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Defense decoupling is no longer just a European fear — it's Trump's policy (Ivo Daalder/Politico)

13 June 2026 at 13:40

Ivo Daalder / Politico:
Defense decoupling is no longer just a European fear — it's Trump's policy  —  Ending Europe's dependence on U.S. capabilities is one thing, denying allies the ability to defend themselves is an entirely different matter. … When news broke that the Pentagon wouldn't sell long-range Tomahawk missiles …

Suplemento popular é associado a risco de desenvolver Alzheimer, revela estudo; entenda

13 June 2026 at 13:36

Pessoas com doença de Alzheimer que tomavam o suplemento comum glucosamina tinham 25% mais probabilidade de morrer em até cinco anos do que aquelas que não o tomavam. Essa é a principal conclusão de um novo estudo que meus colegas e eu publicamos na revista científica Nature Metabolism. A glucosamina é uma molécula de açúcar vendida sem receita médica como tratamento para dores articulares e artrite. Mais de 40 milhões de americanos a utilizam todos os anos. Descobrimos também que a glucosamina afetava pessoas nos estágios mais iniciais da perda de memória, uma condição chamada comprometimento cognitivo leve. Pessoas nesse estágio inicial da demência que tomavam glucosamina tinham 25% mais probabilidade de evoluir para Alzheimer completo. Nossa análise de pacientes com doença de Alzheimer baseou-se em registros médicos anonimizados do sistema de saúde da Universidade da Flórida. Incluímos 24 mil pacientes com demência e 41 mil com comprometimento cognitivo leve, comparando aqueles que tomavam glucosamina com os que não tomavam. Em seguida, realizamos experimentos em camundongos geneticamente modificados para apresentar sintomas semelhantes aos do Alzheimer, a fim de identificar o possível mecanismo pelo qual a glucosamina pode afetar o cérebro. Descobrimos que bloquear a enzima responsável pela produção de açúcares como a glucosamina melhorou os sintomas de demência nos animais. Em contraste, administrar glucosamina aos mesmos camundongos agravou a perda de memória. Em camundongos saudáveis que receberam o mesmo suplemento, não observamos nenhum efeito. Por que isso importa A agência reguladora americana de alimentos e medicamentos, Food and Drug Administration (FDA), classifica a glucosamina como suplemento alimentar, e não como medicamento sujeito a prescrição. Como resultado, qualquer pessoa pode comprá-la sem consultar um médico. A glucosamina é um aminoaçúcar. Formada por glicose e um aminoácido chamado glutamina, essas moléculas são usadas pelo organismo para construir novas células. Como a glucosamina não é considerada um nutriente essencial, a deficiência de glucosamina não é reconhecida como uma condição médica. Ainda assim, muitas pessoas utilizam o suplemento com base em relatos de que ele melhora a saúde das articulações, especialmente dos joelhos. Há mais de uma década, minha equipe e eu, na Universidade da Flórida, estudamos como o cérebro utiliza e processa açúcares e o que dá errado nesse processo em pessoas com doença de Alzheimer. Um problema menos conhecido associado ao Alzheimer é que células cerebrais e proteínas acumulam revestimentos extras de açúcar. Normalmente, células e proteínas do cérebro possuem pequenas cadeias de açúcar em sua superfície, chamadas N-glicanos. Esses açúcares ajudam proteínas recém-formadas a adquirir sua estrutura tridimensional correta e a se conectar com outras proteínas com as quais interagem. Mas, em pessoas com Alzheimer, essas cadeias de açúcar se acumulam em locais inadequados. As proteínas subjacentes começam a falhar, levando à perda de memória e à morte celular. Essa condição é chamada de hiperglicosilação. Considerando que cerca de 7,2 milhões de americanos com 65 anos ou mais vivem com Alzheimer, estimamos que muitos deles também estivessem tomando glucosamina para a saúde das articulações. Nossa hipótese era que esse aminoaçúcar pudesse estar contribuindo para o declínio cognitivo. Estudos anteriores haviam associado os suplementos de glucosamina a um menor risco de demência em adultos cognitivamente saudáveis. Nossos resultados não contradizem esses trabalhos, mas acrescentam uma importante ressalva: embora a glucosamina pareça segura e potencialmente protetora para um cérebro saudável, ela pode ser prejudicial para um cérebro que já esteja apresentando declínio cognitivo. O que ainda não se sabe Como nosso estudo se baseou em registros médicos de pacientes, e não em um experimento controlado com pessoas, ele não pode demonstrar que a glucosamina causa um declínio cognitivo mais rápido — apenas que existe uma associação entre os dois fatores. Responder a essa questão exigiria um estudo em que alguns pacientes recebessem glucosamina aleatoriamente e outros não. No entanto, se houver a possibilidade de a glucosamina aumentar o risco de demência, administrar deliberadamente o suplemento a pacientes poderia ser antiético. Além disso, ainda não sabemos se o aparente efeito prejudicial da glucosamina em cérebros com problemas de memória depende da dose utilizada, da marca do suplemento ou da duração do uso. Também não sabemos se essa observação se aplica a outras formas de demência. Próximos passos Uma maneira de testar se a glucosamina causa diretamente o declínio cognitivo seria acompanhar pacientes que tomavam o suplemento e depois o interromperam. Cerca de 8% dos pacientes com demência em nosso banco de dados se enquadram nessa situação. Esperamos acompanhá-los por vários anos para verificar se a interrupção do suplemento desacelera o declínio cognitivo. Também estamos avaliando compostos capazes de bloquear as moléculas N-glicanas e reduzir o acúmulo de açúcares nas células cerebrais, para investigar se isso poderia retardar ou até reverter a doença de Alzheimer. Por fim, pretendemos explorar se outros suplementos metabolizados pelo organismo de forma semelhante à glucosamina apresentam riscos comparáveis para cérebros que já estão sofrendo declínio cognitivo. *Ramon Sun é professor de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. * Este artigo foi republicado de The Conversation sob licença Creative Commons. Leia o artigo original.

