Reading view

Netflix revela estreias de junho com séries, filmes, animes e documentários

A proximidade da Copa do Mundo também influenciou a programação da Netflix para o mês de junho. A plataforma anunciou uma seleção de produções esportivas que têm o futebol como principal destaque, reunindo estreias, documentários e títulos já consagrados pelo público.

Entre as novidades está México 1986, filme original que retrata, por meio de uma narrativa marcada pelo humor e pela sátira, os bastidores da escolha do país como sede do Mundial realizado naquele ano. A produção busca revisitar um dos momentos mais importantes da história do futebol mexicano sob uma perspectiva pouco convencional.

Os fãs da Seleção Brasileira também terão conteúdo voltado à conquista do tetracampeonato. O documentário Tetra: Acreditar de Novo resgata a campanha vitoriosa do Brasil na Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos. A obra reúne depoimentos exclusivos e imagens registradas pelos próprios atletas durante a competição.

Outro lançamento previsto é a série Várzea: Onde Nasce o Futebol, que volta os holofotes para os campos amadores espalhados pelo país e para personagens que ajudam a manter viva uma das expressões mais populares do esporte brasileiro.

A programação esportiva de junho ainda contará com o documentário Diego Maradona, dedicado à trajetória de um dos maiores nomes da história do futebol mundial, além da chegada de todos os filmes da franquia Rocky Balboa, clássico do cinema que atravessou gerações e se tornou referência entre as produções inspiradas no esporte.

Confira os lançamentos de séries da Netflix para junho

Séries

SérieData de estreia
Notas da Última FilaEm breve
Law & Order: SVU – Temporadas 12 a 161º de junho
A Testemunha4 de junho
Sobreviventes: Na Selva10 de junho
The Rest is Football10 de junho
Viral Hit11 de junho
Doces Magnólias: Temporada 511 de junho
Perdendo o Juízo12 de junho
Eu Vou Te Encontrar18 de junho
As Bruxas Mayfair de Anne Rice18 de junho
Oasis19 de junho
Várzea: Onde Nasce o Futebol20 de junho
Avatar: O Último Mestre do Ar: Temporada 225 de junho

Filmes:

FilmeData de estreia
Rocky: Um Lutador1º de junho
Rocky II – A Revanche1º de junho
Rocky III – O Desafio Supremo1º de junho
Rocky IV1º de junho
Rocky V1º de junho
Rocky Balboa1º de junho
Creed: Nascido para Lutar1º de junho
Creed II1º de junho
Creed III1º de junho
O Hobbit – Uma Jornada Inesperada1º de junho
O Hobbit: A Desolação de Smaug1º de junho
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos1º de junho
Kick-Ass 25 de junho
A Sogra5 de junho
Penetras Bons de Bico5 de junho
Watchmen – O Filme5 de junho
México 19865 de junho
Paixão de Escritório5 de junho
O Casamento de Rachel8 de junho
Não Fale o Mal12 de junho
Flashdance12 de junho
Onde os Fracos Não Têm Vez19 de junho
Destino Especial19 de junho
Mensagens Para Isabelle19 de junho
Miami Vice20 de junho
Little Brother26 de junho
Maridos em AçãoEm breve

Documentários:

Documentário / EspecialData de estreia
Diego Maradona4 de junho
Tetra: Acreditar de Novo7 de junho

Desenhos:

TítuloData de estreia
Davi: Nasce um Rei3 de junho
Sesame Street: De Volta à Vila Sésamo – Volume 38 de junho
Pokémon: Horizontes – Temporada 3 – Altas Esperanças: Parte 326 de junho
Uma Noite no Museu26 de junho
Uma Noite no Museu 226 de junho
Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba26 de junho

Animes:

AnimeData de estreia
One Piece: Whole Cake Island 61º de junho
One Piece: Whole Cake Island 71º de junho

The post Netflix revela estreias de junho com séries, filmes, animes e documentários appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Novo He-Man aposta em nostalgia e mostra herói mais humano nos cinemas

Figurinha carimbada nos programas infantis dos anos 1980, He-Man marcou uma geração ao diariamente empunhar a sua espada e bradar que tinha a força. A cena icônica ressurge no novo filme, mas o herói pronuncia as palavras com insegurança, longe da invulnerabilidade de antes.

