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© Petra Urban

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O Claude Mythos, modelo de inteligência artificial revelado pela Anthropic em abril de 2026, provocou um reboliço e acendeu alertas no setor financeiro e em agências reguladoras do mundo inteiro. É que a fabricante afirma que a nova ferramenta, ainda em versão preview, supera humanos em ataques de hacking.
A tecnologia do Mythos opera, na prática, como um verdadeiro “hacker automatizado”, capaz de analisar códigos, detectar falhas e sugerir formas de exploração. Mais do que executar o que apenas especialistas faziam, a nova ferramenta faz isso mais rápido e em uma escala inédita.
De acordo com a Anthropic, os chamados “red teams” — grupos especializados em testar sistemas como se fossem invasores cibernéticos reais — conseguiram localizar bugs escondidos em códigos com décadas de existência e explorá-los com facilidade. Uma dessas vulnerabilidades permanecia ativa há 27 anos sem ter sido detectada.
O “balanço” divulgado pela empresa impressiona: foram identificadas mais de 10 mil vulnerabilidades de alta ou crítica gravidade, incluindo mais de 6 mil em projetos de código aberto. O modelo também encontrou falhas em todos os principais sistemas operacionais e navegadores web do mercado.
Como o Mythos chegou na frente — e as capacidades que ele tem serão eventualmente replicadas por outros modelos —, a Anthropic decidiu conceder acesso da ferramenta para 12 big techs (entre as quais AWS, Apple, Microsoft, Google e Nvidia), mais de 40 fabricantes de softwares de infraestrutura crítica e 150 instituições em setores como energia, água, saúde e comunicações.

Em abril, o tema foi pauta de uma reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington. Em entrevista à BBC, o ministro das Finanças do Canadá, François-Philippe Champagne, declarou que o assunto merecia a atenção de todos os ministros das Finanças do mundo.
A preocupação se justifica: segundo especialistas e o próprio FMI, o setor financeiro é um dos mais expostos a esse tipo de risco. Bancos operam sistemas complexos e, muitas vezes, antigos, que podem conter falhas difíceis de detectar manualmente. Com os avanços acelerados da IA, a janela para corrigi-las se estreita cada vez mais.
Antes do Mythos, encontrar brechas em um sistema complexo exigia um hacker humano altamente especializado, trabalhando durante horas ou dias — uma tarefa limitada por tempo, dinheiro e talento. Entretanto, a nova IA executa o mesmo trabalho em minutos e consegue operar em paralelo em vários sistemas ao mesmo tempo.
Além disso, bancos, fintechs, seguradoras e governos não operam cada um em sua própria infraestrutura isolada. Todos usam os mesmos provedores de nuvem (AWS, Azure, Google Cloud), os mesmos sistemas operacionais, as mesmas bibliotecas de código aberto. Portanto, uma vulnerabilidade nessas camadas compartilhadas afeta centenas de instituições ao mesmo tempo.

