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Las joyas ocultas del Mundial 2026 que pueden sorprender al mundo

Cada Mundial deja una historia inesperada. Mientras las miradas se centran en figuras consolidadas como Kylian Mbappé, Lamine Yamal, Lionel Messi, Jude Bellingham o Vinícius Júnior, siempre aparecen futbolistas que llegan al torneo sin grandes focos mediáticos y salen convertidos en estrellas internacionales. En este Mundial 2026, a celebrarse en Estados Unidos, México y Canadá, no faltan candidatos a protagonizar esa transformación.

Futbolistas prometedores de este Mundial 2026

Antonio Nusa (Noruega)

La presencia de Haaland y Ødegaard ha eclipsado buena parte del talento de la nueva generación noruega. Sin embargo, Antonio Nusa, jugador del RB Leipzing, es uno de los extremos más desequilibrantes del torneo. Velocidad, regate y capacidad para romper defensas convierten al atacante noruego en una amenaza constante.

Rayan (Brasil)

Otro de los talentos emergentes brasileños. Rayan con tan solo 19 años se ha colado en la lista de la canarinha. El extremo destaca por su velocidad, potencia y verticalidad, que puede resultar decisivas en partidos cerrados donde el desequilibrio individual marca la diferencia.

Johan Manzambi (Suiza)

Tras ser uno de los mejores jugadores de la última Europa League, Johan Manzambi, centrocampista del Friburgo aleman, mostrará con Suiza recorrido, llegada y personalidad. El país helvético suele competir por encima de las expectativas y Manzambi puede ser una de las razones para volver a hacerlo.

Luka Vušković (Croacia)

Central de enorme proyección, combina físico, jerarquía y una notable salida de balón. Croacia siempre suele descubrir nuevas figuras en los grandes torneos y Luka Vušković apunta a ser la siguiente.

Yan Diomande (Costa de Marfil)

Conocido por los seguidores del Leganés, el extremo costamarfileño Yan Diomande presenta una gran potencia física, velocidad y capacidad para generar peligro en campo abierto. Costa de Marfil llega con una generación interesante y Diomande es uno de sus nombres más prometedores.

Gilberto Mora (México)

Con tan solo 17 años, el centrocampista mexicano será el jugador más joven de toda la Copa del Mundo. El de Tijuana no destaca por su físico ni por su velocidad, sino por algo mucho más difícil de encontrar: la capacidad para entender el juego varios segundos antes que el resto. Es la gran esperanza del fútbol mexicano.

Nico Paz (Argentina)

Aunque es más conocido por su gran año en la Serie A italiana, no podíamos dejar fuera al argentino Nico Paz. El mediapunta destaca por su visión de juego, capacidad para filtrar pases y llegada desde segunda línea. Si encuentra continuidad durante el torneo, puede ser uno de los nombres más comentados.

Kerim Alajbegović (Bosnia)

A sus 18 años, Kerim Alajbegović ya es internacional absoluto con Bosnia, ha brillado en el Red Bull Salzburg y tiene firmado su regreso al Bayer Leverkusen para la próxima temporada. El extremo ambidiestro tiene talento, personalidad y capacidad para decidir partidos importantes. Llega al Mundial 2026 como uno de los futbolistas menos conocidos para el gran público.

Ayoube Amaimouni (Marruecos)

A sus 21 años, Ayoube Amaimouni es una de las grandes joyas ocultas del Mundial 2026. El extremo hace apenas unos meses competía en la tercera categoría alemana y hoy forma parte de la selección de Marruecos. Rápido, vertical y con una notable capacidad para desbordar en el uno contra uno. La baja del bético Abde le abre una puerta a la titularidad.

Otros de los nombres a seguir en este Mundial 2026

B. Yilmaz (Turquía), Anderson (Inglaterra), V. Barco (Argentina), Kendry Páez (Ecuador), I. Maza (Argelia), C. Yirenki (Ghana), Ayyoub Bouaddi (Marruecos), son otros de los nombres a seguir en este Mundial de Fútbol 2026.

