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CCDR Algarve e AMAL promovem seminário sobre ‘Gestão de Combustíveis no Algarve’

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) promovem, no próximo dia 18 de junho, pelas 14h30, no Pavilhão de Feiras e Exposições de Silves (FISSUL), o seminário ‘Gestão de Combustíveis no Algarve’, dedicado à prevenção do risco de incêndio rural e à gestão integrada da paisagem.

A iniciativa terá como principal destaque a apresentação do Plano Intermunicipal de Gestão de Combustíveis do Algarve, um instrumento estratégico para o planeamento e execução de ações de prevenção de incêndios rurais à escala regional.

O programa inclui ainda a apresentação das novas normas de gestão de combustíveis, bem como um debate com representantes da academia, do setor florestal e da administração pública sobre os desafios atuais da prevenção e gestão do risco de incêndio.

A sessão de encerramento contará com a participação do Secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, juntamente com representantes da CCDR Algarve, da AMAL, da Universidade de Vigo e dos municípios de Silves e Monchique.

O seminário integra as atividades do projeto FIREPOCTEP+ (0139_FIREPOCTEP_MAS_6_E), uma iniciativa de cooperação transfronteiriça entre Portugal e Espanha destinada a reforçar os sistemas de prevenção e combate aos incêndios florestais. Liderado pela Universidade de Vigo, o projeto reúne entidades públicas, universidades, centros tecnológicos e organizações dos dois países, promovendo a inovação, a transferência de conhecimento e o desenvolvimento de soluções para aumentar a resiliência dos territórios face aos incêndios rurais e às alterações climáticas.

O FIREPOCTEP+ é cofinanciado pela União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do Programa Interreg VI-A Espanha–Portugal (POCTEP) 2021-2027.

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Secretário de Estado das Florestas visita trabalhos em Macedo de Cavaleiros

VTM

Rui Ladeira acompanhou a operação da máquina de rastos atribuída à Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM) pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Desde o início da sua operação a 27 de abril, o equipamento já realizou intervenções em cerca de 60 quilómetros de rede viária florestal.

Durante a visita, o governante elogiou o trabalho realizado pela CIM-TTM e pelos municípios envolvidos, considerando-o um exemplo positivo na utilização dos recursos públicos. “Vir aqui hoje às Terras de Trás-os-Montes é um motivo de grande satisfação e ver no terreno a boa gestão dos recursos públicos”, afirmou Ladeira.

A partir de 1 de julho, a máquina ficará pré-posicionada para integrar o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais durante os meses críticos do ano. Nos restantes períodos, continuará a desenvolver ações preventivas nos municípios da região.

Pedro Lima, Presidente do Conselho Intermunicipal da CIM-TTM, destacou que este equipamento representa um investimento estratégico para a proteção do território. “Estamos a proteger a floresta, a proteger os interesses privados e a reforçar a capacidade de intervenção dos municípios”, sublinhou.

Além disso, Pedro Lima mencionou que esta máquina faz parte de uma estratégia mais ampla que inclui o reforço do Sistema de Videovigilância Florestal com a instalação de novas torres e ações para sensibilizar a população sobre prevenção de incêndios. A CIM-TTM procura assim melhorar a deteção precoce e aumentar a capacidade de intervenção no terreno.

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Zonas florestais com alto risco de incêndio continuam sem câmaras de videovigilância

A rede nacional tem agora 151 torres de vigilância, com uma recente expansão em Aveiro. No entanto, cerca de metade do território continua sem vigilância. O sistema de videovigilância e deteção automática de incêndios rurais cobre atualmente cerca de 50% do território continental português e quatro milhões de hectares de floresta, mas continua a deixar várias áreas consideradas de elevado risco sem monitorização eletrónica. Entre as zonas ainda desprotegidas destacam-se o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Alto Minho, o Alto Tâmega, o interior do Alentejo e a serra algarvia. A rede nacional conta com aproximadamente 150 torres de acompanhamento remoto,

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