Especialistas independentes — que ainda não puderam testar o modelo por conta própria — têm dúvidas quanto à magnitude da ameaça e sobre o quanto o alarmismo serve também a uma estratégia de marketing muito bem construída.
Entre esses céticos, o Instituto de Segurança em IA do Reino Unido concluiu que o Mythos é poderoso contra sistemas mal protegidos — ou seja, infraestruturas velhas, sem atualização, com vulnerabilidades conhecidas e não corrigidas. Mas a organização reconhece que não conseguiu confirmar se a IA seria capaz de atacar sistemas bem protegidos.
Em outras palavras, os experts britânicos ponderam que, antes de entrar em pânico, as pessoas devem aguardar evidências independentes, uma vez que é do interesse comercial da Anthropic, por meio do Project Glasswing, usar o Mythos para se defender dele próprio. A estratégia é conhecida no setor de tecnologia como problema-solução proprietário.
Contudo, o fato de haver um interesse comercial óbvio não significa que a ameaça seja falsa. As duas hipóteses podem ser verdadeiras: o Mythos pode de fato ser perigoso e a Anthropic pode estar capitalizando sobre esse perigo de forma calculada.
O problema é que, no setor financeiro, toda aposta tem uma fatura — e ela raramente chega para quem a propôs.
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A Anthropic suspendeu o acesso a seus novos modelos de inteligência artificial, Fable 5 e Mythos 5, para usuários estrangeiros. A medida teria sido tomada por ordem de determinação do governo dos Estados Unidos. A decisão vale para qualquer cidadão de outro país, mesmo que esteja dentro do território americano, e também afeta funcionários estrangeiros da própria empresa.
Segundo a companhia, a ordem foi emitida com base em questões de segurança nacional e não especifica quais riscos teriam motivado a decisão.
Em comunicado, a Anthropic disse entender que as autoridades acreditam ter identificado uma forma de contornar as proteções de segurança do Fable 5, mas afirmou que a técnica apresentada envolve vulnerabilidades consideradas limitadas e que capacidades semelhantes podem ser encontradas em outros modelos disponíveis publicamente.
A empresa também declarou que analisou uma demonstração da suposta técnica e encontrou apenas falhas menores, sem benefícios específicos relacionados ao modelo. Nenhum teste teria encontrado até agora um método universal capaz de quebrar as barreiras de segurança do sistema.
A Anthropic defendeu que o Fable 5 foi desenvolvido com mecanismos avançados de proteção para reduzir o uso indevido da tecnologia em atividades relacionadas a ataques digitais. Segundo a empresa, o modelo passou por milhares de horas de testes de segurança antes do lançamento, incluindo avaliações com órgãos governamentais e organizações privadas.
Os demais modelos do Claude continuam funcionando normalmente. O governo dos EUA não fez maiores declarações.
Fundada em 2021 por ex-funcionários da OpenAI, a Anthropic é uma das principais empresas da corrida pela inteligência artificial generativa. A companhia é responsável pelo chatbot Claude, que oferece recursos semelhantes ao ChatGPT.
Apesar de ser uma empresa recente, a Anthropic recebeu investimentos bilionários de gigantes da tecnologia, como Google e Amazon, e ganhou destaque por defender uma abordagem voltada à segurança no desenvolvimento de sistemas de IA.
A empresa afirma que sua missão é criar modelos mais confiáveis e com maior controle sobre possíveis usos indevidos.
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© NurPhoto via Getty Images

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Estados Unidos va un paso más allá en el control de las herramientas de inteligencia artificial más disruptivas. La compañía Anthropic ha anunciado la suspensión generalizada del acceso público a sus modelos más avanzados, el Fable 5 y Mythos 5, para cumplir con una directiva de control de exportaciones dictada este pasado viernes por la Administración Trump que le obliga a impedir el acceso a este nuevo servicio a ciudadanos extranjeros por motivos de seguridad nacional.

© KARSTEN MORAN (The New York Times/Europa Press)

