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Vítima de ‘rope jump’ em Limeira publicou fotos momentos antes de morrer

A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 24 anos, que morreu na manhã deste sábado (13) enquanto praticava uma atividade de “rope jump” na Trilha da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, publicou fotos nas redes sociais momentos antes da tragédia.

Ela morreu após ser lançada da ponte de 40 metros sem a corda que deveria ser utilizada na atividade.

Antes de morrer, a jovem publicou fotos da ponte e escreveu: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.

Veja imagens:

• Reprodução/Instagram

Em uma das fotos, é possível ver uma placa de “perigo” e “risco de morte” na entrada da ponte.

• Reprodução/Instagram
• Reprodução/Instagram

Pessoas que estavam no local registraram o momento da queda. No vídeo, é possível ouvi-las gritando ao ver a jovem sendo lançada sem corda. 

Veja vídeo:

 

A Polícia Militar atendeu a ocorrência e informou que a vítima participava da atividade acompanhada por instrutores.

Pessoas no local teriam realizado manobras de RCP até a chegada da equipe do SAMU, mas o óbito foi constatado no local por politraumatismo.

Após a ocorrência, seis pessoas foram conduzidas ao Distrito Policial local, e três permaneceram presas por homicídio com dolo eventual.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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“A corda dela”: Vídeo mostra reação em queda de jovem morta em rope jump

Uma mulher de 21 anos morreu, na manhã deste sábado (13), enquanto praticava uma atividade de “rope jump” na Trilha da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo.

A empresa que realiza o esporte não colocou a corda que deveria segurar a jovem, que foi lançada de uma grande altura.

Pessoas que estavam no local filmaram a queda. No vídeo, é possível vê-las gritando ao ver que jovem foi lançada sem corda. 

Veja vídeo:

A Polícia Militar atendeu a ocorrência e informou que, segundo as informações preliminares, a vítima participava da atividade acompanhada por instrutores.

Pessoas no local teriam realizado manobras de RCP até a chegada da equipe do SAMU. Mas o óbito foi constatado no local por politraumatismo. A ocorrência permanece em andamento. Até o momento, seis pessoas foram conduzidas ao Distrito Policial local, das quais três permaneceram detidas.

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Mulher morre após ser lançada sem corda de ‘rope jump’ em Limeira (SP)

Uma mulher de 21 anos morreu, na manhã deste sábado (13), enquanto praticava uma atividade de “rope jump” na Trilha da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo.

A empresa que realiza os saltos não colocou a corda que deveria segurar a jovem, que foi lançada de uma grande altura.

A Polícia Militar atendeu a ocorrência e informou que, segundo as informações preliminares, a vítima participava da atividade acompanhada por instrutores.

Pessoas no local teriam realizado manobras de RCP até a chegada da equipe do SAMU. Mas, o óbito foi constatado no local por politraumatismo. A ocorrência permanece em andamento. Até o momento, seis pessoas foram conduzidas ao Distrito Policial local, das quais três permaneceram detidas. 

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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Sudeste e Centro-Oeste devem ter chuva durante estreia do Brasil na Copa

A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo 2026 às 19h (horário de Brasília) deste sábado (13). E há chance de chover em várias capitais do país na hora da partida. 

A previsão do tempo para o Sudeste e para o Centro-Oeste é de ventos intensos, chuva, com risco de queda de granizo.

O primeiro jogo do Brasil é contra o Marrocos no MetLife Stadium, em Nova Jersey, na costa Leste dos Estados Unidos.

Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o Sudeste deve ser a região mais afetada e está em aviso de tempestade com grau de “perigo“.

Diversas áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e do Espírito Santo devem ser atingidas por uma chuva de 30 a 60 mm/h e ventos de 60-100 km/h.

No Centro-Oeste, a chuva deve ocorrer de forma menos intensa, mas ainda a previsão de ventania e até risco de queda de granizo. 

Em regiões de Goiânia, Mato Grosso do Sul, e Cuiabá a previsão é que chova entre 20 e 30 mm/h com ventos de 40 a 60 km/h. 

