Normal view

Received — 8 June 2026 Milenio Stadium

Encontro técnico destaca prontidão de Toronto para o Mundial FIFA 2026

8 June 2026 at 14:57
Photo: CBC

A contagem decrescente chegou ao fim. Toronto prepara-se para receber o mundo como uma das cidades anfitriãs do Mundial FIFA 2026, que decorrerá entre 11 de junho e 19 de julho. A cidade acolherá seis jogos da competição e será palco do FIFA Fan Festival Toronto, um dos principais centros de celebração para adeptos, residentes e visitantes durante o torneio.

Num encontro técnico, responsáveis municipais, forças de segurança, operadores de transporte e serviços de emergência apresentaram os últimos detalhes da operação que irá apoiar aquele que é considerado o maior evento desportivo da história da cidade.

A sessão contou com a participação dos seguintes oradores: Julia Oosterman, Diretora de Comunicações da Cidade de Toronto; Sharon Bollenbach, Diretora Executiva do Secretariado FIFA da Cidade de Toronto; Andrew Posluns, Diretor de Gestão do Trânsito e Mobilidade; Robert Johnson, Chefe-Adjunto do Serviço de Polícia de Toronto; Fort Monaco, Diretor de Operações da Comissão de Transportes de Toronto (TTC); e Sean Fuller, Diretor de Operações da Metrolinx.

Estiveram igualmente disponíveis para responder a questões porta-vozes das várias entidades envolvidas, nomeadamente da saúde pública, bombeiros, serviços paramédicos, gestão de emergências, licenciamento municipal, planeamento médico e estacionamento da cidade.

A mensagem deixada pelos vários responsáveis foi clara: Toronto está preparada para receber centenas de milhares de visitantes, graças a um plano integrado que envolve mobilidade, segurança, saúde pública e gestão de multidões.

Em entrevista ao jornal Milénio, Sharon Bollenbach destacou a importância histórica do Mundial para Toronto e para o Canadá, sublinhando que a cidade está preparada para receber o evento “estamos prontos para receber o mundo em Toronto. O estádio está preparado e tivemos uma excelente oportunidade de o testar em maio, com lotação máxima, e tudo correu muito bem”, afirmou.

Sharon Bollenbach destacou também a programação de eventos espalhados pela cidade, sublinhando que a celebração é para todos “não é apenas para visitantes, é também para os residentes de Toronto. Queremos que toda a cidade faça parte desta experiência”, acrescentou.

A segurança será um dos pilares fundamentais da operação durante o Mundial. Em declarações ao Milénio, Robert Johnson, Chefe-Adjunto do Serviço de Polícia de Toronto, explicou que o planeamento começou há mais de três anos e envolveu uma estreita colaboração entre diversas entidades “há mais de três anos que nos preparamos para este evento. Desenvolvemos um modelo de segurança integrada com parceiros municipais, provinciais, federais e internacionais, para garantir que adeptos, residentes e visitantes possam desfrutar do torneio com toda a tranquilidade”, afirmou.

Segundo o dirigente os visitantes podem esperar uma presença policial visível nas zonas de maior afluência, mas o principal objetivo será assegurar um ambiente seguro e acolhedor para todos “os visitantes verão uma presença policial forte e visível, mas o nosso objetivo é garantir que todos possam desfrutar do evento de forma segura e tranquila”, sublinhou.

Os responsáveis presentes deixaram ainda um apelo à colaboração da população e dos adeptos que irão participar nas celebrações.

“Pedimos a todos que sigam as orientações das autoridades e da organização. Quando trabalhamos em conjunto, contribuímos para criar um ambiente seguro e positivo para todos”, referiram.

Para facilitar a deslocação de adeptos e visitantes, a cidade implementará um plano especial de mobilidade. O transporte público será a principal forma de acesso aos jogos e eventos, não estando disponível estacionamento público junto ao Toronto Stadium nem nas zonas de Liberty Village e Fort York.

Os serviços da TTC, GO Transit e UP Express serão reforçados durante o torneio. A partir de 10 de junho, as linhas Lakeshore West e Lakeshore East da GO Transit passarão a operar com frequências de 15 minutos durante grande parte do dia, permitindo responder ao aumento significativo da procura. As autoridades recomendam que os adeptos planeiem as suas viagens com antecedência e privilegiem os transportes públicos, a bicicleta ou os percursos pedonais.

Além dos jogos, o FIFA Fan Festival Toronto promete transformar Fort York e The Bentway num grande espaço de convívio e celebração multicultural. Entre 11 de junho e 19 de julho, os visitantes poderão assistir aos jogos em ecrãs gigantes, desfrutar de animação ao vivo, experiências interativas e uma oferta gastronómica internacional com mais de 30 vendedores de comida.

As celebrações arrancam oficialmente a 10 de junho com o FIFA Countdown Concert, um espetáculo que ligará simultaneamente Toronto, Cidade do México e Los Angeles. O cartaz inclui nomes como Bryan Adams, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream, AHI e Wyclef Jean, num evento que pretende simbolizar a união entre as três nações anfitriãs do Mundial.

O legado da competição é outro dos aspetos destacados pela cidade. Entre as iniciativas previstas encontram-se a expansão de programas gratuitos de futebol para jovens, a construção de novos mini-campos em parques municipais, o apoio a projetos comunitários e programas de formação e emprego destinados a jovens de comunidades sub-representadas.

Também as infraestruturas desportivas receberam investimentos significativos. Em parceria com a Maple Leaf Sports & Entertainment (MLSE), a cidade concluiu as obras de modernização do Toronto Stadium, num investimento de 157,9 milhões de dólares. As melhorias permitirão não só cumprir os requisitos da FIFA, mas também reforçar a capacidade do recinto para acolher futuros eventos desportivos e culturais.

O Centennial Park servirá igualmente como centro oficial de treinos das seleções participantes. Após o torneio, as instalações serão devolvidas à comunidade, ficando disponíveis para ligas locais e atividades recreativas.

Sob o lema “The World in a City” (O Mundo numa Cidade), Toronto prepara-se agora para mostrar ao mundo a diversidade cultural que a caracteriza. Com dezenas de iniciativas comunitárias, eventos culturais espalhados pelos bairros e milhares de adeptos esperados ao longo das próximas semanas, a cidade está pronta para viver um momento histórico que promete deixar marcas muito para além do futebol.

Francisco PegadoP/MS

Received — 5 June 2026 Milenio Stadium

Davies will be held out for Canada’s 1st game

5 June 2026 at 15:15
Créditos: CBC

Canada’s highly anticipated home-soil World Cup campaign will kick off without its most crucial player on the pitch.

Superstar left-back and team captain Alphonso Davies officially confirmed he will miss Canada’s tournament opener against Bosnia and Herzegovina on June 12. Speaking on a local sport’s show, the 25-year-old acknowledged that a lingering hamstring injury will keep him sidelined for the historic match.

Davies has endured a grueling physical stretch this year. After suffering a torn ACL during a Concacaf Nations League match in late March, his recovery has been plagued by consecutive hamstring issues. The most recent flare-up occurred during Bayern Munich’s Champions League semifinal against Paris Saint-Germain, forcing him to sit out the remainder of his club’s season, including the DFB-Pokal final.

Despite his absence from the roster, Davies is back on Canadian soil and actively rehabilitating. After missing the national team’s initial training camp in North Carolina, he rejoined the squad in his hometown of Edmonton. He was recently spotted testing his hamstring with a light run before Canada’s 2-0 friendly victory over Uzbekistan.

Head coach Jesse Marsch emphasized that the national team is in close communication with Bayern Munich’s medical staff, making sure Davies doesn’t feel any pressure to hamper his recovery. Daily monitoring is in place to prioritize his long-term health over the World Cup needs.

While missing the opener is a crushing blow, Davies remains cautiously optimistic about the rest of the group stage. Canada is scheduled to face Qatar on June 18 and Switzerland on June 24 in Vancouver.

“I want to play, of course… especially in a home World Cup, but we have to face reality,” Davies admitted. Stressing the danger of rushing back-to-back injuries, his return will depend on how his body responds to treatment in the coming weeks, with the possibility for a later appearance.

RS/MS

Atletismo: Isaac Nader segundo nos 1500 metros da Liga Diamante de Rabat

5 June 2026 at 15:13

 

Créditos: JN

O atleta português Isaac Nader, campeão do Mundo, terminou na segunda posição os 1500 metros da etapa de Rabat da Liga Diamante, com a sua melhor marca do ano.

O atleta do Benfica correu em 3.30,43 minutos, mais de dois segundos abaixo da sua anterior melhor marca de 2026 (3:32.44), numa corrida ganha pelo norte-americano Yared Nuguse, com um novo recorde do meeting (3.30,35), com o francês Azeddine Habz a ser terceiro, em 3.30,68.

Na sua estreia em etapas da Liga Diamante, José Carlos Pinto, que, devido ao cancelamento do seu voo, só chegou hoje a Rabat, terminou na 14.ª posição, em 3.33,94 minutos.

Na prova feminina, Patrícia Silva terminou na quarta posição, com um novo recorde pessoal, de 4.00,40 minutos, superando em quase dois segundos a sua anterior melhor marca, que era de 4.02,23, conseguida em 20 de maio.

Salomé Afonso conseguiu a sua melhor corrida de 2026, com 4.01,84 minutos, ainda a mais de dois segundos do recorde pessoal (3.59,32).

A etíope Freweyni Hailu venceu em 3.58,25 minutos, à frente da compatriota Haregeweyni Kalayu (3.59,28) e da francesa Agathe Guillemot (3.59,60).

