in South Carolina

10 June 2026 at 02:46
Mr. Graham, a four-term incumbent, is the favorite to win the general election in a solidly Republican state.

© Demetrius Freeman for The New York Times

Senator Lindsey Graham, Republican of South Carolina, in Washington in February.

Ato em SP pede manutenção de norma sobre aborto em casos de estupro

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Um ato realizado na noite desta terça-feira (9) na Avenida Paulista, em São Paulo, protestou contra um projeto aprovado na semana passada pelo plenário do Senado Federal que suspendeu a validade da Resolução no 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). 

A medida orientava o atendimento humanizado de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e da garantia de seus direitos, entre eles, o aborto legal quando a gravidez é decorrente de estupro. 

Notícias relacionadas:

A manifestação teve início por volta das 18h em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e saiu em caminhada pela Avenida Paulista até a Praça do Ciclista.

“A resolução [do Conanda] não cria nenhum novo direito, mas reorganiza o fluxo de acesso ao aborto legal para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e que, devido a isso, engravidaram”, explicou Dafne Sena, integrante da Frente Estadual pela Legalização do Aborto.

A norma que foi anulada havia sido aprovada pelo Conanda em dezembro de 2024 e regulava os procedimentos já previstos no ordenamento jurídico brasileiro para casos específicos, como gravidez resultante de estupro.

“A Resolução 258 do Conanda evitava a revitimização, ou seja, evitava que, durante o processo de busca ao aborto legal, essa criança passasse por outros tipos de violência. Ela tentava evitar que uma criança sofresse outras violências decorrentes de uma violência já muito grande, que era a violência sexual. Essa resolução organizava esse fluxo, não criava nenhuma hipótese nova de aborto legal e nem novos serviços. Ela só organizava como deveria ser o acesso dessa criança [a esse serviço]”, disse Dafne.

Direito garantido em lei

O ato na Avenida Paulista foi organizado pela Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto e é parte de uma mobilização nacional que pretende reforçar que o aborto legal é um direito garantido em lei.

Atualmente, o aborto legal é autorizado apenas em três situações, entre elas, para o caso de gravidez decorrente de estupro, o que inclui o estupro de vulnerável (menores de 14 anos). Esse direito também é garantido em caso de gravidez de risco para a mulher e em caso de anencefalia fetal.

“Hoje a gente já tem uma situação bastante grave, que é o impedimento de aborto em diversas cidades, mesmo nos casos de aborto legal. E isso tende a se agravar mais agora com o PDL 3”, disse Tamires de Sousa Arantes, militante do Coletivo Juntas. 

Segundo ela, o ato desta terça-feira pretende enfatizar que o direito ao aborto em caso de estupro já está garantido a essas crianças por meio da Constituição. 

“Hoje estamos nas ruas para garantir o direito dessas crianças e em defesa da infância. Esse é um direito que já está constituído há mais de 40 anos. Então, a gente não está nem falando em avançar nesse direito [ao aborto]. Só não podemos perder o que já temos e que hoje está ameaçado pelo Senado e pela extrema-direita”, disse Tamires.

Vítimas 

Segundo o Mapa Nacional da Violência de Gênero, 64 meninas são vítimas de violência sexual a cada dia no Brasil. De 2011 a 2024, 308.077 meninas até os 17 anos de idade sofreram esse tipo de violência no país.

Já o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025 apontou que, em 2024, o Brasil registrou o maior número de estupros e estupros de vulnerável da série histórica, com 87.545 ocorrências no período. Do total de ocorrências, mais da metade (76,8%) correspondiam ao crime de estupro de vulnerável.

Ato em SP pede manutenção de norma sobre aborto em casos de estupro

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Um ato realizado na noite desta terça-feira (9) na Avenida Paulista, em São Paulo, protestou contra um projeto aprovado na semana passada pelo plenário do Senado Federal que suspendeu a validade da Resolução no 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). 

A medida orientava o atendimento humanizado de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e da garantia de seus direitos, entre eles, o aborto legal quando a gravidez é decorrente de estupro. 

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A manifestação teve início por volta das 18h em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e saiu em caminhada pela Avenida Paulista até a Praça do Ciclista.

“A resolução [do Conanda] não cria nenhum novo direito, mas reorganiza o fluxo de acesso ao aborto legal para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e que, devido a isso, engravidaram”, explicou Dafne Sena, integrante da Frente Estadual pela Legalização do Aborto.