Além da previsão de chuva, uma frente fria ganha força no país, neste sábado (13).

Uma massa de ar polar avança pelo sul e pelo sudeste, baixando as temperaturas para o final de semana.

De acordo com a Nottus, os estados mais afetados devem ser Santa Catarina e o Rio Grande do Sul, com chance de geada nas regiões serranas. 

O jogo de estreia da seleção terá cobertura do CNN Esportes em tempo real.

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    Cerimônia de abertura da Copa do Mundo nos Estados Unidos, no Estádio de Los Angeles • Jamie Squire/Getty Images

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    Rema, Lisa e Anitta na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Matt McNulty - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Cerimônia de abertura da Copa do Mundo realizada no Estádio de Los Angeles, nos Estados Unidos • Matt McNulty - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Cerimônia de abertura da Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, em Los Angeles • Harry How/Getty Images

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    Imagem da cerimônia de abertura da Copa do Mundo nos Estados Unidos • Harry How/Getty Images

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    Estádio de Los Angeles, nos Estados Unidos • Jose Hernandez/Anadolu via Getty Images

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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CPEX Embriões abre laboratório em SP e segue para o MS

Além de ser o maior produtor e exportador de carne no mundo, o Brasil se consolidou como uma superpotência biotecnológica no campo.

A produção e comercialização de embriões bovinos por Fertilização In Vitro, chamada de FIV, é uma técnica que encurta gerações e redesenha, em laboratório, os ganhos produtivos do rebanho que dará origem à carne consumida nos mercados mais exigentes do planeta.

De acordo com dados da Asbia (Associação Brasileira de Inseminação Artificial) o Brasil responde hoje por mais de um terço de toda a produção global de embriões in vitro, consolidando-se como líder também nessa área.

Fundada em 2021, a CPEX Embriões é uma empresa brasileira especializada em projetos de multiplicação genética em larga escala. Em maio a empresa inaugurou na cidade de Mogi Mirim (SP) um laboratório de biotecnologia com objetivo de ampliar os controles de todo o processo da produção in vitro de embriões. Investimento que chega em um momento de expansão do mercado de embriões no país.

Matheus Oliveira, sócio e fundador da CPEX, explica que o volume de embriões produzidos no Brasil com a “Fertilização In Vitro” dobrou nos últimos 10 anos.

“A FIV, que inicialmente ganhou escala dentro dos projetos de genética de elite, passou a fazer parte também da rotina de propriedades focadas alta produtividade com eficiência. O novo laboratório foi projetado para esse novo momento do mercado, ressalta Matheus.  A projeção de faturamento da CPEX Embriões é de R$ 40 milhões em 2026 e R$ 50 milhões em 2027.

O método tradicional de reprodução bovina limita o ganho genético, no ciclo natural de uma fêmea, gera apenas um bezerro por ano.  Com o avanço da Aspiração Folicular (OPU) combinada com a FIV, uma única vaca, chama da de matriz, pode produzir centenas de descendentes em poucos meses. Vacas receptoras, chamadas de “barrigas de aluguel”, recebem esses embriões e dão à luz a um bezerro de melhor qualidade genética.

O avanço no uso FIV, com a tecnologia de transferência direta dos embriões (Direct Transfer ou DT), permite que pequenos e médios pecuaristas tenham acesso a materiais congelados e elevem o nível genético e produtivo de seus rebanhos.  O impacto do uso da tecnologia é imediato. Características que levariam várias gerações para se fixarem, no cruzamento convencional, são consolidadas em apenas uma geração de embriões.

No campo esses ganhos são vistos na terminação, o tempo entre o nascimento e o abate, que vem caindo gradualmente encurtando o ciclo produtivo da pecuária de corte nacional.

A nova estrutura em Mogi Mirim faz parte de um plano de integrar biotecnologias no desenvolvimento da atividade pecuária, mais sustentável do ponto de vista produtivo e financeiro.

Há também a expansão para regiões estratégicas do país, buscando maior proximidade logística com pecuaristas. O próximo laboratório da CPEX será instalado em Campo Grande (MS) e a perspectiva é começar a operar ainda em 2026.

