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Capital paulista amplia locais de vacinação nesta semana; veja lista

Logo Agência Brasil

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo intensificou a vacinação contra a gripe, sarampo e febre amarela, como parte das ações do Dia Nacional da Imunização (9), ampliando o número de postos de vacinação para 400 em todas as regiões da cidade. A mobilização começou nesta segunda-feira (8) e segue até a próxima sexta-feira (12).

As doses estarão disponíveis em locais de grande circulação de pessoas:

  • no Mercado Municipal (dias 08, 09 e 10, das 9h às 16h);
  • no Museu do Ipiranga (dia 9, das 10h às 16h);
  • no Museu Catavento (dias 12 e 13/06, das 10h às 16h),
  • no Centro Olímpico Thomaz Mazzoni (dia 8 a 12, das 10h às 17h);
  • no CEAGESP (dia 10, das 10h às 15h);
  • no Parque da Mooca (de 8 a 12, das 10h às 16h);
  • no Centro Olímpico Thomaz Mazzoni, Vila Maria (8 a 12, das 10h às 17h);
  • na Subprefeitura de Guaianases (dia 11 das 9h às 16h).

Notícias relacionadas:

Também haverá vacinação em shoppings centers, supermercados, terminais de ônibus, estações de trem e metrô. Nesses casos, é preciso consultar o dia e horário, porque os postos não estarão disponíveis em todos os dias e horários.

>> Saiba os endereços e horários para as ações de vacinação extra-muros

“Além das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a estratégia de levar as vacinas para locais de grande circulação de pessoas tem o objetivo de facilitar o acesso aos imunizantes. A mobilização busca ampliar a cobertura vacinal e reforçar a proteção da população contra doenças preveníveis por vacinação”, explica a SMS.

A vacina contra a gripe está disponível para todas as pessoas a partir dos seis meses de idade.

“É importante manter a caderneta de vacinação atualizada, especialmente diante da circulação de vírus respiratórios neste período do ano e da necessidade de prevenção contra doenças como sarampo e febre amarela”, reforça a secretaria.

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Capital paulista amplia locais de vacinação nesta semana; veja lista

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo intensificou a vacinação contra a gripe, sarampo e febre amarela, como parte das ações do Dia Nacional da Imunização (9), ampliando o número de postos de vacinação para 400 em todas as regiões da cidade. A mobilização começou nesta segunda-feira (8) e segue até a próxima sexta-feira (12).

As doses estarão disponíveis em locais de grande circulação de pessoas:

  • no Mercado Municipal (dias 08, 09 e 10, das 9h às 16h);
  • no Museu do Ipiranga (dia 9, das 10h às 16h);
  • no Museu Catavento (dias 12 e 13/06, das 10h às 16h),
  • no Centro Olímpico Thomaz Mazzoni (dia 8 a 12, das 10h às 17h);
  • no CEAGESP (dia 10, das 10h às 15h);
  • no Parque da Mooca (de 8 a 12, das 10h às 16h);
  • no Centro Olímpico Thomaz Mazzoni, Vila Maria (8 a 12, das 10h às 17h);
  • na Subprefeitura de Guaianases (dia 11 das 9h às 16h).

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“Além das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a estratégia de levar as vacinas para locais de grande circulação de pessoas tem o objetivo de facilitar o acesso aos imunizantes. A mobilização busca ampliar a cobertura vacinal e reforçar a proteção da população contra doenças preveníveis por vacinação”, explica a SMS.

A vacina contra a gripe está disponível para todas as pessoas a partir dos seis meses de idade.

“É importante manter a caderneta de vacinação atualizada, especialmente diante da circulação de vírus respiratórios neste período do ano e da necessidade de prevenção contra doenças como sarampo e febre amarela”, reforça a secretaria.

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Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan

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O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (8), a suspensão temporária da imunização contra a dengue no país com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan.

A pasta informou que 42 pessoas apresentaram sintomas mais severos após a vacinação, sendo que três precisaram de internação e dois desses morreram.

Notícias relacionadas:

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não é possível concluir que os eventos adversos foram causados pela vacina, mas representam um sinal de alerta e serão investigados por um comitê de especialistas.

“Essa descontinuidade tem um objetivo que é a ação de precaução, para que o Ministério da Saúde, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e o Butantan aprofundem a investigação nos 42 casos, que são episódios de reações adversas da vacina, para buscar fatores de risco nessas pessoas, fazer uma espécie de estudo de caso-controle”, disse em coletiva de imprensa.

“O Ministério da Saúde tem total confiança na capacidade institucional do Butantan”, destacou Padilha ao enfatizar a importância da vacinação para a redução e eliminação de doenças no país.

A suspensão vale apenas para a vacina produzinda pelo Butantan, e não inclui o imunizante Qdenga, produzido pelo laboratório Takeda e aplicado no Sistema Único de Saúde. 

Até o dia 30 de maio, pouco mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas em todo o país. O imunizante foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano. Na ocasião, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue.

Para isso, passou a vacinar a população em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos, que é a indicação aprovada para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Em março, também foi promovida uma ação de vacinação na região de Araguaína (TO).

Em fevereiro, o SUS passou a vacinar contra a dengue os profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente, de unidades básicas de saúde, por exemplo. Os casos graves registrados foram identificados nesse público-alvo.  