The Former GOP Operative Running a News Site for the 'Politically Homeless' (Jessica Toonkel/Wall Street Journal)

13 June 2026 at 13:30

Jessica Toonkel / Wall Street Journal:
The Former GOP Operative Running a News Site for the ‘Politically Homeless’  —  Sarah Longwell's profitable startup, the Bulwark, approaches the news with a raw candor subscribers crave  —  Sarah Longwell recently screened a tape of a focus group of Catholic participants discussing President …

Por que público oficial da Copa pode ser maior do que o visto nos estádios

13 June 2026 at 13:29

As imagens de arquibancadas com espaços vazios em alguns jogos da Copa do Mundo de 2026 têm gerado questionamentos entre torcedores nas redes sociais. Em determinadas partidas, a ocupação mostrada pelas transmissões parece incompatível com os números oficiais divulgados pela Fifa.

Um dos exemplos mais comentados ocorreu na vitória da Coreia do Sul sobre a República Tcheca, em Guadalajara, na última quinta-feira. Na ocasião, a entidade registrou público de 44.985 pessoas, apenas 679 abaixo da capacidade do estádio, embora diversos assentos vazios fossem visíveis durante a partida.

A diferença foi tema de uma reportagem do jornal esportivo norte-americano The Athletic, que procurou a Fifa para esclarecer como a entidade realiza a contagem oficial de público nos jogos do Mundial.

Como a Fifa calcula o público

Segundo a entidade, o número oficial considera as pessoas que tiveram seus ingressos escaneados e acessaram o perímetro do estádio.

Na prática, isso significa que o torcedor passa a integrar a contagem assim que entra na arena, independentemente de estar sentado em seu lugar no momento da partida.

Dessa forma, também são contabilizadas pessoas que estejam em áreas de alimentação, lojas, bares, corredores internos, camarotes ou setores de hospitalidade.

Por esse critério, o público divulgado não representa necessariamente a quantidade de espectadores ocupando as arquibancadas quando as imagens são captadas pelas câmeras de televisão.

Comportamento dos torcedores influencia percepção

Além da metodologia adotada pela Fifa, outro fator ajuda a explicar a diferença entre os números oficiais e a ocupação visual dos estádios.

Nos Estados Unidos, Canadá e México, países-sede da Copa do Mundo de 2026, é comum que torcedores circulem pelas áreas internas das arenas durante os jogos. Em muitos estádios, espaços de alimentação, entretenimento e convivência fazem parte da experiência oferecida ao público.

A movimentação costuma ser ainda mais intensa em camarotes e setores premium, onde os torcedores têm acesso a serviços adicionais e áreas exclusivas.

Como consequência, determinados setores podem parecer esvaziados em alguns momentos da transmissão, mesmo com milhares de pessoas presentes dentro do complexo esportivo.

Debate também envolve venda de ingressos

A explicação da Fifa, porém, não encerra a discussão sobre a ocupação dos estádios.

Reportagens da imprensa internacional apontaram dificuldades na comercialização de ingressos para algumas partidas da fase de grupos. Às vésperas do início do torneio, cerca de 180 mil bilhetes ainda estavam disponíveis nos canais oficiais de revenda.

O tema ganhou repercussão entre torcedores, que relacionaram a menor procura aos preços praticados em determinados jogos. Em alguns casos, houve redução nos valores dos ingressos para estimular as vendas.

Assim, a diferença entre o público anunciado e a ocupação observada nas arquibancadas pode ser explicada tanto pelo método de contagem utilizado pela Fifa quanto pelo comportamento dos torcedores dentro dos estádios. Isso faz com que os números oficiais nem sempre correspondam à percepção transmitida pelas imagens de televisão.

Copa 2026: quem são os brasileiros que vão jogar por outros países

SpaceX è già in ottava posizione tra le società più capitalizzate al mondo: battuta Saudi Aramco

13 June 2026 at 13:27

SpaceX con una capitalizzazione da 2.196 miliardi di dollari si piazza al settimo posto tra le società con più valore al mondo

La partenza col turbo in Borsa di SpaceX, + 20% nella prima giornata di contrattazioni (da 135 a 160 dollari ad azione), porta  la società di Elon Musk  già in alto nella speciale classifica degli asset più capitalizzati al mondo. È infatti, con 2.196 miliardi di dollari (oltre duemila miliardi)  già in settima posizione a livello globale dietro a supercolossi quotati da molti anni che producono utili certi come Nvidia,  che capitalizza oltre il doppio, (4.952 miliardi), Google ( 4.370 miliardi), Apple (4.266 miliardi), Microsoft (2.555 miliardi) e la taiwanese Tsmc (2.196 miliardi).

Leggi anche: SpaceX vola all’esordio al Nasdaq. Elon Musk diventa così il primo trilionario del pianeta

Space X, grazie alla buona performance nella prima giornata di contrattazioni, si trova davanti a Broadcom (1.816 miliardi), al gigante del petrolio saudita Saudi Aramco (1.752 miliardi), all’altra società di Musk, Tesla (1.514 miliardi), a Meta (1.433 miliardi) e anche a Samsung (1.394 miliardi).  Se fosse rimasta al prezzo di lancio del collocamento varrebbe comunque tanto: poco meno di Saudi Aramco. 

Sconfessati i profeti di sventura che si erano espressi in maniera negativa guardando ai numeri di bilancio senza valutare  l’effetto Musk, il visionario fondatore di Tesla e Space X, evidentemente in grado di incantare gli investitori. Nella speciale classifica degli asset più capitalizzati figura, dopo Samsung, anche il Bitcoin con 1.274 miliardi. La cripto valuta sta attraversando un periodo negativo. Gli esperti però hanno sottolineato che Space X  è tra le prime 10  società quotate per numero di Bitcoin in cassa anche se ben lontana dal quantitativo enorme accumulato da Stategy (ex-Microstrategy) che ne ha circa 900mila.

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Мостовой сделал прогноз на матч Бразилии с Марокко на ЧМ-2026

13 June 2026 at 13:25

Бывший футболист сборной России Александр Мостовой сделал прогноз на матч группового этапа чемпионата мира-2026 между Бразилией и Марокко. Об этом сообщает «Ставка ТВ».

Экс-игрок отметил, что матч будет очень напряженным. «Марокко точно поборется, но все-таки класс бразильцев должен сказаться. Думаю, здесь будет тяжелая победа Бразилии — примерно 2:1», — заявил Мостовой.

Ранее был назван фаворит матча. Аналитики отдают предпочтение бразильцам. На их победу можно поставить с коэффициентом 1,71. Успех марокканцев оценивается коэффициентом 5,60.

Бразилия и Марокко выступают на мундиале в группе С. Команды проведут встречу в ночь на воскресенье, 14 июня.