A norma que foi anulada havia sido aprovada pelo Conanda em dezembro de 2024 e regulava os procedimentos já previstos no ordenamento jurídico brasileiro para casos específicos, como gravidez resultante de estupro.

“A Resolução 258 do Conanda evitava a revitimização, ou seja, evitava que, durante o processo de busca ao aborto legal, essa criança passasse por outros tipos de violência. Ela tentava evitar que uma criança sofresse outras violências decorrentes de uma violência já muito grande, que era a violência sexual. Essa resolução organizava esse fluxo, não criava nenhuma hipótese nova de aborto legal e nem novos serviços. Ela só organizava como deveria ser o acesso dessa criança [a esse serviço]”, disse Dafne.

Direito garantido em lei

O ato na Avenida Paulista foi organizado pela Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto e é parte de uma mobilização nacional que pretende reforçar que o aborto legal é um direito garantido em lei.

Atualmente, o aborto legal é autorizado apenas em três situações, entre elas, para o caso de gravidez decorrente de estupro, o que inclui o estupro de vulnerável (menores de 14 anos). Esse direito também é garantido em caso de gravidez de risco para a mulher e em caso de anencefalia fetal.

“Hoje a gente já tem uma situação bastante grave, que é o impedimento de aborto em diversas cidades, mesmo nos casos de aborto legal. E isso tende a se agravar mais agora com o PDL 3”, disse Tamires de Sousa Arantes, militante do Coletivo Juntas. 

Segundo ela, o ato desta terça-feira pretende enfatizar que o direito ao aborto em caso de estupro já está garantido a essas crianças por meio da Constituição. 

“Hoje estamos nas ruas para garantir o direito dessas crianças e em defesa da infância. Esse é um direito que já está constituído há mais de 40 anos. Então, a gente não está nem falando em avançar nesse direito [ao aborto]. Só não podemos perder o que já temos e que hoje está ameaçado pelo Senado e pela extrema-direita”, disse Tamires.

Vítimas 

Segundo o Mapa Nacional da Violência de Gênero, 64 meninas são vítimas de violência sexual a cada dia no Brasil. De 2011 a 2024, 308.077 meninas até os 17 anos de idade sofreram esse tipo de violência no país.

Já o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025 apontou que, em 2024, o Brasil registrou o maior número de estupros e estupros de vulnerável da série histórica, com 87.545 ocorrências no período. Do total de ocorrências, mais da metade (76,8%) correspondiam ao crime de estupro de vulnerável.

Billionaires’ Billions Are Increasing Faster Than Ever

9 June 2026 at 16:55
Elon Musk’s potential new status as a trillionaire demonstrates in real time why there has been such a rapid rise in the concentration of wealth at the top.

© Nicolas Ortega

Exposição interativa mostra participação do Brasil em copas do Mundo

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Uma nova exposição interativa mostrará ao público a participação da Seleção Brasileira de Futebol em copas do Mundo. Chamada Brasil em Todas, a exibição ocorre no MIS Experience, em São Paulo, entre os dias 10 de junho e 2 de agosto.

O público poderá conferir a trajetória do Brasil na competição, país que esteve presente em todas as 23 edições da Copa do Mundo e que é o maior campeão do torneio, tendo conquistado cinco vezes o título.

Notícias relacionadas:

De acordo com o curador da exposição, o radialista e humorista Paulo Bonfá, é muito interessante notar a consistência da presença brasileira, por meio dos vários elementos históricos.

Ele conta que, em 1934, o Brasil foi o único país da América do Sul a disputar o campeonato. A Seleção viajou de navio até a Itália, por dois meses, para o torneio, que tinha uma fórmula diferente da atual, com jogos eliminatórios. 

“O Brasil foi, perdeu o jogo para a Espanha e voltou [para casa]. Aí ele acabou em 14° lugar, com 16 participantes. Essa foi a nossa pior colocação ao longo do tempo.”

Apesar de derrotas como essa, destacou o curador, o Brasil tem também uma história muito vitoriosa nessa competição. “O Brasil participou de sete finais, vencendo cinco delas”, lembrou. “A importância cultural do futebol no Brasil é inequívoca, embora o futebol, como conhecemos hoje, é muito distante de como foram suas origens amadoras”, completou.

Para contar toda essa história, o MIS Experience apresentará ao público alguns artigos raros do Museu Seleção Brasileira, da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que vão ser expostos pela primeira vez em conjunto fora da instituição. 