O Ministério da Saúde destaca que a decisão de descontinuar a estratégia de vacinação não invalida a eficácia do imunizante. E as pessoas que foram vacinadas ainda usufruem do benefício que a vacina oferece, que é a proteção contra a dengue.

A recomendação do sistema de farmacovigilância dá mais tempo para que sejam realizados estudos adicionais para encontrar eventuais fatores de risco.

Serão investigados o histórico clínico das pessoas, as doenças preexistentes, os fatores de risco individuais, as causas alternativas, possíveis desvios de qualidade e erros de imunização. 

Brasília (DF), 08/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan após a identificação de 42 episódios de reações adversas graves registrados pelo sistema nacional de vigilância pós-vacinação. Frame: MS/Youtube Brasília (DF), 08/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan após a identificação de 42 episódios de reações adversas graves registrados pelo sistema nacional de vigilância pós-vacinação. Frame: MS/Youtube
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. Frame: MS/Youtube - MS/Youtube

Casos graves

A vigilância é permanente e parte da rotina do PNI, com fluxo de investigação posterior. Os casos graves foram analisados pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (Ctai), que recomendou a suspensão da vacinação com o imunizante do Butantã.

Das pouco mais de 500 mil doses aplicadas em todo o país, 3.703 pessoas tiveram sintomas parecidos com os da dengue - 0,7% do total de vacinados.

Desses, 42 apresentaram sintomas de alarme, que são: dor abdominal, vômito persistente ou sangramento – 0,008% dos vacinados – eventos raros, porém inesperados, já que não foram relatados durante a fase de estudos da vacina.

Três pessoas apresentaram sintomas graves e foram hospitalizadas:

  • Uma mulher, 39 anos, apresentou febre, mialgia e náuseas seis dias após receber a vacina, evoluindo para sintomas de dengue grave, com choque e necessidade de UTI; recebeu alta.
  • Uma mulher, 48 anos, desenvolveu sintomas de dengue grave, com comprometimento neurológico (meningoencefalite) 19 dias após a vacinação; evoluiu para óbito.
  • Um homem, 58 anos, iniciou quadro febril cinco dias após a vacinação, evoluindo rapidamente para sintomas de dengue graves, com choque refratário; evoluiu para óbito.

Observação

Segundo o ministro Alexandre Padilha, a população que recebeu a vacina do Instituto Butantan nos últimos 21 dias terá um acompanhamento especial para identificar algum sinal ou qualquer outra reação adversa.

A orientação do Ministério da Saúde é procurar uma unidade de saúde em caso de intensificação dos seguintes sintomas: febre, dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tontura, sangramentos, sonolência intensa, irritabilidade, sinais de desidratação ou piora do estado geral.

Reavaliação da estratégia

Em nota, o Instituto Butantan informou que a vacinação contra a dengue será temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal. A medida visa garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação.

“O Instituto Butantan, como já demonstrado em casos recentes, seguirá trabalhando com o mais absoluto rigor para aprofundar as informações sobre o uso da vacina para que, em se confirmando sua segurança, a vacinação possa ser retomada em breve, com toda a tranquilidade para a população atendida pelo SUS”, disse a instituição. 

Segundo o Instituto, a vacina teve eficácia global de 79,6% e 89% contra a dengue grave em estudo publicado em revista científica internacional. Nos três municípios onde houve vacinação em massa da população, o acompanhamento de farmacovigilância se mostrou positivo, sem casos importantes de reação adversa na população.

 

*Texto ampliado às 18h08 para acréscimo de informações

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Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan

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O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (8), a suspensão temporária da imunização contra a dengue no país com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan.

A pasta informou que 42 pessoas apresentaram sintomas mais severos após a vacinação, sendo que três precisaram de internação e dois desses morreram.

Notícias relacionadas:

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não é possível concluir que os eventos adversos foram causados pela vacina, mas representam um sinal de alerta e serão investigados por um comitê de especialistas.

“Essa descontinuidade tem um objetivo que é a ação de precaução, para que o Ministério da Saúde, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e o Butantan aprofundem a investigação nos 42 casos, que são episódios de reações adversas da vacina, para buscar fatores de risco nessas pessoas, fazer uma espécie de estudo de caso-controle”, disse em coletiva de imprensa.

“O Ministério da Saúde tem total confiança na capacidade institucional do Butantan”, destacou Padilha ao enfatizar a importância da vacinação para a redução e eliminação de doenças no país.

A suspensão vale apenas para a vacina produzinda pelo Butantan, e não inclui o imunizante Qdenga, produzido pelo laboratório Takeda e aplicado no Sistema Único de Saúde. 

Até o dia 30 de maio, pouco mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas em todo o país. O imunizante foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano. Na ocasião, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue.

Para isso, passou a vacinar a população em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos, que é a indicação aprovada para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Em março, também foi promovida uma ação de vacinação na região de Araguaína (TO).

Em fevereiro, o SUS passou a vacinar contra a dengue os profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente, de unidades básicas de saúde, por exemplo. Os casos graves registrados foram identificados nesse público-alvo.  

O Ministério da Saúde destaca que a decisão de descontinuar a estratégia de vacinação não invalida a eficácia do imunizante. E as pessoas que foram vacinadas ainda usufruem do benefício que a vacina oferece, que é a proteção contra a dengue.

A recomendação do sistema de farmacovigilância dá mais tempo para que sejam realizados estudos adicionais para encontrar eventuais fatores de risco.

