The Democrats Need a Candidate Shake-Up

© Thalassa Raasch for The New York Times

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El Gobierno ha anunciado hoy que trabaja en la posibilidad de aprobar un nuevo decreto anticrisis que sustituya al que aprobó el pasado 20 de marzo. Algunas de las medidas de este paquete terminaron el pasado 1 de junio -como los descuentos sobre la luz y el gas- y otras lo harán el día 30 de este mes, fecha en la que expiran los descuentos sobre los carburantes.
Ha sido el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, quien ha hecho el anuncio durante la sesión de control al Ejecutivo en el Congreso. Por ahora, los detalles del decreto ley de "protección al tejido productivo y a la ciudadanía" se desconocen. El Gobierno, ha apuntado el presidente, sigue a la espera de los resultados del alto el fuego con Irán anunciado por el presidente estadounidense, Donald Trump.
Lo que sí se conoce es que el Consejo de Ministros agotará el tiempo de vigencia del actual decreto. Sánchez ha asegurado, durante su réplica al líder del PP, Alberto Núñez Feijóo, que será el Consejo de Ministros del próximo 29 de junio el que aprobará las nuevas medidas.
Desde el pasado 20 de marzo, el 'escudo social' aprobado para paliar el impacto de la guerra se centró fundamentalmente en rebajas de los impuestos que pesan sobre la luz, el gas y los carburantes. Además, incorpora ayudas específicas para coletivos como los transportistas y el campo. En el caso del gas y la luz, las rebajas finalizaron el 1 de junio y consistieron fundamentalmente en la rebaja del IVA del 21% al 10%. Además, se redujo el impuesto especial de electricidad del 5% habitual al 0,5%.
En el caso de los carburantes, los descuentos aún continúan en vigor. Se trata principalmente de una reducción del IVA sobre los carburantes y una bajada del impuesto sobre los hidrocarburos. El sector acumula semanas reclamando al Gobierno que los ajustes fiscales se mantengan durante el verano para no impactar directamente sobre los consumidores en pleno inicio de las vacaciones estivales.
Sin embargo, las autoridades comunitarias han recordado a los Estados que este tipo de rebajas fiscales forzadas pueden favorecer el consumo de combustibles fósiles y ralentizar el avance de las energías renovables. Desde Bruselas apuestan por mantener ayudas únicamente para los colectivos más vulnerables. Al mismo tiempo, el Gobierno debe analizar hasta qué punto la reducción de ingresos públicos es sostenible durante más tiempo ante un horizonte de posible restablecimiento progresivo de la normalidad.
A marca de roupa Insider divulgou dados que revelam o crescimento do consumo nas categorias masculinas. O principal indício é a busca por roupas além do essencial.
O mapeamento da marca revela, por exemplo, que o consumo do modelo Core T-shirt cresceu 52%, e a base masculina apresenta alto índice de recorrência.
Segundo o CEO e cofundador da Insider, Yuri Gricheno, o homem não rejeitava roupas, ele rejeitava parte da proposta que o mercado tradicionalmente fazia para ele.
“Durante muito tempo, o mercado brasileiro operou sob a percepção de que o homem tinha pouco interesse em se envolver com o que veste. A Insider apostou em uma direção diferente, e os números validaram essa estratégia: as categorias masculinas cresceram mais de 40% ano sobre ano, a Core T-shirt cresceu 52%, e a base masculina apresenta alto índice de recorrência”, explica Gricheno.
O CEO explica que, quando você entrega um produto que resolve necessidades reais do dia a dia, e não apenas uma proposta estética, o homem não só compra, como amplia sua jornada dentro da marca.
Além disso, o que define as tendências do mercado é também o cenário sobre o contexto da época.
“O homem contemporâneo tende a valorizar propostas objetivas, entendendo com clareza o que o produto entrega para sua rotina. Quando a proposta é clara, tecido que regula temperatura, seca rápido e ajuda no controle de odores, a adesão acontece. É um público que valoriza atributos concretos, e o smartwear conversa diretamente com essa lógica”, afirma o Gricheno.
Ele também pontua que a rotina híbrida e a maturidade digital interferem na forma como o consumo se concretiza. “O homem precisa transitar entre reunião, academia, jantar e viagem com o mínimo de fricção. Isso criou uma necessidade real por peças capazes de funcionar em múltiplos contextos, diz o CEO.
Com isso, o consumidor pesquisa mais antes de realizar uma compra. “Ele compara opções, lê avaliações e busca informações antes da compra. A decisão costuma ser mais baseada em convicção e experiência de uso. Por isso, observamos índices elevados de recorrência: quando o produto entrega valor no cotidiano, ele passa a fazer parte da rotina do consumidor.”
O acesso à informação funcional também tem modificado a forma de consumo do homem contemporâneo. “Em 2026, este homem está inserido em uma cultura que valoriza eficiência e praticidade. Quando a mentalidade chega ao vestuário, a análise vai além da estética”, explica Yuri Gricheno.
De acordo com ele, os novos hábitos e a normalização do cuidado masculino com a aparência tem trazido oportunidade para marcas como a Insider, que se posicionam em torno da tecnologia e funcionalidade.
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