© Фото: Caean Couto / IMAGN IMAGES via Reuters

Laudo detecta chumbinho no organismo de menino morto após comer bolo no RJ

13 June 2026 at 13:19

O exame toxicológico de Arthur de Mello da Silva, de 11 anos, que morreu após comer um bolo em São João de Meriti, no Rio de Janeiro, detectou a presença de um anestésico, medicamento sedativo e chumbinho no organismo da criança. O menino morreu nesta quinta-feira (11) após passar 11 dias internado.

De acordo com a PCERJ (Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro), o laudo aponta a presença de lidocaína, um anestésico local, midazolam, usado como sedativo, além de terbufós-sulfóxido, conhecido popularmente como chumbinho.

O exame foi realizado pelo IMLAP (Laboratório de Toxicologia Forense do Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto) e os resultados serão analisados em conjunto com outros elementos reunidos ao longo da investigação.

Antes de morrer, Arthur esteve em coma, e, segundo a família, o quadro de saúde aparentava ser estável. A morte foi confirmada pela direção do Hospital Estadual Ricardo Cruz.

Ainda segundo a PCERJ, o corpo do menino será submetido à necropsia e outras diligências seguem em andamento.

Entenda o caso

A suspeita de envenenamento foi levantada pela família antes da confirmação do laudo, após notarem características compatíveis com a presença de chumbinho no organismo da criança.

“A única coisa que a gente sabe que ele ingeriu antes de começar a passar mal foi esse bolo, né? Então, a única coisa que ele comeu foi esse bolo de chocolate”, disse Mayara Mello, prima do menino.

Em nota, a direção do hospital, por meio da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, lamentou a morte e se solidarizou com a família.

“A direção do Hospital Estadual Ricardo Cruz (HerCruz) informa que, apesar de toda dedicação da equipe médica e multidisciplinar, infelizmente o menino Arthur de Mello da Silva foi à óbito na noite de ontem. A direção da unidade lamenta profundamente a morte de Arthur, se solidariza com a família e se coloca à disposição para quaisquer esclarecimentos”, diz a nota.

O caso é investigado pela DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense) e a unidade policial já realizou oitiva de testemunhas.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Anthropic suspende acesso a novo modelo de IA por ordem dos EUA; saiba mais

13 June 2026 at 13:14

A Anthropic suspendeu o acesso a seus novos modelos de inteligência artificial, Fable 5 e Mythos 5, para usuários estrangeiros. A medida teria sido tomada por ordem de determinação do governo dos Estados Unidos. A decisão vale para qualquer cidadão de outro país, mesmo que esteja dentro do território americano, e também afeta funcionários estrangeiros da própria empresa.

Segundo a companhia, a ordem foi emitida com base em questões de segurança nacional e não especifica quais riscos teriam motivado a decisão.

 

Em comunicado, a Anthropic disse entender que as autoridades acreditam ter identificado uma forma de contornar as proteções de segurança do Fable 5, mas afirmou que a técnica apresentada envolve vulnerabilidades consideradas limitadas e que capacidades semelhantes podem ser encontradas em outros modelos disponíveis publicamente.

A empresa também declarou que analisou uma demonstração da suposta técnica e encontrou apenas falhas menores, sem benefícios específicos relacionados ao modelo. Nenhum teste teria encontrado até agora um método universal capaz de quebrar as barreiras de segurança do sistema.

A Anthropic defendeu que o Fable 5 foi desenvolvido com mecanismos avançados de proteção para reduzir o uso indevido da tecnologia em atividades relacionadas a ataques digitais. Segundo a empresa, o modelo passou por milhares de horas de testes de segurança antes do lançamento, incluindo avaliações com órgãos governamentais e organizações privadas.

Os demais modelos do Claude continuam funcionando normalmente. O governo dos EUA não fez maiores declarações.

O que é o Claude

Fundada em 2021 por ex-funcionários da OpenAI, a Anthropic é uma das principais empresas da corrida pela inteligência artificial generativa. A companhia é responsável pelo chatbot Claude, que oferece recursos semelhantes ao ChatGPT.

Apesar de ser uma empresa recente, a Anthropic recebeu investimentos bilionários de gigantes da tecnologia, como Google e Amazon, e ganhou destaque por defender uma abordagem voltada à segurança no desenvolvimento de sistemas de IA.

A empresa afirma que sua missão é criar modelos mais confiáveis e com maior controle sobre possíveis usos indevidos.

Jovens estão entre os mais desconfiados com IA, diz pesquisa global

O incrível voo de uma “vaca-loura” em Arcos de Valdevez

13 June 2026 at 13:04

É durante o mês de junho que ocorrem o maior número de avistamentos de vacas-louras (Lucanus cervus) em Portugal, espécie classificada no Livro Vermelho pela União Internacional para a Conservação da Natureza como “Quase Ameaçada” na Europa, mas “Pouco Preocupante” no contexto mediterrânico.

Pedro Alves, biólogo da “Palombar – Conservação da Natureza e do Património Rural” e também fotógrafo de vida selvagem, captou um momento onde tanto a imagem como o som, como a própria vaca-loura, proporcionam a possibilidade de assistir a uma “dança” seguida de um descolar à helicóptero. O vídeo foi gravado recentemente em Arcos de Valdevez, e o biólogo partilhou-o com O MINHO.

Nem sempre é fácil encontrar este tipo de invertebrado, que prefere locais mais rurais, afastados das pessoas. Mas caso aviste alguma, pode registar o momento em fotografia e enviar os dados para a plataforma VACALOURA.pt, projeto de conservação de natureza e educação ambiental com foco na aquisição de informação sobre este escaravelho, o maior de Portugal.

O incrível voo de uma “vaca-loura” em Arcos de Valdevez. https://t.co/96dhdrY8qe#biodiversidade #arcosdevaldevez pic.twitter.com/PD96IfFT64

— O MINHO (@ominhopt) June 13, 2026

É o maior escaravelho de Portugal

Este escaravelho, o de maior dimensão em Portugal, tem sido alvo de um cadastro a nível nacional através do projeto VACALOURA.pt, coordenado pela Associação Bioliving em parceria com a Unidade de Vida Selvagem do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, com a Sociedade Portuguesa de Entomologia e com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Os machos, com mandíbulas em forma de pinça, chegam a medir 5,3 centímetros, sem contar com as mandíbulas. Com estas, podem atingir os oito centímetros. Já as fêmeas são mais pequenas, podendo atingir os 4,1 centímetros, são mais brilhantes e têm o tórax mais negro e o abdómen e as pinças acastanhadas.