Serão investigados o histórico clínico das pessoas, as doenças preexistentes, os fatores de risco individuais, as causas alternativas, possíveis desvios de qualidade e erros de imunização. 

Brasília (DF), 08/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan após a identificação de 42 episódios de reações adversas graves registrados pelo sistema nacional de vigilância pós-vacinação. Frame: MS/Youtube Brasília (DF), 08/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan após a identificação de 42 episódios de reações adversas graves registrados pelo sistema nacional de vigilância pós-vacinação. Frame: MS/Youtube
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. Frame: MS/Youtube - MS/Youtube

Casos graves

A vigilância é permanente e parte da rotina do PNI, com fluxo de investigação posterior. Os casos graves foram analisados pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (Ctai), que recomendou a suspensão da vacinação com o imunizante do Butantã.

Das pouco mais de 500 mil doses aplicadas em todo o país, 3.703 pessoas tiveram sintomas parecidos com os da dengue - 0,7% do total de vacinados.

Desses, 42 apresentaram sintomas de alarme, que são: dor abdominal, vômito persistente ou sangramento – 0,008% dos vacinados – eventos raros, porém inesperados, já que não foram relatados durante a fase de estudos da vacina.

Três pessoas apresentaram sintomas graves e foram hospitalizadas:

  • Uma mulher, 39 anos, apresentou febre, mialgia e náuseas seis dias após receber a vacina, evoluindo para sintomas de dengue grave, com choque e necessidade de UTI; recebeu alta.
  • Uma mulher, 48 anos, desenvolveu sintomas de dengue grave, com comprometimento neurológico (meningoencefalite) 19 dias após a vacinação; evoluiu para óbito.
  • Um homem, 58 anos, iniciou quadro febril cinco dias após a vacinação, evoluindo rapidamente para sintomas de dengue graves, com choque refratário; evoluiu para óbito.

Observação

Segundo o ministro Alexandre Padilha, a população que recebeu a vacina do Instituto Butantan nos últimos 21 dias terá um acompanhamento especial para identificar algum sinal ou qualquer outra reação adversa.

A orientação do Ministério da Saúde é procurar uma unidade de saúde em caso de intensificação dos seguintes sintomas: febre, dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tontura, sangramentos, sonolência intensa, irritabilidade, sinais de desidratação ou piora do estado geral.

Reavaliação da estratégia

Em nota, o Instituto Butantan informou que a vacinação contra a dengue será temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal. A medida visa garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação.

“O Instituto Butantan, como já demonstrado em casos recentes, seguirá trabalhando com o mais absoluto rigor para aprofundar as informações sobre o uso da vacina para que, em se confirmando sua segurança, a vacinação possa ser retomada em breve, com toda a tranquilidade para a população atendida pelo SUS”, disse a instituição. 

Segundo o Instituto, a vacina teve eficácia global de 79,6% e 89% contra a dengue grave em estudo publicado em revista científica internacional. Nos três municípios onde houve vacinação em massa da população, o acompanhamento de farmacovigilância se mostrou positivo, sem casos importantes de reação adversa na população.

 

*Texto ampliado às 18h08 para acréscimo de informações

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Cachorro é infectado por praga mortal que preocupa autoridades nos EUA

A confirmação de mais dois casos da chamada mosca-da-bicheira no Texas acendeu um novo alerta para as autoridades sanitárias dos Estados Unidos. O avanço da praga, que representa uma ameaça direta à pecuária do país, foi informado nesta segunda-feira, 8, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).Os novos registros foram identificados em um bezerro e em um cão, localizados em regiões distantes entre si, nos condados de La Salle e Andrews. Com isso, sobe para quatro o total de ocorrências confirmadas no estado.A infestação já havia sido detectada anteriormente em dois bezerros jovens. O primeiro caso envolveu um animal de apenas três semanas de vida, encontrado no início de junho. Pouco depois, outro bezerro foi diagnosticado em uma área próxima.Apesar do nome popular, a mosca-da-bicheira se refere à fase larval do inseto. Diferentemente de outras espécies, essas larvas se alimentam de tecido vivo e se desenvolvem a partir de ovos depositados por fêmeas em feridas abertas de animais de sangue quente. Além dos bovinos, animais silvestres, cães, gatos e até seres humanos podem ser afetados em situações ocasionais.Praga volta a preocupar autoridadesEm nota, o subsecretário de marketing e regulamentação do USDA, Dudley Hoskins, afirmou que as equipes seguem mobilizadas tanto no atendimento aos casos já identificados quanto na análise de novas suspeitas. Segundo ele, o objetivo continua sendo eliminar completamente a presença da praga. Leia Também: SISTEMA DE VIGILÂNCIA Ministério da Saúde interrompe vacina da dengue e investiga óbitos SAÚDE Cérebro descansado sem nunca mais dormir? Saiba a descoberta dos cientistas POLÍCIA Vídeo: Paciente morre após denunciar falta de médicos em UPA A mosca-da-bicheira já foi um problema recorrente para os pecuaristas norte-americanos durante os períodos mais quentes do ano. O inseto foi erradicado dos Estados Unidos na década de 1960, mas voltou a preocupar autoridades e produtores após ser detectado no México no fim de 2024. Antes disso, a espécie permanecia controlada por décadas na região mais ao sul do Panamá.Estratégia aposta em moscas estéreis para conter avançoPara conter a disseminação, o governo norte-americano utiliza uma estratégia baseada na liberação de machos estéreis. Como as fêmeas costumam acasalar apenas uma vez durante toda a vida, a reprodução é interrompida quando ocorre o cruzamento com esses insetos incapazes de gerar descendentes.Paralelamente às ações de controle, o USDA anunciou a ampliação da produção de moscas estéreis em instalações localizadas fora do território norte-americano. Também está prevista a construção de uma unidade de produção no Texas para reforçar o combate à praga.Ainda nesta segunda-feira, a secretária de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, deve receber um relatório atualizado sobre a situação durante visita ao U.S. Livestock Insects Research Laboratory, em Kerville, no Texas.

