Morte de tubarão nos Açores investigada por eventual crime ambiental
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O Município de Silves acaba de divulgar que o procedimento de revisão do Plano Diretor Municipal de Silves (PDM de Silves), que teve início a 10 de fevereiro de 2026, foi sujeito, nos termos da lei, a um período de consulta pública preventiva, que decorreu de 17 de março a 15 de abril de 2026.
Esclarece que durante esta fase, foi disponibilizada, no site institucional do Município de Silves, a informação de suporte à revisão do PDM de Silves, assim como alguns vídeos explicativos do procedimento em si, cujas visualizações e interações (cerca de 19.000) asseguraram o acesso da população interessada à informação existente.
Foram cerca de 378 as participações formais apresentadas no âmbito da consulta pública preventiva, centradas, na sua larga maioria, no regime de edificabilidade do PDM de Silves. Sendo que as preocupações com a habitação foram as mais proeminentes, reflexo da importância desta matéria e da exigência colocada para a identificação e previsão de soluções adequadas e adaptadas às especificidades locais no que concerne ao acesso à habitação.
Foram ainda merecedoras de relevo as preocupações da população com as condições de mobilidade e acessibilidade, a instalação de estruturas de produção de energia renovável, a conservação ambiental, a gestão florestal, o reforço da atratividade do interior do concelho, a criação de equipamentos de apoio à população infantil e idosa e até mesmo referências à redação das normas regulamentares do PDM de Silves, de entre outras.
Informa também o Município que todas as participações apresentadas foram objeto de ponderação (veja-se, a este propósito, o relatório de ponderação disponível no site institucional do Município de Silves, em https://www.cm-silves.pt/pt/menu/4287/plano-diretor-municipal-de-silves-revisao.aspx ) e serão avaliadas em sede da revisão do plano.
O Executivo aproveita a oportunidade para agradecer a todos os que manifestaram interesse no procedimento de revisão em curso, pelo que o Município de Silves assume o compromisso de procurar elaborar um plano que, aliando as exigências do quadro legal e estratégico com as necessidades da população e do território, permita posicionar o concelho de Silves como um concelho atrativo, competitivo, coeso e dinâmico, numa ótica de sustentabilidade e resiliência.
Por último, a nota refere que a revisão do PDM de Silves se encontra alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e incide em território do Geoparque Algarvensis.
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A AREMDA – Associação Regional de Esclerose Múltipla do Algarve, é uma instituição particular de solidariedade social (IPSS), com sede em Faro, que tem por fins contribuir para melhorar as condições de vida dos portadores de Esclerose Múltipla, e de pessoas portadoras de outras patologias neurodegenerativas ou incapacitantes, que residam ou trabalhem na região, bem como das pessoas que com eles convivem, promovendo uma melhor integração social e comunitária, de forma a contribuir para uma sociedade mais inclusiva.
Mais uma vez a AREMDA leva a efeito o Torneio de Golf anual, a realizar no campo de Vila Sol & Resort Hotel Vilamoura, que servirá para angariação de fundos de modo a permitir que os portadores possam usufruir de uma vida mais leve, e sentindo que estão a ser apoiados por pessoas que se preocupam com eles e respetivas famílias.
O Torneio de Golfe vai realizar-se no dia 25 de julho de 2026, com início às 08h00, pelo que quanto a preços dos ingressos, são os seguintes:
A AREMDA agradece que facilitem a inscrição, procedendo ao pagamento através do IBAN: PT 50 0007 0000 0044 5517 6062 3, até 48 horas antes do torneio, enviando o respetivo comprovativo, cujo pedido também serve para quem pretende só almoçar.
Confira a previsão meteorológica para a região algarvia.
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Ontem, dia 3 de junho, a temperatura mais alta na rede de estações meteorológicas automáticas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) foi atingida no Algarve.
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As autoridades portuguesas verificaram que as pessoas que correm mais riscos de serem vítimas de tráfico humano são migrantes que trabalham na agricultura e portugueses de contextos socioeconómicos desfavorecidos, segundo um relatório do Conselho da Europa divulgado hoje.
