Ataque da Ucrânia contra a Rússia fez 1 morto e 3 feridos
Foi na região de Krasnodar, na sequência de um incêndio no porto, provocado por um drone ucraniano. A Ucrânia prossegue os ataques a infraestruturas energéticas da Rússia.
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A operação norte-americana foi realizada em conjunto com as autoridades venezuelanas. Foram ainda desmateladas estruturas ligadas ao crime organizado. Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado (13), na abertura do Grupo C da Copa do Mundo em Nova Jersey. E o palco do confronto já presenciou momentos icônicos envolvendo a Seleção.
O MetLife Stadium, chamado apenas como Estádio de Nova Jersey na Copa por exigência da Fifa, fica localizado em East Rutherford e tem capacidade para 82 mil torcedores. A arena é a casa dos times da NFL New York Jets e New York Giants.
O último duelo do Brasil no estádio aconteceu em setembro de 2018. Na ocasião, a Seleção venceu os Estados Unidos por 2 a 0, com gols de Roberto Firmino e Neymar.
Neymar, aliás, tem uma memória especial do estádio. O camisa 10 estreou com a camisa da Seleção Brasileira neste palco. O adversário também foi a seleção americana, e o confronto aconteceu no dia 10 de agosto de 2010, com o atacante marcando seu primeiro gol pelo Brasil.
O estádio de Nova Jersey também recebeu o milésimo jogo na história da Seleção Brasileira.
O duelo marcante aconteceu em novembro de 2012, no empate do Brasil com a Colômbia. Neymar, mais uma vez, foi o autor do gol.
Desde a sua inauguração, em outubro de 2010, o MetLife Stadium recebeu cinco jogos da Seleção Brasileira. Foram três vitórias, um empate e uma derrota — em 2012 para a Argentina.
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A Seleção Brasileira faz sua estreia na Copa do Mundo neste sábado (13) contra Marrocos, e o comentarista Michel Bastos avaliou os principais aspectos da partida. Para ele, Carlo Ancelotti deve privilegiar a experiência na escalação, diante de um adversário que ele considera o mais difícil da fase de grupos para o Brasil.
Michel Bastos, que disputou a Copa do Mundo de 2010 pela Seleção Brasileira, destacou que a ansiedade faz parte do processo, mas que jogadores experientes sabem lidar com esse momento.
“A ansiedade existe, isso não tem dúvida, mas há muitos jogadores experientes ali que já viveram, já jogaram uma Copa do Mundo, então eles sabem, conhecem esse processo”, afirmou. Segundo ele, após o apito inicial, a adrenalina toma conta e os atletas conseguem executar seu trabalho normalmente.
Na avaliação de Michel Bastos, Marrocos representa o maior desafio do Brasil na fase de grupos. “Entre Haiti e Escócia, é a seleção mais forte que o Brasil vai enfrentar”, disse. Ele ressaltou que, apesar das dificuldades, enfrentar uma equipe de força logo na estreia pode ser positivo para o time brasileiro. O comentarista destacou ainda que Marrocos perdeu uma referência importante com um corte recente — um jogador que atua pelos lados do campo com estilo agudo — mas que a seleção africana ainda conta com muita qualidade técnica e gosta da posse de bola.
“O próprio Rafinha falou, eles são considerados os brasileiros na África”, comentou.
A posição de lateral foi apontada por Michel Bastos como um setor de atenção para a Seleção Brasileira. Com o corte de Wesley, que seria o titular na lateral direita, Ancelotti optou por convocar um meia e testar Danilo na posição. “Danilo não é unanimidade, até porque no seu clube não vinha jogando, mas é um jogador que Ancelotti tem muita confiança”, avaliou. Michel Bastos lembrou ainda que o Brasil foi historicamente muito bem servido nessa posição, com nomes como Roberto Carlos, Cafu, Dani Alves e Marcelo, o que eleva o nível de exigência da torcida. Apesar das ressalvas, o comentarista defendeu que é preciso dar confiança a quem está disponível.