Com capacidade para produzir até 30 mil embriões mensais, o laboratório de Mogi Mirim foi projetado com protocolos de biossegurança semelhantes aos adotados em ambientes de pesquisa de alta complexidade. As salas operam com pressão positiva e renovação de ar com mais de 99% de pureza, impedindo qualquer contato do ar externo com o ambiente interno, garantindo um diferencial estratégico para maior eficiência na produção de embriões, explica Matheus.

Com mais de 2 milhões de oócitos coletados em 5 anos, a CPEX já produziu mais de 410 mil embriões, além de 180 mil embriões transferidos e diagnosticados. A taxa média de concepção, incluindo embriões a fresco e congelados, é de quase 50% atualmente. Esses números colocam a empresa entre as principais referências do setor.

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Há risco de novos apagões? O que diz o relatório da DGEG sobre o futuro da eletricidade em Portugal

Portugal poderá não ter eletricidade suficiente para responder à procura em determinados momentos da próxima década. O alerta consta de um relatório da Direção-Geral de Energia e Geologia, que aponta riscos para a segurança de abastecimento e recomenda medidas para reforçar a capacidade do sistema elétrico. Mas até que ponto devemos preocupar-nos com este cenário? A análise deste tema foi feita pelo editor de Economia do Expresso, Miguel Prado. Ouça o novo episódio do Economia dia a dia, podcast diário do Expresso conduzido por Juliana Simões

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El hundimiento del centroizquierda

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El Papa se ha ido, no sin problemas de última hora en el avión comercial que debía llevarle de regreso a Roma. El Papa se ha ido y habrá que seguir reflexionando sobre su viaje a España. Ha tenido impacto y deja algunos mensajes de largo recorrido. El Papa se ha ido, se cierra un paréntesis de siete días, y vuelven los trapos sucios de la política española. A tope.

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Escorpião gigante maior que cachorro: o que sabemos da descoberta

Imagine um escorpião enorme, do tamanho de um cachorro, escalando rochas cobertas de musgo e contornando grandes estruturas semelhantes a árvores, antes de deslizar para dentro de um riacho próximo.

Foi assim que uma equipe de cientistas descreveu a aparência que o maior escorpião já conhecido teria rondado seu ambiente há aproximadamente 415 milhões de anos, no que hoje é a Grã-Bretanha.

Para chegar a essa nova e fascinante compreensão, os especialistas revisitaram fósseis que estavam no Museu de História Natural de Londres há mais de 100 anos. Reunindo esses espécimes com fósseis recém-descobertos, o grupo conseguiu formar uma imagem mais completa de um organismo que antes era considerado um crustáceo, semelhante a lagostas e outros moluscos.

O Praearcturus gigas tinha aproximadamente 1 metro — um pouco mais de 3 pés — de comprimento, estimaram os cientistas em um estudo publicado em 2 de junho na revista Palaeontology.

“Esse organismo tem uma aparência bem robusta”, disse Russell Bicknell, paleobiólogo e pesquisador da Universidade Flinders em Adelaide, Austrália, que não participou do novo relatório. “Você não gostaria de encontrar essa coisa em um beco escuro. Seria uma fera absoluta.”

Estudos anteriores sobre o escorpião, identificado pela primeira vez na década de 1870, sugeriam que ele poderia ter pertencido a um grupo de crustáceos conhecidos como isópodes. No entanto, foi somente na década de 1980, à medida que os cientistas aprenderam mais sobre o *P. gigas* e animais relacionados, que a comunidade científica também começou a considerar a possibilidade de ele ser outro tipo de artrópode, ou um invertebrado com exoesqueleto e apêndices articulados — especificamente um escorpião.

O estudo reforça a importância da ciência revisionista, afirmou Elizabeth Dowding, catedrática de análise paleoambiental da Universidade Friedrich-Alexander de Erlangen-Nuremberg, na Alemanha. Ela não participou da nova pesquisa.

“A forma como pensamos sobre extinção e biologia evolutiva deriva da capacidade dos cientistas de trabalharem no mesmo terreno, por meio da repetição”, disse Dowding. “É simplesmente incrível que essa história em si seja uma história de revisão e curiosidade constante sobre o mesmo conjunto de rochas. … Isso demonstra como a ciência funciona.”