Liliana Cá foi oitava no lançamento do disco, com uma marca de 61,87 metros, à segunda tentativa, ficando a três centímetros da sua melhor marca do ano, mas ainda longe do seu recorde pessoal de 66,40.

Terceira nos Europeus de 2024, a atleta do Sporting conseguiu ainda mais dois lançamentos acima dos 60 metros (60,46 e 61,57), além de dois nulos, num concurso ganho pela norte-americana Valarie Sion, com 68,75, um novo recorde do meeting, seguida da neerlandesa Jorinde van Klinken (66,72) e da compatriota Laulauga Tausaga (65,94).

JN/MS

Vox Pop: Toronto no centro do mundo: vozes sobre o Mundial 2026 e o sonho português

5 June 2026 at 15:03

 

Toronto prepara-se para fazer história ao receber o primeiro jogo de sempre de um Mundial masculino em solo canadiano, num momento que coloca a cidade sob os holofotes do futebol mundial. Sob o tema “The World in a City”, ouvimos a opinião de comentadores do programa desportivo Fora de Jogo — Patrícia Borges, Rui Alves, Carlos Carneiro, Sérgio Esteves e Luís Costa — que analisam a capacidade de Toronto para acolher um evento desta dimensão e partilham ainda as suas expectativas para a Seleção Nacional no Mundial 2026, incluindo o nome que gostariam de ver a erguer o troféu caso Portugal chegue à final.

 

Patricia Borges

Toronto vai receber o primeiro jogo de sempre de um Mundial masculino em solo canadiano. Achas que a cidade está preparada para mostrar ao mundo o que significa ser ‘The World in a City’?

Toronto teve muitos anos para se preparar para receber um evento desta dimensão e, apesar dos esforços feitos, ainda existem aspetos que levantam algumas dúvidas. Em vários pontos da cidade nota-se que algumas intervenções foram concluídas muito perto do prazo, incluindo estruturas temporárias no estádio, o que naturalmente gera alguma preocupação entre os adeptos.

Acredito que tudo tenha sido realizado de acordo com os padrões de segurança exigidos, mas um Mundial é um evento que exige excelência em todos os detalhes. Organização, planeamento e infraestrutura são fundamentais para garantir que jogadores, adeptos e visitantes possam desfrutar desta grande festa do futebol com conforto, tranquilidade e segurança.

Toronto é uma cidade multicultural e vibrante, conhecida por acolher pessoas de todo o mundo. Agora terá a oportunidade de mostrar essa identidade ao planeta inteiro, e espero sinceramente que esteja à altura desse desafio.

Se Portugal chegasse à final do Mundial 2026, qual seria o jogador que mais gostavas de ver levantar a taça — e porquê? O que esperas de Portugal?

Gostava muito de ver Portugal chegar à final do Mundial 2026. A nossa seleção tem qualidade, talento e alguns dos melhores jogadores do mundo. Mas, mais do que isso, será fundamental haver união, espírito de equipa e a capacidade de acreditar até ao último minuto de cada jogo.

Se tivesse de escolher um jogador para levantar a taça, seria o nosso capitão, Cristiano Ronaldo. Depois de tudo o que conquistou ao longo da carreira e de tudo o que representou para a seleção nacional, seria um momento histórico vê-lo erguer o troféu mais importante do futebol. É um sonho partilhado por muitos portugueses e um reconhecimento merecido por anos de dedicação e entrega ao país.

Acima de tudo, espero que Portugal faça um grande Mundial, jogue com ambição e mostre ao mundo a qualidade do futebol português. E quem sabe? Talvez 2026 seja finalmente o ano em que trazemos a taça para casa. 

Rui Alves

Toronto vai receber o primeiro jogo de sempre de um Mundial masculino em solo canadiano. Achas que a cidade está preparada para mostrar ao mundo o que significa ser ‘The World in a City’?

Penso que sim: Toronto está preparada para mostrar ao mundo que sabe organizar grandes eventos. É difícil encontrar uma cidade tão multicultural como Toronto, onde se falam tantas línguas e convivem pessoas de origens tão diversas.

Temos verdadeiramente um mundo dentro desta cidade, com inúmeras culturas a demonstrarem as suas tradições e paixões. Uns vivem intensamente o futebol, enquanto outros acompanham com entusiasmo o hóquei, o basquetebol, o basebol e muitas outras modalidades.

Gostaria também de destacar a excelência da restauração local. Os visitantes encontrarão uma enorme variedade gastronómica, representando sabores de praticamente todos os cantos do mundo. Estou convencido de que Toronto deixará uma excelente impressão em todos os amantes deste Mundial de 2026, tal como aconteceu no Mundial Sub-20 de 2007. Tive o prazer de assistir ao jogo entre Portugal e a Nova Zelândia, bem como à grande final, na qual a Argentina se sagrou campeã do mundo.

Se Portugal chegasse à final do Mundial 2026, qual seria o jogador que mais gostavas de ver levantar a taça — e porquê? O que esperas de Portugal?

Portugal já contou com grandes jogadores ao longo da sua história. Eusébio, por exemplo, levou o nome de Portugal aos mais altos patamares do futebol mundial. No entanto, se a taça vier para Portugal, acredito que, apesar de considerar que temos atualmente uma geração de grande qualidade e de não concordar com a titularidade de Cristiano Ronaldo, ele merece a honra de levantar o troféu. Por tudo o que conquistou, pelos recordes que bateu e pelo impacto que teve no futebol mundial, seria um reconhecimento justo da sua extraordinária carreira. Quanto à seleção portuguesa, espero, no mínimo, uma presença nas meias-finais, embora acredite que temos qualidade suficiente para sonhar com algo ainda maior.

Carlos Carneiro

Toronto vai receber o primeiro jogo de sempre de um Mundial masculino em solo canadiano. Achas que a cidade está preparada para mostrar ao mundo o que significa ser ‘The World in a City’?

Sim, acredito sinceramente que Toronto estará preparada para receber um evento desta dimensão. É uma cidade moderna, multicultural e habituada a acolher grandes acontecimentos internacionais. Durante esse período, os olhos do mundo estarão voltados para Toronto, e isso trará uma enorme responsabilidade, mas também uma grande oportunidade para mostrar a sua capacidade de organização, hospitalidade e diversidade. Tenho confiança de que a cidade saberá responder à altura do desafio e proporcionar uma experiência memorável para todos os que a visitarem.

Se Portugal chegasse à final do Mundial 2026, qual seria o jogador que mais gostavas de ver levantar a taça — e porquê? O que esperas de Portugal?

Quanto a Portugal, o meu maior desejo é vê-lo chegar à final. Seria um momento de enorme orgulho para todos os portugueses espalhados pelo mundo. E, se pudesse escolher uma história perfeita para esse percurso, gostaria que Cristiano Ronaldo fosse uma das figuras centrais. Não apenas pelo jogador extraordinário que é e por todos os recordes que conquistou, mas sobretudo pelo caminho que percorreu para chegar onde chegou. A sua história é um exemplo de trabalho, disciplina, sacrifício e perseverança. Cristiano Ronaldo é muito mais do que um jogador de futebol: é um símbolo de perseverança, ambição e orgulho nacional. Ao longo da sua carreira, levou o nome de Portugal ao mundo e inspirou milhões de pessoas.

Sérgio Esteves

Toronto vai receber o primeiro jogo de sempre de um Mundial masculino em solo canadiano. Achas que a cidade está preparada para mostrar ao mundo o que significa ser ‘The World in a City’?

Penso que Toronto estará totalmente preparada para receber um evento desta dimensão. O aumento da capacidade do BMO Field, a excelente oferta hoteleira, os inúmeros bares e restaurantes, a qualidade dos transportes públicos e, acima de tudo, a hospitalidade dos seus habitantes criam as condições ideais para uma experiência inesquecível. Além disso, Toronto é uma das cidades mais multiculturais do mundo, o que significa que contará com adeptos de praticamente todas as seleções participantes. Estou convicto de que será um momento memorável para a cidade e para todos aqueles que a visitarem.

Se Portugal chegasse à final do Mundial 2026, qual seria o jogador que mais gostavas de ver levantar a taça — e porquê? O que esperas de Portugal?

Se Portugal chegar à final e conquistar o tão desejado título, acredito que será Cristiano Ronaldo, o nosso eterno capitão, a erguer a taça. Seria uma forma perfeita de encerrar a sua extraordinária carreira ao serviço da Seleção Nacional e, ao mesmo tempo, uma espécie de homenagem do próprio futebol a tudo aquilo que CR7 deu ao jogo ao longo de mais de duas décadas.

Acredito que Portugal tem qualidade, talento e experiência para vencer a competição. No entanto, não podemos ignorar o enorme potencial de outras seleções candidatas ao título. França, Espanha, Argentina e Inglaterra possuem plantéis de enorme qualidade e certamente terão uma palavra importante a dizer na luta pelo troféu. Ainda assim, tenho confiança de que Portugal reúne todas as condições para sonhar alto e lutar pelo maior objetivo de todos.

Luis Costa

Toronto vai receber o primeiro jogo de sempre de um Mundial masculino em solo canadiano. Achas que a cidade está preparada para mostrar ao mundo o que significa ser ‘The World in a City’?