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Ministério da Saúde interrompe vacina da dengue e investiga óbitos

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira, 8, a suspensão temporária da estratégia de vacinação com a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, após a identificação de 42 reações adversas graves registradas pelo sistema de vigilância.Entre os casos investigados, estão dois óbitos e outros eventos considerados severos, o que levou a pasta a interromper preventivamente a aplicação do imunizante até a conclusão das análises.A medida não afeta a vacina contra a dengue atualmente oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.A suspensão envolve exclusivamente o imunizante do Instituto Butantan, que vinha sendo aplicado em profissionais da atenção primária à saúde e em projetos-piloto realizados em municípios selecionados do país.O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante coletiva de imprensa. Segundo ele, aproximadamente 500 mil doses já haviam sido aplicadas quando os casos começaram a ser identificados pelos sistemas de monitoramento.De acordo com o Ministério da Saúde, algumas das reações observadas não haviam sido registradas durante os estudos clínicos que antecederam a aprovação da vacina. Os testes realizados antes da autorização envolveram cerca de 11 mil participantes.Casos graves serão investigadosEntre os 42 episódios registrados, três foram classificados como graves, incluindo dois óbitos que seguem sob investigação. Até o momento, o governo afirma não haver evidências suficientes para comprovar uma relação direta entre a vacina e as ocorrências. Leia Também: SAÚDE Cérebro descansado sem nunca mais dormir? Saiba a descoberta dos cientistas POLÍCIA Vídeo: Paciente morre após denunciar falta de médicos em UPA AMPLIAÇÃO Bahia amplia vacinação contra a Influenza para toda a população Apesar disso, a pasta decidiu interromper temporariamente a estratégia de vacinação por precaução, enquanto aprofunda a análise dos casos e avalia possíveis fatores em comum entre os pacientes afetados.Segundo o ministro, a taxa registrada corresponde a aproximadamente oito eventos graves para cada 100 mil doses aplicadas. Ainda assim, o sinal foi considerado relevante para o sistema nacional de farmacovigilância.Vacinas continuarão armazenadasO Ministério da Saúde informou que as doses já distribuídas não serão descartadas. A orientação é que os imunizantes permaneçam armazenados nas redes de frio de estados e municípios até que as investigações sejam concluídas.Nos próximos dias, a pasta deve se reunir com gestores estaduais e municipais para orientar a interrupção temporária da vacinação e apresentar uma nota técnica com os procedimentos a serem adotados.Vacina do SUS segue normalmenteO governo reforçou que a suspensão não interfere na campanha de vacinação contra a dengue já disponível no SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.Segundo o Programa Nacional de Imunizações (PNI), o imunizante atualmente utilizado na rede pública não faz parte da investigação anunciada nesta segunda-feira e continua sendo aplicado normalmente nas unidades de saúde.Pessoas vacinadas continuam protegidasO Ministério da Saúde também buscou tranquilizar quem já recebeu a vacina do Butantan. De acordo com a pasta, os dados disponíveis indicam proteção contra os quatro sorotipos da dengue e não há recomendação de qualquer medida adicional para os vacinados.Mesmo assim, pessoas que receberam o imunizante nos últimos 21 dias passarão por acompanhamento mais próximo para monitoramento de possíveis reações adversas.Investigação será aprofundadaA suspensão temporária permitirá que o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Butantan realizem uma análise detalhada dos 42 eventos registrados.As investigações deverão avaliar desde possíveis fatores de risco entre os pacientes até questões relacionadas ao armazenamento, transporte e aplicação das doses.Durante a coletiva, Padilha afirmou que a decisão foi aprovada por consenso pelo Comitê Nacional de Farmacovigilância e apresentada ao Comitê Técnico Assessor em Imunizações (CTAI), responsável por auxiliar o governo na definição das estratégias de vacinação.Queda nos casos de dengueApesar da suspensão temporária da estratégia envolvendo a vacina do Butantan, o Ministério da Saúde destacou que o país registra redução nos indicadores da doença.Segundo dados apresentados pela pasta, os primeiros meses de 2026 tiveram queda de 92% nos casos de dengue e de 97% nos óbitos em comparação com o mesmo período de 2024.O governo afirma que a vacinação continuará sendo uma das principais ferramentas de combate à doença e que novas decisões sobre o imunizante do Butantan dependerão dos resultados das investigações em andamento.

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Ébola: OMS reduz o risco da epidemia para a maior parte do continente africano

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reduziu esta segunda-feira o risco para a saúde decorrente da epidemia de Ébola no continente africano de “alto” para “baixo”, com exceção da República Democrática do Congo (RDCongo) e países vizinhos.