Estamos no mês das 'vacas-louras'. Se vir alguma, fotografe-a
Os machos têm mandíbulas extensas e podem atingir mais de 5 centímetros de comprimento de corpo

Estamos no mês das 'vacas-louras'. Se vir alguma, fotografe-a
As fêmeas não têm mandíbulas longas e o máximo que medem é cerca de 4 centímetros 

Segundo os autores do projeto, o objetivo do mesmo passa por “compilar e organizar informação enviada pelos cidadãos sobre a distribuição e estado das populações da Vaca-Loura e dos restantes escaravelhos da família Lucanidae em Portugal, de forma a colaborar na Rede Europeia de Monitorização da Vaca-Loura que por sua vez pretende averiguar o estado de conservação desta espécie na sua área de distribuição”.

O projeto tem uma forte componente de educação ambiental, para disseminar e sensibilizar para a importância da madeira morta nos ecossistemas florestais, da biodiversidade associada a estes habitats e de como é possível  ajudar a conservar estes ecossistemas através da ajuda do cidadão comum.

Estamos no mês das 'vacas-louras'. Se vir alguma, fotografe-a
Macho de vaca-loura. Foto: Albano Soares

Dependem dos carvalhos e dos castanheiros

Segundo o site Vacaloura.pt, esta espécie depende de árvores antigas, de folha caduca como o carvalho-alvarinho ou o castanheiro, árvores autóctones da região interior do Minho.

Normalmente encontram-se nos ramos altos das árvores e podem ser predados por aves devido ao seu elevado valor nutritivo, refere o mesmo portal.

Estamos no mês das 'vacas-louras'. Se vir alguma, fotografe-a
Macho de Vaca-Loura. Foto: rui félix

Larvas comem madeira morta

As larvas de vaca-loura vivem nas raízes de árvores antigas durante mais ou menos 3 anos, onde se alimentam de madeira morta. Ao fim dos três anos, o macho sofre a metamorfose e vive durante um mês, acasalando e morrendo de seguida.

​Geralmente aparecem na primavera tendo o pico de atividade durante os meses de junho e julho. Já as fêmeas são vistas até setembro, pois sobrevivem mais tempo de forma a colocar ovos para assegurar a continuidade da espécie.

O conteúdo O incrível voo de uma “vaca-loura” em Arcos de Valdevez aparece primeiro em O MINHO.

Screwworm spread tests US readiness after Trump staffing cuts (Nathaniel Weixel/The Hill)

13 June 2026 at 13:00

Nathaniel Weixel / The Hill:
Screwworm spread tests US readiness after Trump staffing cuts  —  The U.S. spent decades driving the New World screwworm far into South America.  But now the parasite has reemerged, and officials are working to beat it back yet again using many of the same tried-and-true methods as the government did in the 1950s.

Análise: Pentágono de Hegseth vive clima de desconfiança e demissões

13 June 2026 at 13:00

Era o início de abril e o chefe do Estado-Maior do Exército, general Randy George, decidiu que era hora de uma reunião presencial com seu superior, o secretário de Defesa Pete Hegseth.

George estava ansioso para conversar com Hegseth após vários problemas em que o chefe do Pentágono influenciou diretamente a carreira de generais do Exército, incluindo um incidente em que ele impediu que quatro coronéis fossem promovidos a generais de uma estrela.

Durante meses, Hegseth pareceu cada vez mais insatisfeito com o Exército e sua liderança, incluindo George.

Isso intrigou aqueles próximos ao chefe do Exército, disseram fontes à CNN, dada a interação limitada que George teve com Hegseth durante seu mandato, e a pouca ou nenhuma comunicação antes da intervenção de Hegseth nas promoções.

Isso se encaixava em um padrão no qual as informações eram mantidas em sigilo no escritório de Hegseth e poucas pessoas fora de seus limites tinham conhecimento de seus planos para o Pentágono, de acordo com as fontes.

Hegseth desconfiava profundamente de muitos ao seu redor — algumas tropas tiveram que assinar acordos de confidencialidade para obter informações sobre as operações, e os testes de polígrafo haviam se tornado comuns.

George queria amenizar um pouco a tensão com Hegseth.

Então, no dia 1º de abril, ele solicitou uma reunião presencial para discutir uma série de prioridades do secretário de Defesa — tecnologia e aprimoramento de equipamentos — e como o Exército estava trabalhando para atendê-las, disse à CNN um oficial do Pentágono, do governo americano e da área de defesa.

A reunião nunca aconteceu. No dia seguinte, o general Randy George foi demitido.

Esta reportagem é baseada em entrevistas com 15 funcionários atuais e antigos do Pentágono e outras pessoas familiarizadas com o funcionamento interno do departamento sob a gestão de Hegseth.

Quase desde o início de seu mandato, segundo diversas fontes, Hegseth demonstrava desconfiança em relação às autoridades ao seu redor — tanto civis quanto militares — e suspeitava de sua lealdade.

Hegseth demitiu mais de duas dezenas de oficiais superiores, afastou um secretário da Marinha com quem teve desentendimentos e, segundo relatos, interveio em promoções em todos os ramos das Forças Armadas, influenciando diretamente a liderança.

Embora a demissão de George tenha sido abrupta e inesperada, ocorrendo enquanto o secretário do Exército, Dan Driscoll, estava fora da cidade e pegando de surpresa os altos comandantes do Exército, a demissão em si não foi. Foi o culminar de meses de tensão entre Hegseth e a alta cúpula do Exército, e George em particular.

Hegseth e outros aliados próximos de Trump se mostraram céticos em relação a George desde o início, em parte porque George atuou como assessor do ex-secretário de Defesa Lloyd Austin durante o governo Biden.

A designação militar apolítica foi um dos vários cargos em uma longa carreira, que incluiu o comando de tropas durante as guerras do Iraque e do Afeganistão, que colocaram George em posição de desenvolver amplos relacionamentos com legisladores.