• Google • Imagem gerada por IA

Identificando um escorpião gigante primitivo

Trabalhando com oito fósseis escavados ao longo dos anos em três sítios arqueológicos, a equipe de estudo utilizou tomografias computadorizadas e outras ferramentas para examinar mais de perto o espécime da coleção do Museu de História Natural. Os pesquisadores também trabalharam com um artista para criar representações de como o animal poderia ter sido no ambiente daquela época.

A “prova cabal” de que os restos fossilizados pertenciam a outra espécie, segundo o autor principal do estudo, Richard Howard, curador de artrópodes fósseis do Museu de História Natural, foi um estudo de 2015 que descreveu um escorpião no Canadá.

Essa criatura, Eramoscorpius brucensis, tinha uma característica fundamental que, para Howard e seus colegas, era reveladora. Seu esterno, que é a placa na parte inferior do escorpião entre a base das pernas, era longo e triangular e tinha um sulco no meio, exatamente como o esterno de P. gigas, disse Howard.

“É exatamente a mesma coisa nos dois escorpiões. Portanto, podemos inferir que são dois animais intimamente relacionados”, disse ele.

O P. gigas viveu no que é conhecido como o início do período Devoniano, quando a vida na Terra ainda era predominantemente aquática. A presença de um escorpião como esse durante esse período, portanto, é um tanto surpreendente, segundo Howard.

“Isso é muito mais antigo do que esperaríamos encontrar artrópodes gigantes”, disse ele. Escorpiões e outros artrópodes gigantes, incluindo versões primitivas de libélulas e milípedes, viveram cerca de 50 milhões de anos depois, explicou Howard. As selvas e as árvores daquela época criaram um influxo de oxigênio que tornou possível a vida terrestre de gigantes, afirmou.

Mas durante o início do Devoniano, quando havia pouco oxigênio, “as linhas que separam o que é um animal terrestre do que é um animal aquático ficam muito mais tênues”, disse Howard.

Além de seu tamanho gigantesco, o P. gigas era uma criatura cujas pernas, garras e cabeça eram cobertas por protuberâncias ásperas, uma característica típica dos escorpiões, segundo os cientistas. Embora não haja olhos preservados nas amostras fósseis do museu, os autores do estudo acreditam que o P. gigas, assim como os escorpiões modernos, também possuía olhos na parte frontal da cabeça.

Um fragmento fóssil indica que o P. gigas provavelmente possuía pinças com cerca de 15 centímetros de comprimento • Richie Howard/NHM

Notavelmente, o P. gigas provavelmente possuía pinças com cerca de 16 centímetros de comprimento, aproximadamente o tamanho de uma nota de um dólar. “É como quatro vezes o comprimento de um escorpião grande moderno”, disse Bicknell, da Universidade Flinders. Em comparação, o escorpião-gigante-da-floresta, considerado a maior espécie de escorpião da atualidade, geralmente mede entre 10 e 13 centímetros de comprimento.

O escorpião também parece ter tido estruturas semelhantes a abas no abdômen, chamadas epímeras laterais. “Nenhum outro escorpião que conhecemos possui essas estruturas”, disse Howard. Os cientistas geralmente associam essas partes do corpo a artrópodes marinhos, como os caranguejos-ferradura. De acordo com Howard, essas estruturas semelhantes a abas podem ter ajudado o P. gigas a nadar.

O novo trabalho também permitiu à equipe classificar outros dois artrópodes do mesmo período. Esses organismos, um dos quais provavelmente também era um escorpião gigante, não eram anteriormente considerados relacionados ao *P. gigas*, mas, no presente estudo, os autores sugerem que essas outras espécies provavelmente também pertencem à espécie *P. gigas*.

Criatura terrestre ou marinha?

