O terceiro prémio do Euromilhões, no valor de 85.884,06 euros, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Outros sete apostadores no estrangeiro também ganharam o terceiro prémio, com cinco números certos e nenhuma estrela.
Não houve totalistas, pelo que o próximo ‘jackpot’ será de 38 milhões de euros.
A presidente da Copasa, Marília Carvalho de Melo, garantiu em entrevista à CNN nesta terça-feira (16) que a companhia de esgoto recém-privatizada levará os investimentos necessários a todos os municípios de Minas Gerais.
A Copasa fornece serviços a 636 municípios mineiros e o processo de privatização levou a questionamentos de alguns prefeitos, com receios de que a desestatização poderia deixar os municípios menores e menos lucrativos desatendidos.
“É importante a gente lembrar qual é o modelo regulatório de Minas Gerais, que é o modelo discricionário. Ele traz o conceito de ‘subsídio cruzado’, exatamente para que municípios como Belo Horizonte, em que já renovamos o contrato até 2073 e é um pilar financeiro muito importante para a companhia, possa garantir os investimentos necessários em todos os municípios do estado de Minas Gerais que atuamos”, afirmou.
Até o momento, mais de 600 prefeituras ainda não assinaram aditivos ou renovações até 2073.
Segundo Marília Carvalho de Melo, há um ponto na legislação que garante aos municípios os instrumentos necessários para serem atendidos com os serviços de água e esgoto necessários.
“O artigo 14 da lei de saneamento nos traz essa oportunidade de conversão dos contratos de programa para contratos de concessão e isso é muito importante para a segurança dos próprios municípios na garantia do atingimento das metas do marco [de saneamento], que a gente deve lembrar que é uma obrigação dos municípios. A Copasa é uma ferramenta para a obtenção dessas metas. Os contratos novos trazem metas muito específicos de garantia”, declarou.
O Novo Marco Legal do Saneamento Básico, aprovado e sancionado em 2020, estabelece metas de universalizar os serviços de água potável a 99% da população e de coleta e tratamento de esgoto a 90% até 2033.
“Desde que eu cheguei à companhia, nós estamos em diálogos muito próximos com todos os prefeitos, a associação mineira dos municípios e tivemos uma mesa de negociação muito relevante no Tribunal de Contas de Minas Gerais para municípios em que a gente opera água e não opera esgoto. E a gente retoma agora [as conversas], após o precesso de desestatização”, disse.
“Temos prazo até setembro para que essa conversão seja feita e nesse diálogo com transparência com os município”, concluiu.
Segundo uma equipa de cientistas chineses, o sistema de motor único das missões Artemis da NASA é uma vulnerabilidade crítica. O módulo lunar proposto pela China adota uma abordagem com vários motores — tal como, na verdade, o módulo Blue Moon MK2 da NASA. A filosofia de conceção por trás da arquitetura lunar norte-americana depende fortemente de um único motor principal de elevado desempenho, responsável por fases críticas da missão. Durante a descida, esse motor controla todo o trajeto desde a órbita lunar até à superfície da Lua. Na subida, o mesmo sistema de ponto único torna-se o único meio
Segundo uma equipa de cientistas chineses, o sistema de motor único das missões Artemis da NASA é uma vulnerabilidade crítica. O módulo lunar proposto pela China adota uma abordagem com vários motores — tal como, na verdade, o módulo Blue Moon MK2 da NASA. A filosofia de conceção por trás da arquite
A gestora Perfin ampliou sua participação na Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), ultrapassando os 20% e se tornou a segunda maior acionista da companhia mineira, ficando atrás apenas da Equatorial.
Com a ampliação, a empresa agora tem 20,11% do capital da Copasa. Anteriormente, a fatia era de 15,25%.
Segundo Fato Relevante, a ampliação ocorre após a compra de 1.077.500 ações ordinárias de emissão da Copasa.
Agora, a divisão acionária da Copasa fica da seguinte forma:
Equatorial (30%)
Governo de Minas Gerais (5%)
Demais acionistas (65%)
Nesta terça-feira (16), a Copasa realizou a cerimônia de toque de campainha, realizado nesta terça (16), na B3, em São Paulo, dando fim ao processo de desestatização da estatal.