Randy George, Chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA • Reuters

As demissões e o acesso restrito têm sido uma constante na gestão de Hegseth, embora fontes tenham dito à CNN que o problema não se limita ao gabinete do secretário. Essa cultura permeou outros escritórios do Pentágono, criando um ambiente de disputas internas entre alguns dos principais líderes civis.

“Tudo o que fazíamos diariamente era calculado com base em: ‘Isso vai manter o chefe empregado ou vai resultar na sua demissão?’”, disse um oficial do Pentágono à CNN. “Todos os dias, cada decisão que tomávamos, esse era um fator de planejamento. É muito incomum que isso seja considerado com tanta importância.”

O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, disse em um comunicado à CNN:

“As fontes anônimas citadas pela CNN são pessoas de fora com uma clara agenda política para difamar o Departamento e minar a liderança da Secretária Hegseth por meio de ataques partidários.”

“Toda organização bem-sucedida passa por mudanças de liderança, e agradecemos àqueles que partiram por seus serviços prestados ao país”, acrescentou. “Medidas decisivas foram tomadas para alinhar a liderança militar com as prioridades do Presidente, do Secretário e de nossos combatentes.”

É um segredo aberto em todo o Pentágono que a capacidade de sobrevivência muitas vezes depende de fazer o mínimo de barulho possível e evitar chamar a atenção de Hegseth e seu gabinete, disseram vários funcionários.

“Às vezes, os líderes precisam tomar decisões ousadas quando estão no comando, às vezes precisam se expor, e o Exército tem tentado promover líderes dispostos a fazer isso”, disse o oficial da defesa. “E, se alguma coisa, isso acabou por esfriar essa ideia.”

George estava no meio de uma reunião com seus diretores seniores do Estado-Maior do Exército quando foi interrompido e informado de que Hegseth estava tentando contatá-lo, disse o oficial do Pentágono.

Ele saiu e Hegseth deu a notícia — uma ligação curta e direta, segundo o oficial da defesa, com poucas explicações. Poucos instantes depois de Hegseth dar a notícia, Jennifer Jacobs, da CBS News, noticiou publicamente a demissão.

Aproximadamente 30 minutos depois, George reuniu novamente sua equipe. “As pessoas tinham visto o tweet”, disse o funcionário do Pentágono. “Foi constrangedor porque todos estavam olhando para ele, sem saber o que ele ia dizer?”

George transmitiu a notícia de forma objetiva, disse o oficial do Pentágono: sem emoções, sem conotação. Sua atitude parecia quase descontraída, como se tentasse amenizar a situação.

“Os funcionários, um a um, foram cumprimentá-lo com um aperto de mão ou um abraço”, lembrou o funcionário. “Foi um momento solene, como se alguém tivesse morrido.”

Na manhã seguinte, o escritório de George já estava vazio.

Controle rígido sobre informações

A rotatividade de pessoal no Pentágono chamou a atenção dos legisladores, mas a demissão de George, em particular, gerou preocupação pública em ambos os lados do espectro político, com legisladores elogiando-o como um oficial íntegro e expressando decepção com sua demissão.

“Não existe ninguém que tenha mais respeito pelo General (Randy) George e seus 42 anos de serviço, sua Purple Heart, sua esposa Patty, seus netos e seus filhos. Eu os adoro”, disse secretário do Exército, Dan Driscoll durante uma audiência da Subcomissão de Defesa do Comitê de Orçamento da Câmara no mês passado, após a destituição de George.

Hegseth, por sua vez, recusou-se a dizer aos legisladores exatamente por que havia demitido George, mas disse que é “muito difícil mudar a cultura de um departamento que foi destruída por perspectivas erradas com os mesmos policiais que estavam lá”.

Os comentários de Hegseth reafirmam que a demissão de George faz “parte dessa guerra cultural indefinível que Hegseth deseja deixar como legado”, disse o oficial do Pentágono.

Mas é o sigilo e a suspeita que estão tendo o maior impacto na tomada de decisões do Pentágono.

Como tem sido o caso durante grande parte de seu mandato, Hegseth manteve os principais planejadores militares à distância na preparação para a guerra com o Irã.

Isso significa que alguns integrantes do Estado-Maior Conjunto — o centro nevrálgico das Forças Armadas para o planejamento e assessoria ao presidente e ao secretário de Defesa — tinham pouca visibilidade do pensamento estratégico do governo Trump, disseram várias fontes.

Isso representou um desafio para os planejadores militares, que foram repentinamente incumbidos de lidar com a logística da movimentação de recursos americanos para a região, incluindo o grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald R. Ford, que estava operando na costa da Venezuela.

Segundo fontes, esse tipo de tomada de decisão ad hoc, incentivada por Hegseth e pela liderança política do governo, continua a representar um desafio para os comandantes americanos.

“Mais de um ano depois, há uma falta de processos internos claros no Pentágono… causada por uma paranoia generalizada”, disse o funcionário sobre a gestão de Hegseth.

“Tudo é tratado caso a caso porque não há delegação, não há confiança. E se não há delegação nem confiança, não se podem tomar decisões políticas”, acrescentou ele.

Desde o início da guerra, Hegseth e sua equipe têm se concentrado principalmente em apresentar o conflito como um sucesso estrondoso, inclusive em coletivas de imprensa, onde ele criticou veículos de comunicação pela cobertura que descreveu como “incrivelmente antipatriótica”.

Hegseth também priorizou a produção de “vídeos de guerra” para a Casa Branca, enquanto esta defende a decisão de Trump de iniciar o conflito, disse outra fonte, ecoando os esforços do Departamento de Segurança Interna, que tem promovido agressivamente vídeos de fiscalização da imigração para projetar uma imagem de sucesso eficiente.

Mas, à medida que as realidades econômicas da decisão do Irã de fechar o Estreito de Ormuz se tornaram claras, e com Trump cada vez mais frustrado por relatos que contradizem os comentários de Hegseth sobre a capacidade militar remanescente de Teerã, o secretário de Defesa voltou sua atenção para a investigação de vazamentos.

Seguindo o exemplo de Hegseth, o Comando Central dos EUA interrogou repetidamente militares destacados por vazamentos de informações e tentou usar poderes normalmente reservados para assuntos confidenciais a fim de intimidar as tropas e impedi-las de compartilhar qualquer informação, mesmo que não classificada, de acordo com uma das fontes.