Especialistas reexaminaram fósseis que estavam no Museu de História Natural de Londres há mais de 100 anos • Sam Bond/NHM

Os autores também levaram em consideração alguns dos comportamentos do animal. Uma teoria para explicar por que o escorpião atingiu um tamanho tão grande é a de que ele buscava evitar ser devorado, sendo um dos primeiros seres terrestres de sua espécie, de acordo com o estudo.

Esse tamanho enorme também representaria um problema, já que suas fontes de alimento em terra eram todas criaturas minúsculas, como ácaros e outros aracnídeos muito menores. “Com certeza, algo do tamanho de um cachorro não consegue sair por aí comendo todas essas coisinhas minúsculas”, disse Howard. “Não sei nem como conseguiria pegá-las.”

A equipe, em vez disso, levanta a hipótese de que o P. gigas tinha um estilo de vida anfíbio, alimentando-se de peixes primitivos sem mandíbula e com carapaça que habitavam as águas naquela época.

Nem todos estão convencidos de que P. gigas seja um escorpião. “O problema que tenho, e para ser justo com os autores, eles reconhecem isso… é que só temos fragmentos do animal original”, disse Jason Dunlop, diretor científico da coleção de aracnídeos, miriápodes e artrópodes do grupo-tronco do Museu de História Natural (Museum für Naturkunde) em Berlim, em um e-mail para a CNN.

Duas características essenciais dos escorpiões — o ferrão na ponta da cauda e os órgãos sensoriais em forma de pente chamados pectinas na parte inferior do corpo — não foram encontradas, disse Dunlop, um dos autores do artigo de 2015 e revisor do novo estudo. “Coisas como grandes pinças também podem ser encontradas em alguns crustáceos”, afirmou.

Howard reconhece que sua equipe estava trabalhando com um espécime incompleto, mas não há razão para presumir que a cauda não terminaria em um ferrão, disse ele. “Se você descobre um esqueleto de dinossauro e ele não tem cabeça, você não presume que ele não tinha cabeça”, afirmou.

Para Dunlop, o ceticismo demonstra o quão difícil pode ser trabalhar com fósseis — os espécimes raramente são desenterrados intactos como retratado em filmes populares como “Jurassic Park”. “Fósseis reais são frequentemente quebrados, desorganizados e incompletos, e o desafio é então interpretar o que estamos vendo usando as evidências que temos disponíveis”, disse ele.

Revisitando fósseis

O trabalho tem várias implicações. “Ele prepara o terreno para revitalizar a forma como pensamos sobre os animais desse período”, disse Bicknell. “Acho que o que poderemos ver nos próximos cinco a dez anos é um aumento na taxa de documentação de novos escorpiões desse período.”

De acordo com Dowding, a revisão da classificação de P. gigas para escorpião também tem implicações práticas.

“Devido a essa revisão, todos os bancos de dados de paleobiologia terão que atualizar suas informações para incorporar esses novos dados”, disse Dowding, especialmente porque os autores também usaram seu conhecimento sobre P. gigas para esclarecer outros dois organismos.

“As ramificações deste trabalho podem alterar a compreensão global da diversidade deste grupo.”

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Uso de redes sociais: jovens podem experimentar álcool e drogas mais cedo

A idade mínima exigida para a maioria das plataformas de redes sociais é de 13 anos, mas quase 40% dos adolescentes entre 8 e 12 anos usam redes sociais.

Fazer isso pode levar esses pré-adolescentes a experimentar drogas e álcool mais cedo.

Uma nova pesquisa publicada esta semana no The American Journal of Psychiatry descobriu que quanto mais cedo e mais rapidamente os adolescentes usam as redes sociais, maior a probabilidade de experimentarem substâncias como álcool, tabaco e cannabis.

Muitos fatores podem levar ao uso de substâncias entre adolescentes, dizem os especialistas, incluindo seus pares e o ambiente familiar. Embora essas novas descobertas possam fornecer uma correlação e associação entre os dois, elas não podem provar que o uso precoce de mídias sociais cause experimentação com substâncias.

O Dr. Jason M. Nagata, autor principal do estudo e professor associado de pediatria da Universidade da Califórnia, em São Francisco, identificou quatro padrões de uso de mídias sociais em adolescentes entre 9 e 16 anos.