Acho que ainda não estamos totalmente preparados para receber o Mundial, tanto ao nível das infraestruturas como das condições de acesso. Existem vários aspetos que ainda precisam de ser melhor trabalhados para garantir uma experiência mais fluida, segura e confortável para os adeptos. As bancadas que foram montadas no BMO Field, por exemplo, deixam um pouco a desejar, tanto em termos de qualidade como de organização. Ainda assim, espero que tudo corra bem, porque sabemos que este é um grande desafio para a organização e envolve muita responsabilidade.

Se Portugal chegasse à final do Mundial 2026, qual seria o jogador que mais gostavas de ver levantar a taça — e porquê? O que esperas de Portugal?

A nossa seleção tem tudo para chegar à final, qualidade não falta e o grupo é forte, mas como já estamos habituados a fazer algumas contas de calculadora ao longo das fases da competição, espero que desta vez isso não seja necessário, até porque somos cabeças de série. No entanto, se conseguirmos chegar ao título de campeões, para mim o Ronaldo deveria ser o capitão e quem levanta o troféu, por tudo o que já fez por nós ao longo da carreira e pela importância que sempre teve na nossa seleção.

Romulo M. Avila/MS

“O Canadá não está preparado para receber um Campeonato do Mundo” – José Carlos Silva

5 June 2026 at 14:57
Créditos: CBC

Com décadas de ligação ao futebol luso-canadiano e ao Gil Vicente Toronto, em particular, José Carlos Silva olha para o Campeonato do Mundo de 2026 com um misto de entusiasmo e ceticismo. Embora reconheça a dimensão histórica do torneio que terá o Canadá como um dos países anfitriões, considera que o evento deixará sobretudo um impacto económico, sem provocar mudanças profundas na realidade do futebol canadiano. Nesta entrevista ao Milénio Stadium, analisa a preparação do país para receber a competição, avalia as hipóteses da seleção canadiana e partilha as suas expectativas para Portugal e para as principais candidatas ao título mundial.

Milénio Stadium: O Campeonato do Mundo de 2026 será o maior da história e terá o Canadá como um dos países anfitriões. Que impacto acredita que este evento terá no desporto canadiano e na forma como o futebol é encarado no país a longo prazo?

José Carlos Silva. DR.

José Carlos Silva: Ok, eu vou ser muito simples. O impacto que vai ter para mim como uma pessoa ligada ao futebol há tantos anos, a nível da comunidade, há 30 e tal anos, não vai ser nenhum.

A mentalidade não mudou. Vai ter impacto a nível financeiro. A nível desportivo, zero.

Porque, para mim, a nível profissional das pessoas ligadas ao futebol rei, a cidade de Toronto em si e o Canadá não estavam preparados (e não estão…) para receber um evento desta dimensão, como um campeonato do mundo.  No Canadá continuam a ser o hóquei, o basquetebol e o basebol os desportos mais protegidos. O Governo, não aposta no futebol.

Por isso, para mim, não vai ser haver impacto nenhum. Vai passar aquela euforia a nível de imigrantes, Alemanha, Portugal e outros imigrantes aqui dos nossos países da Europa, Brasil e o resto, para mim, não vai ter impacto nenhum

MS: Toronto acolherá seis jogos do Campeonato do Mundo, incluindo o primeiro jogo da seleção canadiana em solo nacional. O que significa para uma cidade tão multicultural receber um evento desta dimensão?JCS: Pode significar muito, como de um momento para o outro, nada. Primeiro, não temos estruturas preparadas para fazer jogos desse tipo, como a Europa tem, como a América tem. Isso é um ponto de partida.

Continuo a dizer, nós, canadianos, Toronto, as suas autoridades, as suas pessoas, não estávamos preparados para receber jogos como o campeonato do mundo. E nota-se isso a nível do nosso BMO, do nosso clube de Toronto. Não há nível da Europa e dos outros países que já realizaram o campeonato do mundo. Para mim, vai ser um fracasso. 

MS: O Canadá conta atualmente com uma geração de jogadores que elevou o estatuto da seleção nacional. Até onde acredita que a equipa poderá chegar neste Campeonato do Mundo disputado em casa?

JCS: Cada jogo tem uma história.

Cada equipa depende de si, mas depende também do adversário que vai ter pela frente. Para mim, o Canadá tem 3, 4 jogadores que sobressaem. De resto, não são jogadores de alto gabarito.

São jogadores que a nível internacional se nota que não estão nos grandes patamares, como temos jogadores portugueses, alemães, franceses, etc. 

MS: A comunidade portuguesa é uma das maiores e mais apaixonadas comunidades futebolísticas do Canadá. Que expectativas tem em relação à seleção portuguesa e ao seu desempenho no torneio?

JCS: Eu vou ser sincero. Temos uma geração incrível a nível de jogadores, desde o guarda-redes ao avançado, mas tudo depende do nosso selecionador. É preciso saber pôr as pedras no sítio.

E eu noto que isso não tem acontecido regularmente. Temos um líder, capitão, mas que já não é jogador para 90 minutos. Eu espero que o treinador tenha a força e a coragem de pôr aqueles que estão preparados para fazer 90 minutos e que nos deem a grande alegria.

MS: Olhando para o panorama internacional, quais são, na sua opinião, as três seleções com maior probabilidade de conquistar o Campeonato do Mundo de 2026 e porquê?

JCS: A Alemanha, a Espanha e a Argentina têm sempre uma palavra a dizer, como o Brasil. Mas o Brasil tem sido uma seleção de altos e baixos. E tem havido muitos problemas a nível interno, no balneário, e isso não é bom para um grupo.

Para mim, a Argentina, a Alemanha e a Espanha. A Espanha porque é uma equipa jovem, com muito talento. A Alemanha também. Vem a construir uma equipa com muita força e muito talento.

Madalena Balça/MS

Ontário assume Gardiner e DVP em 2027

5 June 2026 at 14:49
Créditos: CBC

O Governo do Ontário vai assumir oficialmente a gestão da Gardiner Expressway e da Don Valley Parkway no outono de 2027, anunciou o primeiro-ministro Doug Ford, ao lado da presidente da Câmara de Toronto, Olivia Chow.

Até lá, a província pagará até 353 milhões de dólares à cidade para garantir a operação e manutenção das duas vias. Segundo Olivia Chow, a transferência permitirá libertar verbas municipais para outras prioridades, como reparações na TTC, estradas, pontes e parques.

Doug Ford garantiu que as autoestradas continuarão sem portagens e afirmou que a medida faz parte do plano provincial para reduzir o congestionamento rodoviário. Desde 2023, Ontário já investiu cerca de 430 milhões de dólares na manutenção destas infraestruturas.

Fonte: CBC

“Espero que inspire as futuras gerações e desperte um novo sentimento de orgulho e paixão pelo Canadá” – Dwayne De Rosario

5 June 2026 at 14:25
Créditos: CBC

Quando Dwayne De Rosario vestia a camisola da seleção canadiana, dificilmente imaginaria que um dia o Canadá receberia jogos de um Campeonato do Mundo de Futebol. Considerado um dos maiores jogadores da história do futebol canadiano, o antigo internacional acompanhou de perto a evolução da modalidade no país e acredita que o Mundial de 2026 representa um momento transformador para o futebol canadiano.

Atualmente embaixador da Cidade de Toronto para o Campeonato do Mundo de Futebol 2026, De Rosario vê o torneio como uma oportunidade única para inspirar as futuras gerações, fortalecer o orgulho nacional e consolidar o crescimento que o futebol tem registado nas últimas décadas. Na sua opinião, a chegada da Major League Soccer ao Canadá foi determinante para mudar a realidade da modalidade, criando novas oportunidades para jovens atletas e aproximando as comunidades em torno do jogo.

Nesta entrevista ao Milénio Stadium, fala sobre o significado de ver o Canadá acolher um Mundial, as expectativas para a seleção nacional, o legado que espera deixar às próximas gerações e as possibilidades de Portugal numa competição que promete captar a atenção do mundo inteiro.

Milénio Stadium: Como antigo internacional canadiano e atual embaixador do Campeonato do Mundo de 2026, o que sente ao ver o Canadá receber, pela primeira vez, jogos de um Mundial masculino em casa?

Dwayne De Rosario: É um momento histórico para o desporto no Canadá, mas sobretudo para o crescimento e a evolução do futebol no país.

MS: Toronto e Vancouver estarão no centro das atenções do mundo do futebol durante várias semanas. Que legado espera que este evento deixe para as futuras gerações de jogadores canadianos?

DdR: Acima de tudo, espero que inspire as futuras gerações e desperte um novo sentimento de orgulho e paixão pelo Canadá, algo que ainda não vimos verdadeiramente neste país.

MS: Quando representava o Canadá, imaginava que o país pudesse um dia organizar um Campeonato do Mundo desta dimensão? O que mudou no futebol canadiano para tornar isso possível?

DdR: Nunca imaginei que o Canadá viesse a organizar um Campeonato do Mundo, sobretudo devido à falta de apoio e de reconhecimento que o futebol recebia. O maior fator de mudança foi a chegada da MLS ao Canadá. Foi isso que impulsionou o crescimento da modalidade e criou oportunidades para os jovens sonharem em jogar numa liga profissional e num ambiente de alto nível. Também permitiu que a comunidade futebolística se unisse e partilhasse a paixão pelo jogo todas as semanas. Isso transformou completamente o panorama do futebol no Canadá.

MS: A seleção canadiana vive atualmente um momento de talento e visibilidade sem precedentes. Quais são as suas expectativas para a equipa e qual considera ser um objetivo realista para o Canadá neste torneio?