Todos ellos reúnen una combinación ideal para triunfar en un gran torneo: talento diferencial, protagonismo creciente y la posibilidad de convertirse en líderes inesperados de sus selecciones. Porque si algo ha enseñado la historia de los Mundiales es que siempre hay espacio para una nueva estrella. Y la próxima podría estar en esta lista.

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Removal of African elephants causes coextinction of dung beetles, study finds

A field experiment in Kenya shows that dung beetles disappear when the African elephants they depend on for their fecal food and shelter also vanish locally. This is the first time that coextinction, the disappearance of one species leading directly to the extinction of another species, has been demonstrated in a large-scale field experiment, according to a recent study. In 2008, the researchers built a set of 10,000-square-meter (2.4 acres) exclosures in Mpala, Kenya. The exclosures were a fenced area of natural savanna habitat that kept out certain animals. Some exclosures kept out elephants, simulating what would happen if elephants went extinct from the landscape. The research focused on the connection between elephants and dung beetles, which bury and consume the feces of larger animals. Dung beetles provide an essential ecosystem service of ensuring feces doesn’t pile up to contaminate the land and water, which reduces the density of biting flies. The beetles also help with nutrient cycling, which keeps the soil and ecosystems thriving.  The researchers set out to see if removing elephant dung would affect the dung beetle community, and if it could lead to coextinction of some dung beetle species. The scientists, led by researcher Finote Gijsman, measured the dung preferences of 179 Kenyan dung beetle species and found that dung beetles love elephant dung. The team used modeling to predict that when elephants became locally extinct within the enclosures, 28% of dung beetle species would go extinct along with them. Their prediction was very close: 23%…This article was originally published on Mongabay

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Eletrificação não trouxe melhorias ao Algarve e ainda circulam comboios com mais de meio século

“Os comboios refletem de forma precisa a cultura do país: o país sórdido e miserável tem caminhos de ferro sórdidos e miseráveis; a nação orgulhosa e eficiente reflete-se de forma semelhante no seu parque ferroviário” — Paul Theroux em O velho Expresso da Patagónia

Às seis e cinquenta e quatro da manhã – horário cumprido com sucesso - tem início em Lagos uma viagem de três horas e pouco de comboio. Na verdade, teve início um pouco antes com a chegada do maquinista para “aquecer os motores” e ver se está tudo em ordem. Engane-se quem pensa que o destino é Lisboa ou outro distrito qualquer ou até um país europeu vizinho. A aventura é do Algarve até ao Algarve. Há uma linha que separa o homem da natureza; a linha férrea à saída de Lagos: à direita vê-se o sol roubar, aos poucos, a escuridão ao céu; vê-se o mar, ondas, areia, dunas, ervas e, ao longe, uma miniatura da Ponta da Piedade. Do lado esquerdo hotéis, casas que dificilmente um habitante local consegue pagar, obras e campos de golfe. No meio, viaja uma centopeia cansada, a arfar e a arrastar-se, como faz diariamente desde os anos 50.

O laranja começou cedo a pincelar a cidade porque o verão aproxima-se. Se fosse inverno, o passageiro teria de levantar os pés para evitar ser atingido pelo vento gelado proveniente das saídas de ar que estão perto do chão, logo após o ar condicionado da automotora ser ligado. Demora uns minutos até sair quente. Desta vez o azar falou mais alto e os passageiros têm ao seu dispor um transporte modernizado, mas não é a modernização que esperam há anos; são apenas os graffitis que decoram o seu exterior. Nem os vidros escaparam. Afinal, o que é uma viagem de comboio sem janelas? Apenas uma carruagem possui bancos com encosto de cabeça. As restantes têm uma espécie de ferro que não é muito amigo de nucas. Esta diferença faz o passageiro não-habitual achar que viaja em primeira classe, pelo menos até entrar na casa de banho e perceber que a sanita é um buraco com vista para os carris. Como não existem cortinas, o utente tem de conhecer a posição do sol em relação ao comboio se quiser evitar que, durante a viagem, o lado da cara que está virado para a janela fique vermelho. Talvez os «artistas» que vandalizaram os comboios estivessem, na verdade, a lutar contra escaldões. “Que incrível este comboio «novo» que circula no Algarve” é uma frase que nas últimas décadas seria impossível de proferir (e ainda é). Hoje, e já há vários anos, uma das maiores reivindicações dos algarvios é a aquisição de comboios modernos. O Jornal do Algarve questionou a CP e a Infraestruturas de Portugal sobre esta e outras questões, mas até ao fecho desta edição não obteve respostas. "A Chegada do Comboio à Estação", dos irmãos Lumière, foi um dos primeiros filmes da história do cinema, no final do século 19. Já “A Chegada dos Comboios Elétricos ao Algarve” também poderia ser um filme, talvez de ficção científica. O trailer foi lançado mais ou menos há um ano quando um comboio elétrico cir...