A OMS reavaliou os riscos e considerou baixo o perigo de a epidemia se alastrar para a maior parte de África, assim como para o resto do mundo, embora o risco na RDCongo, que faz fronteira com Angola, permaneça “muito alto”.

No Uganda, onde também foram registadas infeções e a organização considerou o risco como “alto”.

Segundo o novo relatório da OMS, até ao momento foram confirmados 534 casos, 515 na RDCongo e 19 no Uganda, e 93 pessoas morreram da doença provocada pelo vírus do Ébola.

A taxa de letalidade é atualmente de 17,4%, inferior à dos dois surtos anteriores desta variante do vírus, chamada Bundibugyo, que ocorreram em 2007 no Uganda, onde 30% dos infetados morreram, e em 2012 na RDCongo, onde a taxa de mortalidade foi de 50%.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, viajou para o Uganda esta semana para apoiar a resposta à epidemia, poucos dias depois de visitar a RDCongo com o mesmo propósito.

O Ébola, que se transmite por contacto próximo e por fluidos corporais, matou mais de 15 mil pessoas em África ao longo dos últimos 50 anos.

A OMS e a agência de saúde da União Africana lançaram na sexta-feira um plano de 518 milhões de dólares (446 milhões de euros) para combater a epidemia nos próximos seis meses, com especial foco no reforço da vigilância, nos testes de laboratório e na prevenção de infeções.

O epicentro da epidemia na RDCongo encontra-se na província oriental do Ituri, de difícil acesso devido ao mau estado das estradas e à insegurança mantida por grupos armados.

A comissária da gestão de crises da UE, Hadja Lahbib, em visita a Bunia, capital do Ituri, apelou no domingo a um cessar-fogo no leste da RDCongo, onde uma série de grupos armados estão ativos e onde o grupo antigovernamental Movimento 23 de Março (M23), apoiado pelo Ruanda, está a controlar vastas áreas de território.

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Cérebro descansado sem nunca mais dormir? Saiba a descoberta dos cientistas

O sono continua sendo fundamental para a saúde, mas uma descoberta feita por pesquisadores dos Estados Unidos pode mudar a forma como a ciência entende os mecanismos de recuperação do cérebro. Um estudo publicado nesta segunda-feira, 08, na revista científica Nature Neuroscience mostrou que determinadas regiões cerebrais conseguiram apresentar sinais de descanso mesmo sem que os animais entrassem em sono completo.A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison e utilizou camundongos para investigar como o cérebro reage após longos períodos acordado. Os resultados indicaram que parte dos benefícios normalmente associados ao sono profundo pode ocorrer de forma localizada em áreas específicas do cérebro.O que os pesquisadores descobriram?Durante o sono profundo, os neurônios alternam períodos de intensa atividade com breves pausas. Esse comportamento é considerado essencial para a reorganização das conexões cerebrais, além de desempenhar papel importante na consolidação das memórias e no processamento das informações acumuladas ao longo do dia.Para entender melhor esse fenômeno, os cientistas mantiveram os camundongos acordados por cinco horas consecutivas. Em seguida, aplicaram uma técnica conhecida como optogenética para estimular neurônios em regiões específicas do córtex cerebral.A intervenção conseguiu reproduzir padrões muito semelhantes aos observados durante o sono profundo, mesmo sem que os animais adormecessem. Leia Também: POLÍCIA Vídeo: Paciente morre após denunciar falta de médicos em UPA AMPLIAÇÃO Bahia amplia vacinação contra a Influenza para toda a população SAÚDE Entenda se surto de Ebola do Congo pode virar pandemia mundial Menos sinais de fadigaApós o experimento, a equipe analisou a atividade cerebral dos camundongos e observou que as áreas estimuladas apresentavam uma menor necessidade de recuperação durante o período de sono posterior.Na prática, essas regiões pareciam ter recebido parte dos efeitos restauradores normalmente proporcionados pelo descanso.Segundo os pesquisadores, a descoberta sugere que alguns mecanismos ligados à recuperação cerebral podem depender mais da forma como os neurônios se comportam do que necessariamente do estado completo de sono.Efeitos também apareceram na memóriaOs cientistas também avaliaram o impacto da técnica na capacidade de aprendizagem dos animais.Os camundongos passaram por uma atividade de memorização e, posteriormente, foram divididos em grupos. Enquanto alguns puderam dormir normalmente, outros permaneceram acordados. Parte dos animais privados de sono recebeu a estimulação cerebral que imitava os padrões do sono profundo.No dia seguinte, os pesquisadores constataram que os animais que ficaram sem dormir tiveram desempenho inferior na tarefa. Já aqueles que receberam a estimulação apresentaram resultados semelhantes aos dos camundongos que conseguiram descansar.Para a equipe responsável pelo estudo, isso reforça a hipótese de que determinados benefícios do sono podem ocorrer de maneira localizada em circuitos específicos do cérebro.Descoberta ainda está longe de substituir o sonoApesar dos resultados promissores, os autores destacam que a pesquisa foi realizada exclusivamente em camundongos e utilizou um método invasivo, baseado em alterações genéticas e estímulos por luz.O próximo desafio será investigar se tecnologias menos invasivas poderão reproduzir efeitos semelhantes em seres humanos.Por enquanto, os pesquisadores reforçam que a conclusão permanece a mesma: dormir continua sendo indispensável. No entanto, compreender com mais profundidade como o cérebro se recupera pode abrir novas possibilidades para o tratamento de problemas relacionados ao sono, à memória e ao funcionamento cerebral.