DdR: Pessoalmente, sinto-me muito orgulhoso e entusiasmado com o futuro da nossa Seleção Nacional. Os nossos jogadores estão a ter um desempenho extraordinário nas suas carreiras individuais e também enquanto equipa nacional. Agora, as associações e os organismos dirigentes provinciais precisam de acompanhar o talento que existe em campo. Precisamos de mais juventude, novas ideias e uma nova energia nos processos de decisão para levar todo o programa do futebol canadiano a um nível ainda mais elevado.

MS: Portugal continua a ser uma das seleções mais respeitadas do futebol mundial e desperta, naturalmente, enorme interesse junto da comunidade luso-canadiana. Como avalia as hipóteses portuguesas no Mundial e quem considera ser o principal candidato ao título em 2026?

DdR: Portugal sempre foi um país com jogadores muito talentosos e uma equipa altamente competitiva. Acredito que tem excelentes hipóteses de chegar longe neste Campeonato do Mundo.

MB/MS

“Poderá tornar-se um marco decisivo no crescimento do futebol canadiano” – Samuel Gyeke-Amoako

5 June 2026 at 14:16
@FIFA

A menos de um ano do arranque do Campeonato do Mundo de Futebol de 2026, a expectativa continua a crescer em todo o Canadá. Pela primeira vez na história, o país será um dos anfitriões da maior competição futebolística do planeta, acolhendo jogos em Toronto e Vancouver e recebendo adeptos de todos os cantos do mundo. Para muitos especialistas, o impacto do torneio irá muito além das quatro linhas, deixando um legado duradouro ao nível do desenvolvimento do futebol, da participação dos jovens e do fortalecimento da identidade multicultural canadiana.

Para analisar o significado deste momento histórico, o Milénio Stadium conversou com Samuel Gyeke-Amoako, Diretor Técnico e Treinador Principal do Sporting FC de Toronto. Com uma vasta experiência no desenvolvimento de atletas e na formação de jovens jogadores, Gyeke-Amoako acredita que o Mundial poderá transformar a forma como o futebol é encarado no Canadá, inspirando futuras gerações e consolidando o crescimento que a modalidade tem registado nos últimos anos. Nesta entrevista, fala ainda sobre as perspetivas para a seleção canadiana, as hipóteses de Portugal e as equipas que considera favoritas à conquista do título mundial.

Milénio Stadium: O Campeonato do Mundo de 2026 será o maior da história e terá o Canadá como um dos países anfitriões. Que impacto acredita que este evento terá para o desporto canadiano e para a forma como o futebol é visto no país a longo prazo?

Samuel Gyeke Amoako. DR.

Samuel Gyeke-Amoako: O Campeonato do Mundo FIFA 2026 representa um momento histórico para o futebol no Canadá. Embora o entusiasmo imediato seja enorme, o verdadeiro impacto será medido pelo legado que permanecer após o torneio. Acredito que veremos um aumento da participação ao nível da formação, um maior investimento em infraestruturas, formação de treinadores e percursos de desenvolvimento para jogadores, bem como uma ligação mais forte entre o futebol profissional e o comunitário.

Durante muitos anos, o futebol foi um dos desportos mais praticados no Canadá, mas nem sempre recebeu o mesmo reconhecimento que outras modalidades. Organizar um Mundial oferece uma oportunidade única para alterar essa perceção. Os jovens poderão ver atletas de classe mundial a competir nas suas próprias comunidades e acreditar que representar o Canadá no palco internacional é um objetivo alcançável. Se o investimento continuar depois de 2026, este torneio poderá tornar-se um marco decisivo no crescimento do futebol canadiano durante gerações.

MS: Toronto receberá seis jogos do Mundial, incluindo o primeiro encontro da seleção canadiana em solo nacional. O que significa para uma cidade tão multicultural acolher um evento desta dimensão?

SGA:Toronto é uma das cidades mais diversificadas do mundo e o futebol é o desporto que melhor reflete essa diversidade. Cada bairro, comunidade e grupo cultural tem uma ligação ao jogo. Receber o Campeonato do Mundo não é apenas um acontecimento desportivo; é também uma celebração da identidade multicultural da cidade.

O ambiente será único, porque adeptos de todas as partes do mundo já chamam Toronto de casa. Será uma oportunidade rara para diferentes comunidades se reunirem, celebrarem as suas origens e partilharem a paixão pelo futebol. Para muitos recém-chegados e famílias imigrantes, o futebol é uma importante ligação às suas raízes, e o Mundial mostrará como o desporto consegue unir pessoas independentemente da língua, cultura ou origem.

MS: O Canadá conta atualmente com uma geração de jogadores que elevou o estatuto da seleção nacional. Até onde acredita que a equipa poderá chegar neste Mundial disputado em casa?

SGA: O Canadá chega a este Campeonato do Mundo com um nível de confiança e experiência internacional que gerações anteriores não tiveram. Jogadores como Alphonso Davies, Jonathan David, Stephen Eustáquio e outros já provaram o seu valor ao mais alto nível do futebol de clubes e ajudaram a estabelecer o Canadá como uma nação respeitada no panorama futebolístico mundial.

Jogar em casa traz pressão adicional, mas também um enorme apoio dos adeptos. Se a seleção conseguir ultrapassar a fase de grupos, acredito que alcançar os oitavos-de-final ou mesmo os quartos-de-final é um objetivo realista. A partir daí, muito dependerá do momento, da confiança e dos detalhes de cada jogo. Embora a conquista do título continue a ser um desafio considerável, esta equipa tem capacidade para realizar exibições memoráveis e inspirar todo um país.

MS: A comunidade portuguesa é uma das maiores e mais apaixonadas comunidades futebolísticas do Canadá. Que expectativas tem em relação à seleção portuguesa e ao seu desempenho no torneio?

SGA: Portugal continua a ser uma das seleções mais talentosas do futebol mundial. O país desenvolveu uma identidade assente na qualidade técnica, inteligência tática e num excelente sistema de formação que continua a produzir jogadores de elite.

Com uma combinação de líderes experientes e jovens talentos emergentes, Portugal entra na competição como um sério candidato ao título. As expectativas da comunidade portuguesa serão naturalmente elevadas, porque o nível apresentado pela seleção nos últimos anos tem sido excecional. Ganhar um Campeonato do Mundo é sempre extremamente difícil, mas Portugal possui a qualidade, profundidade e experiência necessárias para competir com as melhores equipas do mundo e chegar longe na prova.

MS: Olhando para o panorama internacional, quais são, na sua opinião, as três seleções com maiores probabilidades de conquistar o Campeonato do Mundo de 2026 e porquê?

SGA: As minhas três escolhas seriam Portugal, Gana e França.

Portugal continua a ser uma das equipas mais completas do futebol internacional. O seu sistema de formação produz constantemente jogadores tecnicamente evoluídos e taticamente inteligentes, além de possuir um excelente equilíbrio entre experiência e juventude. Tem a qualidade e profundidade necessárias para competir com qualquer seleção.

Gana talvez não seja vista como uma das favoritas tradicionais, mas admito que existe aqui alguma ligação pessoal. Como alguém com raízes ganesas, apoiarei sempre os Black Stars. Ainda assim, Gana tem demonstrado repetidamente a sua capacidade para competir ao mais alto nível, produzindo jogadores talentosos que atuam nas principais ligas europeias. O seu atletismo, paixão e resiliência fazem dela uma equipa capaz de surpreender muita gente.

A França continua a ser uma das grandes potências do futebol mundial. A profundidade do seu talento e a experiência acumulada em grandes competições fazem dela uma candidata permanente ao título. Tem demonstrado capacidade para chegar às fases decisivas dos grandes torneios e adaptar-se a diferentes adversários e contextos de jogo.

Se me fosse permitida uma quarta escolha, seria sem dúvida o Canadá. Existe algum favoritismo, naturalmente, por ser o meu país, mas a verdade é que o crescimento do futebol canadiano na última década tem sido notável. A jogar em casa, apoiado por adeptos apaixonados e liderado por uma geração talentosa de jogadores, o Canadá tem a oportunidade de criar momentos especiais e continuar a inspirar as futuras gerações de futebolistas.

A beleza do Campeonato do Mundo está precisamente na sua imprevisibilidade. Estas são as minhas escolhas, mas todos os torneios produzem surpresas e é isso que faz do Mundial o evento desportivo mais fascinante do planeta.

Madalena Balça/MS

Campeonato do Mundo de Futebol: A bola vai começar a rolar

5 June 2026 at 14:08
FIFA Fan Festival @Toronto

Vamos começar por lembrar o que já todos sabem – pela primeira vez na história, o Campeonato do Mundo de Futebol vai disputar-se também em solo canadiano (para além dos jogos nos EUA e México). Toronto e Vancouver são as duas cidades canadianas, do total de 16 cidades anfitriãs. Toronto acolhe seis partidas entre junho e julho de 2026, incluindo o histórico jogo inaugural da seleção canadiana a 12 de junho. Esta será a primeira vez que uma seleção masculina de futebol do Canadá jogará um Mundial em casa.

Para além dos jogos no BMO Field, a cidade criou um espaço de celebração coletiva acessível a todos: o FIFA Fan Festival@Toronto. Localizado em Fort York National Historic Site e The Bentway, o festival será o ponto de encontro oficial dos adeptos durante todo o torneio. Trata-se, afinal, de um espaço oficial da FIFA onde residentes e visitantes poderão assistir aos jogos em ecrãs gigantes, participar em atividades culturais e viver o ambiente do Mundial sem precisar de entrar no estádio. O tema escolhido pela cidade, “The World in a City”, reflete a identidade multicultural de Toronto, uma das cidades mais diversas do mundo, onde mais de 200 línguas são faladas e onde o futebol é uma paixão transversal a muitas das comunidades aqui residentes.