Após vencer o processo de privatização, o CEO da Equatorial, Augusto Miranda, afirmou que com a aquisição a empresa irá acelerar os investimentos buscando a universalização completa dos serviços até 2033, ano limite determinado pelo Marco Legal do saneamento.
“Acreditamos no saneamento como instrumento de transformação (…) vamos acelerar a universalização, ampliar os investimentos”, afirmou.
Após vencer o processo de privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), o CEO da Equatorial, Augusto Miranda, afirmou que com a aquisição a empresa irá acelerar os investimentos buscando a universalização completa dos serviços até 2033, ano limite determinado pelo Marco Legal do saneamento.
A fala ocorreu durante a cerimônia de toque de campainha, realizado nesta terça (16), na B3, em São Paulo.
“Acreditamos no saneamento como instrumento de transformação (…) vamos acelerar a universalização, ampliar os investimentos”, afirmou.
Sancionado em 2023, o marco já ultrapassou metade do prazo, espalhando dúvidas sobre a capacidade de alcance das metas fixadas até 2033.
O Novo Marco Legal do Saneamento estipulou que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% à coleta e ao tratamento de esgoto até 31 de dezembro de 2033.
O valor oferecido foi de R$49,03 por ação, diante do preço mínimo definido pela Copasa de R$ 47,23 por ação, um superávit de quase R$ 2.
O governo mineiro tinha 50% da Copasa e agora passa a deter 5% e terá o poder de veto (golden share) em decisões.
Ainda segundo o executivo, a privatização irá abrir “um novo capítulo” para a companhia, mencionando que “o melhor ainda está por vir”.
A operação de privatização representou um dos movimentos mais relevantes do setor de infraestrutura desde a privatização da Sabesp e reforça a estratégia do grupo de ampliar sua atuação além do segmento de energia elétrica.
Cada abril, Milán cambia de textura. Los patios interiores se abren, antiguos palacios se convierten en galerías improvisadas y el diseño abandona los showrooms para extenderse por toda la ciudad. Durante la semana del Salone del Mobile, la capital lombarda recuerda hasta qué punto Italia consiguió convertir los objetos cotidianos en una forma de cultura. En ese contexto, Tod’s presentó Icons by Icons, un proyecto que pone en diálogo el Gommino con algunas de las piezas más influyentes del diseño italiano del siglo XX.
Destruir la imagen clásica de la mujer con las mismas armas que la construyeron es la base de la obra de Ewa Juszkiewicz. Sus retratos, que el Thyssen de Madrid exhibe hasta el 6 de septiembre, tienen todos los atributos clásicos, pero carecen de rostro porque ¿qué es una mujer sin cara sino un cliché?
Sin estudio permanente ni domicilio fijo, moviéndose allí donde surgen los proyectos, Stephen Burks (Chicago, 1969) ha convertido el nomadismo en una forma de pensar -y de hacer- diseño. Esa mirada en tránsito cristaliza en Catalina, su nueva colección de exterior para Roche Bobois presentada en la Milan Design Week que combina sofisticación técnica y sensibilidad artesanal.
El concepto de tiempo es uno de los misterios más complejos a que se ha enfrentado el hombre desde la más remota antigüedad. Es famosa la respuesta que dejó escrita de Agustín de Hipona, hace más de 16 siglos: “Si nadie me lo pregunta, lo sé; pero si quiero explicarlo a quien me lo pregunta, no lo sé”.
O primeiro prémio do EuroDreams, de 20 mil euros por mês durante 30 anos, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Mais nenhum apostador no estrangeiro ganhou o primeiro prémio, com seis números certos e um número de sonho.
O segundo prémio, de 2.000 euros/mês durante cinco anos, foi atribuído a um ‘sortudo’ no estrangeiro.
Исследователи при поддержке NASA пересмотрели версию о том, как на Землю попали главные элементы, необходимые для зарождения жизни — углерод, водород, азот, кислород, фосфор и сера.
Ранее считалось, что эти вещества пришли на планету с хондритами — каменными метеоритами из внешних частей Солнечной системы. Однако теперь известно, что хондриты образовались через 2–4 миллиона лет после появления Солнечной системы, что сложно согласовать с начальным этапом химической эволюции Земли.