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L’Ue pensa a nuove restrizioni commerciali per i prodotti cinesi e Pechino reagisce: cancellati due incontri diplomatici con Bruxelles

Sempre più influente dal punto di vista politico, la Cina è intenzionata a difendere in tutti i modi la sua più grande forza: la sua straordinaria proiezione economica e commerciale. Questo spiega l’improvvisa cancellazione unilaterale di due eventi diplomatici previsti a Pechino nei prossimi giorni che avrebbero visto la partecipazione dell’Unione europea e in cui si sarebbe parlato di questioni digitali. La mossa, come riportato per primo dal Financial Times, è legata alla volontà di mettere in guardia Bruxelles in vista del Consiglio Europeo del 18-19 giugno. Ufficialmente, in quel consesso i capi di Stato e di governo dei 27 Paesi aderenti all’Ue parleranno di competitività globale e delle sfide economiche più impellenti. Ma sono già filtrate indiscrezioni secondo le quali uno dei temi trattati sarà la necessità di contenere la Cina dal punto di vista commerciale.

Qualche numero aiuta a capire la portata della partita che si sta giocando. Le esportazioni cinesi verso l’Europa sono aumentate di oltre il 16% dall’inizio dell’anno e il deficit commerciale nei confronti del Dragone – ossia la differenza tra esportazioni Ue verso la Cina e importazioni da quest’ultima – ha raggiunto circa 1 miliardo di euro al giorno. Dati ufficiali dell’Unione europea alla mano, nel 2025 il principale mercato di esportazione delle merci provenienti dalla Repubblica Popolare è stato proprio quello comunitario, con quasi 500 miliardi euro, a differenza dei poco più di 370 miliardi di euro di beni che Pechino ha diretto verso il mercato statunitense. Volendo sintetizzare, per la Cina quello Ue è un mercato irrinunciabile.

La tensione sempre più evidente che corre lungo l’asse est-ovest è legata anche alle contromisure che Bruxelles sta cercando di introdurre per provare a salvaguardare il proprio sistema produttivo e milioni di posti di lavoro. Si parla di nuovi dazi, limitare la partecipazione di alcune aziende cinesi agli appalti pubblici, delineare norme in materia di cybersicurezza che potrebbe escludere i giganti tecnologici cinesi, di indagini antidumping nei confronti dei prodotti provenienti dal gigante asiatico. Mosse o minacce a cui da parte cinese si risponde ufficialmente con nuove leggi per rafforzare il controllo sugli investimenti e proteggere le proprie catene di approvvigionamento da sanzioni e restrizioni straniere. Ufficiosamente, invece, numerose indagini hanno svelato tutte le modalità di elusione dei dazi e delle limitazioni di accesso che le aziende cinesi stanno mettendo in campo, tra passaggi attraverso Paesi terzi e modifiche minime ai prodotti per farli rientrare in categorie doganali differenti da quelle sotto la lente di Bruxelles.