Batizado apenas de “Mestres do Universo”, o longa apresenta uma versão do personagem que cresceu na Terra, exilado do reino fantástico de Etérnia. Alter-ego do guerreiro, o príncipe Adam foge para a nossa realidade ainda na infância, em meio a um ataque devastador do vilão Esqueleto ao lar, e cresce solitário com as memórias de soldados incríveis e de seres extraordinários.

Quinze anos depois da fuga, Adam sofre como poucos. Afundado em uma rotina corporativa insuportável e taxado de louco por amigos, o protagonista luta para encontrar o caminho de volta para a terra natal. Quando retorna, porém, a Etérnia que ele reencontra está devastada, dominada por um Esqueleto sedento por todo o poder do universo.

Conflitos familiares definem o novo herói

A pressão para salvar o reino e a vida no exílio definem a fragilidade de Adam no filme. Mesmo quando empunha a espada e se torna o He-Man, ele ainda sofre pela falta de aprovação do pai, que na infância o julgava frágil demais para a coroa.

Este drama paterno foi fundamental para Nicholas Galitzine na hora de dar vida ao herói loiro e cheio de músculos. Segundo o ator inglês, a trama familiar, uma aposta do longa, o ajudou a dar profundidade a um protagonista todo poderoso.

“Nós conversamos nos bastidores sobre como trazer humanidade a estas pessoas maiores que a vida, e isso foi a primeira coisa com a qual me conectei ao Adam”, diz o britânico à reportagem, durante a sua visita a São Paulo para promover o longa. Em sua avaliação, personagens invencíveis afastam o público: “Eles se tornam unidimensionais e chatos.”

“A relação com o pai informa completamente quem Adam é, e por causa dela que ele acaba preso na Terra, sofrendo para seguir em frente. De certa forma, ele se sente confinado à criança que era em Etérnia.”

Por acaso, a criança interior de Adam também é fã escancarada do universo do He-Man. Mesmo depois de adulto, o príncipe passa horas desenhando espadas e inventando apelidos para os guerreiros da infância, em uma obsessão parecida com a da meninada que caiu de amores pelos brinquedos e pelo desenho animado nos anos 1980.

A força da nostalgia

Tudo isso cai como uma luva em um filme que busca reacender nas telonas a febre de “Mestres do Universo”. Criada pela Mattel como resposta ao sucesso dos brinquedos de “Star Wars”, a franquia lançada em 1982 virou um fenômeno, com seus heróis musculosos dominando as prateleiras. Desde então, porém, a fabricante tem encontrado dificuldades para repetir o feito, entre relançamentos malsucedidos e um primeiro filme que se tornou sinônimo de fracasso após sua estreia, em 1987.

Já a nova adaptação apela para o passado. O longa recria o visual original dos heróis e vilões da série animada, produzida pela Filmation, e inclui diversas referências a cenas do desenho. Diretor do filme, Travis Knight compara o trabalho a um desafio de equilíbrio.

“Eu tentei sempre apelar à criança de oito anos que se apaixonou por ‘Mestres do Universo’, em dar vida ao filme que ela gostaria de ver”, explica o cineasta. “Um componente importante disso é a nostalgia, de amar o que veio antes, mas você também precisa estar aberto ao que vem a seguir. Esta adaptação é uma mistura dessas duas partes.”

A partir disso, Knight e os roteiristas encontraram um caminho para uma versão do protagonista que iguala os fãs no fascínio pelo mundo de Etérnia. Segundo o diretor, Adam vê a terra natal da mesma forma que um adulto lembra da infância — um olhar gentil, diferente da realidade dura dos fatos.

Personagens excêntricos e novas gerações

Nisso, o choque de impressões energiza a trama, em especial quando o herói retorna do exílio na Terra. A produção viu aí a chave para introduzir ao público os guerreiros mais estranhos, incluindo um com pescoço elástico e outro que se arremessa nos adversários.

“Para a gente, foi ótimo ter um protagonista assim para explicar esses personagens insanos de nomes ridículos, como Fisto, Aríete e o próprio He-Man”, diz Knight. “Em que mundo essas pessoas teriam tais batismos? Assim, a gente passa a ver as coisas também como criança.”

