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Maria Rueff: "Sinto hoje uma volta do machismo"

A atriz apresenta "A Gorda", monólogo que adapta o romance homónimo de Isabela Figueiredo, um livro "punk", como descreve, sobre vários temas que lhe tocam, entre eles a autoestima de uma mulher.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

A atriz e comediante Maria Rueff na plateia do Teatro Maria Matos, em Lisboa, onde se prepara para levar à cena o monólogo "A Gorda", a partir do livro homónimo de Isabela Figueiredo
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Maria Rueff: "Sinto hoje uma volta do machismo"

A atriz apresenta "A Gorda", monólogo que adapta o romance homónimo de Isabela Figueiredo, um livro "punk", como descreve, sobre vários temas que lhe tocam, entre eles a autoestima de uma mulher.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

A atriz e comediante Maria Rueff na plateia do Teatro Maria Matos, em Lisboa, onde se prepara para levar à cena o monólogo "A Gorda", a partir do livro homónimo de Isabela Figueiredo
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Berlanga al cuadrado en el escenario

El 27 de septiembre de 1995 se estrenó en el teatro Rialto de Valencia Tres forasters de Madrid, de Eduard Escalante, un autor de sainetes del siglo XIX. La primera representación fue incluso grabada y emitida por la cadena autonómica Canal 9. ¿Por qué tanto interés? Porque esa fue la única incursión como director de teatro de Luis García Berlanga. Y se lanzó a ella porque Escalante gozaba de gran popularidad durante la juventud del cineasta, porque la obra era parte en valenciano y porque hablaba del papanatismo social, uno de sus grandes temas.

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© Javier Naval

Un momento de 'La escopeta nacional', dirigida por Juan Echanove.
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