In un periodo di grande turbolenza commerciale favorita dall’atteggiamento imprevedibile del presidente degli Stati Uniti, Donald Trump, per Pechino è fondamentale tenere non aperto, ma spalancato il mercato europeo. D’altronde storicamente la Repubblica Popolare produce molti più beni di quanti l’economia interna sia in grado di assorbirne e quindi la locomotiva guidata dal leader cinese Xi Jinping non può subire battute d’arresto. Oltretutto una parte della produzione della Cina è sempre più avanzata in termini tecnologici – un esempio su tutti è quello del settore automobilistico – e compete con quella europea in modalità sconosciute fino a pochi anni fa. Ecco perché è probabile si verifichino reazioni ancora più aggressive da parte del Dragone – che potrebbero tirare in ballo anche le terre rare di cui la Cina è il primo esportatore al mondo – oltre ad attività di lobbying già in atto nei confronti di alcuni paesi dell’Ue per cercare di far leva sulle divisioni tra il gruppo dei 27.

Questa situazione fa parlare molti analisti di una possibile guerra commerciale tra Bruxelles e Pechino. Le ragioni dell’Ue risiedono nella critica di un modello economico basato su sussidi statali e una spinta strutturale verso le esportazioni che non sarebbe sostenibile per le economie di arrivo. Di contro, la Repubblica Popolare accusa l’Unione europea di protezionismo e di usare la capacità produttiva e l’efficienza cinese come capri espiatori rispetto a un’incapacità d’innovazione che si riscontrerebbe nel sistema industriale europeo. Si tratta di posizioni che a prima vista appaiono molto difficilmente conciliabili.

L'articolo L’Ue pensa a nuove restrizioni commerciali per i prodotti cinesi e Pechino reagisce: cancellati due incontri diplomatici con Bruxelles proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Mali: les avocats de Mountaga Tall saisissent la justice internationale

Au Mali, cela fait plus d’un mois que l'avocat et homme politique Mountaga Tall a été enlevé par des hommes armés encagoulés et qu’il est détenu dans une prison secrète de la sécurité d’État, en dehors de tout cadre légal. Après lui, son propre fils et d’autres militants prodémocratie ont subi le même sort, ainsi que des militaires et des personnalités religieuses. Dans un communiqué diffusé le 10 juin, les avocats de Mountaga Tall et de sa famille indiquent qu'à ce jour, la justice n'a lancé aucune procédure contre lui et annoncent saisir des instances de l'Union africaine et des Nations unies.

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Four years to earn their trust: Habituating bonobos in DRC’s Salonga National Park

SALONGA NATIONAL PARK, Democratic Republic of Congo — Just before sunrise, while much of the rainforest remains cloaked in darkness, a team of researchers and trackers leaves the Inkomu research camp. Their destination is the previous night’s nesting site of a group of bonobos deep within the Salonga forest, located in the center of the DRC. Their mission is to persuade the bonobos (Pan paniscus) to accept human presence as a natural part of their environment. By earning the animals’ trust, researchers hope to create opportunities to better understand their behavior, ecology and health. This painstaking process, bonobo habituation, involves spending time near the apes day after day until they gradually become accustomed to people. It is a slow and demanding undertaking that can take years, requiring patience, consistency and thousands of hours in the forest. Long before dawn, often around 3 a.m., trackers — some of them former poachers whose knowledge of the forest has become an asset for conservation — begin making their way toward the previous night’s nesting site. They must arrive before the bonobos wake. Then begins an all-day pursuit through one of the most remote rainforests on Earth, following the apes from dawn until they build fresh nests for the night. “The whole idea of habituation is that you meet the group every day in a very friendly, non-interactive way so they accept you as part of the forest,” says Felix Bofeko, an assistant researcher working with a bonobo habituation program in Salonga National Park.…This article was originally published on Mongabay

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Missili Tomahawk nel Golfo Persico: cosa sono e che bersagli possono colpire in Iran

Si vociferava da mesi: gli Stati Uniti potrebbero ricorrere ai loro famosi missili Tomahawk per colpire l’Iran nell’ipotesi che i negoziati non portino alla risoluzione sperata. E questo è quanto accaduto la scorsa notte. Ma cosa sono i missili Tomahawk? Ecco tutto quello che c'è da sapere.