«Os trabalhadores migrantes recrutados nos seus países de origem em condições de grave dificuldade económica são explorados principalmente na agricultura sazonal. Os cidadãos portugueses oriundos de contextos socioeconómicos desfavorecidos ou com problemas de saúde mental são também vulneráveis à exploração», referiu o Grupo de Especialistas contra Tráfico de Seres Humanos (GRETA, na sigla inglesa), do Conselho da Europa.
Segundo o relatório, entre 2021 e 2024, foram registadas em Portugal 690 alegadas vítimas de tráfico, das quais 250 casos foram confirmados.
Os 690 casos incluem situações que estão pendentes de investigação ou que já estão a ser investigadas pela polícia e também casos sinalizados por organizações não-governamentais (ONG), mas que não foram reportadas às autoridades.
Os 250 casos confirmados incluíram 39 crianças (três raparigas e 36 rapazes). Do total de vítimas identificadas, 32 são do sexo feminino e 216 do sexo masculino, indica o relatório do GRETA sobre a situação do tráfico de seres humanos em Portugal.
Das 250 vítimas confirmadas, 20 são de nacionalidade portuguesa e 228 estrangeiros, refere o relatório que lista ainda duas vitimas sem revelar dados sobre género ou nacionalidade.
Em 2024 foram registadas 36 vítimas de tráfico humano, menos 98 casos do que em 2023, quando foram confirmadas 134 ocorrências. Em 2022, foram registadas 35 vítimas, menos 10 do que em 2021, segundo o GRETA.
A maior parte dos casos estão associados à exploração laboral (233) e a maioria aconteceu na região Centro, sobretudo no distrito de Beja seguido do distrito de Braga.
De acordo com o relatório, as crianças estão a ser cada vez mais vítimas do tráfico de pessoas, a maioria dos identificados relaciona-se com exploração no desporto.
«As crianças e os jovens em Portugal, incluindo as crianças não acompanhadas ou separadas, correm o risco de serem vítimas de diferentes formas de exploração. As preocupações específicas incluem a exposição de rapazes migrantes, nomeadamente no âmbito do recrutamento desportivo, a situações de exploração, bem como a persistência de casamentos infantis, precoces e forçados», refere o relatório.
Os casos de exploração sexual infantil acontecem sobretudo no arquipélago da Madeira.
As mulheres em situação de prostituição também fazem parte da lista de pessoas que correm maior risco de serem vítimas de tráfico humano, assim como as pessoas em situação de sem-abrigo ou com deficiência.
As ocorrências relacionadas com mulheres sujeitas a exploração sexual foram registadas sobretudo em Lisboa, no Porto e no Algarve.
O GRETA saudou os progressos de Portugal no combate ao tráfico de seres humanos, mas pediu às autoridades que «melhorem a identificação das vítimas e que garantam que estas têm acesso a assistência jurídica e a indemnizações».
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O Município de Albufeira vai investir 298 mil euros em obras nas instalações da GNR (Destacamento Territorial) da cidade.
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A AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve participou numa reunião do projeto “RuralSilverHubS”, que quer ajudar a combater o envelhecimento, o despovoamento rural e a limitação no acesso a determinados serviços, realizada em Espanha.
No encontro, foram também definidas datas para as próximas iniciativas a implementar no âmbito deste projeto financiado pelo Interreg Sudoe.
O RuralSilverHubS integra entidades de Portugal, França e Espanha. O envelhecimento, o despovoamento rural e a limitação no acesso a determinados serviços são desafios que o espaço Sudoe (Sudoeste europeu) enfrenta e a que este projeto pretende dar resposta.
Uma das principais ações consiste na criação dos «Laboratórios de Inovação Social e Digital em Ambientes Rurais Despovoados», que permitem a criação de sinergias entre os principais agentes territoriais, promovendo medidas que respondam aos desafios identificados pela população.
Outra das medidas passa pela criação do Observatório da Economia Prateada Rural, que visa recolher dados no Algarve e na região do Ave (Portugal), em Tarragona e Burgos (Espanha) e na Nouvelle Aquitaine e Occitanie (França), que ajudem na tomada de decisões.
Das atividades pelas quais é responsável, a AMAL já concluiu o processo de mapeamento de stakeholders da região do Algarve e já organizou um webinar internacional de apresentação de diagnóstico.
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