Michel Bastos também comentou o impacto das quatro trocas de treinador desde 2022 na construção da equipe. Para ele, a instabilidade atrapalhou a formação de uma base sólida. “Anos atrás a gente sempre tinha uma base da seleção brasileira, e nos últimos anos isso não vem acontecendo”, disse.
Ele destacou que Ancelotti chegou em um momento já próximo da Copa do Mundo, com pouco tempo para montar o elenco e definir seu modelo de jogo. Como exemplo positivo de continuidade, citou as seleções da França e da Argentina, que mantiveram grande parte do elenco campeão ao longo dos ciclos. Na sua avaliação, é justamente por isso que, neste momento, Ancelotti deve optar pelos jogadores mais experientes na escalação inicial.
Para o jogo contra Marrocos, Michel Bastos projetou que Ancelotti vai montar uma equipe com linha mais avançada, pressionando a saída de bola dos adversários. “O Brasil vai montar essa equipe para ter essa linha mais alta, pressionar a equipe do Marrocos, não deixar eles jogarem, porque eles têm muita qualidade técnica”, analisou. O comentarista apostou em uma vitória brasileira por 2 a 1, reconhecendo que jogos de estreia em Copas do Mundo costumam ser disputados e apertados.
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O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.
Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]”, disse à agência noticiosa iraniana Irna o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai, citado pela agência Fance-Presse (AFP).
Segundo o responsável, que pediu “cautela quando se fazem comentários, devido às reservas da outra parte sobre este processo”, o acordo deverá ser assinado “nos próximos dias”.
O porta-voz iraniano detalhou ainda que o documento se debruça sobre o fim da guerra. “Por enquanto, decidiu-se não abordar a questão nuclear”, acrescentou.
Durante a manhã, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, escreveu na plataforma X (antigo Twitter) que se estava “mais perto que nunca de um acordo de paz” e que a conclusão do processo estava “prevista para as próximas 24 horas”.
“Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana”, escreveu, então, Shehbaz Sharif na plataforma.
Na publicação, Sharif identificou as contas do Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, do vice-presidente, JD Vance, do secretário de Estado, Marco Rubio, e do enviado especial de Washington para o Médio Oriente Steve Witkoff. Além disso, identificou o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, apresentado como tendo apenas fins civis.
Em retaliação à ofensiva, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz, abalando a economia mundial, e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Barém, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.
O Paquistão posicionou-se como um mediador fundamental no conflito que alastrou ao Médio Oriente, negociando com êxito um cessar-fogo de duas semanas entre Teerão e Washington a 08 de abril, depois várias vezes prorrogado por Trump.
O objetivo era prosseguir as conversações indiretas para alcançar o levantamento das sanções internacionais ao Irão e a retirada das tropas norte-americanas da região em troca de um compromisso iraniano de não produzir armas nucleares, e garantir a passagem segura pelo Estreito de Ormuz.
Por agora, Teerão mantém o bloqueio em Ormuz, por onde passa 20% do crude mundial, e Washington, por sua vez, impede a passagem de navios que tenham como origem ou destino portos iranianos.
Dois dias antes da estreia na Copa do Mundo, o técnico Luis de La Fuente afastou o favoritismo da Espanha e dividiu a responsabilidade com outras nações. Em entrevista ao portal AS, o comandante adotou cautela e apontou até a seleção brasileira como candidata ao título.
“O que significa ser favorito? Esses comentários vêm do exterior. E, em segundo lugar, o que significa ser favorito? Ter chances de ganhar a Copa do Mundo? Mas, honestamente e com base no que sabemos, somos realmente mais favoritos que a França, o Brasil ou a Argentina?”.
Em sua análise, De la Fuente também citou outros países que podem surpreender na Copa, como Portugal, Holanda, Inglaterra e as seleções africanas, sem especificar nomes.
“Mesmo sendo melhor que os rivais, você pode perder. Nos sentimos fortes e capazes. É positivo ser o favorito, mas o futebol pode te levar para o alto ou para o fundo do poço”.
