Gigante da celulose pode tirar R$ 27 bi em investimentos do Brasil





A região de Itapetininga, localizada no interior do estado de São Paulo, se destaca como um importante polo produtor de grama, sendo responsável por 18% da produção nacional. Essa informação foi revelada em uma pesquisa realizada pela Associação Nacional Grama Legal, que representa o mercado de grama regularizada no Brasil. Com um total de 27 mil hectares cultivados em todo o país, a região de Itapetininga e cidades vizinhas somam 4,8 mil hectares, o que equivale a aproximadamente 17,7% da produção total de grama no Brasil.
A variedade mais cultivada na região é a grama esmeralda, que representa 83% da produção local. A grama esmeralda é amplamente utilizada em eventos de grande escala, como estádios, campos de futebol e jardins, sendo bastante valorizada pela sua resistência e estética. Apesar do significativo volume de produção, os produtores enfrentam desafios relacionados à regularização do cultivo, o que pode impactar a comercialização e a expansão do setor.
A pesquisa destacou que, embora Itapetininga tenha um papel central na produção de grama, a regularização ainda é um tema delicado. Muitos produtores ainda não possuem a documentação necessária para operar dentro das normas legais, o que pode limitar suas oportunidades de negócios e a expansão das vendas. A Associação Nacional Grama Legal tem trabalhado para promover a regularização e a valorização do setor, buscando garantir que os produtores possam atuar dentro da legalidade e competitividade.
A produção de grama na região não apenas contribui para a economia local, mas também gera empregos e movimenta diversos setores. Os produtores de grama em Itapetininga têm se beneficiado da crescente demanda, especialmente com a aproximação de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo, que aumenta a necessidade de gramados de qualidade para estádios e centros de treinamento. Um exemplo é uma das fazendas locais, que ocupa uma área equivalente a 169 campos de futebol, com 50 alqueires de plantação, mostrando a magnitude da produção.
Além do impacto econômico, a produção de grama também desempenha um papel social, já que muitos trabalhadores rurais dependem dessa atividade para sustentar suas famílias. A geração de empregos diretos e indiretos na região é um fator importante para a manutenção da qualidade de vida dos habitantes locais.
Com a crescente demanda por grama de qualidade, os próximos passos para os produtores de Itapetininga incluem não apenas a regularização de suas atividades, mas também a busca por novas tecnologias e práticas sustentáveis que possam aumentar a produtividade e a qualidade do produto. A Associação Nacional Grama Legal está atenta a essas necessidades e busca implementar ações que ajudem a modernizar o setor.
Além disso, a conscientização sobre a importância da grama na paisagem urbana e em projetos de jardinagem tem crescido. Isso pode abrir novas oportunidades de mercado para os produtores da região, que poderão diversificar suas vendas, atendendo tanto ao setor esportivo quanto ao de paisagismo.
Com a união de esforços entre produtores, associações e o poder público, a expectativa é de que a região de Itapetininga continue a se consolidar como um dos principais polos de produção de grama no Brasil, contribuindo significativamente para o setor agrícola e a economia local.
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O fogo começou às 20h29 em uma empresa de logística na Rua Guaporé, onde eram armazenados materiais diversos, entre eles canos de PVC. Mais de dez horas após o início da ocorrência, equipes ainda atuavam no combate a focos remanescentes.
De acordo com os bombeiros, as chamas foram controladas, mas ainda não foram extintas. O incêndio já mobilizou 38 bombeiros e 14 viaturas e destruiu cerca de 3,5 mil metros quadrados do imóvel.
O galpão tem área total de 3,8 mil metros quadrados e fica no centro do terreno, não atingindo imóveis vizinhos. A comunidade da Vila Izildinha, localizada em frente ao local, também não foi afetada.
O imóvel fica a cerca de 12 quilômetros do Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU). Não há registro de feridos e as causas do fogo ainda são desconhecidas.
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Para se inscrever, basta acessar a Página do Participante do Enem na internet e preencher as informações solicitadas. Para os estudantes não isentos, o prazo para pagar a taxa de inscrição (R$ 85) vai até o dia 17 de junho.
A prorrogação não altera as datas de aplicação do exame, que permanece marcado para os dias 8 e 15 de novembro, em todo o país.
Têm direito à isenção: estudantes do 3º ano do ensino médio da rede pública; quem cursou todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral com renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio; pessoas inscritas no CadÚnico; e participantes do programa Pé-de-Meia.
O estudante do Pé-de-Meia que concluiu o ensino médio em 2026 e participar dos dois dias de prova do Enem receberá um incentivo adicional de R$ 200.
Todos os detalhes do Enem 2026 estão no edital da prova, com informações sobre atendimento especializado para pessoas com deficiência, gestantes, lactantes, diabéticos, idosos ou com outra condição específica.
Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho; Pagamento da taxa: até 17 de junho; Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho; Resultado do atendimento especializado: 26 de junho; Recurso: de 29 de junho a 3 de julho; Resultado do recurso: 10 de julho; Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.
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O Brasil venceu o Egito por 2 a 1 neste sábado (06/06), em Cleveland (EUA), no último amistoso antes da disputa da Copa do Mundo. Endrick, que entrou no intervalo, marcou o gol que garantiu o triunfo da Seleção.
O Brasil aproveitou um erro da defesa do Egito e abriu o placar logo aos sete minutos do primeiro tempo. Bruno Guimarães roubou a bola, conduziu até a entrada da área e chutou colocado no canto, sem chances para o goleiro Shobeir.