O FIFA Fan Festival@Toronto democratiza assim o acesso ao Mundial: quem não tem bilhete para o estádio pode viver a experiência da competição com a mesma intensidade, rodeado de adeptos de todo o mundo, em pleno coração da cidade. As entradas gratuitas esgotaram rapidamente, mas quem puder e quiser gastar algum dinheiro, há ainda disponíveis bilhetes Premium que dão acesso a locais com visão privilegiada e condições logísticas diferenciadas.

Preparem os cachecóis, as bandeiras, afinem as gargantas e treinem o coração para emoções fortes. A bola vai começar a rolar. Que ganhe o melhor!  

Clique AQUI para garantir o Calendário oficial dos jogos do mundial.

 

FASE DE GRUPOS

  • Portugal x RD Congo
  • Data: 17 de junho de 2026
  • Hora no Canadá: 13:00 (EDT)
  • Local: NRG Stadium, Houston (Texas, EUA)

  • Portugal x Uzbequistão
  • Data: 23 de junho de 2026
  • Hora no Canadá: 13:00 (EDT)
  • Local: NRG Stadium, Houston (Texas, EUA)
  • Colômbia x Portugal
  • Data: 27 de junho de 2026
  • Hora no Canadá: 19:30 (EDT)
  • Local: Hard Rock Stadium, Miami Gardens (Flórida, EUA)

 

  • Canadá x Bósnia e Herzegovina
  • Data: Sexta-feira, 12 de junho de 2026
  • Hora: 15:00
  • Local: BMO Field (Toronto, ON)
  • Canadá x Qatar
  • Data: Quinta-feira, 18 de junho de 2026
  • Hora: 18:00
  • Local: BC Place (Vancouver, BC)
  • Suíça x Canadá
  • Data: Quarta-feira, 24 de junho de 2026
  • Hora: 15:00
  • Local: BC Place (Vancouver, BC)

Os números do Campeonato

  • 48 seleções
  • 1.248 jogadores
  • 104 partidas disputadas no Canadá, México e Estados Unidos

  • 57 jogadores retornam após terem integrado pelo menos uma convocação para Campeonatos do Mundo anteriores

  • 891 atletas disputarão o torneio pela primeira vez

  • Mais de 25 anos separam o jogador mais velho da competição, o guarda-redes escocês Craig Gordon (43 anos e 162 dias), do mais jovem, o mexicano Gilberto Mora (17 anos e 240 dias)

  • 22 jogadores têm menos de 20 anos

  •  7 atletas têm 40 anos ou mais

  • 22 campeões mundiais retornarão ao principal palco do futebol internacional.

  • Cabo Verde, Curaçao, Jordânia e Uzbequistão disputarão o Campeonato do Mundo da FIFA pela primeira vez

  • Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Guillermo Ochoa estão prestes a disputar o 6º Campeonato do Mundo, estabelecendo um novo recorde de participações

  • Carlos Queiroz, atualmente à frente de Gana, que trabalhará no seu 5º Campeonato do Mundoconsecutivo.

Seleção Portuguesa

Guarda-redes

Diogo Costa (Porto – Portugal) José Sá (Wolverhampton – Inglaterra) Rui Silva (Sporting – Portugal) Ricardo Velho (Gençlerbirligli – Turquia)

Defensores

Diogo Dalot (Manchester United – Inglaterra) Matheus Nunes (Manchester City – Inglaterra) Nélson Semedo (Fenerbahce – Turquia) João Cancelo (Barcelona – Espanha) Nuno Mendes (Paris Saint-Germain – França) Gonçalo Inácio (Sporting – Portugal) Renato Veiga (Villarreal – Espanha) Rúben Dias (Manchester City – Inglaterra) Tomás Araújo (Benfica – Portugal)

Meio-campistas

Rúben Neves (Al-Hilal – Arábia Saudita) Samuel Costa (Mallorca – Espanha) João Neves (Paris Saint-Germain – França) Vitinha (Paris Saint-Germain – França) Bruno Fernandes (Manchester United – Inglaterra) Bernardo Silva (Manchester City – Inglaterra)

Atacantes

João Félix (Al-Nassr – Arábia Saudita) Francisco Trincão (Sporting – Portugal) Francisco Conceição (Juventus – Itália) Pedro Neto (Chelsea – Inglaterra) Rafael Leão (Milan – Itália) Gonçalo Guedes (Real Sociedad – Espanha) Gonçalo Ramos (Paris Saint-Germain) Cristiano Ronaldo (Al-Nassr – Arábia Saudita)

Seleção Canadiana

O técnico Jesse Marsch convocou 26 jogadores para representar a seleção masculina do Canadá na Copa do Mundo. A lista oficial é liderada por grandes nomes como Alphonso Davies e Jonathan David.

Confira a lista completa de convocados:

Guarda-redes:

  • Maxime Crépeau
  • Owen Goodman
  • Dayne St. Clair

Defesas:

  • Moïse Bombito
  • Derek Cornelius
  • Alphonso Davies
  • Luc de Fougerolles
  • Alistair Johnston
  • Alfie Jones
  • Richie Laryea
  • Niko Sigur
  • Joel Waterman

Médios:

  • Ali Ahmed
  • Tajon Buchanan
  • Mathieu Choinière
  • Stephen Eustáquio
  • Ismaël Koné
  • Liam Millar
  • Jonathan Osorio
  • Nathan Saliba
  • Jacob Shaffelburg
  • Marcelo Flores

Avançados:

  • Jonathan David
  • Promise David
  • Cyle Larin
  • Tani Oluwaseyi

Clique AQUI para obter o infográfico com as informações acima.

Créditos: MDC Media Group 

0 jogo bonito para milionários

5 June 2026 at 13:55
Créditos: MDC Media Group

À medida que se aproxima o dia 11 de junho, o primeiro jogo do Mundial de 2026 será disputado no Estádio Azteca, na Cidade do México. Até ao dia 19 de julho, quando se jogará a grande final, uma euforia nacionalista irá contagiar todos os países concorrentes e demais adeptos, gerando o caos em todo o planeta. Milhões de pessoas vão alterar o seu modo de vida para fazer parte de um jogo ou para o assistir através dos vários sistemas de transmissão disponíveis. É um jogo bonito, mas será mesmo?

Por trás da pompa e da circunstância, cada uma das cidades anfitriãs está em sobressalto com programas pretensiosos e dispendiosos, não para fazer os residentes felizes, mas para satisfazer as exigências corruptas da FIFA. Não vou questionar a paixão ou a força da crença daqueles que têm atitudes fanáticas sobre a lealdade a um jogo de futebol ou a um país, mas questiono este temperamento fraco e temporário daqueles que convenientemente usam estes eventos para roubar à sociedade a sua normalidade no trabalho ou dentro da própria cidade, porque o fogo da estupidez não pode ser contido em nome do futebol. 

Há meses que parece que o Campeonato do Mundo da FIFA é um passeio de lazer por um museu de alegria com subtonsdemoníacos de expectativas sombrias. Talvez esteja errado, mas o entusiasmo que está a ser promovido ignora a miséria que está a ser imposta à normalidade da vida nas cidades anfitriãs. O Canadá está a gastar mil milhões de dólares, o que equivale a 85 milhões de dólares por jogo para acolher uma dúzia de partidas. Poderíamos argumentar que o dinheiro trará benefícios para o país a longo prazo, mas a história prova o contrário. A única entidade que beneficia é a FIFA e, depois de todo o barulho cessar, são os cidadãos das cidades e dos países que ficam a arcar com as despesas. Após o torneio, Trump continuará por cá com as tarifas e o desenvolvimento económico condicionado, enquanto a FIFA regressa a casa para continuar a abraçar a corrupção da “Era Dourada” e a desfrutar dos lucros de preços inflacionados devido às condições antiéticas impostas às cidades anfitriãs. Parceiros sem escrúpulos do sistema da FIFA vergar-se-ão às condições impostas, e a vilania, como uma doença, infetará aqueles que por eles foram sancionados durante muitos anos. 

Padrões de corrupção ancestrais circulam pela cultura que é a FIFA e, embora muitos possam contestar esta afirmação, a história provou que o lucro desmedido e a exploração estão na base do jogo bonito. Em 2015, uma investigação liderada pelo Departamento de Justiça dos EUA expôs subornos sistemáticos, branqueamento de capitais e associação criminosa. A investigação levou à queda do então presidente Sepp Blatter e à detenção de inúmeros funcionários de alto escalão. Em 2016, Gianni Infantino foi eleito prometendo uma era de transparência e reforma, mas em 2023, condenações por suborno relacionadas com direitos televisivos voltaram a mostrar a sua face mais feia.

E não nos esqueçamos do “Prémio da Paz” para Donald Trump, que nunca saberá como se escreve paz.

Na sexta-feira, 12 de junho, o Canadá defrontará a Bósnia-Herzegovina em Toronto para abrir os jogos no Canadá. Toronto, apesar das constantes queixas da Presidente do Município, Olivia Chow, sobre os custos, está a fazer os possíveis para “pôr batom no porco” — que é o que Toronto é atualmente —, fechando ruas, despejando sem-abrigo, removendo acampamentos, colocando faixas falsas e outras coberturas para esconder estruturas temporárias e dando preservativos a todos os jogadores com o logótipo da FIFA para garantir que todos os bebés concebidos em Toronto tenham uma marca da FIFA na testa.