Esse material reúne registros sobre o surgimento da Seleção Brasileira, em 21 de julho de 1914, e objetos originais como o troféu de segundo lugar na Copa do Mundo de 1950, no próprio Brasil. Há também estátuas em tamanho real dos craques Pelé e Zagallo.

“[O percurso] começa por uma galeria que mostra a origem da Seleção Brasileira, em 1914, passando pelo primeiro troféu conquistado e, depois, apresentando todos os elementos que mostram a participação nas 22 copas que já aconteceram”, explica Bonfá.

Acervos raros de mídia escrita e fotográfica, coletados desde 1930, também estarão em exibição, como recortes de jornais e revistas, incluindo veículos já extintos. Há também uma sala dedicada ao rádio, onde os visitantes poderão escutar narrações de jogos históricos desde 1950.

“Queremos mostrar na exposição por que a Seleção Brasileira foi um fator de superação de preconceitos e de superação de diferenças. A seleção brasileira sempre teve jogadores de todas as cores e de todos os extratos sociais, de todos os lugares do país”, afirmou André Sturm, diretor-geral do Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo.

Considerado o rei do futebol e único jogador tricampeão mundial, Pelé será homenageado na mostra com a exibição de um filme em curta-metragem que relembrará sua participação em Copas do Mundo.

“Temos aqui um filme de 15 minutos de duração, imperdível e hipnotizante, narrado pelo próprio Pelé e por Sérgio Chapelin, sobre as memórias das quatro Copas do Mundo de que disputou entre 1958 e 1970”, ressaltou Bonfá.

Outro destaque da mostra são as caricaturas dos craques brasileiros, criadas pelo artista Mario Alberto.

Interatividade

Nas áreas interativas, por exemplo, o público terá à disposição seis jogos diferentes customizados em telas gigantes de alta definição, incluindo comandos por voz, toque e movimento.

As experiências incluem desde testes de conhecimentos sobre a Copa até simuladores de futebol. “Temos três ambientes em que se pode testar sua própria habilidade de uma forma divertida e lúdica”, contou Bonfá.

Para completar o passeio, os visitantes poderão assistir aos principais jogos da Copa do Mundo no Bar do Hexa, que estará aberto inclusive para quem não visitar a exposição. Os ingressos para assistir aos jogos no Bar do Hexa são gratuitos, mas precisam ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria física do MIX Experience.

Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), com entrada gratuita às terças-feiras. Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no site https://misexperience.org.br/exposicao/brasil-em-todas/
 

Exposição interativa mostra participação do Brasil em copas do Mundo

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Uma nova exposição interativa mostrará ao público a participação da Seleção Brasileira de Futebol em copas do Mundo. Chamada Brasil em Todas, a exibição ocorre no MIS Experience, em São Paulo, entre os dias 10 de junho e 2 de agosto.

O público poderá conferir a trajetória do Brasil na competição, país que esteve presente em todas as 23 edições da Copa do Mundo e que é o maior campeão do torneio, tendo conquistado cinco vezes o título.

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De acordo com o curador da exposição, o radialista e humorista Paulo Bonfá, é muito interessante notar a consistência da presença brasileira, por meio dos vários elementos históricos.

Ele conta que, em 1934, o Brasil foi o único país da América do Sul a disputar o campeonato. A Seleção viajou de navio até a Itália, por dois meses, para o torneio, que tinha uma fórmula diferente da atual, com jogos eliminatórios. 

“O Brasil foi, perdeu o jogo para a Espanha e voltou [para casa]. Aí ele acabou em 14° lugar, com 16 participantes. Essa foi a nossa pior colocação ao longo do tempo.”

Apesar de derrotas como essa, destacou o curador, o Brasil tem também uma história muito vitoriosa nessa competição. “O Brasil participou de sete finais, vencendo cinco delas”, lembrou. “A importância cultural do futebol no Brasil é inequívoca, embora o futebol, como conhecemos hoje, é muito distante de como foram suas origens amadoras”, completou.

Para contar toda essa história, o MIS Experience apresentará ao público alguns artigos raros do Museu Seleção Brasileira, da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que vão ser expostos pela primeira vez em conjunto fora da instituição. 