O mais surpreendente é que essa proposta nostálgica ajudou o elenco a se desarmar do temor pelo lado mais bélico do saudosismo do público. Um desafio interessante em especial para Galitzine e Camila Mendes, que lideram o grupo como Adam e a heroína Teela. Eles nasceram nos anos 1990, uma geração depois do fenômeno de “Mestres do Universo”, mas anterior às novas audiências miradas pela produção.

Segundo a dupla, estar dentro deste sanduíche geracional rendeu uma experiência libertadora.

“A gente conheceu esses personagens quando crianças, mas não tivemos muito contato com eles. O trabalho me deu a chance de entender este mundo”, explica Mendes.

A atriz diz que se apaixonou pela série no processo. “Passei a assistir o desenho toda noite, antes de dormir. De repente, fiquei animada com a ideia de apresentar esses heróis aos mais novos.”

Galitzine afirma que a missão do filme foi tanto de agradar os fãs quanto de atrair uma nova geração: “O desafio era criar personagens que os mais velhos curtissem, mas com liberdade para produzir algo novo”.

Com esse olhar amadurecido sobre a nostalgia dos fãs, o ator então pode dizer sem medo que tinha a força. (Pedro Strazza/FOLHAPRESS)

The post Novo He-Man aposta em nostalgia e mostra herói mais humano nos cinemas appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Ana Paula Renault destaca força feminina e fala sobre futuro na televisão

Após conquistar o público no Big Brother Brasil 2026, Ana Paula Renault segue ampliando sua influência para além da televisão. Em entrevista nos bastidores do lançamento da série “Rancho Dutton”, do Paramount+, a jornalista refletiu sobre a relação construída com seus fãs e o impacto de sua trajetória na vida de outras mulheres.

Segundo Ana Paula, uma das maiores recompensas de sua carreira é receber relatos de mulheres que passaram a se posicionar com mais confiança em diferentes áreas da vida, seja no ambiente familiar, profissional ou pessoal. Para ela, utilizar sua visibilidade para incentivar outras vozes femininas é motivo de orgulho.

A ex-BBB também comentou sobre a possibilidade de retornar à televisão. Ela afirma sentir falta de programas que consigam equilibrar humor, informação e credibilidade, ao mesmo tempo em que provoquem reflexão no público. Seu desejo é encontrar um formato que una entretenimento e conhecimento sem abrir mão de sua personalidade.

A jornalista destacou a força feminina e a importância de ampliar a representatividade das mulheres na mídia | Foto: Reprodução/Instagram

Durante a conversa, Ana Paula relacionou esse objetivo à proposta de “Rancho Dutton”, produção derivada de “Yellowstone” que acompanha os personagens Beth Dutton e Rip Wheeler em uma nova fase de suas vidas no Texas. Para ela, histórias protagonizadas por mulheres independentes e seguras contribuem para ampliar a representatividade feminina na mídia.

A jornalista destacou especialmente a personagem Beth Dutton, interpretada por Kelly Reilly, como um exemplo de liderança feminina em um ambiente tradicionalmente marcado pelo patriarcado. Na visão de Ana Paula, a segurança demonstrada pela personagem ainda causa desconforto em determinados contextos justamente por desafiar padrões estabelecidos.

Ao finalizar, ela ressaltou que a força das mulheres sempre existiu, mas muitas vezes deixou de ser reconhecida. Segundo Ana Paula, a realidade atual mostra cada vez mais mulheres assumindo responsabilidades e liderando famílias, ocupando espaços que historicamente lhes foram negados.

The post Ana Paula Renault destaca força feminina e fala sobre futuro na televisão appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

GWM Wey 07 Dark Edition estreia no Brasil com preço de R$ 432.000

A GWM lança no Brasil o Wey 07 Dark Edition, nova versão do SUV híbrido plug-in de luxo da marca. A novidade, anunciada por R$ 432.000, combina sofisticação, tecnologia e uma identidade visual exclusiva. Com a versão Dark Edition do SUV Wey 07,  a GWM busca objetivo ampliar a linha do modelo ao oferecer uma proposta com mais esportividade. O Wey 07 Dark Edition foca o público que busca uma aparência diferenciada sem abrir mão de conforto e inovação.