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Casillas vs. FC Porto em tribunal: “Já nem posso correr”

Antigo guarda-redes dos azuis e brancos reclama indemnização de 3,7 milhões de euros após enfarte do miocárdio sofrido no Olival em 2019. O antigo guarda-redes do FC Porto e lenda do Real Madrid, Iker Casillas, testemunhou esta segunda-feira no Palácio da Justiça no âmbito do processo no qual exige uma indemnização de 3,7 milhões de euros à seguradora Fidelidade e ao FC Porto, por incapacidade para o trabalho na sequência do enfarte agudo do miocárdio que sofreu em maio de 2019, enquanto treinava no Olival. A posição de Casillas é que o enfarte ocorreu em contexto laboral e que esse

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O que importa saber sobre radiações

Para muitas pessoas, a palavra “radiação” surge imediatamente associada a momentos de preocupação, exame médico ou um tratamento.

Quando se fala em radiação, surgem, frequentemente, na memória imagens marcantes e assustadoras, como os bombardeamentos atómicos de Hiroshima e Nagasaki ou o acidente nuclear de Chernobyl.

Atualmente, o tema continua muito presente nas conversas, não só por estas memórias terem sido marcantes e com repercussões extremamente severas, mas também porque está ligado a questões atuais, como a transição para energias mais limpas, a necessidade de maior independência energética na Europa e as preocupações com a segurança internacional, especialmente no contexto da guerra na Ucrânia.

Estes episódios reforçam a perceção de um perigo invisível, quase abstrato, mas profundamente inquietante.

Mas e se a radiação fizer parte da nossa vida muito mais do que pensamos?

Na verdade, a radiação faz parte do nosso dia a dia, maioritariamente sem nos darmos conta. Está no solo que pisamos, no ar que respiramos, nos alimentos que consumimos e até no nosso próprio corpo.

Vem também do espaço, sob a forma de radiação cósmica, que atravessa a atmosfera, sendo que a quantidade a que estamos expostos pode até variar: por exemplo, quanto mais elevada for a altitude, maior tende a ser essa exposição.

Ou seja, a radiação não é algo raro ou excecional, faz parte do ambiente que nos rodeia. Talvez por isso, a verdadeira questão não seja se ela existe, mas sim como é utilizada e em que condições.

E apesar de falarmos muitas vezes de “radiação” como se fosse uma única coisa, na realidade nem toda a radiação é igual.

No dia a dia, convivemos sobretudo com a chamada radiação não ionizante, de baixa energia, presente na luz visível, nas ondas de rádio ou no micro-ondas, ao qual somos expostos diariamente.

A radiação ionizante, por ser mais energética, é aquela que encontramos sobretudo em áreas como a medicina. É também a que costuma gerar mais dúvidas e, de forma compreensível, mais receios.

Falar de radiação implica, naturalmente, falar de riscos. Quando utilizada em doses elevadas ou de forma inadequada, pode provocar danos nas células e aumentar o risco de doença.

Mas também é verdade que o seu uso, especialmente na medicina, é altamente controlado. Existe um princípio internacional, conhecido como ALARA, que orienta a prática para garantir que a exposição é sempre a mínima necessária para obter benefício terapêutico.

No caso das baixas doses, como aquelas associadas à maioria dos exames médicos ou à exposição natural do dia a dia, o risco é considerado reduzido.

E talvez seja importante lembrar que esta não é a única fonte de risco à nossa volta. O tabaco, a poluição ou os alimentos processados têm impactos muito mais evidentes na saúde da população.

É na saúde que a radiação mostra, talvez, o seu lado mais invisível e ao mesmo tempo mais transformador.

A radiação X é das mais utilizadas para o diagnóstico de diversas patologias, nomeadamente traumáticas, degenerativas, infeciosas ou malignas. Uma radiografia é muitas vezes o primeiro passo para um diagnóstico.

Existem, no entanto, tecnologias mais avançadas que utilizam baixas doses de radiação X que permitem a deteção de doença em fases precoces, como é o caso do cancro de mama através da mamografia e da osteoporose, através da Densitometria Óssea, que avalia a densidade mineral óssea, contribuindo para o aumento da sobrevida e da qualidade de vida das populações.

 A medicina personalizada e de precisão não dispensa diagnósticos completos e de elevada fiabilidade para os quais em muito contribuem, por exemplo, os exames de Tomografia Computorizada (TC) e Angiografia, que permitem uma avaliação anatómica tridimensional e funcional, baseada na aplicação de doses mais elevadas de radiação X.

Atualmente estas técnicas de imagem até possibilitam o tratamento de algumas patologias através de imagem guiada sem existir necessidade de procedimentos cirúrgicos mais invasivos.

 A radioterapia — uma palavra que, à partida, pode assustar, mas que, todos os dias, ajuda a tratar pessoas com cancro, pela aplicação terapêutica de radiação X. Com uma precisão cada vez maior, permite destruir células tumorais ao mesmo tempo que preserva, tanto quanto possível, os tecidos saudáveis.

Para quem passa por este processo, ou acompanha de perto, a radiação deixa de ser um conceito distante ou abstrato. Torna-se algo concreto, uma ferramenta essencial e, muitas vezes, uma verdadeira aliada no tratamento e na melhoria da qualidade de vida.