Esse material reúne registros sobre o surgimento da Seleção Brasileira, em 21 de julho de 1914, e objetos originais como o troféu de segundo lugar na Copa do Mundo de 1950, no próprio Brasil. Há também estátuas em tamanho real dos craques Pelé e Zagallo.

“[O percurso] começa por uma galeria que mostra a origem da Seleção Brasileira, em 1914, passando pelo primeiro troféu conquistado e, depois, apresentando todos os elementos que mostram a participação nas 22 copas que já aconteceram”, explica Bonfá.

Acervos raros de mídia escrita e fotográfica, coletados desde 1930, também estarão em exibição, como recortes de jornais e revistas, incluindo veículos já extintos. Há também uma sala dedicada ao rádio, onde os visitantes poderão escutar narrações de jogos históricos desde 1950.

“Queremos mostrar na exposição por que a Seleção Brasileira foi um fator de superação de preconceitos e de superação de diferenças. A seleção brasileira sempre teve jogadores de todas as cores e de todos os extratos sociais, de todos os lugares do país”, afirmou André Sturm, diretor-geral do Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo.

Considerado o rei do futebol e único jogador tricampeão mundial, Pelé será homenageado na mostra com a exibição de um filme em curta-metragem que relembrará sua participação em Copas do Mundo.

“Temos aqui um filme de 15 minutos de duração, imperdível e hipnotizante, narrado pelo próprio Pelé e por Sérgio Chapelin, sobre as memórias das quatro Copas do Mundo de que disputou entre 1958 e 1970”, ressaltou Bonfá.

Outro destaque da mostra são as caricaturas dos craques brasileiros, criadas pelo artista Mario Alberto.

Interatividade

Nas áreas interativas, por exemplo, o público terá à disposição seis jogos diferentes customizados em telas gigantes de alta definição, incluindo comandos por voz, toque e movimento.

As experiências incluem desde testes de conhecimentos sobre a Copa até simuladores de futebol. “Temos três ambientes em que se pode testar sua própria habilidade de uma forma divertida e lúdica”, contou Bonfá.

Para completar o passeio, os visitantes poderão assistir aos principais jogos da Copa do Mundo no Bar do Hexa, que estará aberto inclusive para quem não visitar a exposição. Os ingressos para assistir aos jogos no Bar do Hexa são gratuitos, mas precisam ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria física do MIX Experience.

Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), com entrada gratuita às terças-feiras. Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no site https://misexperience.org.br/exposicao/brasil-em-todas/
 

Parada do Orgulho LGBT+ leva cores e vibração à Avenida Paulista

Logo Agência Brasil

No ano em que está celebrando 30 anos de existência, a Parada do Orgulho LGBT+ trouxe para as ruas muitas cores, muita vibração, muitas fantasias e muita bateção de leques. Enquanto as atrações dos trios elétricos ainda não tinham começado, o público se divertia tirando fotos com as diversas drags queens que passaram pela Avenida Paulista.

Uma que atendeu a diversos pedidos de fotos foi a DragZonna. “A Parada é uma representação importante”, disse ela. “Queremos mostrar nossa resistência e nossa força criativa para esse mundo porque só queremos alegria e colorido. Nosso movimento e nossa existência sempre estão ameaçados e podemos ser pegos de surpresa a qualquer momento para perder nossos direitos. Sempre estão à espreita e precisamos nos juntar para escolhermos boas pessoas que nos representem bem nesse Congresso e nesse governo”.

Notícias relacionadas:

Outra personagem muito requisitada para fotos durante a festa foi cachorra Mel Radical, que vestia óculos, uma roupa toda colorida e um par de asas. Sua dona, a recepcionista Rafaela Fernandes, 33 anos, diz que sempre a traz na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo.
São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participam da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participam da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil
A cachorrinha Mel Radical vai à parada desde 2019, acompanhada de sua dona. FotoElaine Cruz/Agência Brasil

“Ela vem na Parada desde 2019 porque ela representa amor e toda essa vibração de respeito, independente de sexo ou religião. Já eu venho na Parada porque quero demonstrar meu respeito por toda essa comunidade LGBTQIA+. Amo as drags, amo os gays. E estas são as pessoas que mais me respeitam mesmo eu não sendo dessa comunidade. Por isso temos que votar com muita consciência e segurança e pensar nisso muito bem porque essas pessoas podem ser muito prejudicadas dependendo em quem a gente votar”, disse ela.