Utilizando dados coletados do Estudo de Desenvolvimento Cognitivo do Cérebro Adolescente , analisados ​​ao longo de quatro anos, Nagata dividiu os adolescentes em quatro grupos: nenhum ou muito pouco uso; uso moderado com aumento gradual; uso intermediário com aumento rápido; e uso precoce com aumento rápido. O grupo de uso precoce incluiu todas as crianças que começaram a usar redes sociais aos 9 anos de idade, e o grupo de uso intermediário incluiu aquelas que começaram a usar seus celulares por volta dos 11 anos.

A Dra. Courtney Blackwell, professora associada de ciências sociais médicas na Faculdade de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern, destacou a robustez dos dados longitudinais, que acompanharam as mesmas variáveis ​​ao longo do tempo. Ela mencionou a carência desse tipo de dado no conjunto de pesquisas sobre o uso de mídias sociais por adolescentes e seus efeitos. Ela não teve vínculo com o estudo.

“Em vez de simplesmente usar uma média de tempo gasto em redes sociais”, disse Blackwell, “o que eles conseguiram fazer foi analisar quatro anos e perguntar: ‘Como o uso de redes sociais dessa criança mudou?’ e mapear isso para criar diferentes grupos de crianças.”

Adolescentes que se enquadravam nas três categorias de uso crescente apresentaram maior probabilidade de experimentação de substâncias em comparação com seus pares que relataram pouco ou nenhum uso de redes sociais. Além disso, os jovens na categoria de uso mais intenso e precoce, ou seja, aqueles que utilizavam redes sociais por três horas ou mais por dia, apresentaram quase 17 vezes mais chances de experimentar cannabis e 14 vezes mais chances de experimentar tabaco do que os jovens com pouco ou nenhum uso, de acordo com o estudo.

“Quando você está em plataformas de mídia social e é exposto a marketing direcionado relacionado a substâncias, ou simplesmente vê postagens que retratam o uso de substâncias de forma positiva”, disse Nagata. “Todos esses são motivos pelos quais os adolescentes podem ser mais propensos a experimentar substâncias”.

Riscos de conteúdo

Nagata aponta para tipos de conteúdo vistos nas redes sociais que podem influenciar a decisão de experimentar substâncias — especialmente em uma idade jovem. Mais de 50% dos adolescentes relataram exposição ao marketing de bebidas alcoólicas na internet, com quase 61% das pessoas da mesma faixa etária publicando conteúdo relacionado a álcool nas redes sociais.

Nagata afirmou que as redes sociais retratam grande parte do uso de substâncias de forma positiva. Jovens adultos se divertindo na faculdade ou anúncios divertidos de marcas de bebidas alcoólicas compõem a maior parte do conteúdo online sobre uso de substâncias, disse ele.

“As pessoas têm menos probabilidade de publicar as consequências adversas que ocorreram”, disse Nagata, “então acho que elas podem estar sendo influenciadas por um viés no que veem.”

A exposição a esse tipo de conteúdo positivo pode levar a crenças favoráveis ​​sobre substâncias. Utilizando os mesmos dados do Estudo de Desenvolvimento Cognitivo do Cérebro Adolescente, Nagata descobriu que adolescentes com uma visão positiva sobre os efeitos da cannabis eram mais propensos a experimentá-la.

Quase 77% do conteúdo relacionado a substâncias nas redes sociais é positivo, de acordo com uma revisão de 73 estudos que incluiu uma análise do conteúdo das redes sociais sobre nove tipos de substâncias.

“Sabemos que o conteúdo importa, seja ele positivo ou negativo, quando pensamos nas redes sociais e em como elas influenciam o comportamento das crianças, sua saúde mental e qualquer tipo de resultado”, disse Blackwell.

Os anúncios de bebidas alcoólicas ocupam uma parcela significativa do espaço publicitário nas redes sociais. Um estudo apontou a veiculação de quase 40.000 anúncios no Facebook e Instagram ao longo de um ano na Austrália.

De acordo com a Fundação para Pesquisa e Educação sobre Álcool, a maioria desses anúncios incluía uma interação, como um botão “Comprar agora”, que direcionava diretamente para uma forma de compra.