El CEO de Anthropic propone que el Estado garantice ingresos a quienes pierdan su empleo por la inteligencia artificial. Dario Amodei, cofundador de la empresa que desarrolla el chatbot Claude, ha publicado un ensayo en su web personal donde defiende que el gobierno estadounidense debería sostener económicamente a los trabajadores desplazados por la automatización. Y la compañía no se queda en las musas: pone dinero encima de la mesa.
Según recoge Associated Press, Anthropic destina 200 millones de dólares iniciales a investigar el impacto de la IA en el empleo a través de un llamado Economic Futures Research Fund, que financiará estudios y evaluación de programas sobre las políticas públicas que considera más prometedoras. A esa partida suma otros 150 millones para un programa nacional de becas pensado para profesionales que arrancan su carrera.
El ensayo de Amodei no se anda con eufemismos. Plantea tres niveles posibles de destrucción de empleo, un 5%, un 10% y uno que él mismo califica de "sin precedentes", y reserva para el más extremo una respuesta más permanente, algo que la propia empresa describe como un "territorio económico novedoso". Conviene recordar que la tasa de paro en Estados Unidos era del 4,3% la semana anterior.
Aquí entra el concepto que da titulares: una renta básica universal financiada con impuestos a las tecnológicas. Amodei sugiere que el dinero saldría de gravar a las "empresas relevantes" o de subir el impuesto sobre las plusvalías. El reto, escribe, "no será incentivar el crecimiento, sino encontrar la forma de que todos compartan los beneficios".
El propio CEO se cura en salud antes de que le cuelguen el cartel de agorero. "No intento ser un profeta del desastre", aclara, y precisa que su intención es dar a gobiernos y empresas el mejor margen posible para adaptarse. La concesión es deliberada y tiene su peso: viniendo de quien fabrica la herramienta, el aviso cuesta más de ignorar.
La preocupación de Amodei no es ciencia ficción. Compañías como Lufthansa, ING o IBM ya están recortando miles de puestos señalando a la IA como causa directa, hasta el punto de que algunos directivos presumen de tener empleados que trabajan sin descanso ni nómina. El desempleo por automatización no es una proyección de laboratorio: ya figura en los balances trimestrales.
El anuncio llega en un momento cargado. OpenAI, su rival directa, presentó el lunes objetivos parecidos sobre repartir las ganancias de la IA (es la empresa de la que Amodei y otros se escindieron en 2021). Su CEO, Sam Altman, se reunió hace poco con el senador Bernie Sanders para hablar de un fondo de riqueza pública que dé al ciudadano una participación en estas compañías. Ambas firmas, por cierto, caminan hacia su salida a bolsa.
La idea de una renta financiada por la tecnología tampoco es nueva en el sector. Desde Elon Musk hasta investigadores salidos de OpenAI han defendido un futuro sin necesidad de trabajar y llevan tiempo advirtiendo de que habrá que redistribuir la riqueza que genera la automatización. Lo nuevo es que ahora lo dice quien construye las máquinas.
También la Casa Blanca ronda el asunto. Trump prevé reunirse con las grandes tecnológicas para hablar de "devolver algo al público". "Hablamos de devolver algo al público, y si lo hacemos, el público se hará muy rico", declaró el presidente, convencido de que la medida resultaría muy popular. La semana pasada firmó además una orden ejecutiva que permite examinar los riesgos de seguridad de los modelos más avanzados hasta un mes antes de su lanzamiento.
Anthropic, conocida por su insistencia en la seguridad y en construir sistemas fiables y dirigibles, lleva su propuesta regulatoria más lejos: pide que el Estado pueda bloquear modelos que supongan un riesgo de daños catastróficos. Una empresa pidiendo que la regulen suena raro, hasta que uno recuerda que el negocio de Anthropic depende de que la gente confíe en que la tecnología sigue bajo control.


© Wikimedia

Anthropic anunció este viernes que suspendía el acceso público a sus modelos de inteligencia artificial más avanzados Fable 5 y Mythos 5 para poder cumplir con una directiva de control de exportaciones de la Administración de Trump que le obligaba a impedir el acceso este nuevo servicio a personas extranjeras por motivos de seguridad nacional.
Según Anthropic, la orden de evitar su acceso fuera de Estados Unidos o por parte de extranjeros dentro del país llegó durante la tarde del pasado viernes y para poder cumplir con la directiva de última hora han optado por cortar todo acceso a Fable 5 y Mythos 5 a todos sus clientes.
En un comunicado difundido este viernes, Anthropic dijo que el gobierno estadounidense no le ha provisto de los detalles específicos por los que sus nuevos servicios de inteligencia artificial son un problema de seguridad nacional y pidió disculpas a sus clientes de pago por la interrupción.
"Como hemos dicho públicamente, creemos que el Gobierno debe tener la capacidad de bloquear desarrollos inseguros como parte de una proceso transparente, justo, claro y basado en hechos técnicos. Esta acción no se adhiere a esos principios", aseguró la compañía.
La suspensión se produjo pocos días después de que Anthropic pusiera a disposición de sus suscriptores del servicio Claude el modelo Fable 5, presentado como el más avanzado en diversos test de habilidades y considerado muy superior a sus modelos Opus.
Fable estaba basado en el controvertido modelo Mythos. Sobre el que Anthropic alertó en abril que tenía capacidades que ponían en riesgo la impenetrabilidad de los sistemas más avanzados en ciberseguridad en sectores sensibles como el financiero.
Anthropic facilitó al Gobierno estadounidense y a empresas analizar Mythos antes de su salida pública para determinar vulnerabilidades en sus sistemas y cómo podía afectar a la seguridad y estos Fable 5 contenía salvaguardas y restricciones para evitar su uso indebido, según la empresa estadounidense.
Aunque Anthropic aseguró que no publicaría su modelo Mythos, lo ha puesto a disposición de una lista muy selecta de empresas dentro de la iniciativa de ciberseguridad Project Glasswing.