A Espanha está no Grupo H do torneio e estreia na segunda-feira (15), às 13h, diante de Cabo Verde, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Na mesma chave estão Uruguai e Arábia Saudita, que se enfrentam no mesmo dia, às 19h, em Miami.
O técnico Luis de La Fuente também falou sobre a possibilidade de acompanhar seleções em contextos diferentes no Mundial.
“São equipes muito fortes. Fisicamente, taticamente e tecnicamente, porque sempre têm jogadores acostumados a competir em clubes de ponta. E alguns times se adaptam melhor a essas condições climáticas, a esses ambientes? Isso também será uma desvantagem”, acrescentou.
De La Fuente concluiu: “A competição está incrivelmente acirrada. Há mais equilíbrio no nível de seleções do que no nível dos clubes. O jogo mais importante da Copa do Mundo é Cabo Verde, sem dúvida”.
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© Petra Urban
Em dia de estreia da seleção do Brasil na Copa do Mundo 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gravou um recado ao técnico do time, Carlo Ancelotti.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Lula pediu que a equipe jogue “pensando no povo brasileiro” e ressaltou que no campeonato mundial a gente “não disputa, a gente ganha”.
“O que vale é a garra! O que vale é a coesão do time, a unidade do time, a a harmonia do time. Eles têm que estar bem, eles têm que estar motivados e eles têm que jogar pensando no povo brasileiro, que está precisando de uma vitória. Se você conseguir isso, Ancelotti, você vai virar o nosso herói”, afirmou.
“Time você tem, a Copa do Mundo a gente não disputa, a gente ganha! A gente não tem que ir pra disputar, a gente tem que ir para ganhar“, acrescentou o mandatário.
No vídeo, Lula ainda ressaltou que o país pode não ter “a melhor seleção do mundo”, mas tem a “melhor seleção do Brasil”.
“É ela [seleção] que você escolheu, são os jogadores que você sabe que podem fazer o que você espera que eles façam. Portanto, dê um conselho para esses meninos: além de jogar bola, que vocês sabem, joguem com um pouco de alma. Quando cair, levante. Quando cair não fique reclamando, levante e vá tirar a bola do adversário“, continuou.
Na sequência o chefe do Executivo pediu que, “pelo amor de Deus”, os jogadores chutem a bola no gol do adversário:
“E lembrar de uma coisa: o que vale é chutar a bola no gol do adversário e ela entrar. O que vale é bola no gol do adversário, então sempre que puder chute! Pelo amor de Deus, chute!”.
Professor Carlo Ancelotti e jogadores da nossa querida Seleção Brasileira, o recado de hoje é para vocês.
Começou a Copa do Mundo e agora é hora de jogar com raça, vontade, entrega e espírito de equipe. Futebol se ganha dentro das quatro linhas, com concentração, dedicação,… pic.twitter.com/oRU6fvoYLF
— Lula (@LulaOficial) June 13, 2026
A seleção brasileira entrará em campo a partir das 19h (de Brasília) contra o Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey, que também será palco da final do Mundial.
Considerado o principal jogador dos Estados Unidos, o meia-atacante Christian Pulisic teve uma lesão na panturrilha confirmada após a vitória sobre o Paraguai, por 4 a 1, na estreia da Copa do Mundo. O camisa 10 foi substituído no intervalo da partida, por Sebastian Berhalter, quando a equipe já vencia por 3 a 0.
Após o duelo Estádio de Los Angeles, o jogador falou sobre a lesão e afirmou que já iniciou a recuperação. “Espero sinceramente que não seja nada. Estou tomando algumas precauções hoje, mas espero que corra tudo bem”.
Embora tenha atuado em apenas metade da partida, Pulisic foi muito elogiado por ter participado de dois gols dos Estados Unidos. No primeiro, anotado contra pelo paraguaio Damián Bobadilla, o meia-atacante fez ótima jogada individual e bagunçou a defesa sul-americana.
No segundo, em mais uma boa arrancada pelo lado esquerdo, ele cruzou rasteiro na medida para Folarin Balogun, que balançou as redes do adversário.