O Wey 07 Dark Edition se destaca pelo design externo escurecido, que confere ao modelo uma presença mais imponente. A carroceria adota pintura na cor preta, além do design das rodas exclusivas de 21 polegadas que recebem destaque com as pinças de freio vermelhas, criando um contraste elegante e esportivo ao modelo.

No interior, a proposta segue a mesma linha, com cabine totalmente preta, incluindo revestimento de teto e colunas, e uso de materiais premium como Alcântara, criando um ambiente envolvente, sofisticado e alinhado ao perfil de clientes que buscam uma experiência diferenciada a bordo.

Sob o capô, o modelo mantém o conjunto mecânico já consagrado, que combina um motor a gasolina 1.5 turbo com dois motores elétricos (um dianteiro e um traseiro, ambos independentes), proporcionando tração integral com distribuição de torque variável entre os eixos por meio da tecnologia Hi4 (Hybrid Intelligent 4WD).

O conjunto entrega 517 cv de potência total e 820 Nm de torque, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 segundos. A bateria de 42,5 kWh garante autonomia de até 128 km pelo Inmetro (ou 185 km quando considerado o ciclo WLTP)  no modo totalmente elétrico, favorecendo deslocamentos urbanos silenciosos e com zero emissões.

A transmissão DHT foi desenvolvida pela própria GWM para maximizar a eficiência energética e o conforto de rodagem. O sistema opera em múltiplos modos automáticos: EV, HEV, Esporte, Eco, AWD, Neve, Areia, Lama e Normal, adaptando-se a diferentes estilos de condução e tipos de terrenos.

Com 5,15 metros de comprimento, 1,98 metro de largura, 1,80 metro de altura e entre eixos de 3,05 metros, o Wey 07 Dark Edition oferece proporções imponentes e excelente aproveitamento de espaço interno.

A capacidade do porta-malas é de 239 litros com todas as fileiras em uso, chegando a 1.040 litros com a terceira rebatida. O modelo tem capacidade de reboque de até 750 kg e altura livre do solo de 180 mm, com inclinação máxima de rampa de impressionantes 60% (31°), alinhando robustez, estabilidade e conforto em todos os cenários de uso.

O foco no luxo permanece como um dos pilares do modelo, com destaque para a experiência a bordo. O Wey 07 Dark Edition traz seis assentos individuais com ajustes elétricos, incluindo o assento dianteiro com sensação de gravidade zero, projetado para oferecer máximo relaxamento. As primeiras fileiras dispõem de aquecimento, ventilação e massagem, enquanto o motorista conta com memória de posição e função de boas-vindas. O sistema também inclui a função “Boss”, que permite otimizar o espaço interno para os ocupantes traseiros.

Entre os itens de conveniência, o modelo oferece uma caixa térmica integrada ao console central, com capacidade de 7 litros e controle de temperatura entre -6°C e 50°C, além de ar-condicionado de três zonas com controle independente. O conforto na cabine é complementado pelo alto nível de isolamento acústico, reforçado por pneus de baixa emissão de ruído, e por estribos laterais elétricos que facilitam o acesso ao veículo.

A tecnologia embarcada é outro destaque, com sistema de som Hi-Fi com 16 alto-falantes de 1.670 W de potência e subwoofer. A tela de central multimídia de 14,6” com sistema GWM Coffee OS3 em 3D Full HD é complementada pelo painel de instrumentos de 12,3 polegadas e o head-up display de 25 polegadas. O modelo traz ainda sistema de reconhecimento de voz e carregamento de smartphone por indução.

Compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, esse sistema permite personalização da interface, comandos de voz em português e exibe um modelo 3D interativo do veículo na tela da central multimídia com acesso rápido a funções como teto solar, ar-condicionado e portas.

Há também conectividade via Wi-Fi, que permite conectar até oito dispositivos, atualizações remotas (OTA) e acesso remoto via aplicativo My GWM, que oferece mais segurança, conveniência e conforto com funções inteligentes, como climatização remota, abertura e travamento das portas, localização do veículo, monitoramento do status da bateria, alertas de segurança e notificações em tempo real.

O Wey 07 Dark Edition incorpora o pacote de segurança mais avançado da GWM, com 22 sensores (5 radares, 12 ultrassônicos e 5 câmeras), entregando um sistema de condução semiautônoma de nível 2+. O sistema inclui controle de cruzeiro adaptativo inteligente (ICC), assistente de faixa, frenagem autônoma de emergência, estacionamento automático e visão panorâmica 540° com chassi transparente.

