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Amazon and Sony among firms that may have sourced coltan, used in phones, from supply chains controlled by the M23 rebels, says Global Witness
Leading global brands including Amazon, Ericsson and Sony are “likely” to have sourced minerals linked to a militia accused of widespread sexual violence, summary executions and torture, a new investigation claims.
The companies allegedly, but unknowingly, acquired coltan smuggled from mines in the Democratic Republic of the Congo (DRC) that are occupied by the M23 militia, which has committed myriad atrocities in eastern DRC.
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© Photograph: Camille Laffont/AFP/Getty Images

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A rede de televisão americana CNN entrou na Justiça contra a empresa de inteligência artificial Perplexity, acusando a companhia de utilizar cerca de 17 mil reportagens, fotografias e vídeos sem autorização para o treinamento de seus modelos de IA.
A ação foi protocolada em 28 de maio e representa o primeiro processo movido pela emissora contra uma empresa do setor. Segundo a CNN, a prática viola direitos autorais e explora indevidamente o trabalho produzido por jornalistas e profissionais da comunicação.
Em nota, a Perplexity rebateu as acusações e afirmou que “não é possível impor propriedade intelectual sobre os fatos”.
O processo da CNN se soma a uma crescente onda de disputas entre produtores de conteúdo e empresas de inteligência artificial. Segundo levantamento da plataforma ChatGPT is Eating the World, já existem pelo menos 115 ações judiciais em andamento movidas por veículos de imprensa, escritores, artistas e outros criadores.
Entre os casos mais conhecidos está a ação do jornal The New York Times contra a OpenAI e a Microsoft. A empresa alega que seus conteúdos foram utilizados no treinamento de sistemas de IA e que os modelos conseguem reproduzir trechos de reportagens.
No Brasil, a Folha de S.Paulo também acionou judicialmente a OpenAI, mas encerrou o conflito após firmar um acordo de licenciamento com a desenvolvedora do ChatGPT no fim de maio.
A CNN argumenta que empresas de inteligência artificial obtêm lucro a partir de conteúdos produzidos por organizações jornalísticas sem oferecer qualquer compensação financeira.
Segundo a emissora, a produção de jornalismo profissional exige investimentos elevados e, muitas vezes, envolve riscos para os profissionais envolvidos. Por isso, sustenta que companhias de tecnologia devem remunerar adequadamente os detentores dos direitos autorais.
Do outro lado, empresas de IA defendem que o uso de livros, reportagens e outros materiais para treinamento de modelos se enquadra no conceito jurídico de “uso justo” (“fair use”), previsto na legislação americana. Elas alegam que os sistemas não reproduzem integralmente as obras, mas geram conteúdos transformados a partir dos dados utilizados no treinamento.
Entre as ações em curso, uma das mais avançadas envolve a empresa Anthropic, desenvolvedora do chatbot Claude. O processo foi movido por um grupo de escritores norte-americanos liderado pelo autor George R. R. Martin, criador da série “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou a produção televisiva “Game of Thrones”.
A Anthropic concordou em desembolsar US$ 1,5 bilhão para encerrar a ação coletiva que questionava o uso de livros protegidos por direitos autorais no treinamento de seus modelos de inteligência artificial.
O caso ganhou repercussão internacional após a revelação de que obras de autores brasileiros, como Chico Buarque, Paulo Coelho e Clarice Lispector, estavam entre os materiais utilizados sem autorização.
Apesar do acordo, a empresa não admitiu irregularidades e afirmou continuar comprometida com o desenvolvimento responsável de sistemas de inteligência artificial.
Enquanto processos avançam em diferentes tribunais, o debate jurídico permanece aberto. Recentemente, um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou acusações apresentadas contra gigantes da tecnologia como Apple, Google, Meta, Nvidia, OpenAI, Perplexity e xAI por falta de provas suficientes.
Já as acusações contra a Anthropic seguiram adiante, especialmente após investigações apontarem o uso de bibliotecas digitais piratas para obtenção de conteúdos utilizados no treinamento dos sistemas.
As decisões que forem tomadas nos próximos anos podem definir os limites legais para o treinamento de inteligências artificiais e estabelecer novas regras para a relação entre empresas de tecnologia, veículos de comunicação e criadores de conteúdo.
The post CNN processa Perplexity e acusa empresa de IA de copiar 17 mil reportagens sem autorização appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
Nos últimos anos, as apresentações de Jensen Huang, CEO da Nvidia, obedeciam a um guião previsível: revelar semicondutores, software e sistemas cada vez mais avançados para alimentar aplicações de inteligência artificial em centros de dados. No início deste mês, Huang aproveitou a Computex, uma feira anual da indústria tecnológica realizada em Taiwan, para apresentar uma nova frente de expansão.
Apresentou o RTX Spark, um chip para computadores pessoais (PCs) que será lançado ainda este ano, desenvolvido em colaboração com a Microsoft. A Nvidia está a desafiar a Intel e a AMD, os fabricantes de chips que dominam este segmento, apostando que a próxima fase da IA não se desenrolará apenas nos centros de dados, mas também nos dispositivos de ponta (“edge devices”).
Nos últimos anos, os PCs têm sido um dos setores menos dinâmicos da tecnologia. O Evercore, banco de investimento, estima que, na última década, as vendas unitárias de chips para computadores de secretária caíram 4% ao ano, enquanto as destinadas a portáteis permaneceram praticamente estáveis. O que está a renovar o interesse é o surgimento da IA “agêntica” (“agentic AI”), um software capaz de realizar tarefas complexas de forma autónoma.
A Nvidia argumenta que isso exigirá um novo tipo de máquina. Os PCs dependem de unidades centrais de processamento (CPUs), chips de uso geral que executam tarefas que vão desde o processamento de texto até à navegação na internet. As CPUs podem coordenar o trabalho dos agentes de IA, mas os modelos em que esses agentes se apoiam necessitam de outro tipo de chip: as unidades de processamento gráfico (GPUs), um mercado amplamente dominado pela Nvidia. Com o RTX Spark, a empresa combina os dois tipos de processadores num “superchip”. Segundo Huang, o resultado é a reinvenção do PC pela primeira vez em 40 anos, substituindo o modelo tradicional — em que os seres humanos faziam a maior parte dos cliques e da escrita — por outro em que agentes de IA executam grande parte do trabalho.