O jogador do Milan, da Itália, está em sua segunda participação em Copas do Mundo e tenta superar a campanha do Catar, quando os norte-americanos caíram nas oitavas de final para a Holanda. Pelo clube, nesta temporada, o atleta sofreu com algumas lesões e participou de 34 partidas, anotando 10 gols e quatro assistências.
A equipe comandada por Mauricio Pochettino retorna aos gramados na próxima sexta-feira (19), às 16h, contra a Austrália, no Lumen Field, em Seattle. Uma vitória contra os australianos deve encaminhar a vaga na segunda fase.
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O ex-zagueiro Marcelo Gonçalves, que disputou a Copa do Mundo de 1998 com a Seleção Brasileira, avaliou as perspectivas do Brasil para a estreia no torneio, marcada para este sábado (13), diante do Marrocos. Em entrevista à CNN, Gonçalves destacou que Carlo Ancelotti deve priorizar uma organização defensiva sólida, aproveitando a velocidade dos atacantes para os contra-ataques.
Para Gonçalves, o plano de jogo de Ancelotti já está bem definido. “Ele deve optar por manter uma linha defensiva fortalecida com o Danilo na direita, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alexandre, porque são jogadores reconhecidos no futebol europeu e mundial, e isso tem um peso quando você vai jogar uma Copa do Mundo”, afirmou.
Gonçalves ressaltou que a presença de Neymar, caso esteja recuperado, pode ser determinante para as soluções ofensivas da equipe.
“A gente não pode deixar de lembrar que o Neymar, estando recuperado, deve ser esse jogador, esse número 10, esse meio ofensivo para encontrar as soluções ofensivas com rapidez e inteligência, para colocar os atacantes na cara do gol”, disse. O ex-zagueiro também citou Vini Júnior, Rafinha, Matheus Cunha, Luiz Henrique, Igor Thiago e Endrick como opções para o setor de ataque, enquanto Bruno Guimarães, Casimiro e Paquetá formariam o meio-campo.
O ex-zagueiro reconheceu que a fragilidade defensiva da Seleção nos últimos jogos é uma preocupação real.
“Para a Copa do Mundo, você tem que procurar ter uma solidez defensiva para poder contra-atacar, já que nós temos esses jogadores com muita velocidade pelas laterais”, ponderou.
Gonçalves também destacou a importância de ter uma referência técnica como Neymar no elenco, traçando um paralelo com a geração de 94, 98 e 2002. “Ter jogadores com essa referência influencia muito e é muito importante para uma possível conquista de uma Copa do Mundo”, afirmou, lembrando que aquela geração foi a única da história do futebol brasileiro a chegar a três finais consecutivas de Copa do Mundo.
Questionado sobre a evolução da seleção marroquina desde 1998, quando o Brasil venceu por 3 a 0, Gonçalves reconheceu que a diferença entre as equipes diminuiu consideravelmente.
“Essa diferença hoje em dia se encurtou. No último jogo contra o Marrocos, que era amistoso depois da Copa do Mundo de 2022, nós fomos derrotados por 1×0”, recordou. O ex-zagueiro destacou que o Marrocos mescla jogadores experientes, como Hakimi, do Paris Saint-Germain, com novos talentos, como Dias, do Real Madrid, e Rassal, do Manchester United. Apesar disso, Gonçalves disse acreditar em uma vitória brasileira.
“Eu acredito numa vitória da seleção brasileira, mas vai ser um jogo difícil. O meu palpite é 2×1”, concluiu.
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A atração, com produção e apresentação de Jussara Mendonça, vai ao ar pela Rádio Nacional neste domingo (14), às 22h, e na Rádio MEC na madrugada de quinta (18) para sexta-feira (19), à meia-noite.
No álbum Sahra, destaque desta edição do Música do Mundo, está um dos maiores sucessos do artista, Aïcha, que alcançou o primeiro lugar das paradas na França e na Bélgica no ano do lançamento, 1996.
A música estourou em sua versão bilíngue, em francês e árabe, e abriu portas para o artista em todo o mundo. No Brasil, Khaled alcançou um grande sucesso entre 1999 e 2001, quando a canção El Arbi foi tema da novela Vila Madalena, da TV Globo.
