Watchdog Group Skeptical of Vows to End Trump Administration’s $1.8 Billion Fund

© Eric Lee for The New York Times

© Eric Lee for The New York Times

A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).
No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.
O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.
Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.
Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.
“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.
Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.
“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.
O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.
Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.
Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.

A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).
No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.
O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.
Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.
Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.
“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.
Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.
“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.
O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.
Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.
Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.


Esse fenômeno climático global resulta de elevações nos ventos e nas temperaturas da superfície do mar sobre o Oceano Pacífico tropical.
“Com base nos dados observados no mês de maio e nas projeções, é possível inferir que o primeiro trimestre a atingir esse limiar será abril-maio-junho”, informa o boletim do Inmet.
O instituto monitora as condições no Oceano Pacífico Equatorial, quanto à Temperatura da Superfície do Mar (TSM), bem como os demais indicadores atmosféricos e oceânicos associados ao fenômeno El Niño.
Ao mesmo tempo, avalia previsões e boletins emitidos pelos principais centros meteorológicos internacionais especializados no monitoramento climático.
A previsão é que o Inmet divulgue, ao final desta semana, nova nota técnica sobre a possível evolução do fenômeno.

Esse fenômeno climático global resulta de elevações nos ventos e nas temperaturas da superfície do mar sobre o Oceano Pacífico tropical.
“Com base nos dados observados no mês de maio e nas projeções, é possível inferir que o primeiro trimestre a atingir esse limiar será abril-maio-junho”, informa o boletim do Inmet.
O instituto monitora as condições no Oceano Pacífico Equatorial, quanto à Temperatura da Superfície do Mar (TSM), bem como os demais indicadores atmosféricos e oceânicos associados ao fenômeno El Niño.
Ao mesmo tempo, avalia previsões e boletins emitidos pelos principais centros meteorológicos internacionais especializados no monitoramento climático.
A previsão é que o Inmet divulgue, ao final desta semana, nova nota técnica sobre a possível evolução do fenômeno.

A legislação estabelece diretrizes para garantir apoio a mães e adotantes na graduação e na pós-graduação, assegurando condições mais justas para a permanência e para a progressão acadêmica.
Ao mesmo tempo, a lei proíbe a formulação de perguntas sobre planejamento familiar em entrevistas, avaliações ou documentos de inscrição, salvo quando a candidata manifestar a intenção de tratar do tema.
As universidades públicas estaduais, bem como a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), devem adotar mecanismos de equidade e reconhecimento no âmbito do Marco Legal Mães na Ciência.
A legislação vai observar autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira das instituições de ensino superior e os objetivos do Programa Estadual de Incentivo ao Protagonismo das Mulheres na Ciência.
A lei reconhece o trabalho de cuidado, especialmente da maternidade e da adoção, na avaliação de mérito acadêmico, produtividade científica e análise curricular, para fins de pontuação em processos seletivos de bolsas e editais de monitoria, iniciação científica, extensão, mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Segundo o governo fluminense, por meio de sua assessoria de imprensa, a Faperj já mantém ações voltadas ao fortalecimento da participação feminina na ciência.
O Marco Legal Mães na Ciência vem reforçar, entre outras ações da Faperj, o Programa de Apoio às Cientistas Mães, destinado a pesquisadoras vinculadas a instituições de pesquisa do estado do Rio de Janeiro.
A iniciativa oferece auxílio de até R$ 120 mil por projeto para apoiar a retomada e a continuidade da produção científica por pesquisadoras que tiveram filhos nos últimos anos e também mães de crianças com deficiência.
Foram adotadas também pela Fundação medidas que consideram o período de licença-maternidade na avaliação de currículos acadêmicos, a concessão de licença-maternidade para bolsistas e a possibilidade de inclusão de despesas relacionadas ao cuidado infantil em determinados editais de fomento.
De acordo com a presidente da Faperj, Caroline Alves, “quando apoiamos uma mãe cientista, não estamos investindo apenas em uma pesquisadora. Estamos investindo em uma família, em uma geração futura e no fortalecimento de toda a ciência”. Admitiu que, durante longo tempo, as mulheres precisaram escolher entre a maternidade e a carreira acadêmica.
“Hoje, nosso compromisso é garantir que nenhuma mulher precise abrir mão de um sonho para realizar o outro”, afirmou Caroline.
Segundo a Faperj, o incentivo à participação feminina na ciência ocorre ainda por meio do Programa de Apoio à Jovem Cientista Mulher Dra. Tatiana Sampaio.
Esse programa é dirigido a pesquisadoras com até 12 anos de doutoramento e objetiva ampliar a presença de mulheres em posições de liderança científica. Em 2026, o edital recebeu investimento de R$ 10 milhões.
Além do fomento financeiro, a Faperj promove ações de valorização e visibilidade das pesquisadoras fluminenses, como o evento Mulheres na Ciência, que reúne pesquisadoras, gestoras e instituições para debater desafios e políticas públicas voltadas à equidade de gênero, e o Prêmio Mulheres na Ciência, que reconhece trajetórias de destaque em diversas áreas do conhecimento.