Não sejamos apenas negativos aqui: todos podemos beber até às 4 da manhã e ir trabalhar às 6 da manhã, por isso vamos fazer festa a noite toda para que as pessoas nos acampamentos não consigam dormir, uma vergonha! Como se atrevem a colocar pessoas vulneráveis em locais perigosos, num estado de desconforto? Vamos criar mais engarrafamentos, mais barulho, mais irritação e bilhetes a preços exorbitantes porque é um jogo bonito. Não é verdade, Ronaldo?

Manuel DaCosta/MS


Beautiful Game for Millionaires

As the date of 11 th June approaches, the first game of the 2026 World Cup will be played at Estadio Azteca in Mexico City. Until July 19°, when the final game is to be played, nationalistic euphoria will permeate all the competing countries and other supporters, creating chaos around the globe. Millions of people will alter their way of life to be part of a game or to watch it on the various broadcasting systems available. It’s a beautiful game, but is it? 

Beneath the pomp and circumstance, each of the hosting cities are in overdrive with pretentious costly programs not to make the residents happy but to satisfy the corruptive demands of FI FA. I will not question passion or power of belief from those with fanatistic attitudes about loyalty to a soccer-garneuroeountry, bt.it I vvi-11 -qu-estion thi􀀸 “vve-ak-ten1porary temf.Jt::ram-ent-of those-vvho conveniently use these events to rob society of its normalcy at work or within the city itself, because the fire of stupidity cannot be contained in the name of soccer. For months now, it feels as if the FIFA World Cup is a leisurely walk through a museum of joy with demonic undertones of darkening expectations. Perhaps I’m wrong but the elation being promoted ignores the misery being thrust upon the normality of life in the host cities. Canada is spending a billion dollars, equating to 85 million dollars per game to host a dozen games. We could argue that the money will bring benefits to the country in the long run, but history proves otherwise. 

The only benefiting entity is FIFA and after all the noise ceases, it’s the citizens of the cities and countries that are left holding the bag. After the tournament, Trump will still be there with tariffs and restrained economic development while FIFA returns home to continue embracing Gilded Age corruption and enjoying the spoils of inflated pricing due to unethical conditions placed on host cities. Unscrupulous associates of the FIFA system will bow to the conditions imposed and neferiosity as a disease will infect those who were sanctioned by them for many years to come. Ancient corruptive standards are circulating through the culture which is FIFA and while many may dispute the assertion, history has proven that profiteering and exploitation is at the base of the beautiful game. In 2015, a USA led Department of Justice investigation exposed systematic bribery, money laundering and racketeering. The probe led to the downfall of the then President Sepp Blatter and the arrest of numerous high-ranking officials. In 2016, Gianni Infantino was elected, promising an era of transparency and reform but in 2023, bribery convictions related to TV rights once again reared its ugly head. 

And let’s not forget the “Peace Prize” for Donald Trump who will never know how to spell peace. 

On Friday June 12″, Canada will play Bosnia Herzegovina in Toronto to open up the games in Canada. Toronto, despite Mayor Chow’s constant complaining about costs, is going all out in spreading lipstick on the pig, which is Toronto currently, closing streets, evicting homeless people, removing encampments, placing fake banners and other coverings to hide temporary structures and giving condoms to all players with the FIFA logo to ensure that all babies conceived in Toronto will have a FIFA marking on their foreheads.

Let’s not be all negative here, we can all drink until 4am and go to work at 6am, so let’s party all night so that people in encampments can’t sleep, shame! How dare you place vulnerable people in perilous places in a state of discomfort? Let’s create more gridlock, more noise, more aggravation and unaffordable tickets because it’s a beautiful game. Right, Ronaldo?

Manuel DaCosta/MS

A queda do golo…

4 June 2026 at 23:06
Créditos: MDC Media Group

Ora viva, bom dia, como tem passado? Bem, espero.

Em relação ao tempo talvez já não lhe possa responder tão literalmente. Porque o tempo, esse, passa a correr, a galope. Quando piscarmos um olho, booo, é Natal!

Agora diga-me, se quiser, claro. Como está o seu estado de espírito para “levar” com multidões na altura dos jogos do Mundial? 

Toronto será alvo de uma “invasão “temporária” de equipas, entourage, fans etc.. Uma cidade que tem uma dificuldade extrema em “escoar” o próprio transito, imaginem o caos que vai passar a fazer parte do dia-a-dia de quem tem que sair de casa para ir trabalhar. Sim, porque nem todos são funcionários do Governo (Federal ou Provincial) a quem está a ser concedida a possibilidade para trabalhar de casa nos dias de jogos em Toronto. 

Apesar de continuar a ser a quarta maior cidade da América do Norte, de uma forma ou outra, Toronto nunca criou uma logística capaz para que a cidade fluísse. Político atrás de político, nos mais variados cargos de liderança, só enchem os “cartazes” de promessas, mas já agora, diga-se de passagem, nós até sabemos bem que, no fundo, no fundo… os políticos frequentam todos, sem exceção, as mesmas aulas de aprendizagem.

Coloca-se a questão…

Estará Portugal na mira de Toronto durante o Mundial de Futebol?

Sim, há a possibilidade de Portugal jogar em Toronto! A Seleção Nacional está qualificada para o Mundial de 2026 e, caso avance na competição e fique em segundo lugar na fase de grupos, tem o seu jogo dos 16 avos de final marcado para o dia 2 de julho no BMO. Se isso acontecer, meus amigos, Toronto vai mesmo PARAR! Fiquem atentos, então, para este desenrolar de novidades.

Desejo sinceramente que este evento decorra com serenidade e muita pouca incompetência por parte da cidade, de toda a organização e que conte com a cooperação de todos os seus habitantes e milhares de visitantes.

É o que é e vai valer sempre o que vale.

Até já!

Uma recessão técnica é, tecnicamente, um problema para Mark Carney?

4 June 2026 at 23:04
CBC

Tecnicamente? Depende de quem responde à pergunta. Politicamente e na prática? É, sem dúvida, uma dor de cabeça para Mark Carney, embora disponha de algumas vantagens e margens de manobra que os seus antecessores não tiveram.

A realidade económica versus a arma política

Pela definição mais rigorosa – dois trimestres consecutivos de crescimento económico negativo – o Canadá encontra-se em recessão, uma vez que o PIB recuou 1,0% no quarto trimestre de 2025 e uma estimativa aponta para uma queda adicional de 0,1% no primeiro trimestre de 2026.

No entanto, como salientam os economistas, uma recessão técnica nem sempre corresponde a uma recessão real. Uma descida de apenas 0,1% pode facilmente desaparecer em futuras revisões estatísticas, e o atual abrandamento económico não apresenta os sinais de devastação generalizada típicos de uma verdadeira crise económica.

Mas, na política, a perceção muitas vezes sobrepõe-se aos aspetos técnicos. O líder conservador Pierre Poilievre tem utilizado repetidamente a palavra “recessão”, mencionando-a dezenas de vezes perante os jornalistas, numa tentativa de fragilizar a reputação de Mark Carney como gestor económico sólido e confiável. Para Carney, ver a palavra “recessão” associada ao seu nome apenas um ano depois de assumir o cargo de primeiro-ministro representa uma mudança de narrativa pouco favorável.

O fator Donald Trump

Neste momento, o principal trunfo de Carney é a forma como os canadianos interpretam as causas do abrandamento económico. Sondagens recentes sugerem que uma parte significativa da população (47% considera que o país está no rumo certo e 59% aprova o desempenho de Carney) atribui as dificuldades económicas a fatores externos, nomeadamente à instabilidade económica e às tarifas consideradas injustas impostas por Donald Trump, e não a falhas da política interna. Poilievre enfrenta uma batalha difícil para convencer os eleitores de que os impostos e a burocracia do governo Carney são os verdadeiros responsáveis pela situação, sobretudo porque o próprio governo já começou a avançar com reformas regulatórias que os Conservadores vinham defendendo há vários anos.

O luxo do tempo

Se existe uma razão principal para que esta recessão técnica ainda não represente um golpe fatal para Carney, essa razão é o calendário político.

Quando Stephen Harper enfrentou uma situação semelhante em 2015, a recessão técnica ocorreu durante o seu décimo ano no poder e em plena campanha eleitoral, prejudicando seriamente a sua imagem. Carney, pelo contrário, está apenas no primeiro ano do seu mandato. Além disso, graças à passagem de alguns deputados conservadores para outras bancadas, reforçando a sua posição parlamentar, Carney não terá, tecnicamente, de enfrentar os eleitores para defender o seu desempenho económico durante mais três anos.

Então…

Embora possa parecer apenas uma questão “técnica” numa folha de cálculo, o enfraquecimento da economia representa um desafio real para o governo. Se os canadianos continuarem a sentir dificuldades financeiras à medida que o verão avança, Carney não poderá refugiar-se indefinidamente no argumento de que “a culpa é de Trump”. Mais cedo ou mais tarde, as bases económicas mais fortes e resilientes que prometeu terão de se tornar visíveis no dia a dia dos cidadãos. A questão é saber se a estratégia agressiva de Pierre Poilievre na interpretação dos dados económicos acabará por desgastar os elevados níveis de aprovação de Carney ou se Donald Trump continuará a ser visto, pela maioria dos canadianos, como o principal responsável pelos problemas económicos do país.