Il missile Tomahawk, tecnicamente missile da crociera subsonico a lungo raggio, adatto a tutte le condizioni atmosferiche, è progettato per compiere attacchi di precisione contro obiettivi di alto valore o fortemente difesi e può essere lanciato da unità di superficie, come i cacciatorpediniere missilistici classe Arleigh Burke e i sottomarini lanciamissili classe Ohio o i sottomarini d’attacco classe Virginia. Attualmente nel Mar Arabico e nel Mediterraneo orientale sono schierati 15 cacciatorpediniere e almeno 2 sottomarini armati con quelli che si stimano essere almeno 650 missili Tomahawk nella configurazione convenzionale per attacco al suolo.

Grazie alla sua traiettoria di volo a bassa quota e ai suoi sistemi di guida avanzati, una volta lanciato dai moduli di lancio verticali delle unità di superficie o dai lanciatori dei sottomarini, il missile Tomahawk, che misura circa sei metri ed è spinto da un piccolo motore turbofan, può eludere le difese aeree nemiche volando a un’altitudine compresa tra i 30-50 metri dal suolo con una velocità di 880 km/h e l'ausilio di un sistema di telecamere che monitora la coincidenza della traiettoria computerizzata durante l’intera corsa sul bersaglio.

Questi missili, armati con testate esplosive convenzionali, a submunizioni o tattiche, possono raggiungere bersagli a 2.000 km di distanza e potrebbero essere impiegati per colpire infrastrutture critiche, di alto valore, fortificate e strategiche in tutto l’Iran. Tra gli obiettivi presi in esame dagli analisti ci sarebbero di nuovo gli impianti nucleari, come Natanz e Isfahan, il quartier generale e i centri di comando dell’Irgc, il Corpo delle Guardie della Rivoluzione, e quelli della Basij, la forza paramilitare agli ordini degli Ayatollah, ma anche basi militari dove sono schierate difese aeree e dove si ritiene possano essere custodite delle scorte di missili balistici, sebbene queste siano notoriamente basi sotterranee e ben fortificate che richiedono armi con un’elevata capacità di penetrazione come le Gbu-57, le Massive Ordnance Penetrator sganciate da B-2 nell’operazione Midnight Hammer.

Per questo si ritiene più probabile che gli attacchi di precisione sferrati con i Tomahawk verrebbero lanciati contro installazioni radar, difese aeree, piste di decollo su cui potrebbe fare affidamento la ridotta forza aerea iraniana, o sulle basi navali, nel caso di un’operazione offensiva su vasta scala, mentre nel caso di un “raid chirurgico” su obiettivi ben selezionati nei centri urbani, sebbene il rischio di vittime collaterali potrebbe spingere a riconsiderare il valore effettivo di questo tipo di obiettivi.

Usati con successo durante la Guerra del Golfo, dove ne vennero lanciati ben 280, nella guerra in Iraq del 2003, come arma essenziale della campagna "shock and awe”, durante l’intervento in Libia del 2011 e nell’attacco sferrato sulla Siria nel 2017, quando 59 Tomahawk colpirono la base aerea di Shayrat, questi missili da crociera non sono soltanto un’arma efficace ma anche uno strumento di pressione politica che, attraverso il suo solo dispiegamento in teatro operativo, rafforza le capacità di deterrenza e garantendo una capacità offensiva immediata e a lungo raggio.

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Ukraine’s drones now have Russian convoys riding out with four gun trucks and a prayer

A Ukrainian mobile fire team with a mounted machine gun patrols a rural area to hunt incoming Shahed drones.

  • Ukraine's middle-strike drones are forcing Russian commanders to reroute and harden their supply convoys
  • Now some Russian truck convoys are rolling out with air defense gun trucks as escorts
  • Can the Russian gunners shoot down enough drones to make a difference?