Sobre o Música do Mundo
Uma jornada musical sem igual, o Música do Mundo vai te levar a uma viagem por expressões musicais dos quatro cantos do planeta, explorando os ritmos, melodias e culturas que fazem nosso mundo tão diverso e fascinante, sempre trazendo a história, os compositores, discos e álbuns representativos de cada país.
Música do Mundo - Álbum Sahra, de Khaled - Domingo, dia 14/6, às 22h na Rádio Nacional, e na madrugada de quinta (18/6), para sexta (19/6), à meia-noite, na Rádio MEC.

A atração, com produção e apresentação de Jussara Mendonça, vai ao ar pela Rádio Nacional neste domingo (14), às 22h, e na Rádio MEC na madrugada de quinta (18) para sexta-feira (19), à meia-noite.
No álbum Sahra, destaque desta edição do Música do Mundo, está um dos maiores sucessos do artista, Aïcha, que alcançou o primeiro lugar das paradas na França e na Bélgica no ano do lançamento, 1996.
A música estourou em sua versão bilíngue, em francês e árabe, e abriu portas para o artista em todo o mundo. No Brasil, Khaled alcançou um grande sucesso entre 1999 e 2001, quando a canção El Arbi foi tema da novela Vila Madalena, da TV Globo.
Sobre o Música do Mundo
Uma jornada musical sem igual, o Música do Mundo vai te levar a uma viagem por expressões musicais dos quatro cantos do planeta, explorando os ritmos, melodias e culturas que fazem nosso mundo tão diverso e fascinante, sempre trazendo a história, os compositores, discos e álbuns representativos de cada país.
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Coincidentemente, o adversário da estreia brasileira, que acontece neste sábado (13), foi justamente a primeira equipe a sofrer um gol de Ronaldo Fenômeno, que se tornaria o maior artilheiro do Brasil em Mundiais, com 15 gols.
O primeiro gol do atacante contra o Marrocos em Copas do Mundo marcou o começo de uma das histórias mais vitoriosas da Seleção Brasileira no torneio.
Em 16 de junho de 1998, pela segunda rodada da fase de grupos, Ronaldo deixou sua marca na vitória por 3 a 0 sobre os marroquinos, em Nantes, na França.
Campeão mundial em 1994 e 2002, Ronaldo participou de 19 partidas em Copas do Mundo e alcançou uma impressionante média de 0,79 gol por jogo. A eficiência se tornou ainda mais evidente nos confrontos eliminatórios: em dez partidas de mata-mata, Fenômeno marcou oito vezes.
Com esse desempenho, divide o posto de maior artilheiro em fases eliminatórias de Copas com o francês Kylian Mbappé e com o lendário Leônidas da Silva, que brilhou nos Mundiais de 1934 e 1938.
Ronaldo ocupa a segunda posição entre os brasileiros com mais partidas disputadas em Copas do Mundo. O jogador perde apenas para Cafu, que atuou em 20 jogos pelo torneio.
Quando encerrou a carreira, em 2011, o Fenômeno era o maior artilheiro da história das Copas. O recorde foi superado pelo alemão Miroslav Klose, que chegou a 16 gols durante o Mundial de 2014.
Ao longo de sua trajetória pela Seleção Brasileira, Ronaldo acumulou 105 partidas e 67 gols. A campanha do atleta no Mundial o tornou o atleta mais jovem a ser eleito o melhor jogador de uma Copa, aos 21 anos.
Isso porque, além do gol contra o Marrocos, Ronaldo também marcou dois no 4 a 1 sobre o Chile, nas oitavas, e no empate contra a Holanda, por 1 a 1, na semifinal.

A estreia de Ronaldo em Copas aconteceu em 1994. Com apenas 17 anos, era o atleta mais jovem do elenco, que tinha como técnico Carlos Alberto Parreira.
Embora não tenha entrado em campo durante a campanha do tetracampeonato, o jovem atacante teve a oportunidade de acompanhar de perto uma das duplas mais marcantes da história da Seleção: Romário e Bebeto.