Новое исследование предлагает другой вариант — поставщиками жизненно важных элементов могли стать ранние планетезимали, сформировавшиеся менее чем за миллион лет после рождения Солнечной системы. Среди них были тела, связанные с железными метеоритами, которые относятся к первому поколению строительных блоков планет.
Изображение сгенерировано: Nano Banana
Лабораторные эксперименты, моделировавшие экстремальные условия ранней Солнечной системы, показали различия в распределении фосфора и азота между ранними железными телами и хондритами. Внешние области системы имели более высокое соотношение фосфора к азоту, чем внутренние, что противоречит прежним предположениям.
По выводам учёных, Земля получила значительную часть ключевых элементов из внутреннего региона Солнечной системы, а не в основном от внешних тел.
Юпитер в процессе своего формирования мог влиять на перераспределение вещества в протопланетном диске, изменяя пути доставки элементов на молодую планету.
Таким образом, «химический набор жизни» на Земле сложился в результате нескольких этапов с участием разных поколений планетезималей, появлявшихся в разные периоды эволюции системы.
Эти данные не только уточняют происхождение нашего мира, но и помогают понять общие процессы формирования обитаемых планет, учитывая не только состав вещества, но и время его поступления.
“Sto già vivendo nella navicella, una casa da 8 metri cubi. In orbita farò manovre inedite”. Luca Parmitano e il nuovo balzo verso la Luna. Risale ad una decina di giorni fa la “convocazione” ufficiale della Nasa recapitata al 49enne colonnello dell’Aeronautica, astronauta Esa e primo comandante italiano della Stazione Spaziale Internazionale. In una intervista al Corriere, Parmitano ha provato a spiegare come si svilupperà questa particolare missione che avverrà nel 2027 e che dovrebbe essere propedeutica alla missione di allunaggio che sarà Artemis IV. “Abbiamo quattro piloti che vanno in orbita intorno alla Terra e tre astronavi: un lunar lander di Blu Origin (società di Jeff Bezos, ndr) che entrerà in orbita”, ha spiegato l’astronauta italiano. “Noi con una seconda astronave ci avvicineremo per ricongiungerci e poi staccarci. Infine rifaremo le operazioni con una terza astronave di Space X (Elon Musk, ndr), completamente diversa. Alla fine con la nostra astronave torneremo sulla Terra, un unico splash down, dopo circa due settimane di lavoro”. Parmitano ha descritto come “un salto nel futuro” la sensazione provata nell’entrare per la prima volta nella navicella Orion dopo due missioni con la Soyuz (“nonostante gli aggiornamenti è una navicella disegnata mezzo secolo fa”).
“Siamo rimasti dentro dalle 8 del mattino alle 4 del pomeriggio: da oggi mangerò Orion a colazione, pranzo e cena”, ha scherzato. Lo spazio di movimento avverrà in una cabina di “circa otto metri cubi”, mentre Parmitano risulta nell’organigramma della missione il secondo in grado come “pilota” (“di fatto sarò il responsabile delle operazioni di avvicinamento, aggancio e stacco”). L’astronauta siciliano afferma poi che non solo sarà un nuovo balzo verso il tanto cercato allunaggio, ma una vera e propria sperimentazione di qualcosa mai fatto: “Al momento abbiamo pagine bianche per procedure che non esistono. È questo il lavoro del pilota sperimentatore, la mia specialità. Di fatto faremo qualcosa che non è mai stato fatto anche se saremo su un’orbita terrestre. Dovremo definire le operazioni che poi, in seguito, andranno ripetute sulla Luna”. Insomma, nonostante il primo allunaggio sia avvenuto nel 1969, alla Nasa per tornare sulla Luna si ricomincia da capo e l’Italia è della partita. “Con la mia partecipazione la Nasa ci sta dicendo che l’Esa è un partner non solo per la tecnologia del modulo europeo e per le capacità scientifiche ma anche per il personale. Lo ha detto bene Norman Night, il direttore operazioni di volo Nasa: insieme andiamo più lontani e più veloci”.