“Existem estudos que mostram que, embora não seja ‘direcionado’, é um pouco questionável”, disse Nagata, referindo-se aos anúncios de substâncias. “Acho que é relativamente comum adolescentes serem expostos a publicidade relacionada a álcool ou outras substâncias nas redes sociais.”

Tudo começa em casa

Tanto a Associação Americana de Psicologia quanto a Academia Americana de Pediatria defendem um equilíbrio entre estabelecer limites e orientar as crianças sobre as melhores práticas para o uso das redes sociais.

Com todas as conversas relacionadas à tecnologia e às mídias sociais, a Academia Americana de Pediatria recomenda que a família tenha um plano de mídia em vigor.

Desenvolveu também uma abordagem fácil de entender para orientar o uso das redes sociais.

Os “5 Cs” do uso da mídia incluem: adaptar o cuidado com base na criança, monitorar e aprender com que conteúdo seu adolescente interage, fornecer outras maneiras para seu filho se acalmar além do uso do celular, entender como o uso do celular pode estar prejudicando o tempo em família e começar a se comunicar com seu filho desde cedo.

“Não espere até que haja um problema”, disse Nagata. “É importante ser proativo se seu filho for usar redes sociais.”

Uma comunicação saudável também proporciona às crianças mais autonomia na tomada de decisões sobre o uso do celular. Em vez de restringir o uso sem explicações, demonstrar interesse, perguntar sobre as atividades das crianças nas redes sociais e discutir o tipo de conteúdo que elas estão acessando é mais benéfico, afirmou Blackwell.

Os pais também precisam imitar os comportamentos que desejam que seus filhos sigam. As decisões tomadas para os filhos devem ser as mesmas para os demais membros da família.

“Se os pais passam o dia todo nas redes sociais e isso está atrapalhando o relacionamento com os filhos”, disse Blackwell, “você pode imaginar que a criança acabará imitando esse comportamento.”

Além disso, Nagata e a Academia Americana de Pediatria recomendam buscar maneiras de recuperar o tempo gasto com o celular, introduzindo atividades de alta qualidade, como tempo em família ou esportes, que envolvam todos. Isso pode prevenir o medo de ficar de fora (FOMO) que muitos adolescentes sentem quando não estão grudados em seus celulares e oferecer uma alternativa para distraí-los das redes sociais.

“Essa abordagem que envolve toda a família, incluindo a criança, suas opiniões e sua comunicação, é uma ótima estratégia para conseguir o apoio de todos”, disse Blackwell.

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Esa inquietante bomba de relojería

Estos últimos días hemos contemplado dos hechos fuera de nuestras fronteras que resultan especialmente sintomáticos en materia de inmigración -auténtica bomba de relojería si se conduce por la vía del descontrol- el primero, la decisión del Parlamento Europeo de endurecer las medidas contra la llegada ilegal de foráneos incluida la prescripción de centros de devolución en terceros países y el segundo, erizándonos el vello, las imágenes de un París sumido en el caos y la violencia tras el triunfo del PSG en la Champions. Viene a resultar que los éxitos deportivos franceses en cualquier deporte no acarrean episodios de este tipo, pero es solo con el éxito internacional de un millonario club propiedad de jeques árabes cuando se lanzan a las calles cubriéndolas de violencia extrema cientos o miles de vándalos hijos de inmigrantes de una generación anterior llegados a Francia, pero que en realidad más allá de amar a su país de acogida, más bien parecen odiarlo. Todo un mensaje para la Europa que pretende mirar hacia el horizonte de las próximas décadas, incluida la España de la regularización necesaria de cientos de miles de inmigrantes, necesaria pero susceptible de regulación y de una gran pensada nacional.