A Copa do Mundo de 2002 representou o auge da carreira do atacante. Na fase de grupos, Fenômeno marcou quatro vezes em três jogos. Balançou as redes na vitória por 2 a 1 sobre a Turquia, fez um gol no triunfo por 4 a 0 diante da China e marcou duas vezes na vitória por 5 a 2 sobre a Costa Rica.
Nas fases decisivas, continuou sendo o principal nome do Brasil. Fez um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre a Bélgica nas oitavas de final e garantiu a classificação para a decisão ao marcar o histórico gol de bico contra a Turquia na semifinal.
Na grande final, foi decisivo mais uma vez. Seus dois gols diante da Alemanha garantiram o pentacampeonato brasileiro e consolidaram seu nome entre os maiores jogadores da história do futebol.
A última participação de Ronaldo em Mundiais aconteceu na Copa de 2006, disputada na Alemanha.
Na fase de grupos, marcou duas vezes na vitória por 4 a 1 sobre o Japão. Já nas oitavas de final, deixou sua marca no triunfo por 3 a 0 sobre Gana, alcançando seu 15º gol em Copas do Mundo e consolidando-se, naquele momento, como o maior artilheiro da história da competição.
O Brasil finalmente estreia na Copa do Mundo 2026 neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Estádio New York New Jersey, nos Estados Unidos, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo C do Mundial.
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Após a campanha histórica na Copa de 2022, terminando na quarta posição, a seleção de Marrocos chega com expectativa alta neste Mundial, e conta com nomes de peso em seu elenco.
Nesta semana, o time africano perdeu dois nomes importantes: o zagueiro Nayef Aguerd, do Olympique de Marseille, e o meia esquerdo Abde Ezzalzouli, um dos destaques do Betis.
Mas nem por isso, a Seleção Brasileira terá vida fácil no duelo. Outros craques marroquinos precisam entrar no radar da equipe comandada por Carlo Ancelotti.
Uma das estrelas de Marrocos começa no gol. Yassine Bounou atuava no Sevilla quando fechou a meta da equipe no Catar. Atualmente, Bono defende o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e esteve no Mundial de Clubes de 2025, nos Estados Unidos.
Achraf Hakimi pode ser considerado o nome mais conhecido da atual geração marroquina. O lateral é um dos destaques do Paris Saint-Germain, tendo conquistado as últimas duas Champions League.
Outro nome que atua em um clube grande do futebol mundial é Brahim Díaz. O espanhol de ascendência marroquina defende o Real Madrid, e já vestiu as cores do Manchester City.
O atacante de 26 anos foi o artilheiro da Copa Africana de Nações este ano, mas desperdiçou um pênalti decisivo na decisão contra Senegal e foi bastante criticado pela cavadinha na batida.
Além dos citados acima, o Brasil precisa ficar atento com outros nomes, como o francês Ayyoub Bouaddi do Lille — alvo de disputa entre França e Marrocos, e o jovem Ismael Saibari, que atua no PSV e vem sendo alvo do Bayern de Munique.
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A influenciadora Virginia Fonseca, 27, mostrou detalhes do quarto luxuoso de hotel que está hospedada nos Estados Unidos, para a cobertura da Copa do Mundo 2026.
Nos stories do Instagram, Virginia disse que recebeu um “upgrade” no quarto de hotel em que estava e foi para um local maior para ficar junto dos amigos que viajaram com ela.
“É um apartamento”, disparou ela entre vídeos.
O local possui, além dos quartos, sala, cozinha e sala de jantar.

Virginia atuará como repórter na Copa do Mundo 2026 em parceria com o programa “Domingão com Huck”, da TV Globo. A influenciadora será a responsável por mostrar bastidores, além do cotidiano na cidade, como rotina de compras e restaurantes.
Além disso, a influenciadora supostamente teria reatado com o jogador da Seleção Brasileira, Vini Jr., 25.
Fim de Virginia e Vini Jr.: relembre namoro e polêmicas do casal