Mas a presença da radiação não se limita à medicina. Está nas tecnologias que executam tratamento de águas, monitorizam o ambiente ou ajudam a desenvolver culturas agrícolas mais resistentes. Na indústria, permite analisar estruturas sem as danificar. Na ciência, abre caminho à inovação.

Mas compreender a radiação o que é, como funciona, quando e onde é utilizada, ajuda a transformá-la de ameaça difusa em realidade concreta. E, muitas vezes, menos assustadora.

Em suma, a radiação faz parte do nosso quotidiano e, quando utilizada de forma segura, constitui uma ferramenta essencial ao serviço da saúde, da ciência e da sociedade. Mais do que alimentar receios, importa promover literacia científica que permita compreender os seus riscos reais, mas também os seus benefícios

Porque, no fim, aquilo que não se compreende tende a assustar. Mas aquilo que se conhece… pode ajudar-nos a viver melhor.

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Bahia amplia vacinação contra a Influenza para toda a população

A vacinação contra a influenza para toda a população acima dos 6 meses de idade vai ser ampliada desta segunda-feira, 8, até o dia 17 de junho, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).A decisão, tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde, visa elevar os índices de cobertura vacinal em todo o território baiano e garantir uma proteção coletiva.A iniciativa vai aproveitar o estoque de imunizantes distribuídos às redes municipais para descentralizar o acesso e proteger um número maior de pessoas neste período do ano.A ampliação do público-alvo acontece com o fim da campanha voltada a grupos prioritários, que foi até o dia 30 de maio, coincidindo com o período de sazonalidade das doenças respiratórias no estado. Leia Também: SAÚDE Entenda se surto de Ebola do Congo pode virar pandemia mundial ADEUS, BARIÁTRICA Pesquisa confirma perda de até 28% do peso com nova injeção semanal REAJUATE Plano de saúde mais caro: alta de 9,9% força famílias a cortarem gastos no orçamento O imunizante trivalente disponível na rede pública foi atualizado para responder às cepas mais recentes em circulação, incluindo proteção contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B, servindo como uma barreira essencial contra o agravamento de quadros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).A coordenadora Estadual de Imunização, Vânia Rebouças, destaca que a vacina é a medida mais segura e eficiente para conter o avanço do vírus e reduzir significativamente o número de casos graves, hospitalizações e complicações fatais decorrentes da gripe.Segundo o levantamento feito em unidades hospitalares, dos atendimentos a pacientes que precisaram de internação em leitos de terapia intensiva (UTI) por conta de SRAG no período de 1º a 25 de maio, apenas 9,89% tinham se vacinado.Vânia ainda pontua que embora a vacinação esteja liberada para o público geral, as pessoas que fazem parte do grupo prioritário como idosos, gestantes, puérperas, crianças menores de cinco anos e portadores de comorbidades devem ir aos postos.De acordo com dados do painel de vacinação do Ministério da Saúde, apenas 35% deste público tomou a dose da vacina em 2026. “São grupos historicamente mais vulneráveis e com mais risco de agravamento, por isso devem buscar a vacina em um posto de saúde do seu município”, alertou.

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Lagos esclarece migrantes sobre acesso à saúde em Portugal

O CLAIM (Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes) de Lagos promove na próxima quinta-feira, 11 de Junho, às 14h30, no Auditório dos Paços do Concelho Séc. XXI, a sessão informativa “Saúde em Portugal: Informação e Acesso para Todos”, uma iniciativa destinada a cidadãos estrangeiros residentes no concelho.

Integrada no plano de atividades do CLAIM para 2026, esta ação pretende esclarecer e sensibilizar a comunidade migrante sobre o funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS), os direitos e deveres dos utentes, bem como promover informação sobre saúde pública, vacinação e saúde individual e comunitária.

O programa contará com a participação de profissionais da Unidade Local de Saúde do Algarve e do Município de Lagos, que abordarão temas como os apoios municipais à população migrante, o acesso aos cuidados de saúde nos Centros de Saúde e nas Unidades Hospitalares, bem como questões relacionadas com a saúde pública e comunitária.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através do formulário online disponível aqui.

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Os pássaros masturbam-se, e isso é perfeitamente normal

Apesar de ser um comportamento muitas vezes estigmatizado e até castigado pelos humanos, um novo estudo sugere que a masturbação das aves é um comportamento normal e até mais comum nos pássaros selvagens. Para os animais em cativeiro, a expressão de comportamentos naturais é um pilar fundamental do bem-estar animal. Mas, quando se trata de sexo, um comportamento importante tem sido largamente ignorado e, por vezes, até punido: a masturbação. O sexo solitário é surpreendentemente comum em todo o reino animal. Está bem documentado em primatas. As tartarugas são surpreendentemente vocais durante os seus atos sexuais solitários, ainda que não

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Dor crônica terá 5 de julho como dia nacional de conscientização

Logo Agência Brasil

Lei publicada nesta segunda-feira (8) define diretrizes básicas para a melhoria do atendimento de saúde a pessoas que convivem com a dor e institui 5 de julho o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica.

A norma assegura atendimento integral no Sistema Único de Saúde (SUS) e prevê orientações prévias sobre riscos e possíveis efeitos adversos dos tratamentos.

Notícias relacionadas:

De acordo com a Associação Internacional para o Estudo da Dor, dor crônica é aquela com duração maior que 30 dias.