Hegseth e as tensões com os chefes das forças armadas

Um dos exemplos mais notórios de conflitos internos durante a gestão de Hegseth foi com o secretário do Exército Dan Driscoll, frequentemente devido à estreita relação que ele mantinha com o vice-presidente dos EUA JD Vance.

A CNN noticiou que Hegseth via a relação de Driscoll com a Casa Branca como uma tentativa de contorná-lo, uma insegurança que culminou em um desentendimento relatado anteriormente no ano passado, no qua ele tentou levar Vance e Trump ao Pentágono.

Secretário do Exército dos EUA, Dan Driscoll • Cheriss May/ NurPhoto via Getty Images

Driscoll e Vance foram colegas na Faculdade de Direito de Yale e continuam amigos próximos. O jovem secretário do Exército também construiu um relacionamento com o presidente, o que ficou evidente quando foi escolhido por Trump para ajudar a persuadir a Ucrânia a retornar à mesa de negociações com a Rússia.

Ainda assim, o funcionário do Pentágono disse que o destino de Driscoll e Hegseth estava traçado “desde o início”.

“Ele simplesmente nutre uma profunda desconfiança em relação ao Exército”, disse o oficial.

Meses antes de Hegseth demitir George, ele removeu o amplamente respeitado vice-chefe do Estado-Maior do Exército, General James Mingus, e o substituiu por seu próprio assessor militar sênior, General Chris LaNeve. Ao posicionar LaNeve como vice-chefe do Estado-Maior, ficou claro que a intenção era que ele eventualmente substituísse George, disseram as fontes — uma teoria que se concretizou quando George foi demitido, deixando LaNeve assumir como chefe do Estado-Maior interino.

Apenas algumas semanas após a aposentadoria forçada de George, autoridades do Pentágono ficaram chocadas com a demissão abrupta do Secretário da Marinha, John Phelan.

A CNN noticiou que Phelan ainda buscava confirmação da Casa Branca sobre a legitimidade de sua demissão quando o porta-voz do Pentágono escreveu no X que Phelan deixaria o cargo “com efeito imediato”.

Alguns funcionários do Departamento de Defesa comentaram que era surpreendente que Phelan tivesse sido removido antes de Driscoll.

Mas diversas fontes disseram à CNN que a relação entre Phelan e Hegseth também azedou nos últimos meses por uma série de motivos, que vão desde a frustração de Hegseth com a lentidão de Phelan em relação às prioridades do governo, até a suspeita sobre a proximidade de Phelan com Trump.

Uma fonte familiarizada com as discussões em torno da demissão de Phelan disse à CNN que o motivo foi uma lista crescente de “deficiências” encontradas em sua abordagem ao trabalho — principalmente o fato de ele ser muito lento em avançar com projetos importantes, como a construção naval, e desencorajar a comunicação direta entre oficiais superiores da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais e o gabinete de Hegseth.

A mesma fonte familiarizada com o assunto disse que Hung Cao , um veterano da Marinha que agora atua como secretário interino da Marinha, foi excluído do processo de tomada de decisões por seu chefe quando era subsecretário da Marinha. Cao conhecia Hegseth antes de ambos ingressarem no governo Trump.

Quase um dia após sua demissão, Trump elogiou Phelan como um “amigo de longa data e empresário de muito sucesso, que fez um trabalho excepcional”.

Trump continuou a elogiar Hegseth, mesmo com fontes dentro e fora do Pentágono especulando ao longo do último ano que o presidente em breve nomearia um novo secretário de Defesa.

Em suas aparições públicas, Hegseth frequentemente fala diretamente para a câmera e, por extensão, para Trump, de uma maneira que agrada ao presidente, segundo fontes da CNN. Até o momento, o presidente não demonstrou disposição para romper com seu secretário de Defesa, apesar da tensão crescente do outro lado do rio.

“O secretário de Guerra Pete Hegseth é a cara do cinema”, disse Trump em uma recente audiência do gabinete, enquanto Hegseth estava sentado à sua esquerda. “Ele adora a guerra.”

Destino? Como NY Knicks na final da NBA pode trazer “hexa” para o Brasil

13 June 2026 at 13:00

Mesmo em esportes diferentes, a Seleção Brasileira e o New York Knicks da NBA dividem uma coincidência que pode ajudar a trazer o tão sonhado “hexa” da Copa do Mundo para o Brasil. Todas as vezes em que o time norte-americano de basquete disputou as finais da liga em ano de Mundial masculino, os brasileiros ergueram a taça do torneio.

O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 contra o Marrocos, na noite deste sábado (13), no Estádio de Nova Jersey, Estados Unidos. No mesmo dia, o NY Knicks disputa o jogo 5 das finais da NBA contra o San Antonio Spurs.

A CNN Esportes te convida a viajar no tempo e entender como o destino do Brasil pode estar atrelado à presença do time nova-iorquinao nas finais da NBA. Entenda abaixo:

O que o destino reserva ao Brasil?

Em 1970, os Knicks conquistaram o título da NBA contra o Los Angeles Lakers. No mesmo ano, a Seleção Brasileira chegou à final da Copa do Mundo e conquistou o tricampeonato ao vencer a Itália, com direito a show de Pelé.

Depois de 24 anos, em 1994, o time de Nova York voltou ao palco das decisões da liga. Dessa vez, a franquia foi derrotada pelo Houston Rockets. Porém, os Estados Unidos reservavam um resultado diferente para o Brasil, que se sagrou tetracampeão em solo norte-americano.

O cenário pode voltar a se repetir após 32 anos. Para os supersticiosos, as coincidências são um prato cheio. Os Knicks já estão próximos de conquistar o título da NBA. Agora, resta saber o que o destino reserva ao Brasil na Copa do Mundo de 2026. 

Knicks na final

O New York Knicks protagonizou a maior virada da história das finais da NBA na madrugada de quinta-feira (11), recuperando-se de uma desvantagem de 29 pontos para derrotar o San Antonio Spurs no Jogo 4 por 107 a 106, no Madison Square Garden, em Nova York.

Agora, os Knicks lideram a série melhor de sete das finais da NBA por 3 a 1, com a chance de conquistar o título já no sábado (13), em San Antonio, no Jogo 5.

Brasil na Copa

A Seleção Brasileira, embora tenha vivido traumas nas últimas Copas do Mundo, chega à competição como a única que pode ser hexacampeã. O Brasil conquistou títulos nas edições de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.