A Seleção, no entanto, retribuiu o favor e cedeu o empate aos dez minutos. Marquinhos recuou mal para Alisson e entregou a bola de graça para Ziko, que dominou e bateu na saída do goleiro brasileiro para deixar tudo igual.
Ancelotti mudou praticamente todo o time no intervalo, e os reservas só precisaram de seis minutos para recolocar o Brasil em vantagem. Raphinha fez boa jogada pelo lado esquerdo e cruzou rasteiro para Endrick, que chegou chutando de primeira e anotou o segundo da Seleção em Cleveland.
A nota preocupante do amistoso ficou por conta de Wesley. O lateral direito sentiu dores na virilha esquerda no primeiro tempo e precisou ser substituído. Ele não conteve as lágrimas e foi consolado pelos companheiros no banco de reservas.
Agora a Seleção Brasileira inicia a preparação para a estreia no Mundial. O grupo comandado por Carlo Ancelotti terá uma semana até o jogo contra Marrocos, no próximo sábado (13/06), às 19h (de Brasília), em Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C.
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O Brasil levou a melhor no primeiro de dois amistosos em casa diante da seleção mais tradicional e vitoriosa do futebol feminino. Neste sábado (6), as brasileiras derrotaram os Estados Unidos, tetracampeões mundiais e donos de cinco ouros olímpicos, por 2 a 1, de virada, na Neo Química Arena, em São Paulo.

Esta foi apenas a quinta vitória da equipe canarinho sobre as norte-americanas, em 44 jogos entre os países na história. Curiosamente, o segundo triunfo seguido. No último embate, em 8 de abril de 2025, as brasileiras ganharam por 2 a 1 no PayPal Park, em San José, alcançando o primeiro resultado positivo diante das rivais na casa delas.
Considerando o histórico de confrontos entre as seleções em solo brasileiro, o Brasil chegou a três triunfos em sete partidas, com dois empates e duas derrotas. Os times se reencontram nesta terça-feira (9), às 21h30 (horário de Brasília), na Arena Castelão, em Fortaleza.
O técnico Arthur Elias mandou o Brasil a campo com a goleira Lelê, as zagueiras Mariza, Isa Haas e Thais Ferreira; a lateral Isabela pelo lado direito e Taina Maranhão na ala esquerda; as volantes Angelina e Duda Sampaio e as atacantes Kerolin, Dudinha e Bia Zaneratto. A craque Marta, em transição após se recuperar de um edema na coxa esquerda, ficou no banco de reservas, mas sabendo que não iria entrar em campo.
O duelo começou eletrizante. Pressionando a saída de bola do Brasil, as norte-americanas saíram na frente com apenas um minuto de jogo. A meia Lily Yohannes desarmou Mariza na intermediária e a atacante Sophie Wilson aproveitou a sobra para se aproximar da área e chutar rasteiro, no canto direito de Lelê, que não chegou a tempo para efetuar a defesa.
As brasileiras não se intimidaram e se lançaram ao ataque. Aos seis minutos, Bia Zaneratto avançou pela direita, encarou a marcação e tentou a batida cruzada. O chute não saiu forte e sobrou com Dudinha, que finalizou de primeira, quase da marca do pênalti, mas por cima da meta adversária.
Não demorou para o empate sair. Aos dez minutos, Isabela cruzou pela direita e Taina Maranhão, de cabeça, escorou no contrapé da goleira Mandy McGlynn, para deixar tudo igual. Três minutos depois, Bia Zaneratto virou o placar. Ela arrancou desde o círculo central, entrou na área e rolou para Dudinha, que retribuiu a gentileza. A Imperatriz teve tempo de dominar e mandar para as redes.
Apesar de não terem saído mais gols no primeiro tempo, as equipes mantiveram a postura ofensiva. O Brasil conseguiu ocupar o campo de ataque por mais tempo e dar bastante trabalho à marcação adversária. As norte-americanas, com dificuldades, assustaram aos 44 minutos, quando Wilson ficou frente a frente com Lelê, dentro da área, mas parou duas vezes na goleira do Corinthians.
Na volta do intervalo, os Estados Unidos adotaram uma posição mais agressiva, dificultando a saída de bola do Brasil. Aos 12 minutos, a pressão norte-americana quase surtiu efeito, com um bate-rebate que terminou em chute rasteiro da lateral Avery Patterson que Isa Haas conseguiu antecipar e desviar para escanteio com a ponta do pé.
Para dar sangue novo à equipe brasileira, Arthur trocou, inicialmente, Angelina e Taina Maranhão por Yaya e Ludmila, respectivamente. Depois, promoveu quatro alterações, com Lorena, Rafaelle, Aline Gomes e Gio Garbelini nos lugares de Lelê (que deixou o campo com dores), Thais Ferreira, Kerolin e Bia Zaneratto.
O Brasil conseguiu equilibrar as ações e teve alguns contra-ataques, mas não teve êxito. Aos 45, Gio Garbelini teve grande chance, cara a cara com McGlynn, mas o chute por cobertura saiu fraco e a goleira conseguiu a defesa.
Nos acréscimos, a meia Jaedyn Shaw, após outro bate-rebate, desperdiçou a oportunidade do empate quase na pequena área, chutando por cima da meta. Apito final e festa dos mais de 31 mil torcedores presentes na Neo Química Arena.