A carroceria de alta resistência e o conjunto de seis airbags com cortinas estendidas asseguram máxima proteção. O Controle Integrado de Frenagem (IBC) proporciona respostas rápidas e suaves, enquanto o sistema de reconhecimento de fadiga e distração do motorista reforça a segurança proporcionada ao motorista.

The post GWM Wey 07 Dark Edition estreia no Brasil com preço de R$ 432.000 appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Homem detido por furto em unidade hoteleira em Albufeira

Um homem foi detido pela Guarda Nacional Republicana (GNR) por suspeita de furto no interior de uma unidade hoteleira no concelho de Albufeira, no passado dia 31 de maio.

Em comunicado, o Comando Territorial de Faro, através do Subdestacamento Territorial de Albufeira, revelou que a detenção ocorreu na sequência de uma denúncia relacionada com um furto no interior de um apartamento turístico.

Os militares da GNR deslocaram-se de imediato ao local, conseguindo localizar o suspeito nas imediações, ainda na posse dos bens alegadamente furtados.

Segundo a investigação, o homem terá entrado no apartamento após arrombar uma janela, tendo subtraído diversos artigos, entre os quais objetos pessoais, documentação, relógios e equipamento informático. O valor estimado dos bens ronda os 4 mil euros.

A operação permitiu ainda recuperar e apreender todos os artigos furtados, os quais foram posteriormente devolvidos aos respetivos proprietários.

O detido foi presente ao primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Portimão, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de apresentações bissemanais na área de residência.

  •  

La mia proposta per una legge elettorale neutra e rispettosa di democrazia e Costituzione

di Giuliano Bastianello*

Il principio è semplice, e sta scritto nella Costituzione: il voto di ogni cittadino deve avere lo stesso peso. Ogni parlamentare eletto deve rappresentare, in misura sostanzialmente uguale, la medesima quota di elettori. È quanto prescrive l’articolo 48 violato sistematicamente dal Rosatellum pensato, come vuole replicare l’attuale governo, per favorire la maggioranza.

I numeri delle politiche del 25 settembre 2022 sono impietosi. Un parlamentare del centrodestra rappresenta in media 52.341 elettori; uno dell’opposizione 93.827. Uno scarto del 79,3%, che significa, in termini concreti, che il voto di un elettore dell’opposizione ha pesato meno della metà di quello di un elettore della coalizione vincente. Il caso più emblematico riguarda la Lega e il Movimento 5 Stelle: la prima, con 2,47 milioni di voti, ha ottenuto 66 seggi — un eletto ogni 37.424 elettori; il secondo, con 4,34 milioni di voti, quasi il doppio, ne ha ottenuti solo 52 — un eletto ogni 83.462 elettori. Un elettore leghista ha avuto un peso parlamentare 2,23 volte superiore a quello di un elettore del M5S. In una democrazia che si rispetti, questo è inaccettabile.

Non si tratta di irregolarità: è un effetto strutturale, prevedibile, incorporato nel sistema elettorale vigente. La Corte Costituzionale aveva già lanciato un campanello d’allarme preciso: con la sentenza n. 1 del 2014 — quella che dichiarò incostituzionale il Porcellum — i giudici enunciarono con chiarezza il principio per cui la legge elettorale non può produrre una distorsione della rappresentanza tale da compromettere l’eguaglianza del voto garantita dall’articolo 48. A distanza di oltre dieci anni, e dopo due leggi elettorali nel frattempo approvate, il problema non solo persiste: si è aggravato e si propone di peggiorarlo ancora.

La proposta che qui illustro interviene alla radice, attraverso quattro obiettivi tra loro coerenti: eguaglianza del voto, rappresentanza territoriale, scelta diretta degli eletti, parità di genere.