I tribunali con più fascicoli pendenti sono Milano (2.209) e Roma (1.699)
Il mercato immobiliare italiano non è frenato soltanto dai prezzi elevati, dagli stipendi bassi e dalla scarsità di offerta nelle grandi città. A pesare sull’accesso alla casa c’è anche un fattore meno visibile, ma decisivo: l’inefficienza della giustizia civile e, in particolare, la lentezza delle procedure esecutive immobiliari.
Quando un immobile pignorato resta bloccato per anni all’interno di una procedura giudiziaria: è una casa sottratta al mercato, un capitale immobilizzato per il sistema bancario e un costo che, indirettamente, ricade su chi oggi prova ad acquistare un’abitazione.
È quanto emerge dall’analisi realizzata da Datasinc, realtà specializzata nella raccolta e analisi massiva di dati immobiliari italiani, che ha elaborato i dati ufficiali del Ministero della Giustizia e i flussi SIECIC relativi alle esecuzioni immobiliari nei principali distretti del Paese.
Lo studio sottolinea come i tempi della giustizia civile incidano sul funzionamento del mercato immobiliare e sul credito alle famiglie. La durata media stimata dei procedimenti civili nel 2025 si attesta intorno ai 2.139 giorni, pari a quasi 5 anni e 10 mesi. Una traiettoria che, ai ritmi attuali, porterebbe a una riduzione cumulativa di circa il 25%, ancora distante dal target del 40% richiesto nell’ambito degli obiettivi europei.
Milano e Roma: i grandi tribunali sotto pressione
Milano rappresenta uno dei casi più significativi, dove la scarsità di offerta e i prezzi elevati rendono ogni immobile bloccato una risorsa sottratta alla domanda abitativa. Nel solo ambito delle esecuzioni immobiliari, il Tribunale Ordinario di Milano registra nel 2025 un carico attivo di 2.209 fascicoli pendenti.
Il contesto milanese presenta però anche un elemento di compensazione: l’elevata liquidità del mercato e l’interesse degli investitori per le aste immobiliari possono ridurre il rischio di vendite deserte, accelerando almeno in parte la rotazione degli asset pignorati.
A Roma, invece, il quadro appare più complesso. Il Tribunale della Capitale registra 1.699 procedure esecutive immobiliari pendenti nel 2025. Oltre ai volumi elevati, incidono anche le rigidità operative e procedurali. Il nuovo mansionario dei custodi, entrato in vigore a febbraio 2025, rafforza i controlli su trascrizioni ipocatastali, irregolarità, edilizia agevolata e spese straordinarie. Una maggiore tutela della regolarità degli atti che, tuttavia, può rallentare ulteriormente la gestione dei fascicoli.
Nord Est più efficiente, Sud e Isole frenati dalle aste deserte
Nel Nord Est, in particolare nei distretti di Venezia e Verona, i dati mostrano segnali di maggiore resilienza organizzativa. Nel corso del 2025, le esecuzioni immobiliari hanno registrato in diversi casi un numero di procedimenti definiti superiore alle nuove sopravvenienze. Questo indica una capacità superiore di smaltimento e una minore tendenza ad accumulare nuovo arretrato.
Più critica la situazione nei distretti del Sud e delle Isole, come Bari, Reggio Calabria e Palermo. Qui alle complessità procedurali si somma una minore profondità del mercato immobiliare locale. La domanda più debole aumenta il rischio di aste deserte, costringendo i tribunali a programmare nuovi esperimenti di vendita e a ridurre progressivamente il prezzo base.
La “tassa occulta” dei tempi giudiziari
Il peso delle procedure esecutive non si misura solo nei fascicoli pendenti, ma anche negli effetti prodotti fuori dai tribunali: abitazioni che rientrano più lentamente sul mercato, valori di recupero più incerti e maggiore prudenza da parte degli operatori finanziari.
“Le inefficienze della giustizia civile non restano confinate nei tribunali: quando una procedura esecutiva immobiliare dura anni, l’immobile resta bloccato, il recupero del credito diventa più incerto e il rischio finisce per riflettersi sull’intero mercato”, spiegano Nicola Chiarini e Francesco Braggiotti di Datasinc. “L’analisi dei dati permette di rendere visibili questi meccanismi, misurando le differenze territoriali e offrendo una base oggettiva per interventi più mirati”.