Neste ano, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo se manifesta com 14 trios elétricos, contando com a presença de artistas como Pabllo Vittar, Urias, Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, Melody, MC Soffia, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, MC Trans, Zumbicore e Thiago Pantaleão, além da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello. A Parada tem início na Avenida Paulista, mas seguirá em caminhada até a Praça da República.

Urna gigante

São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil
Chamada de Votinho, a urna foi colocada em um ponto de destaque na Avenida Paulista chamando a atenção para a importância do voto. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil

A parada também levou para as ruas de São Paulo uma imensa urna para alertar sobre a importância do voto. Chamada de Votinho, a urna foi colocada em um ponto de destaque na Avenida Paulista chamando a atenção para o tema do evento neste ano - 30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma.

E para marcar esse debate, os participantes da Parada levaram para as ruas não só as cores do arco-íris, símbolo do movimento, como também as cores da bandeira brasileira. Houve até quem se vestiu como presidente da República para reforçar o voto como fundamental para as lutas LGBT+.

Esse foi o caso do assistente jurídico Wesley Araújo, 29 anos. De terno e com uma faixa presidencial, ele contou à reportagem da Agência Brasil que se vestiu dessa forma e com as cores da bandeira do país para “representar que nós também podemos chegar lá, na presidência”.

“Temos que pensar não só no presidente, mas em quem estamos elegendo para deputado ou vereadores porque o presidente sozinho não faz nada. A gente precisa pensar nisso tudo”, falou Araújo. “Estamos na rua para mostrar que nós existimos e resistimos também. A visibilidade é importante para mostrar que não estamos escondidos”.

Já o cuidador de idosos Maurício José de Santana, 61 anos, foi para a Avenida Paulista segurando uma bandeira do país e vestindo o uniforme da seleção brasileira de futebol.

“Estou aqui hoje para dar visibilidade e para o pessoal ver a importância que é uma militância LGBTQIA+. Vim assim para mostrar que o pessoal LGBT+ gosta de futebol, que amamos o Neymar e amamos a seleção brasileira”, afirmou.

Apesar da alegria pela seleção e pelo evento, Santana reforçou que se preocupa com os resultados das próximas eleições. “Essa Parada pode ser a última da nossa vida, dependendo do que vamos encontrar na eleição que está por vir. É preciso dar resistência e consciência para as pessoas para mostrar que não podemos perder essa luta e essa batalha. Foram 30 anos só de parada e essa é uma conquista imensa”, reforçou. “Votem conscientes porque o voto LGBTQIA+ é muito importante porque podemos não ter mais a Parada ou não sermos mais respeitados e termos garantidos os nossos direitos”.

Parada do Orgulho LGBT+ leva cores e vibração à Avenida Paulista

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No ano em que está celebrando 30 anos de existência, a Parada do Orgulho LGBT+ trouxe para as ruas muitas cores, muita vibração, muitas fantasias e muita bateção de leques. Enquanto as atrações dos trios elétricos ainda não tinham começado, o público se divertia tirando fotos com as diversas drags queens que passaram pela Avenida Paulista.

Uma que atendeu a diversos pedidos de fotos foi a DragZonna. “A Parada é uma representação importante”, disse ela. “Queremos mostrar nossa resistência e nossa força criativa para esse mundo porque só queremos alegria e colorido. Nosso movimento e nossa existência sempre estão ameaçados e podemos ser pegos de surpresa a qualquer momento para perder nossos direitos. Sempre estão à espreita e precisamos nos juntar para escolhermos boas pessoas que nos representem bem nesse Congresso e nesse governo”.

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Outra personagem muito requisitada para fotos durante a festa foi cachorra Mel Radical, que vestia óculos, uma roupa toda colorida e um par de asas. Sua dona, a recepcionista Rafaela Fernandes, 33 anos, diz que sempre a traz na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo.
São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participam da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participam da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil
A cachorrinha Mel Radical vai à parada desde 2019, acompanhada de sua dona. FotoElaine Cruz/Agência Brasil

“Ela vem na Parada desde 2019 porque ela representa amor e toda essa vibração de respeito, independente de sexo ou religião. Já eu venho na Parada porque quero demonstrar meu respeito por toda essa comunidade LGBTQIA+. Amo as drags, amo os gays. E estas são as pessoas que mais me respeitam mesmo eu não sendo dessa comunidade. Por isso temos que votar com muita consciência e segurança e pensar nisso muito bem porque essas pessoas podem ser muito prejudicadas dependendo em quem a gente votar”, disse ela.