Que las políticas del gobierno de Sánchez en materias clave como la inmigración van por un lado y las marcadas por la Unión Europea van por otro, ya ni siquiera resulta un hecho noticiable por constatado y puramente repetitivo. El presidente español tiene clara en su estrategia de supervivencia que el alineamiento con Europa puede pasar a un segundo plano si ello contraviene los entendimientos con esos socios del ya renqueante Frankenstein que garantizan su permanencia en la Moncloa, bien sea con el independentismo a la hora de defender la oficialidad del catalán en la UE o bien sea con la izquierda radical con la que se disputa espacio político en materia de inmigración vía «al fondo hay sitio», un tacticismo a cuenta de grandes cuestiones de estado que puede tener graves consecuencias a futuro, sobre todo porque algunas pastas de dientes sacadas del tubo difícilmente pueden ser devueltas a su interior. La inmigración es necesaria y las palabras del Papa esta semana en Madrid y Canarias concitan el consenso de todos, otra cosa es la demagogia de mercadillo que nos vende que toda África cabe en España. Lo de París es más que un aviso.

© EFE

El papa León XIV visita la isla de Tenerife
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Spencer Pratt concedes LA mayoral race with combative message

Ex-reality TV star and MAGA-backed Los Angeles mayoral candidate Spencer Pratt angrily conceded the race Friday in a combative video in which he derided, and appeared to threaten, the women who finished ahead of him.

Nearly four days after The Associated Press projected Councilmember Nithya Raman will advance to the November general election to face incumbent Mayor Karen Bass, Pratt announced that “the campaign portion of my mission to save Los Angeles is coming to a close, and I’m moving on to the next, more interesting phase.”

With 99% of ballots counted as of Friday, the AP put Pratt in third place, with just more than a quarter of the vote — 3.5 percentage points behind Raman and nearly 9 points behind Bass.

Saving LA – Phase III pic.twitter.com/9n9wv1tonZ

— Spencer Pratt (@spencerpratt) June 12, 2026

Pratt initially stood in second as returns came in on primary night, but his lead over Raman steadily narrowed as mail-in ballots were counted. By Sunday, she had overtaken him by less than 1 percentage point.

President Donald Trump and other MAGA supporters suggested Pratt’s apparent reversal of fortune proved fraud, but elections experts say it is California’s voting system, coupled with the city’s small Republican voter base, that explain his third-place finish.

What, exactly, Pratt’s next chapter in civic life will consist of is unclear. But if his Friday announcement is any indication — he called Bass and Raman “dumb and dumber” and “corrupt communists” — it will include continued attacks on his former opponents. And contrary to Pratt’s pledge that he would leave the city if he lost, he suggested he will instead stay put in LA.

“A lot of dim-witted jerks thought I was in this for a grift, that I was going to roll up and leave town if I didn’t get into City Hall,” Pratt said in the video. “Hey, morons, I didn’t get in this for political power. I got in this to expose this corrupt machine, and nothing has changed.”

Addressing Bass and Raman, Pratt added: “I will be lighting you up every single day, and now I don’t have to worry about offending CNN viewers. I don’t have campaign laws hamstringing me now. It’s war.”

Filled with expletives and images of fires, violence and homeless encampments, Pratt’s video channels the same angry populism he ran on. His Republican supporters — including Benny Johnson, Trump administration official Richard Grenell and the chair of the LA County GOP — cheered his final message as a candidate.

Best known for his role as Heidi Montag’s bad boyfriend on MTV’s “The Hills,” Pratt launched his surprise mayoral campaign in January, a year after his family home burned down in the Pacific Palisades fire. While his platform initially focused heavily on what he and his supporters characterized as the failures that led to the damage caused by the fires, Pratt expanded his campaign to focus on forcing homeless people off the streets, cleaning up alleged “fraud” in the city’s finances and saving abused dogs on Skid Row.

With his massive online following and social media savvy, Pratt catapulted himself from long-shot candidate to one who earned Trump’s support and managed to outraise both Bass and Raman.

In the video, Pratt also said he possesses “some recordings of one of your exalted candidates doing and saying something that would make her resign in shame.”

A spokesperson for Raman’s campaign declined to comment to MS NOW on Pratt’s message. Spokespeople for the Bass campaign did not immediately respond to MS NOW’s request for comment.

The post Spencer Pratt concedes LA mayoral race with combative message appeared first on MS NOW.

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