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BID por más corredores de autobuses en Dominicana contra accidentes

12 June 2026 at 19:48

Santo Domingo, 12 jun (Prensa Latina) La ampliación y consolidación de corredores de autobuses figura entre las principales medidas recomendadas hoy por el Banco Interamericano de Desarrollo (BID) para enfrentar la alta siniestralidad vial en República Dominicana.

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Portugal é campeão da Europa a beber cerveja fora de casa

12 June 2026 at 19:24

Ao Jornal Económico (JE) a secretária-geral da associação, Carlota Burnay, revelou que 70% do consumo de cerveja em Portugal é feito fora de casa, em restaurantes, hotéis e café. Em 2025, o setor contribuiu com 2,5% para o produto interno bruto (PIB) português, segundo dados reunidos pela universidade Nova SBE. “Comparativamente com outros mercados europeus, Portugal foi dos poucos que cresceu no ano passado, cerca de 0,8%”, acrescentou.

A nível de consumo geral, os portugueses bebem 59 litros por ano per capita, o que segundo a responsável está entre a média europeia. Entre as várias tendência discutidas no encontro, a descida do consumo de álcool entre os jovens maiores de 18 anos na Europa é uma das preocupações, “é uma tendência assumida por todos os que estiveram no encontro, sobretudo porque os jovens adultos na Europa estão a sair menos de casa para consumir” [Portugal é das poucas excepções].

Atualmente, o setor cervejeiro que emprega 170 mil empregos diretos, indiretos e induzido e, em 2025 contribuiu com 2,3 mil milhões de euros em impostos, dados da Associação. Entre as reclamações do setor, está falta de “equidade fiscal ”, indicou Carlota Burnay sublinhando que os cervejeiros saem prejudicados em relação a outros com o pagamento do Imposto sobre o Álcool, as Bebidas Alcoólicas e as Bebidas Adicionadas de Açúcar ou Outros Edulcorantes (IABA).

Apesar dos números do consumo do primeiro semestre de 2026 ainda não serem conhecidos a responsável disse que irão refletir o comboio de tempestades que afetou o centro de Portugal, contudo um verão qunete e um mundial de futebol poderão ter bastante influência nas contas finais do ano.

Contas públicas que não estão certas

12 June 2026 at 00:09

As contas públicas portuguesas entraram numa nova fase com o atual Governo. Temos vindo a chamar a atenção para o desvio significativo dos limites de crescimento da despesa líquida primária acordados entre o Governo e a Comissão Europeia.

Por força das novas regras de governação económica europeia, o indicador mais relevante de aferição das contas públicas de cada um dos Estados Membros é o do crescimento da despesa líquida primária, a que se associa o rácio de dívida pública em relação ao PIB e só muito subsidiariamente o saldo orçamental (excedente ou défice).

Quanto ao saldo orçamental – que o Governo tanto celebra – para aferir e avaliar o exercício da atividade do Ministério das Finanças neste domínio, de dar maior enfoque à despesa – que depende efetivamente do exercício da atividade governativa – do que em relação à receita (cuja variação depende mais indiretamente da ação do Governo, com exceção das medidas discricionárias que o Governo toma de baixa de receita).

Aquilo que observamos da execução orçamental do Governo é um enorme desvio, entre o previsto e o executado, do ritmo de crescimento da despesa pública. Com exceção do investimento público (cuja execução é a menor dos últimos anos face ao projetado pelo Governo), a despesa segue a crescer a um ritmo que parece descontrolado. O desvio das despesas com pessoal, por exemplo, assumiu um desvio de quase 600 milhões de euros em 2025, face ao que o Governo tinha projetado.

O que assistimos, neste Governo, é a uma política orçamental expansionista e pró-cíclica – tema que o Conselho de Finanças Públicas tem vindo a chamar a atenção, sem que se tome em devida atenção o que tal significa. Ora, o que isto significa é que a orientação da política orçamental está em sentido inverso ao da sua utilidade: a de estabilização e amortecimento dos ciclos económicos. A utilização da política orçamental em sentido expansionista e pró cíclico tem o efeito de diminuir o efeito multiplicador do PIB das medidas expansionistas e reduz a margem para a sua mobilização, quando necessário.