Jornal da Espanha coloca Endrick como a grande esperança do Brasil na Copa

Mesmo com algumas incertezas, a seleção ainda chega como uma das favoritas para erguer a taça do maior torneio entre países.

No primeiro passo rumo ao “hexa”, o Brasil enfrenta o Marrocos, às 19h deste sábado (13), em Nova Jersey. Já o segundo jogo, é contra o Haiti, no dia 19 de junho, às 21h30, no Estádio da Filadélfia (EUA). A última partida é diante da Escócia, no dia 24 de junho, às 19h, em Miami.

Como funciona o formato da Copa do Mundo de 2026: grupos, fases e mudanças

Aí estão as barraquinhas do São João na principal avenida de Braga

13 June 2026 at 12:53

A grande novidade deste ano nas Festas do São João de Braga é o regresso à Avenida da Liberdade das “barraquinhas”, onde as associações do concelho mostram as suas atividades.

No total, a organização movimenta 365 entidades, para mais de 400 horas de programação.

O presidente da Associação Empresarial de Braga, Daniel Vilaça, disse que são esperados mais de um milhão de visitantes e apontou para um impacto económico de 20 milhões de euros.

Gigantones e cabeçudos, cavaquinhos, concertinas e cantares ao desafio são “ingredientes obrigatórios” do São João de Braga, que têm ainda no cartaz espetáculos com Rosinha e com os locais Amigos de Sobreposta, Funky Friends, Orquestra de Cordofones Tradicionais do Minho e Daniel Pereira Cristo e Siga a Farra.

Este ano, o São João de Braga tem um orçamento de 580 mil euros, superior em 130 mil euros ao de 2025.

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Workers begin removing Trump's name from Kennedy Center (Jonathan Edwards/Washington Post)

13 June 2026 at 12:45

Jonathan Edwards / Washington Post:
Workers begin removing Trump's name from Kennedy Center  —  After courts knocked down attempts to delay the signage change, the Kennedy Center missed the Friday deadline to remove President Donald Trump's name by midnight.  —  Summary  —  President Donald Trump's name is now being taken off the Kennedy Center.

I legami con Hezbollah e le minacce ibride: ecco perché la Tren de Aragua minaccia l'Europa

Per anni il Tren de Aragua è stato considerato un fenomeno criminale circoscritto al Venezuela, figlio del collasso economico e istituzionale che ha travolto il Paese sudamericano nell'ultimo decennio. Poi è arrivata l'espansione lungo le rotte migratorie dell'America Latina, la crescente attenzione degli Stati Uniti e infine un passaggio che ha cambiato la percezione del fenomeno anche nel Vecchio Continente: il suo approdo in Europa.

L'operazione che nel novembre 2025 ha portato allo smantellamento della prima cellula attiva del Tren de Aragua in Spagna ha rappresentato uno spartiacque. Tredici persone sono state arrestate tra Madrid, Barcellona, Gerona, Valencia e La Coruña. Secondo le autorità spagnole, supportate dalla polizia colombiana e dal programma europeo EL PACCTO 2.0, gli indagati non erano semplici simpatizzanti o criminali isolati, ma responsabili di sottostrutture dell'organizzazione dedite al traffico di droghe sintetiche e ad altre attività illecite.

Dalla prigione di Tocorón alla multinazionale del crimine

Per comprendere la portata della minaccia bisogna partire dalle sue origini. Il Tren de Aragua nasce all'interno del carcere di Tocorón, nello Stato venezuelano di Aragua. In un Venezuela segnato da iperinflazione, crisi economica e progressivo indebolimento dello Stato, l'organizzazione cresce fino a trasformare il penitenziario nel proprio quartier generale.

Per anni Tocorón è diventato il simbolo dell'assenza delle istituzioni. A guidarla Héctor Rusthenford Guerrero Flores, meglio conosciuto come "Niño Guerrero", figura divenuta quasi leggendaria nel sottobosco criminale venezuelano, ucciso in queste ore in un'operazione congiunta degli Stati Uniti e del Venezuela.

Da semplice gruppo carcerario, il Tren de Aragua si è trasformato in una rete criminale transnazionale. A favorirne la crescita è stata soprattutto la gigantesca diaspora venezuelana. Secondo le Nazioni Unite, oltre sette milioni di persone hanno lasciato il Paese negli ultimi anni, dando vita a uno dei più grandi movimenti migratori contemporanei. La banda ha seguito quelle stesse rotte.

La caratteristica distintiva del Tren de Aragua è la sua straordinaria adattabilità. Diversamente dai grandi cartelli messicani, non punta necessariamente al controllo militare del territorio. Preferisce creare piccole cellule autonome, inserirsi nei mercati criminali già esistenti e sfruttare le vulnerabilità sociali e istituzionali.

Negli Stati Uniti la preoccupazione è cresciuta rapidamente. Washington ha individuato nel gruppo una delle principali minacce emergenti provenienti dall'America Latina, fino a inserirlo tra le organizzazioni terroristiche straniere. Ma proprio la crescente pressione esercitata nelle Americhe potrebbe aver spinto parte della rete criminale verso nuovi spazi operativi meno esposti.

La Spagna come porta d'ingresso e il rischio di contagio europeo

Che il primo focolaio europeo sia stato individuato in Spagna non sorprende gli analisti.

Il Paese ospita una delle più grandi comunità venezuelane del continente, con solidi collegamenti storici, culturali e linguistici con il Sud America. Madrid e Barcellona rappresentano inoltre importanti hub logistici, favoriti dai collegamenti aerei con l'America Latina.

L'indagine coordinata dalla polizia spagnola ha permesso di individuare una struttura articolata. Gli arrestati avrebbero svolto ruoli di comando all'interno di diverse sottosezioni territoriali. Nel corso delle perquisizioni sono stati sequestrati laboratori destinati alla produzione di "tusi", la cosiddetta cocaina rosa, oltre a sostanze stupefacenti, telefoni criptati, denaro contante e documentazione ritenuta utile alle attività criminali. L'aspetto che più preoccupa gli investigatori riguarda il livello di organizzazione. Non si tratterebbe di un fenomeno spontaneo o improvvisato, ma di un tentativo di radicamento strutturato.

Per il momento la presenza del Tren de Aragua in Europa appare ancora limitata. Tuttavia, l'esperienza latinoamericana suggerisce cautela. Molte organizzazioni criminali iniziano la propria espansione attraverso cellule ridotte, apparentemente marginali, capaci però di crescere rapidamente sfruttando le opportunità offerte dalla globalizzazione.