È questa la “tassa occulta” dei tempi giudiziari: un costo che non compare nei contratti, ma può pesare sull’accessibilità della casa. Rendere più efficiente la giustizia civile diventa quindi una condizione essenziale per un mercato immobiliare più equo, trasparente e accessibile.
L’analisi dei dati per rendere più efficiente il sistema
Per rendere visibili queste dinamiche, Datasinc utilizza intelligenza artificiale e machine learning per elaborare grandi volumi di dati immobiliari, economici, territoriali e giudiziari. L’obiettivo è trasformare informazioni frammentate in una fotografia chiara delle criticità che incidono sul funzionamento del mercato.
L’automatizzazione delle proceduredi analisi e validazione consente di ridurre il margine di errore, intercettare anomalie, frodi o discrepanze nei valori immobiliari e restituire informazioni utili a istituzioni, operatori finanziari e stakeholder del settore.
In questo senso, la trasparenza dei dati non è solo uno strumento tecnico, ma una leva concreta per costruire un mercato della casa più accessibile, sostenibile ed efficiente.
Fue un local comercial vacío en el barrio de Sant Andreu de Barcelona durante más de 20 años. Hasta que ellos vieron las posibilidades que tenía: “Volumen, estructura, altura y una superficie de 180 metros cuadrados difícil de encontrar en una vivienda convencional”, explica el arquitecto Paulo Ribeiro, fundador de Le Departament y de la feria de alta artesanía Contemporania Barcelona junto a su marido y socio, el interiorista Patryk W. Walczack. El resultado es una vivienda sexy y festiva que celebra la noche e integra el arte con naturalidad en cualquier espacio, incluidos los baños.
Barcelona es este año capital mundial de la arquitectura y acogerá, entre el 28 de junio y el 2 de julio el Congreso Mundial de Arquitectura, donde unos 250 ponentes participarán en más de 100 sesiones. El certamen propone repensar cómo responder a un mundo en transformación. Lejos de la era de la “arquitectura estrella”, el foco se desplaza hacia los becomings, los temas relevantes hoy —ecologías, materiales, reutilización, normativas o cultura—. Grandes nombres de la arquitectura abarcarán seis líneas temáticas con investigaciones abiertas e interconectadas sobre lo que significa diseñar para un mundo en transición. Algunos de ellos comparten su visión ante estos retos.
“Nuestros hogares son un lienzo para vivir y mis colecciones Home ofrecen distintas formas de contar nuestra historia de manera muy personal, ya sea en la ciudad o en el campo. La moda y el hogar siempre han estado entrelazados y, del mismo modo que nos vestimos de forma diferente en cada uno de estos lugares, también queremos vivir de manera distinta. Mi objetivo es crear un mundo en el que podamos expresarnos plenamente, donde podamos vivir nuestras mejores vidas con confort y calidez” , afirma Ralph Lauren.
Imu, scatta l’acconto sulle seconde case: vale 17 miliardi l’anno
L’agenzia delle entrate chiama i possessori di immobili (le prime case non pagano) a versare l’acconto dell’Imu. A dicembre ci sarà il saldo. Si tratta di una spesa che per i contribuenti vale quasi 17 miliardi l’anno. Chi ritarda può comunque pagare in più con il ravvedimento operoso.
La Uil contesta le differenze tra le città
La Uil critica le forti disparità in Italia: si va dai 3.499 euro all’anno a Roma ai 1.514 euro di Salerno. Meno della metà. Il sindacato chiede una “riforma strutturale che rafforzi l’attuazione del principio di progressività, riduca la pressione sui redditi da lavoro e da pensione e contrasti con maggiore efficacia l’evasione” e un “aggiornamento dei valori catastali”. Il tema dell’Imu resta aperto e potrebbe cambiare presto con le novità del Piano Casa.
Ronaldo ocupa a retina colectiva desde 2003, mas a fadiga acumulada dá-lhe qualquer coisa como 130 anos de idade atencional, o que faria dele contemporâneo exacto do cinematógrafo. Crónica de Rogério Casanova