A legislação estabelece diretrizes para garantir apoio a mães e adotantes na graduação e na pós-graduação, assegurando condições mais justas para a permanência e para a progressão acadêmica.
Ao mesmo tempo, a lei proíbe a formulação de perguntas sobre planejamento familiar em entrevistas, avaliações ou documentos de inscrição, salvo quando a candidata manifestar a intenção de tratar do tema.
As universidades públicas estaduais, bem como a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), devem adotar mecanismos de equidade e reconhecimento no âmbito do Marco Legal Mães na Ciência.
A legislação vai observar autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira das instituições de ensino superior e os objetivos do Programa Estadual de Incentivo ao Protagonismo das Mulheres na Ciência.
A lei reconhece o trabalho de cuidado, especialmente da maternidade e da adoção, na avaliação de mérito acadêmico, produtividade científica e análise curricular, para fins de pontuação em processos seletivos de bolsas e editais de monitoria, iniciação científica, extensão, mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Segundo o governo fluminense, por meio de sua assessoria de imprensa, a Faperj já mantém ações voltadas ao fortalecimento da participação feminina na ciência.
O Marco Legal Mães na Ciência vem reforçar, entre outras ações da Faperj, o Programa de Apoio às Cientistas Mães, destinado a pesquisadoras vinculadas a instituições de pesquisa do estado do Rio de Janeiro.
A iniciativa oferece auxílio de até R$ 120 mil por projeto para apoiar a retomada e a continuidade da produção científica por pesquisadoras que tiveram filhos nos últimos anos e também mães de crianças com deficiência.
Foram adotadas também pela Fundação medidas que consideram o período de licença-maternidade na avaliação de currículos acadêmicos, a concessão de licença-maternidade para bolsistas e a possibilidade de inclusão de despesas relacionadas ao cuidado infantil em determinados editais de fomento.
De acordo com a presidente da Faperj, Caroline Alves, “quando apoiamos uma mãe cientista, não estamos investindo apenas em uma pesquisadora. Estamos investindo em uma família, em uma geração futura e no fortalecimento de toda a ciência”. Admitiu que, durante longo tempo, as mulheres precisaram escolher entre a maternidade e a carreira acadêmica.
“Hoje, nosso compromisso é garantir que nenhuma mulher precise abrir mão de um sonho para realizar o outro”, afirmou Caroline.
Segundo a Faperj, o incentivo à participação feminina na ciência ocorre ainda por meio do Programa de Apoio à Jovem Cientista Mulher Dra. Tatiana Sampaio.
Esse programa é dirigido a pesquisadoras com até 12 anos de doutoramento e objetiva ampliar a presença de mulheres em posições de liderança científica. Em 2026, o edital recebeu investimento de R$ 10 milhões.
Além do fomento financeiro, a Faperj promove ações de valorização e visibilidade das pesquisadoras fluminenses, como o evento Mulheres na Ciência, que reúne pesquisadoras, gestoras e instituições para debater desafios e políticas públicas voltadas à equidade de gênero, e o Prêmio Mulheres na Ciência, que reconhece trajetórias de destaque em diversas áreas do conhecimento.