Acresce que este Governo tem utilizado a política orçamental – na vertente de política fiscal -de forma errada. O exemplo das medidas fiscais da habitação– como sublinham todas as organizações nacionais e internacionais independentes – tiveram o efeito contrário ao pretendido: num mercado com restrições de oferta, como é atualmente o da habitação – a descida de impostos tem apenas como efeito a apropriação desse valor no preço. Daí que a isenção do IMT nas aquisições de habitação por jovens tenha resultado na transferência do valor do imposto para o valor do preço, não tendo os jovens beneficiado em nada com a medida de política e tendo o Estado abdicado de receita sem qualquer benefício de política pública.

Aqui chegados, penso que uma avaliação serena da ação do Governo nas finanças públicas nos deve a todos merecer atenção e preocupação. Os efeitos começam a ser visíveis na falta de resposta ao aumento de custo de vida. O Governo foi esgotando a margem orçamental e tem agora dificuldade em assumir novas medidas, quando precisa. O incumprimento das metas de crescimento da despesa líquida primárias é o novo problema com que estamos confrontados em termos de finanças públicas. Por muito que o Governo tente esconder.

El Banco Mundial rebaja el crecimiento global al 2,5% por la guerra de Irán, el ritmo más bajo desde la pandemia

11 June 2026 at 14:30

La guerra de Estados Unidos e Israel contra Irán parece enquistada pese a que el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, aseguró a principios de marzo que el conflicto duraría cuatro o cinco semanas. Casi cuatro meses después de que las primeras bombas empezaran a estallar sobre Teherán, los enemigos mantienen los ataques mientras la economía mundial permanece en vilo. El planeta registrará este año el crecimiento más bajo desde la pandemia de la covid, según las últimas previsiones del Banco Mundial, difundidas este jueves. El prolijo documento, de 200 páginas, advierte de que el conflicto en el golfo Pérsico está provocando un aumento de los precios de la energía, avivando la inflación y elevando los costes de financiación en todo el mundo.

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© ANNABELLE GORDON (EFE)

El presidente del Banco Mundial, Ajay Banga, durante una invertención en la asamblea anual del FMI/BM el año pasado.

Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,11% este ano

Logo Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,09% para 5,11% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima terceira semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Notícias relacionadas:

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em abril, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,67%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.

A inflação de maio será divulgada na próxima sexta-feira (12) pelo IBGE.

Para 2027, a projeção da inflação variou de 4,02% para 4,03%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,65% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.

Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento, o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 subiu de 13,25% ao ano para 13,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,9% para 1,91%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

No primeiro trimestre de 2026, a economia do país cresceu ​1,1% na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,15 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,20.

Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,11% este ano

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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,09% para 5,11% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima terceira semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

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Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em abril, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,67%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.

A inflação de maio será divulgada na próxima sexta-feira (12) pelo IBGE.

Para 2027, a projeção da inflação variou de 4,02% para 4,03%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,65% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.

Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento, o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 subiu de 13,25% ao ano para 13,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,9% para 1,91%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

No primeiro trimestre de 2026, a economia do país cresceu ​1,1% na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,15 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,20.

La base mestiza del crecimiento español: así contribuyen (cada vez más) los inmigrantes al PIB

6 June 2026 at 16:50

Pese a la abundante evidencia empírica, quizá sea difícil explicar lo que la inmigración aporta a la economía (entre otras cosas). De lo contrario, el Observatorio del Racismo y la Xenofobia del Ministerio de Inclusión no habría detectado solo en abril 39.559 mensajes de odio en redes sociales, casi uno por minuto. La cifra es inusual —aumentan un 12% los bulos contra migrantes— y podría estar vinculada, según los datos, al debate generado en torno al proceso administrativo extraordinario puesto en marcha en España con el que el Gobierno pretende regularizar, hasta el próximo 30 de junio, a medio millón de personas.

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© SAMUEL SÁNCHEZ (EL PAÍS)

Yassine Merroun, en uno de los restaurantes en los que trabaja como director de operaciones, en Madrid.
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