Madalena Balça/MS

Entre mudanças e incertezas: Famílias lutam pelo futuro das escolas em Toronto

4 June 2026 at 23:02
DR.

A decisão do Toronto District School Board (TDSB) de transferir temporariamente os alunos da Heydon Park Secondary School para outra localização, a partir de janeiro, está a preocupar pais e encarregados de educação. Embora o TDSB garanta a continuidade dos serviços, da equipa docente e da direção, muitas famílias receiam que a mudança seja o primeiro passo para o encerramento definitivo da escola, especializada no apoio a alunos com necessidades educativas especiais. As preocupações são agravadas pela redução das admissões nos últimos anos e pela alegada falta de consulta à comunidade escolar. Os pais alertam ainda para o impacto que a alteração poderá ter nos alunos, para quem a estabilidade e a familiaridade do ambiente escolar são fundamentais.

Disputa sobre terrenos escolares gera novo debate

Uma disputa entre o Toronto District School Board (TDSB), o Toronto Catholic District School Board (TCDSB) e a Câmara Municipal de Toronto está a gerar preocupação sobre o futuro dos terrenos escolares da cidade. Em causa está a exclusão destes terrenos da Avenues Policy, um plano que permite a construção de edifícios de média altura em grandes avenidas. As juntas escolares recorreram da decisão, defendendo que a inclusão dos terrenos lhes daria maior flexibilidade de gestão. No entanto, associações de moradores receiam que a reclassificação urbanística aumente o valor das propriedades e facilite futuras vendas ou requalificações, colocando em risco espaços importantes para as escolas e para as comunidades locais, como recreios e campos desportivos.

O que está realmente em causa?

A política municipal permite a construção de edifícios entre seis e 14 andares em determinadas avenidas de Toronto, mas excluiu os terrenos escolares após consultas públicas. As juntas escolares contestam essa decisão, alegando que limita a gestão dos seus ativos e a adaptação a futuras necessidades. Já a Câmara Municipal defende que a medida integra a sua estratégia para aumentar a oferta de habitação e responder à crise habitacional da cidade.

Mobilização comunitária ganha força. Maria Judas é um rosto da luta

A controvérsia em torno das escolas e dos terrenos escolares em Toronto tem vindo a mobilizar cada vez mais a comunidade. Uma encarregada de educação em Toronto, Virginia Johnson começou a alertar para planos que poderão permitir a venda de terrenos de mais de 200 escolas públicas. Johnson lançou uma petição, criou um site e organizou protestos para sensibilizar a comunidade, defendendo que a população deve ser informada antes de possíveis decisões avançarem. Também critica a possibilidade de venda destes terrenos a promotores privados, considerando a situação um conflito de interesses e prejudicial para as comunidades, já que estes espaços são usados também para lazer e circulação local. A par de Virginia Johnson que foi a mulher que iniciou toda essa manifestação, entre as vozes mais envolvidas está Maria Judas, mãe e ativista, que expressa preocupação com o impacto destas decisões no futuro das próximas gerações. “Tal como qualquer mãe, quero o melhor para a minha filha. Quero que cresça numa comunidade forte, onde as famílias tenham voz e onde as escolas continuem a ser espaços de aprendizagem, convivência e identidade”, afirma.

Maria tem participado ativamente na organização de iniciativas destinadas a informar os cidadãos sobre o processo e a incentivar a participação pública nas audiências do tribunal. Segundo a ativista, existe uma lista de escolas potencialmente afetadas em toda a região da Grande Toronto (GTA), incluindo estabelecimentos como a St. Helen’s Catholic School, Stella Maris Catholic School, St. Mary of the Angels Catholic School e Pope Francis Catholic School. Dirigindo-se particularmente à comunidade portuguesa e luso-canadiana, Maria Judas deixa um apelo à participação cívica.

“A nossa voz conta. Não podemos ficar indiferentes quando estão em causa instituições que servem as nossas famílias e os nossos bairros. Cada assinatura, cada carta enviada e cada telefonema feito podem fazer a diferença.” Para muitas famílias, a situação sobre os terrenos escolares em Toronto vão muito além de uma simples decisão administrativa — tocam no coração do que significa comunidade. Está em causa a ideia de que as escolas devem continuar a servir as necessidades das gerações atuais e futuras, preservando espaços educativos que são parte essencial da vida dos bairros, onde se constrói identidade, pertença e futuro.

Petição ultrapassa 6.000 assinaturas em defesa de terrenos escolares e parques públicos

A petição para proteger escolas e terrenos de parques públicos já ultrapassou as 6.000 assinaturas, num movimento crescente de mobilização comunitária. Na última audiência do Ontario Land Tribunal, foi concedida uma extensão que permite a mais residentes solicitarem o estatuto de participante no processo. Os pedidos podem ser feitos através de www.protectschoollands.ca/participant, onde os cidadãos são convidados a explicar de que forma a situação os afeta pessoalmente. A próxima audiência está marcada para 9 de setembro, em formato virtual. Os organizadores apelam à continuidade da mobilização, incentivando a assinatura e partilha da petição, bem como o contacto com representantes governamentais e autoridades locais, sublinhando que “cada ação conta” na defesa destes espaços públicos.

RMA/MS

Presidente libanês diz que acordo entre Israel e Líbano é “última oportunidade”

4 June 2026 at 23:00
Créditos: JN

O acordo anunciado em Washington após negociações entre Israel e o Líbano constitui “a última oportunidade para alcançar um cessar-fogo global e definitivo”, afirmou o presidente libanês Joseph Aoun, que aguarda “a resposta” do Hezbollah.

O chefe de Estado disse que transmitiria a resposta do grupo xiita aos Estados Unidos, cujo presidente será “o garante” da aplicação deste acordo para um cessar-fogo condicionado a uma “cessação total” dos disparos do movimento pró-iraniano Hezbollah.

“Cada parte deve assumir a responsabilidade, caso não responda favoravelmente”, acrescentou, citado pela AFP, sendo que está prevista para esta tarde uma mensagem do secretário-geral do Hezbollah, Naïm Qassem.

Entretanto, os Guardas da Revolução do Irão exigiram a retirada do exército israelita do Líbano.

“Apoiar a resistência no Líbano é um dever de cada um de nós e expulsar Israel da região é um objetivo alcançável para os muçulmanos”, escreveu o general Esmaïl Qaani, responsável pela Força Qods, o ramo de operações externas dos Guardas.

Apesar de um cessar-fogo em novembro de 2024 num conflito anterior, o exército israelita mantinha então cinco posições na região. Israel e o Líbano concordaram, após dois dias de conversações em Washington, na aplicação de um cessar-fogo condicionado.

O acordo condiciona um cessar-fogo a uma “paragem completa” dos ataques do Hezbollah. Prevê a retirada de todos os membros do movimento pró-iraniano de uma zona de 30 quilómetros a partir da fronteira israelita.

O acordo prevê “a liberdade de ação para Israel, com o aval dos Estados Unidos, para atacar Beirute em resposta a disparos contra as localidades e o território israelitas”, disse o ministro da Defesa, Israel Katz. No acordo está prevista a criação de uma “zona desmilitarizada”, acrescentou.

JN/MS

Planeta esgota recursos naturais deste ano a 30 de julho

4 June 2026 at 22:59
Créditos: JN

O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho.

Segundo os dados da organização internacional “Global Footprint Network”, o planeta vai entrar em sobrecarga a 30 de julho, poucos dias mais tarde do que em 2025, quando a data se assinalou a 24 de julho.

A organização explica que “a aparente data mais tardia” para esgotar os recursos da Terra este ano tem por base a revisão dos dados usados para calcular o dia da sobrecarga, que leva a recalcular também os dados de anos anteriores.

Em 2026, explicou a organização, a principal mudança para efeitos de cálculo teve a ver com a revisão em alta da capacidade dos oceanos absorverem dióxido de carbono, para além de mais alguns pequenos ajustamentos, o que “empurrou o Dia da Sobrecarga da Terra” seis dias para a frente face a 2025.

Por outro lado, apesar de acontecer mais tarde do que em 2025, a data deste ano representa “o nível mais elevado de sobrecarga ecológica alguma vez registado”.

Esgotar os recursos que o planeta é capaz de regenerar no espaço de um ano demonstra, segundo a “Global Footprint Network”, o “quanto a economia depende da sobreutilização da natureza”.

JN/MS

Falta de respostas aos idosos é “um tsunami que já está na praia”

4 June 2026 at 22:58
Créditos: JN

O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) entende que “se perderam anos decisivos” no planeamento das respostas ao envelhecimento da população, defendendo um investimento urgente em lares e apoio domiciliário para evitar uma “debacle social”.

Em entrevista à Lusa, a propósito do congresso nacional das misericórdias, que vai decorrer entre os dias 4 e 6 de junho em Braga, Manuel Lemos considerou que Portugal enfrenta hoje as consequências de anos de falta de planeamento para responder ao envelhecimento demográfico, uma realidade que classificou como o principal desafio social do país.

Segundo o responsável, a pressão sobre hospitais, lares e famílias resulta de um fenómeno que era previsível, mas que não foi acompanhado pelas respostas necessárias ao nível da proteção social e da saúde. “Não foi por falta de alertas. Eu sempre disse que um dia o tsunami chegava à praia. O tsunami está na praia”, afirmou. Manuel Lemos defendeu que o Estado deve assumir o envelhecimento como uma prioridade estratégica, através da construção das respostas residenciais necessárias, do reforço da rede de cuidados continuados e da transformação do atual modelo de apoio domiciliário.