Neste ano, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo se manifesta com 14 trios elétricos, contando com a presença de artistas como Pabllo Vittar, Urias, Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, Melody, MC Soffia, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, MC Trans, Zumbicore e Thiago Pantaleão, além da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello. A Parada tem início na Avenida Paulista, mas seguirá em caminhada até a Praça da República.

Urna gigante

São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil
Chamada de Votinho, a urna foi colocada em um ponto de destaque na Avenida Paulista chamando a atenção para a importância do voto. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil

A parada também levou para as ruas de São Paulo uma imensa urna para alertar sobre a importância do voto. Chamada de Votinho, a urna foi colocada em um ponto de destaque na Avenida Paulista chamando a atenção para o tema do evento neste ano - 30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma.

E para marcar esse debate, os participantes da Parada levaram para as ruas não só as cores do arco-íris, símbolo do movimento, como também as cores da bandeira brasileira. Houve até quem se vestiu como presidente da República para reforçar o voto como fundamental para as lutas LGBT+.

Esse foi o caso do assistente jurídico Wesley Araújo, 29 anos. De terno e com uma faixa presidencial, ele contou à reportagem da Agência Brasil que se vestiu dessa forma e com as cores da bandeira do país para “representar que nós também podemos chegar lá, na presidência”.

“Temos que pensar não só no presidente, mas em quem estamos elegendo para deputado ou vereadores porque o presidente sozinho não faz nada. A gente precisa pensar nisso tudo”, falou Araújo. “Estamos na rua para mostrar que nós existimos e resistimos também. A visibilidade é importante para mostrar que não estamos escondidos”.

Já o cuidador de idosos Maurício José de Santana, 61 anos, foi para a Avenida Paulista segurando uma bandeira do país e vestindo o uniforme da seleção brasileira de futebol.

“Estou aqui hoje para dar visibilidade e para o pessoal ver a importância que é uma militância LGBTQIA+. Vim assim para mostrar que o pessoal LGBT+ gosta de futebol, que amamos o Neymar e amamos a seleção brasileira”, afirmou.

Apesar da alegria pela seleção e pelo evento, Santana reforçou que se preocupa com os resultados das próximas eleições. “Essa Parada pode ser a última da nossa vida, dependendo do que vamos encontrar na eleição que está por vir. É preciso dar resistência e consciência para as pessoas para mostrar que não podemos perder essa luta e essa batalha. Foram 30 anos só de parada e essa é uma conquista imensa”, reforçou. “Votem conscientes porque o voto LGBTQIA+ é muito importante porque podemos não ter mais a Parada ou não sermos mais respeitados e termos garantidos os nossos direitos”.

A 30ª Parada do Orgulho LGBT+ alerta sobre importância do voto

Logo Agência Brasil

Com uma imensa urna abraçando a Avenida Paulista e muita bateção de leques, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo acontece neste domingo (7) na Avenida Paulista reunindo uma multidão de pessoas. Completando 30 anos de existência, o evento adotou como tema neste ano 30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma, propondo um debate sobre a importância do voto e da participação democrática na defesa dos direitos da população LGBT+.
São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil
Parada do Orgulho LGBT+, foto : Elaine Cruz/Agência Brasil

A primeira edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt e, só no ano seguinte, passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou. Desde então, a parada sempre levou para as ruas a discussão de temas fundamentais tais como o reconhecimento da união estável, o direito à identidade de gênero, a adoção por casais homoafetivos e a criminalização da LGBTfobia, entre outros. No ano passado, por exemplo, a discussão foi sobre o envelhecimento.

Notícias relacionadas:

Hoje é um marco para nós pois todos os direitos que hoje temos da população LGBT+ passaram aqui pela Avenida Paulista”,disse Matheus Emílio Pereira da Silva, diretor na Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP).

“Em 2005 tratamos sobre o direito à união estável e, uma década depois, isso foi reconhecido pelo STF [Supremo Tribunal Federal]. Já tratamos sobre a criminalização da LGBT fobia. Em 2006 trouxemos esse tema e, depois, o STF também veio a reconhecer isso equiparando a questão da LGBTfobia ao crime de racismo. Falamos sobre direitos da população trans, direito à doação de sangue, direito à adoção. Todos esses foram temas que, antes de estarem nos tribunais, passaram pela Avenida Paulista. Então, isso mostra a importância da Parada de São Paulo nessas três décadas de lutas”, reforçou Silva.