Le droghe sintetiche rappresentano uno dei possibili mercati di interesse, ma non l'unico. Gli esperti temono un coinvolgimento crescente nello sfruttamento della prostituzione, nell'estorsione all'interno delle comunità migranti e nella gestione dei traffici di esseri umani.

Hezbollah, Iran e la zona grigia delle minacce ibride

L'aspetto più controverso riguarda i presunti collegamenti indiretti tra il Tren de Aragua e le reti vicine a Hezbollah e all'Iran presenti in America Latina. Nessuna indagine giudiziaria ha dimostrato l'esistenza di una catena di comando condivisa o di un coordinamento operativo stabile. Ciò che emerge da numerose analisi di sicurezza è piuttosto una "convergenza tattica".

Da decenni Hezbollah mantiene una presenza finanziaria e logistica in alcune aree dell'America Latina, in particolare nella cosiddetta Tripla Frontiera tra Argentina, Brasile e Paraguay. Diversi rapporti del Dipartimento del Tesoro statunitense hanno inoltre evidenziato il ruolo di cittadini venezuelani accusati di facilitare attività riconducibili alla rete sciita.

Alti funzionari militari venezuelani in esilio, inoltre, hanno denunciato che il governo di Nicolás Maduro collabora apertamente con gruppi legati all'Iran facilitando l'operato di queste organizzazioni, e che il Tren de Aragua agisce in sinergia con il Cartel de los Soles, una rete dell'élite militare venezuelana accusata di trafficare cocaina insieme a network legati a Hezbollah.

L'avvicinamento politico tra Caracas e Teheran ha ulteriormente alimentato le preoccupazioni degli analisti. Il Venezuela avrebbe rappresentato negli anni un ambiente favorevole alla sovrapposizione tra reti di contrabbando, facilitatori finanziari, gruppi criminali locali e soggetti legati agli interessi iraniani. In questo contesto, il Tren de Aragua verrebbe considerato l’attore criminale preferito, inserito in ecosistemi illegali che condividono rotte, intermediari e strumenti di riciclaggio.

Le reti utilizzate per il traffico di migranti e di droga potrebbero intersecarsi con altri canali illeciti senza che ciò comporti necessariamente una collaborazione strategica formalizzata. È proprio questa zona grigia a preoccupare maggiormente le agenzie occidentali. Le minacce contemporanee non si presentano più in forme facilmente classificabili. Terrorismo, criminalità organizzata e competizione geopolitica tendono sempre più a sovrapporsi.

Il Tren de Aragua rappresenta uno dei simboli di questa trasformazione: una banda nata all'interno di un carcere venezuelano che, sfruttando crisi migratorie, fragilità statali e opportunità offerte dalla globalizzazione, è riuscita a trasformarsi in un attore criminale transnazionale.

Todas as vezes que o Brasil foi campeão e teve o Bola de Ouro da Fifa

13 June 2026 at 12:30

O Brasil se habituou a ser campeão com os melhores jogadores do mundo no elenco, e em 1994 e 2002, a situação foi literal. O país levou para a casa a Copa do Mundo e os reconhecimentos da Fifa.

A primeira dobradinha brasileira foi em 1994, ano do tetracampeonato nos Estados Unidos liderado pela genialidade de Romário. O jogador foi eleito o melhor jogador do torneio e levou para casa o Fifa The Best.

Na seleção, foram sete jogos – todos como titular, e cinco gols. Romário foi vice-artilheiro do Mundial e marcou em todas as fases.

No Barcelona a fase também foi excepcional. Na temporada 1993/1994 Romário fez 33 jogos e marcou 30 gols. Recebeu um prêmio como maior goleador do país e somou cinco hat-tricks na temporada, um deles contra o Real Madrid.

A história se repetiu em 2002, no penta. Mesmo desacreditado, Ronaldo calou a boca dos críticos que o questionavam após suas graves lesões. Foram dele os dois gols que sacramentaam o título na grande final contra a Alemanha, quando se tornou o maior artilheiro da história das Copas até então.

Ao todo, Ronaldo marcou oito gols na Copa, em quase todas as fases  – só passou em branco nas quartas. Do Mundial brilhante, foi diretamente para o histórico time dos Galáticos no Real Madrid,

Por que demorou tanto?

O fato de um jogador brasileiro só ter sido reconhecido como melhor do mundo após a década de 1990 acende questionamentos: por que a demora, já que tivemos os melhores do Mundo nas campanhas de 1958, 1962 e 1970? A explicação é puramente burocrática.

No período em que o Rei do Futebol desfilava toda sua genialidade nos campos do Brasil e do mundo, apenas jogadores europeus concorriam à Bola de Ouro. Ou seja, a France Football “ignorava” jogadores de outros continentes entre 1956 e 1995. Pelé se despediu dos gramados em outubro de 1977.

Por conta disso, nomes históricos do futebol não tiveram a oportunidade de concorrer ao prêmio, como Maradona, Garrincha e Zico.

Já o The Best foi criado após esses títulos, em 1991.

Bola de Ouro “reconhece” Pelé

Em 2015, a tradicional revista francesa aproveitou a edição de 60 anos para revisar toda a lista de campeões e, com as regras atuais, passou a reconhecer antigos atletas também como campeões.

Com isso, Pelé, que nos deixou em 2022 aos 82 anos, foi reconhecido como vencedor em sete oportunidades: 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1964 e 1970. Além de Pelé, a France Football também reconheceu que Garrincha, em 1962, e Romário, em 1994, teriam levado a premiação.

Fifa The Best x Bola de Ouro

Os prêmios confundem, mas não são iguais. Criado em 1956 pela revista francesa France Football, o Bola de Ouro é o prêmio individual mais antigo, tradicional e prestigioso do futebol. Considera a temporada europeia, de agosto a julho.

Já o The Best foi criado pela Fifa em 1991. Antigamente chamado de “Jogador do Ano”, foi rebatizado em 2016, e analisa o desempenho em um ano de janeiro a dezembro.

Vale lembrar que, entre 2010 e 2015, ambas as premiações foram unificadas, passando a se chamar Fifa Ballon d’Or. No entanto, a parceria foi encerrada em 2016, quando voltaram a ser realizadas separadamente.

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