Campanhas anuais

A data será representada pela cor verde e deverá mobilizar o Poder Público na promoção de campanhas de conscientização todos os anos. 

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações qualificadas sobre opções terapêuticas disponíveis no SUS, combater o preconceito e estimular gestores de saúde a adotarem abordagens multiprofissionais humanizadas e eficazes.

Impacto na população

Estima-se que a dor crônica afete cerca de 60 milhões de brasileiros. Ao reconhecer a dimensão do problema, a lei pretende fortalecer políticas públicas voltadas ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento desses pacientes.
 

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Dor crônica terá 5 de julho como dia nacional de conscientização

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Lei publicada nesta segunda-feira (8) define diretrizes básicas para a melhoria do atendimento de saúde a pessoas que convivem com a dor e institui 5 de julho o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica.

A norma assegura atendimento integral no Sistema Único de Saúde (SUS) e prevê orientações prévias sobre riscos e possíveis efeitos adversos dos tratamentos.

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A iniciativa busca ampliar o acesso a informações qualificadas sobre opções terapêuticas disponíveis no SUS, combater o preconceito e estimular gestores de saúde a adotarem abordagens multiprofissionais humanizadas e eficazes.

Impacto na população

Estima-se que a dor crônica afete cerca de 60 milhões de brasileiros. Ao reconhecer a dimensão do problema, a lei pretende fortalecer políticas públicas voltadas ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento desses pacientes.
 

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Entenda se surto de Ebola do Congo pode virar pandemia mundial

O atual surto de Ebola na República Democrática do Congo tem despertado preocupação internacional devido à gravidade da doença e ao temor de uma possível disseminação para outros países. O medo de uma nova pandemia mundial surge após o registro de centenas de casos e dezenas de mortes, já se tornando um dos piores surtos da doença já registrado.Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos não descartam que o momento possa superar outros surtos históricos se a saúde pública atuar rapidamente. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) garante que o risco para a comunidade global é baixo, portanto, dificilmente a situação evolua para uma pandemia mundial.Entenda o novo surtoO novo surto de Ebola foi declarado uma emergência de saúde pública de interesse internacional pela OMS em 17 de maio. No entanto, autoridades de saúde acreditam que a doença já estava se espalhando desde fevereiro.Na época, um corpo foi retirado do necrotério local e o caixão foi queimado e em duas semanas, dezenas de pessoas morreram na cidade. Inicialmente, foi cogitada uma tuberculose, até porque os primeiros resultados para Ebola deram negativo, mas o caso ocorreu porque a cepa investigada era a errada. Achavam se tratar da Zaire, mais comum, e não a cepa Bundibugyo, responsável pelo surto atual. Leia Também: ADEUS, BARIÁTRICA Pesquisa confirma perda de até 28% do peso com nova injeção semanal REAJUATE Plano de saúde mais caro: alta de 9,9% força famílias a cortarem gastos no orçamento ENDIVIDAMENTO E ANSIEDADE O mecanismo do vício: por que o cérebro reage às bets como uma droga Contágio do EbolaO Ebola não é muito contagioso, diferente da Codvid-19. No entanto, é uma doença infecciosa e uma pessoa precisa estar com uma grande quantidade de vírus acumulada no corpo, antes de conseguir transmitir.Atingindo esse estágio, cerca de uma semana após a infecção, basta uma pequena quantidade de fluido corporal para potencialmente causar infecção em outra pessoa. No surto atual, a maioria dos pacientes são mulheres entre 20 e 39 anos. Além disso, profissionais de saúde, familiares e cuidadores estão mais suscetíveis. Para prevenir o contágio, é necessário o uso de máscaras e luvas, mas como a  República Democrática do Congo dispõe de recursos limitados, nem sempre é possível a utilização.Surto de Ebola pode ser um dos maiores da históriaEm um único dia, os casos de ebola na República Democrática do Congo aumentaram em 71 e outras 21 mortes foram registradas, enquanto profissionais de saúde ampliaram os testes na cidade mineradora onde se acredita que o surto tenha começado, indicando uma epidemia que pode ser muito maior do que se pensava anteriormente.Segundo um relatório divulgado na sexta-feira, 5, pelo Instituto Nacional de Saúde Pública do Congo, as infecções elevaram o número de casos confirmados em laboratório para 452 e o de mortes entre pacientes confirmados para 82.Pesquisadores dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos alertaram que o surto de ebola em Bundibugyo pode se tornar uma das maiores epidemias de ebola já registradas, caso as medidas de controle não sejam aceleradas.Exame descarta ebola em paciente internado em estado grave no BrasilO Instituto Adolfo Lutz informou, no dia 1º de junho, que não identificou material genético do vírus ebola na amostra analisada de um paciente que estava sob suspeita da doença em São Paulo. O homem, de 37 anos, segue internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, o estado de saúde do paciente é considerado grave. Apesar da suspeita inicial de ebola, exames laboratoriais realizados pelo Instituto Adolfo Lutz descartaram a infecção pelo vírus.O instituto já havia confirmado resultado positivo para Neisseria meningitidis, bactéria responsável pela meningite meningocócica.O paciente é natural da República Democrática do Congo, país que registra áreas com transmissão de ebola, e havia retornado recentemente de uma viagem ao território africano, o que motivou a investigação da doença.

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