Apesar de muitas conquistas, o diretor da Parada SP reforça que ainda há um caminho a ser perseguido.

A gente precisa ainda de um compromisso do nosso Legislativo para assegurar esses direitos na letra da lei – e não apenas com decisões judiciais como nós temos atualmente, disse.

Por isso, neste ano, a Parada leva como tema as eleições. “É importante a gente falar sobre isso para conscientizar a nossa população, em especial as pessoas LGBT+, para

que elejam e para que votem em pessoas comprometidas com os direitos da população LGBT e com a sociedade como um todo, que não legislem para si só, mas sim para o povo”, afirmou Silva.

Menos patrocínio

Um pouco menor este ano por causa da diminuição de patrocínios, a ParadaSP vai às ruas com 14 trios elétricos, seguindo em desfile pela Avenida Paulista e pela Rua da Consolação, até chegar à Praça da República.

Segundo os organizadores do evento, houve uma redução de 60% na receita com patrocinadores neste ano, o que afetou não somente a organização da Parada, como também as ações sociais e culturais promovidas pela APOLGBT-SP. Com menos patrocínio, houve redução no número de trios elétricos que vão desfilar pela Avenida Paulista este ano: serão apenas 14, contra 17 que desfilaram no ano passado. Em 2023 a Parada chegou a desfilar com 19 trios elétricos.

Apesar disso, muita gente chegou cedo à Avenida Paulista para acompanhar o evento. A manifestação teve início às 10h de hoje e conta com a presença de artistas como Pabllo Vittar, Urias, Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, Melody, MC Soffia, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, MC Trans, Zumbicore e Thiago Pantaleão, além da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello.

“O Ministério dos Direitos Humanos tem marcado presença na Parada. A de São Paulo é a maior do mundo, então é uma alegria para a gente estar aqui. E neste ano o Ministério está com uma campanha, O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas, e para a gente é importante lembrar e ressaltar junto à população brasileira sobre a necessidade da garantia dos direitos da população LGBT”, falou a ministra, em entrevista à Agência Brasil durante o evento.

“A gente tem uma série de políticas voltadas para as diferentes dimensões da população LGBTQIA+. Temos desde políticas ligadas ao empoderamento e à inclusão produtiva, até políticas de acolhimento em momentos de vulnerabilidade. E enviamos recentemente ao Congresso Nacional a Política Nacional de Direitos LGBT, que vai pegar diferentes dimensões, inclusive sobre o enfrentamento da violência contra pessoas LGBTQIA+”, completou a ministra.

Segundo a secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, também presente ao evento, o ministério desenvolveu um acordo técnico com o Ministério da Justiça e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que vai começar a produzir dados governamentais sobre a violência contra a população LGBT+.

“E, a partir daí, vamos construir protocolos mais institucionais que ajudem em todo o processo, desde o acolhimento da denúncia, até a investigação e o sistema de justiça”, explicou.

Galeria de fotos - Parada do Orgulho LGBT+ (SP)., por Bruno.Fernandes

 

A 30ª Parada do Orgulho LGBT+ alerta sobre importância do voto

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Com uma imensa urna abraçando a Avenida Paulista e muita bateção de leques, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo acontece neste domingo (7) na Avenida Paulista reunindo uma multidão de pessoas. Completando 30 anos de existência, o evento adotou como tema neste ano 30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma, propondo um debate sobre a importância do voto e da participação democrática na defesa dos direitos da população LGBT+.
São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil
Parada do Orgulho LGBT+, foto : Elaine Cruz/Agência Brasil

A primeira edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt e, só no ano seguinte, passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou. Desde então, a parada sempre levou para as ruas a discussão de temas fundamentais tais como o reconhecimento da união estável, o direito à identidade de gênero, a adoção por casais homoafetivos e a criminalização da LGBTfobia, entre outros. No ano passado, por exemplo, a discussão foi sobre o envelhecimento.

Notícias relacionadas:

Hoje é um marco para nós pois todos os direitos que hoje temos da população LGBT+ passaram aqui pela Avenida Paulista”,disse Matheus Emílio Pereira da Silva, diretor na Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP).