Il sistema è di tipo misto, con una netta predominanza proporzionale: l’80% dei seggi viene assegnato con il metodo Sainte-Laguë — adottato in Germania, Svezia e Norvegia, riconosciuto come il più equo in termini di proporzionalità complessiva — mentre il restante 20% è attribuito attraverso collegi uninominali. Questi ultimi, però, sono sottoposti a una correzione obbligatoria: se una lista ha ottenuto nei collegi uninominali più seggi di quanti ne spetterebbero in base al voto proporzionale nazionale, si assegnano seggi compensativi alle altre liste fino al ripristino della proporzionalità. È un meccanismo mutuato dal modello tedesco, che impedisce alla quota territoriale di alterare l’equilibrio complessivo della rappresentanza.

La soglia di sbarramento può oscillare dal 3% al 4% su base nazionale: abbastanza da garantire la funzionalità del Parlamento evitando la frammentazione, non così alta da escludere forze politiche con un radicamento reale nel corpo elettorale. Nessun premio di maggioranza, nessuna soglia differenziata per coalizioni. Il Parlamento eletto così rappresenterà la volontà degli elettori.

Basta liste bloccate, ritornano le preferenze: ogni elettore può indicare fino a tre nomi tra i candidati della lista prescelta. È la preferenza a determinare l’ordine degli eletti, restituendo ai cittadini un potere che oggi non hanno. Per la parità di genere, si adotta la doppia preferenza obbligatoria: se si esprimono due o tre preferenze, almeno una deve essere di genere diverso dalle altre. Nelle regioni italiane dove è in vigore, la quota di elette è salita in media dal 15% al 28%.

La simulazione sui dati del 2022 è eloquente: applicando questo sistema agli stessi risultati elettorali, lo scarto nel rapporto elettori/seggio tra la lista più favorita e la più penalizzata scenderebbe dal 79,3% al 4,1%. Il principio “un uomo = un voto” sarebbe sostanzialmente rispettato per tutte le liste ammesse.

Questa non è una riforma ideologicamente orientata, né una proposta di parte. Il principio di eguaglianza del voto è neutro: non avvantaggia la sinistra né la destra, non premia i grandi partiti né i piccoli, non è pensato per favorire la governabilità di questo o quell’esecutivo. È semplicemente la condizione minima perché un sistema possa dirsi democratico. La sua realizzazione attraverso il proporzionale con correzione uninominale è una scelta tecnica, matura, fondata su decenni di esperienze comparate di successo. Ed è, prima ancora, un obbligo costituzionale che questo Parlamento ha il dovere di onorare.

* Presidente ItaliaCivile.org — Premio Giorgio Ambrosoli 2018

L'articolo La mia proposta per una legge elettorale neutra e rispettosa di democrazia e Costituzione proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

Algarve garante pódios em 5 modalidades no Desporto Escolar nacional – e até um inédito em voleibol

Alunos de escolas de vários pontos do Algarve destacaram-se nos Campeonatos Nacionais Escolares de Iniciados – Desporto Escolar, que decorreram de 28 a 30 de Maio, no distrito de Aveiro, garantindo medalhas em atletismo, canoagem, natação, futsal e até um inédito lugar no pódio em voleibol feminino.

Esta prova juntou os campeões regionais do Desporto Escolar nas oito modalidades a concurso – atletismo, badminton, boccia, canoagem, futsal, natação, ténis de mesa e voleibol -, num total de cerca de mil alunos.

O contingente algarvio garantiu, no total, 2 primeiros lugares, 5 segundas posições e 6 terceiros lugares.

A nível coletivo, o Algarve garantiu dois pódios na classificação por escola em atletismo e outro na canoagem.

 A secundária Poeta António Aleixo, de Portimão, conquistou o primeiro lugar de masculinos e a secundária Pinheiro e Rosa, de Faro, ficou em segundo em femininos, no atletismo. Em canoagem, o agrupamento Espamol, de Lagoa, ficou na 3ª posição.

Um resultado que se destacou, por ser inédito nos Campeonatos de Desporto Escolar, foi o 3º lugar assegurado pela equipa de voleibol feminino da EB 2,3 Dr Joaquim Magalhães, em Faro.

No campeonato nacional, segundo contou ao Sul Informação José Estevinha, treinador das jovens voleibolistas farenses, a Joaquim Magalhães venceu o seu grupo, composto por três equipas – Agrupamento de Escolas Alto dos Moinhos (Sintra) e Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique (Viseu).

