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PCP denuncia utilização abusiva dos “serviços mínimos” por parte do Governo Regional

O PCP veio denunciar a utilização abusiva da figura dos serviços mínimos por parte do Governo Regional da Madeira como instrumento de condicionamento do direito à greve dos trabalhadores. Ao longo dos últimos anos, o Governo Regional tem recorrido de forma sistemática à imposição de serviços mínimos em diversos sectores de actividade, ultrapassando claramente aquilo […]
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Sindicatos da UGT avançam para conciliação junto da DGERT após o que chamam de “silêncio” do BCP

O processo de revisão da convenção coletiva no Millennium BCP sofreu um novo revés, com os sindicatos da UGT — constituídos pelo Mais, SBN e SBC — a avançarem com um pedido de conciliação junto da Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), face ao que apelidam de “recusa do banco em negociar”.

O impasse em torno do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) para 2026 arrasta-se desde o dia 8 de setembro de 2025, data em que a estrutura sindical entregou formalmente a sua proposta de revisão.

Passados quase nove meses, em comunicado, os representantes dos trabalhadores lamentam que “pouco ou nada se tenha avançado”, justificando que a sua proposta inicial teve por base os relatórios económicos do Banco de Portugal e do próprio BCP, o “forte desempenho financeiro” da instituição, o impacto da inflação e a urgência em reter talento e garantir o equilíbrio social interno.

“Os Sindicatos procederam a uma apreciação sobre o impacto esperado da medida de tais atualizações remuneratórias, nas componentes de motivação e retenção de talento, de reforço da coesão social interna e de contribuição para o equilíbrio social”, lê-se no comunicado

O Mais Sindicato, o SBN e o SBC, por sua vez,  apontam que o BCP falhou o prazo legal de 30 dias para responder, reagindo apenas a 29 de janeiro de 2026 e na sequência de uma carta de insistência enviada pelos sindicatos em dezembro.

A contraproposta apresentada pelo banco, que previa um aumento salarial de 1,8% nas tabelas e cláusulas de expressão pecuniária, foi prontamente rejeitada pelas direções sindicais por considerarem que o valor penaliza o poder de compra dos trabalhadores face à inflação registada desde o início do ano. “Após este episódio, o MAIS, o SBN e o SBC tentaram repetidamente, através de contactos mensais por correio eletrónico, agendar a indispensável mesa negocial para aproximar posições”, dizem.

Os sindicatos filiados na UGT acusam o banco de protelar sucessivamente os encontros e de, nos últimos tempos, ter deixado de responder aos apelos.

Classificando a atitude da instituição financeira como “uma total desconsideração pelos trabalhadores”, os sindicatos recorreram à mediação oficial da DGERT como a única via restante para tentar alcançar a solução consensual pretendida.

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STCP disponibiliza horários em tempo real no Google Maps

Para consultar horários através do Google Maps, "basta introduzir o ponto de partida e o destino, selecionar um dos percursos e verificar, em tempo real, quantos minutos faltam", informa a empresa.

© ESTELA SILVA/LUSA

No final de maio, o presidente da Transportes Metropolitanos do Porto anunciou que a empresa espera que, até ao final do ano, seja possível consultar os horários da rede Unir em tempo real no 'Google Maps'
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