“Em 2005 tratamos sobre o direito à união estável e, uma década depois, isso foi reconhecido pelo STF [Supremo Tribunal Federal]. Já tratamos sobre a criminalização da LGBT fobia. Em 2006 trouxemos esse tema e, depois, o STF também veio a reconhecer isso equiparando a questão da LGBTfobia ao crime de racismo. Falamos sobre direitos da população trans, direito à doação de sangue, direito à adoção. Todos esses foram temas que, antes de estarem nos tribunais, passaram pela Avenida Paulista. Então, isso mostra a importância da Parada de São Paulo nessas três décadas de lutas”, reforçou Silva.

Apesar de muitas conquistas, o diretor da Parada SP reforça que ainda há um caminho a ser perseguido.

A gente precisa ainda de um compromisso do nosso Legislativo para assegurar esses direitos na letra da lei – e não apenas com decisões judiciais como nós temos atualmente, disse.

Por isso, neste ano, a Parada leva como tema as eleições. “É importante a gente falar sobre isso para conscientizar a nossa população, em especial as pessoas LGBT+, para

que elejam e para que votem em pessoas comprometidas com os direitos da população LGBT e com a sociedade como um todo, que não legislem para si só, mas sim para o povo”, afirmou Silva.

Menos patrocínio

Um pouco menor este ano por causa da diminuição de patrocínios, a ParadaSP vai às ruas com 14 trios elétricos, seguindo em desfile pela Avenida Paulista e pela Rua da Consolação, até chegar à Praça da República.

Segundo os organizadores do evento, houve uma redução de 60% na receita com patrocinadores neste ano, o que afetou não somente a organização da Parada, como também as ações sociais e culturais promovidas pela APOLGBT-SP. Com menos patrocínio, houve redução no número de trios elétricos que vão desfilar pela Avenida Paulista este ano: serão apenas 14, contra 17 que desfilaram no ano passado. Em 2023 a Parada chegou a desfilar com 19 trios elétricos.

Apesar disso, muita gente chegou cedo à Avenida Paulista para acompanhar o evento. A manifestação teve início às 10h de hoje e conta com a presença de artistas como Pabllo Vittar, Urias, Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, Melody, MC Soffia, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, MC Trans, Zumbicore e Thiago Pantaleão, além da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello.

“O Ministério dos Direitos Humanos tem marcado presença na Parada. A de São Paulo é a maior do mundo, então é uma alegria para a gente estar aqui. E neste ano o Ministério está com uma campanha, O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas, e para a gente é importante lembrar e ressaltar junto à população brasileira sobre a necessidade da garantia dos direitos da população LGBT”, falou a ministra, em entrevista à Agência Brasil durante o evento.

“A gente tem uma série de políticas voltadas para as diferentes dimensões da população LGBTQIA+. Temos desde políticas ligadas ao empoderamento e à inclusão produtiva, até políticas de acolhimento em momentos de vulnerabilidade. E enviamos recentemente ao Congresso Nacional a Política Nacional de Direitos LGBT, que vai pegar diferentes dimensões, inclusive sobre o enfrentamento da violência contra pessoas LGBTQIA+”, completou a ministra.

Segundo a secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, também presente ao evento, o ministério desenvolveu um acordo técnico com o Ministério da Justiça e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que vai começar a produzir dados governamentais sobre a violência contra a população LGBT+.

“E, a partir daí, vamos construir protocolos mais institucionais que ajudem em todo o processo, desde o acolhimento da denúncia, até a investigação e o sistema de justiça”, explicou.

Galeria de fotos - Parada do Orgulho LGBT+ (SP)., por Bruno.Fernandes

 

US library hands out potatoes and rice as SNAP cuts leave families hungry

6 June 2026 at 22:49

Since May 28, dozens of people have been coming to the Fairmount Heights Library in Prince George’s County, Maryland, looking for more than books. Bread, vegetables, fruit, cereal: the facilities built to feed minds will now also feed stomachs thanks to an initiative by the county’s District 5, which has installed a free grocery store inside the local library. The idea was born to help the neediest families, whose finances have suffered in recent months. In addition to inflation — which has driven gasoline prices to new highs because of the closure of the Strait of Hormuz, and raised the cost of basic goods — the loss of SNAP benefits (Supplemental Nutrition Assistance Program), pared back under the Trump administration, has hit low-income households hard.

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© POLLY IRUNGU (Condado de Prince George)

Opening of the Fairmount Five Market in Prince George’s County, Maryland, USA, on May 28.
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