«Na meia final jogámos com  a equipa da Escola Secundária Henrique Medina, do distrito de Braga e perdemos. É uma equipa muito forte, com várias jogadoras com 1,80 metros, à semelhança da Madeira Torres, que ficou em primeiro lugar», ilustrou.

Este resultado espelha, na visão de José Estevinha, o crescimento da modalidade no Algarve, incluindo nas escolas.

«O voleibol feminino está a crescer muito. Houve um aumento muito acentuado de 2024/25 para 2025/26. Este ano, o campeonato regional contou com 16 equipas – quatro grupos de quatro. No final, a Joaquim Magalhães foi campeã», considerou.

Sul Informação

Também em grande destaque estão os dois campeões escolares algarvios: Leonor Dias, da EB 2,3 Prof. Joaquim Moreira, de Martim Longo, primeira classificada na prova de velocidade, em canoagem, e Cristiano Freitas, da secundária Poeta António Aleixo, de Portimão, campeão nos 80 metros barreiras.

No que toca a segundas posições, foram conquistadas por Inês Batista, da AE Espamol (canoagem/fundo), Jenna Sewdien, da EB 2,3 Eng° D Pacheco- Loulé (Lançamento do peso 3 quilos feminino), Arjen Sewdien, da mesma escola ((Lançamento do peso 4 quilos masculino), Alice Coelho, da EB 2,3 Dr José Neves Júnior, de Faro (salto em comprimento) Adelmiro Sebastião, da ES Poeta António Aleixo, (salto em altura).

Em futsal, a equipa da EB 2,3 Rio Arade – Parchal, garantiu o terceiro lugar, a mesma posição garantida por Mateus Silva, da ES Poeta António Aleixo (salto em comprimento) e pelos atletas Afonso Teixeira, Pietro Rocha, Rúben Ramos (EB 2,3 Eng° D Pacheco) e Gil Santos (ES Júlio Dantas, de Lagos), nos – 4×80 metros estafetas.-

Os outros terceiros lugares foram conquistados por Maria Pereira, do agrupamento Padre João Coelho Cabanita, em Loulé (50 metros bruços) e por Daniel do Ó, do agrupamento D. José I, de Vila Real de Santo António (200 metros estilos).

Sul Informação

Foto: Facebook Desporto Escolar

Sul Informação

Equipa Feminina de Atletismo – Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, Faro | Foto: Facebook Escola Dr. José de Jesus Neves Júnior

Sul Informação

Foto: Sul Informação

Sul Informação

Equipa Voleibol Feminino Escola Dr Joaquim Magalhães, Faro

Sul Informação

Equipa Voleibol Feminino Escola Dr Joaquim Magalhães, Faro

Gostou do que leu? Ajude-nos a continuar!
 
O nosso compromisso é levar até si notícias rigorosas, relevantes e próximas da sua comunidade. Para continuarmos a fazer o que fazemos, precisamos do seu apoio. Qualquer donativo, por mais pequeno que seja, faz a diferença e ajuda a garantir a continuidade deste projeto. Juntos, mantemos a informação viva no Algarve e no Alentejo.
Obrigado por fazer parte desta missão!
Contribua aqui!

O conteúdo Algarve garante pódios em 5 modalidades no Desporto Escolar nacional – e até um inédito em voleibol aparece primeiro em Sul Informação.

  •  

Tarifaço: O que é a Seção 301 que os EUA de Trump vêm usando contra o Brasil há décadas?

A ideia de que os Estados Unidos podem intervir em outras nações para garantir os interesses das empresas norte-americanas não é uma novidade. Nem para Donald Trump nem para a indústria brasileira. 

Uma demonstração disso foi a conclusão do governo norte-americano, divulgada nesta segunda-feira, 1º de junho, de uma investigação sobre o Brasil que propõe uma nova tarifa de 25% sobre os bens importados do país. A alegação é que o Brasil teria políticas e práticas comerciais injustas que iriam contra os interesses de organizações, serviços e produtos norte-americanos.

A imposição ou não da tarifa será decidida pelo presidente Donald Trump, que tem até 15 de julho para publicar a versão final do relatório do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), órgão que realizou a investigação a pedido do presidente dos Estados Unidos.  