Russian logisticians are desperately scrambling to save their truck convoys from Ukrainian drones. Besides rerouting convoys away from the most vulnerable highways, some commanders are also deploying mobile gun teams to escort the cargo trucks.

Whether those gun teams can shoot down enough drones to turn the tide of the escalating logistics war remains to be seen. How high the drones fly before they strike could make all the difference.

This spring, Ukrainian drone units launched an intensive campaign of strikes targeting the thousands of Russian trucks that, every day, shuttle supplies and reinforcements from depots deep in the rear area to front-line field armies. The aim: to weaken Russian regiments before they can launch an assault across the gray zone.

"We are launching a 'logistics lockdown' for the Russian army," Ukrainian defense minister Mykhailo Fedorov announced. "We are scaling middle-strike operations to systematically destroy enemy logistics and supply lines, stripping them of their capacity to mount offensive actions."

A Russian truck under drone attack near Chernihivka.
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Russia keeps four field armies fed through three southern towns. Ukraine’s drones just arrived.

The counterlogistics campaign, mostly carried out by Ukrainian drone units flying jam-resistant middle-strike drones with AI-assisted targeting—the $5,000 Swift Beat Hornet is one of the most common—initially targeted convoys traveling along the most obvious routes, including the west-to-east M-14 highway connecting southern Russia to occupied Crimea. The M-14 is the Ukrainian portion of the wider European E-58 highway.

By late May, the Ukrainian defense ministry was tallying hits on nearly 500 Russian trucks every day, a ninefold increase on the overall average of daily truck strikes since Russia widened its war on Ukraine in February 2022. Just 3,500 Russian cargo trucks plied the M-14 every day, so the losses were significant. For now, the Kremlin is able to make good its truck losses by redeploying vehicles from the active fleet.

But soon, it may have to tap the tens of thousands of older trucks sitting in long-term storage. And those decades-old trucks are in pretty bad shape. "Most of them are scrap metal husk, utterly impossible to reactivate," analyst Jompy noted.

A Ukrainian Hornet drone about to strike a buhanka.
A Ukrainian Hornet drone about to strike a buhanka. Via WarTranslated.

Hardening the convoys

Clearly realizing they can't sustain the loss of 500 trucks a day, Russian commanders are getting creative. They've begun rerouting trucks away from the M-14 and sending them along back roads instead in order to spread them out and complicate the Ukrainians' drone sortie planning. Military traffic along the M-14 has dropped by 71% since late May as trucks follow alternate routes to forward bases, according to Robert Brovdi, commander of the Ukrainian Unmanned Systems Forces.

M-14 Ukraine counterlogistics campaign
Map: Euromaidan Press

But the Russians are also arming the truck convoys, which previously traveled without any defensive weapons. Observer Kim Hovik claimed they recently saw videos depicting Russian convoys that included as many as four trucks and utility vehicles carrying gunners.

Guns aren't the best defenses against drones, but the Russians don't have many other options. Electronic warfare systems that scramble drones' control signals don't work against drones with self-contained AI targeting systems that can spot and home in on trucks without any input from a remote operation.

And Russia's longer-range air defense systems, its fixed and mobile surface-to-air missile systems, have been ravaged by a parallel Ukrainian drone campaign specifically targeting air defenses. Between June 2025 and March 2026, Ukrainian drones blew up more than 400 radars and SAM systems: far more than Russia can replace in just nine months.

How well the gunners work against Hornets and other Ukrainian drones might depend on how high the drones fly while patrolling for trucks. Ukraine's own mobile gun teams were effective against Russian Shahed drones until the Shaheds began flying thousands of feet in the air. Now the Ukrainian gunners are "largely ineffective," according to a Ukrainian electronic warfare officer who goes by "Alchemist."

It's unclear how high a Hornet drone can cruise while still effectively scanning for trucks. Higher flights might be necessary, however. Ukrainian drone forces must adapt to Russian adaptation as the counterlogistics drone war grinds on.

Stored Russian trucks.
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Russia is losing so many trucks it’s now eyeing Cold War scrap

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