JN/MS

10 de Junho arranca com visita de Seguro ao Luxemburgo

4 June 2026 at 22:57
Créditos: JN

As comemorações do Dia de Portugal vão arrancar no fim de semana com uma visita oficial do presidente da República, António José Seguro, ao Luxemburgo, dividida entre contactos institucionais e encontros com a comunidade.

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, juntar-se-á ao chefe de Estado ao final do dia de sábado (6), depois de participar na Cimeira UE-Balcãs, em Tivat (Montenegro), na sexta-feira.

Acompanharão também a visita do chefe de Estado ao Luxemburgo o presidente da Comissão da Organização das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades portuguesas, Miguel Monjardino, e os deputados Carlos Alberto Gonçalves (PSD), José Dias Fernandes (Chega), Filipe Neto Brandão (PS), Jorge Miguel Teixeira (IL) e João Almeida (CDS-PP).

De acordo com o programa divulgado pelo Palácio de Belém, António José Seguro chega ao Luxemburgo na tarde de sexta-feira (5) e terá um encontro com empresários portugueses ao final do dia, na chancelaria da Embaixada de Portugal.

No sábado, o programa da visita oficial de dois dias inicia-se com a cerimónia de boas-vindas no Palácio Ducal ao presidente da República e a sua mulher, Margarida Maldonado Freitas, que são recebidos pelos Grão-Duques do Luxemburgo, Guilherme V e Stéphanie, com quem irão almoçar, depois das tradicionais honras militares.

Ainda na tarde de sábado, o chefe de Estado português marcará presença na apresentação do livro “Testemunhos”, que assinala os 60 anos da comunidade portuguesa no Luxemburgo, na Câmara Municipal de Dudelange.

O programa oficial do primeiro dia termina no Centro Cultural Camões, com a inauguração da exposição “Atlas Lusitano” do escultor Frederico Ferreira, comissariada por André Quiroga no Centro Cultural Português.

O presidente da República terá ainda um jantar privado oferecido pelo chefe do Governo luxemburguês, no qual também já participará o primeiro-ministro, Luís Montenegro.

O segundo e último dia da visita será dedicado à comunidade portuguesa, que representa mais de 10% da população do Grão-Ducado.

Na manhã de domingo, Seguro e Montenegro visitam uma escola, onde vão encontrar-se com alunos portugueses no Centro Cultural Artikuss de Sanem.

Para a tarde, está marcado o encontro com a comunidade portuguesa na Filarmónica do Luxemburgo, que inclui discursos, um concerto do cantor António Zambujo, e no qual marcará também presença o Grão-Duque do Luxemburgo.

As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas prosseguirão depois em território nacional na ilha Terceira (Açores) nos dias 9 e 10 de junho.

JN/MS

A Fábrica que nos devolve o sorriso

4 June 2026 at 22:56
Credito: Eduardo Pina – Diário de Aveiro

Vivemos tempos estranhos. Corremos de um lado para o outro, de olhos colados aos ecrãs dos telemóveis, a tentar processar um mundo cada vez mais caótico, tecnológico e, por vezes, profundamente cinzento. No meio desta azáfama, corremos o risco de nos esquecermos daquilo que nos torna genuinamente humanos: a capacidade de nos ligarmos uns aos outros, de partilharmos momentos reais e, acima de tudo, de rirmos juntos. Felizmente, há quem se recuse a aceitar esta dormência coletiva. É precisamente no coração da inovação, no Parque da Ciência e Inovação (PCI), em Ílhavo, que nasceu um projeto que promete agitar as mentes mais fechadas: a Fábrica do Humor. 

Idealizada pelo conhecido humorista, ator e apresentador de televisão Marco Horácio — que adotou orgulhosamente a região de Aveiro como a sua nova casa — e pela dinâmica empreendedora Maria João Rodrigues, esta não é apenas mais uma empresa de entretenimento. Trata-se de uma verdadeira lufada de ar fresco, uma plataforma criativa que surge com a nobre ambição de colocar a criatividade, a empatia e o desenvolvimento pessoal e profissional no centro das nossas vidas. Quando pensamos num polo tecnológico como o PCI, a nossa mente viaja imediatamente para números, algoritmos, dados e computadores. É um lugar de mentes brilhantes, sem dúvida, mas onde as pessoas muitas vezes se fecham nos seus cubículos. Trazer o humor para este ambiente poderia parecer, à primeira vista, um contrassenso, mas a verdade é que a tecnologia e a ciência também têm de estar ao serviço do bem-estar e das relações humanas. 

O Marco e a Maria João perceberam isso perfeitamente. A Fábrica do Humor veio dar vida a um espaço que tinha condições ótimas, mas que precisava de alma, de convívio e de proximidade. O que torna esta “Fábrica” tão especial é a sua visão do que é, afinal, o humor. Para os fundadores, fazer rir vai muito além da simples piada fácil ou da diversão passageira. O humor é visto aqui como uma ferramenta estratégica e poderosa de ligação e transformação. É o melhor antídoto contra o medo, a ansiedade e o stresse do dia a dia. Quando rimos, desarmamos o outro, baixamos as defesas e criamos pontes onde antes existiam barreiras. Nesta Fábrica, “fabricam-se” produtos específicos para pessoas, empresas e organizações. Através de eventos culturais, espetáculos de stand-up, formações, workshops e experiências interativas, mostra-se como o humor pode ser aplicado no dia a dia, na liderança de equipas ou na produtividade de uma empresa. Afinal, trabalhadores felizes e descontraídos são, comprovadamente, colaboradores mais criativos e produtivos. Mas há um detalhe crucial que importa sublinhar: os valores que guiam este projeto. 

A Fábrica do Humor rege-se pela empatia, inclusão, respeito e educação. Num mundo onde as redes sociais são tantas vezes inundadas por um humor agressivo, corrosivo e que vive de rebaixar os outros, este projeto assume o compromisso de utilizar o riso como algo que une, e nunca que exclui. É um humor generoso, humanizado e de partilha. Como o próprio Marco Horácio costuma dizer, a prioridade da Fábrica não é o humor em si, são as pessoas. O humor é apenas o meio que utilizam para chegar até elas e tocar-lhes na alma. Os primeiros passos deste projeto na região já provaram que as pessoas estavam ávidas disto. As noites de Stand-up Night têm esgotado, trazendo ao público momentos de pura leveza. Há quem saia destes espetáculos a chorar de riso, confessando que já não se lembrava do que era rir assim há muito tempo. E o segredo do sucesso tem sido a simplicidade e a verdade. Em cada evento, seja no PCI ou na recente experiência com os Happy Talks na Universidade de Aveiro, o ambiente que se cria é de uma enorme proximidade. A colocação de um simples tapete no palco, que já se tornou uma imagem de marca, transforma o auditório na sala de estar de cada um de nós. É um regresso ao afetivo, ao calor humano. Os planos para o futuro são ambiciosos e estendem-se muito além das salas de espetáculo tradicionais. 

A equipa quer levar o humor às escolas, trabalhar com os lares de idosos e criar, a seu tempo, um grande festival de humor na região. Não há pressa em enriquecer ou em queimar etapas; há sim uma enorme resiliência e a vontade firme de criar uma rotina cultural sólida, que faça com que as pessoas queiram sair de casa. E é precisamente essa a grande mensagem que a Fábrica do Humor nos deixa: saiam de casa. 

A vida pode ser difícil, o contexto global pode ser cinzento e assustador, mas fecharmo-nos entre quatro paredes a consumir o ódio das redes sociais ou a rotina do trabalho não é a solução. Precisamos de ir ver cultura, de ouvir música, de ver os artistas e de nos permitirmos pensar e ser surpreendidos. 

A Fábrica do Humor está a semear algo muito bonito em Portugal. Cabe-nos a nós, público, alimentar esta colheita, encher as salas e recordar que a rir também nos tornamos mais fortes, mais unidos e, definitivamente, mais humanos.

Paulo Perdiz/MS

Linguado com Camarão

4 June 2026 at 22:53
Créditos: MDC Media Group

Ingredientes

  • 6 filetes de Linguado
  • 150 g de miolo de camarão
  • 200 g de queijo ralado
  • 200 g de espinafres frescos
  • 1 cebola picada
  • 1 dente de alho picado
  • 4 dl de molho bechamel
  • Azeite
  • Sal e pimenta q.b.

Modo de preparação

Coloque um fio de azeite num tacho, junte a cebola picada e o alho picado e deixe refogar ligeiramente durante alguns minutos. Junte os espinafres frescos e deixe cozinhar até murcharem e ficarem macios. Não cozinhe demasiado os espinafres. Assim que murcharem e largarem a água, estão prontos.

Disponha as filetes de Linguado num tabuleiro ou pirex que possa ir ao forno. Tempere com sal e pimenta. Coloque por cima a mistura de espinafres até a Linguado ficar bem coberta. Distribua o miolo de camarão por cima da camada de espinafres.

Espalhe bem o camarão para que cada dose fique equilibrada com peixe, verdes e marisco. Cubra tudo com o molho bechamel, espalhando bem por cima. Polvilhe com o queijo ralado. Use um queijo que derreta bem e aloure no forno para um resultado mais saboroso.

Leve ao forno pré-aquecido a 200°C durante 15 minutos. Retire do forno e sirva decorado a gosto. Se quiser uma cobertura mais douradinha, ligue o grill no último 1 a 2 minutos, sempre com atenção.

Até à próxima receita!

Rosa Bandeira/MS

Clique AQUI para se inscrever e ver outras receitas.

❌