A Adrián Bardón le gustaban las matemáticas desde niño. Se le daban bien. Durante el Bachillerato pensó en estudiar Física, después una ingeniería o Filosofía. Las letras también lo atravesaban, pero las opciones no le permitían conservar la otra mitad de sí mismo. “Sentía que si estudiaba Filosofía, iba a perder algo que me había acompañado toda la vida. Llevaba haciendo matemáticas desde los cinco años y de repente llegas a los 18 y tienes que abandonarlas para siempre”, cuenta este estudiante madrileño de 19 años.
En estos últimos años, ver materiales fotográficos nos hace dudar, sobre todo porque se podría pensar que se trata de inteligencia artificial generativa. Es más fácil generar un contenido que podría caer en un invento de un prompt liderado por Google o Samsung. Lo mismo pasa con las ediciones: es posible borrar personas, moverlas a otro sitio o agregar objetos que simplemente no estaban presentes en el momento de la foto. Aunque esto era posible con software como Photoshop, hoy es más práctico y fácil de hacer en cuestión de segundos.
En el caso de Apple, aunque parece que no es su fuerte, sus nuevos sistemas operativos quieren cambiar la perspectiva que se tiene de su IA. iOS 27 entra oficialmente en la batalla, donde el iPhone será la herramienta para poder exponer nuevos materiales fotográficos donde la IA tomará un papel relevante. El jefe del equipo de cámaras de Apple, Jon McCormack, ha dejado clara su visión, donde dice que la IA no debe inventar tu vida, solo debe darte superpoderes para mejorar lo que viste. Wired tuvo acceso a una charla posterior a WWDC 2026.
Así como han dicho que Siri no se va a convertir en tu pareja de IA por más que lo intentes, en el lado de la fotografía es algo consciente. Una de las funciones que llamó la atención en WWDC 2026 fue en la app Fotos y lo que puede hacer Extend. Con esta es posible rellenar de forma inteligente los bordes vacíos para no perder nada de la foto; adiós a enderezar una foto y recortar los bordes que no quedan adecuadamente. Apple ha definido un límite del 25% del relleno por lado y tiene una explicación lógica. McCormack lo explica indicando que, al hacer muchas pruebas, descubrieron que si la IA dibuja más del 25% de una imagen, se deja de percibir como un recuerdo y se convierte en una fantasía.
Existe otra función llamada Encuadre espacial que convierte las fotos en tres dimensiones. Te permitirá tocar la pantalla y arrastrar la imagen para cambiar la perspectiva en tiempo real, como si pudieras viajar al pasado y mover la cámara de la toma unos centímetros para capturar la foto una vez más. La IA apoya en generar los píxeles ocultos que la cámara no capturó en un inicio y respeta todo el entorno real.
Una de las herramientas que ya existía para borrar elementos de la imagen ha mejorado; vaya que lo necesitaba porque nunca fue bueno en Apple. Se ha mejorado gracias a un nuevo algoritmo que analiza las escenas para rellenar los huecos. Lo importante para Apple es la integración, de forma que no se trata de cambiar el contexto de la foto, sino solamente hacer la limpieza para que se vea como lo visualizaste realmente. Queda claro que Apple quiere delimitar el margen de mejora de la IA, que sea un asistente invisible y que no cree otras realidades paralelas como lo harían Gemini o ChatGPT.