Seja agora, ou no tarifaço de 50% que chegou a ser aplicado pelo republicano ao Brasil, em agosto do ano passado e revertido pelo governo brasileiro, ou seja na penalização de 100% que parte da indústria nacional enfrentou há quase 40 anos, o dispositivo legal usado nas três ocasiões foi o mesmo: a seção 301 da Lei do Comércio de 1974, criada pelo Congresso dos Estados Unidos. 

O objetivo, todas as vezes, foi redefinir os tratados comerciais com o Brasil. A lei prevê que retaliações comerciais sejam impostas unilateralmente para coibir “práticas comerciais desleais”, de outros países, consideradas prejudiciais aos interesses norte-americanos. A justificativa dos Estados Unidos seria trocar a lógica do livre comércio (free trade) pelo comércio justo (fair trade).

Justo para quem?

A primeira retaliação ao Brasil, com base na seção 301, ocorreu entre 1988 e 1991. Empresas de tecnologia como a Apple e, em especial, a indústria farmacêutica, estiveram nos bastidores da decisão de taxar em 100% os produtos brasileiros que entravam nos EUA. Já em agosto de 2025, como já mostrou a Agência Pública, as cordas estavam sendo puxadas pelas big techs. Agora, entre diversos fatores econômicos e políticos, as empresas norte-americanas de cartão de crédito aparecem entre as interessadas, já que um dos mecanismos mais citados no relatório do USTR, entre aqueles considerados “injustos”, está o PIX brasileiro.

Computadores e remédios: o primeiro – e maior – tarifaço

Na base do tarifaço de 100% sofrido pelo Brasil em 1988 estão dois bisavôs brasileiros de nossos notebooks pessoais: o Unitron AP II e MAC-512. Os projetos apresentados pela empresa Unitron Eletrônica à antiga Secretaria Especial de Informática (SEI), entre 1982 e 1985, fez a Apple acionar o governo norte-americano por ações contra o Brasil.

A revolta era justificada já que a empresa brasileira alterava os modelos que tinham licença para produzir. Algumas versões adicionavam formas de acentuação que fariam sentido em português, mas não no inglês. Até hoje este é conhecido como um dos primeiros casos de clones da Apple no mundo. E por que a empresa não produzia ela mesma os Macs da época? Por que a Política Nacional de Informática no Brasil proibia a fabricação de computadores estrangeiros justamente para desenvolver a indústria nacional. O mesmo valia para importações.

Os Estados Unidos, então, abriram em 1987 uma investigação contra a prática comercial brasileira e incluíram o país na lista “Special 301” de “observação prioritária”. Soa familiar?

O tarifaço passou a valer um ano depois, após a indústria farmacêutica se juntar ao coro. O “problema”, de fato, era que o Brasil integrava as nações que não reconheciam patentes para medicamentos – o direito legal de explorar exclusivamente alguma substância descoberta, atualmente estabelecido em 20 anos.

O tarifaço dos anos 80 só foi suspenso após um compromisso público do recém-eleito presidente Fernando Collor de Melo, em 26 de junho de 1990, quando a investigação promovida pelos EUA também foi encerrada, já na era George Bush (o pai).

Revertido, tarifaço de 2025 chegava a 50% 

Um novo tarifaço aos produtos brasileiros só voltaria a ocorrer em agosto do ano passado. 

Na época, os EUA representavam cerca de 4% de todas as exportações brasileiras, ou aproximadamente 2% do PIB (produto interno bruto) do Brasil. Café, calçados, carne bovina, tecidos e frutas (exceto laranja e seu suco) estavam entre os 3,8 mil produtos que passaram a ser alvos do tarifaço de 50%.

Essa, entretanto, não era a totalidade da exportação feita pelo Brasil aos EUA naquela época. As cobranças consideravam 35,9% das mercadorias exportadas (que representavam 44,6% do valor total das vendas). Ou seja, metade do que o país vendia aos norte-americanos continuou na regra dos 10% impostos globalmente pelo governo Trump. Entre os produtos, alguns de alto valor, 694 ficaram de fora da cobrança de 50% determinada pela Casa Branca.

Por meio de negociações bilaterais, as principais taxas impostas em 2025 caíram, via decreto do presidente Donald Trump, em novembro daquele ano. A maioria dos produtos, cerca de 200 itens, eram agrícolas, entre eles carne, café e alguns fertilizantes à base de amônia. 

  •  
❌