© Difoosion
Em meio ao avanço extenso das habilidades de plataformas de Inteligência Artificial ao redor do mundo, Lila Ibrahim, uma das líderes do Google DeepMind, explicou, em entrevista exclusiva à CNN Brasil, quais são os principais desafios e oportunidades relacionados ao desenvolvimento dos mecanismos.
Para a especialista, o momento atual é único e permite que a humanidade, como coletivo, influencie ativamente o rumo dessa tecnologia.
“Temos este momento único em que podemos moldar como a IA é desenvolvida. O debate global sobre os riscos da tecnologia ainda é positivo, pois cria responsabilidade no sistema para identificar e mitigar ameaças — ao mesmo tempo em que é necessário discutir as oportunidades que ela oferece”, afirmou.
No bate-papo com a apresentadora Mari Palma, a executiva também abordou a importância de uma regulamentação adequada, que não impeça o aproveitamento das oportunidades oferecidas pela IA e, ainda assim, leve em conta suas ameaças.
“Um bom exemplo que gosto de usar para ilustrar é o de um carro potente, com um motor rápido. Você não regula só o motor. Você pensa no carro como um todo, nos limites de velocidade, nos cintos de segurança e em outros aspectos. É um sistema completo”, exemplificou.
Contudo, Ibrahim defendeu que os riscos da inteligência artificial devem ser compreendidos como parte de um espectro contínuo e serem inseridos na discussão.
“Gosto de pensar nos riscos como uma linha contínua. Não acho que podemos pensar em apenas um desses riscos. Temos que pensar em todos eles juntos, ao mesmo tempo, e investir em todos. No horizonte de longo prazo, a questão central é quem estará no controle da tecnologia”, ressaltou.
Apesar das possíveis consequências nocivas, a especialista foi enfática ao destacar o potencial transformador que a tecnologia traz para os humanos. Ela comparou as inovações a instrumentos científicos como o microscópio e o telescópio, evidenciando o quanto eles são capazes de ampliar a compreensão do mundo.
“Temos a chance de usar a IA como um microscópio ou um telescópio para entender o mundo ao nosso redor e encontrar soluções para alguns dos nossos maiores desafios. Mas só podemos fazer isso se investirmos nas oportunidades”, finalizou Lila.
Google ha presentado DiffusionGemma, un modelo experimental de código abierto para la generación de texto. Basado en la familia Gemma 4 y publicado bajo la licencia Apache 2.0, está dirigido principalmente a desarrolladores e investigadores que trabajan con aplicaciones de IA en tiempo real y entornos locales, además, ha sido diseñado para generar texto hasta cuatro veces más rápido que los modelos tradicionales.
La compañía de Mountain View explica en su blog oficial que, a diferencia de los modelos de lenguaje convencionales que generan texto palabra por palabra, DiffusionGemma apuesta por una arquitectura basada en difusión para producir bloques completos de texto de forma simultánea, reduciendo considerablemente los tiempos de respuesta.
Así lo señala Google en la publicación: "Basada en la inteligencia por parámetro líder en la industria de nuestra familia Gemma 4 y en la vanguardista investigación de Gemini Diffusion, DiffusionGemma integra un novedoso cabezal de difusión diseñado para maximizar la velocidad de generación". Además, agrega que "genera bloques de texto completos simultáneamente, logrando una generación de texto hasta cuatro veces más rápida en GPU".
El modelo empieza generando una especie de borrador compuesto por tokens aleatorios y, a través de varias iteraciones, va refinando el resultado hasta obtener un texto coherente. Este proceso es similar al de los modelos de difusión utilizados para crear imágenes mediante inteligencia artificial, que parten de ruido visual y lo transforman progresivamente en una imagen definida.
Según Google, DiffusionGemma puede procesar hasta 256 tokens en paralelo y utiliza atención bidireccional, lo que le permite analizar el contexto completo de un bloque de texto al mismo tiempo. Además, esto mismo facilita tareas como la edición de textos, la corrección de errores, el relleno de código o la generación de estructuras complejas que resultan más difíciles para los modelos tradicionales.
La compañía asegura que el modelo puede superar los 1.000 tokens por segundo en determinadas GPU empresariales y alcanzar más de 700 tokens por segundo en tarjetas gráficas de consumo avanzadas. No obstante, reconoce que la calidad de las respuestas todavía puede ser inferior a la de los modelos Gemma 4 convencionales, por lo que su principal atractivo reside en la velocidad y no en sustituir a los modelos más precisos.
DiffusionGemma ya está disponible como modelo experimental de acceso abierto. Los desarrolladores pueden descargar sus pesos desde plataformas como Hugging Face e integrarlo en herramientas populares de desarrollo y despliegue de IA.
Asimismo, Google también ha confirmado compatibilidad con distintos entornos de ejecución locales y en la nube, con soporte optimizado para hardware de NVIDIA.


El rey Felipe VI subrayó la necesidad de garantizar las libertades democráticas en el contexto actual de profunda transformación tecnológica este jueves en la celebración del décimo aniversario de la Fundación Hermes. “Es preciso hacer todos los esfuerzos para preservar y garantizar nuestros derechos, y en última instancia, nuestra libertad, en la interacción con el mundo online”, afirmó. El Rey apeló, asimismo, a la necesidad de que estos cambios digitales se acompañen de una reflexión compartida entre todos los agentes sociales, tanto en el ámbito nacional como europeo e internacional.

© Diego Radamés (Europa Press)