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Produtor de “Love Island” morre aos 40 anos em gravação da 8ª temporada

O produtor-executivo do reality “Love Island”, James Barker, morreu aos 40 anos devido a uma “emergência médica inesperada”, afirmou o canal Peacock à revista People. A morte aconteceu em Fiji, durante as gravações da 8ª temporada.

A morte aconteceu na semana passada, mas foi divulgada pelo canal apenas nesta segunda (15), e não há mais detalhes sobre a causa da morte. “A perda inimaginável de James foi profundamente sentida não apenas por toda a produção de ‘Love Island USA’, mas por toda a ITV e Peacock”, dizia o comunicado da emissora. “Ele era um membro querido e muito valorizado de nossa família, cuja bondade, talento e dedicação deixaram uma marca indelével em todos nós e em todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo e trabalhar com ele. Estendemos nossas mais sinceras condolências à família, aos amigos e aos colegas de James.”

Barker começou sua carreira na pós-produção do reality “Pawn Stars” e passou por trabalhos como “Queer Eye” e “Cosmic Love”. Ele começou a trabalhar em “Love Island” em 2022, em produção de roteiro, mas passou a produtor executivo nas três temporadas mais recentes, passando por “Love Island Games” e “Love Island: Beyond the Villa”.

O canal planeja homenagear Barker no próximo episódio de “Love Island USA”, que vai ao ar na terça (16).

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Contratadas para chorar: a origem das carpideiras

Do Antigo Egito à Grécia, Roma, China e Índia. Mais do que uma encenação, o lamento público ajudava a afirmar o estatuto do morto e a criar um espaço coletivo para a dor. Durante séculos, a morte não foi vivida em silêncio. Em muitas culturas, o luto era público, ruidoso e ritualizado, e havia mulheres cuja função era precisamente chorar pelos mortos. Em Portugal, estas mulheres ficaram conhecidas como carpideiras. Noutros contextos, foram chamadas profissionais do luto, aponta a National Geographic. O ofício, hoje visto por muitos como estranho ou até cínico, atravessou civilizações e revela uma antiga necessidade humana:

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Addio a Luisa Muraro: si spegne a 86 anni la storica figura del femminismo italiano

Lutto nel mondo della cultura: addio a Luisa Muraro, colonna del femminismo italiano

È deceduta all’età di 86 anni, che avrebbe festeggiato proprio domani, Luisa Muraro, figura chiave nella nascita della Libreria delle donne a Milano. Lascia in eredità una ricca produzione di volumi, saggi, contributi giornalistici, lezioni e conferenze.

Il cordoglio della Libreria delle Donne

Sulla pagina Facebook della Libreria delle Donne, sommersa da testimonianze di dolore e vicinanza, si legge: “Luisa era una maestra, lo è stata per i suoi studenti, dalla scuola media all’Università di Verona, dove ha insegnato tanti anni e dove ha dato vita con altre alla comunità filosofica Diotima, per le donne e gli uomini che l’hanno letta e ascoltata per chi ha avuto la fortuna di pensare con lei”.

Gli studi, l’insegnamento e i collettivi

Nata a Montecchio Maggiore il 14 giugno 1940, Muraro consegue il titolo in filosofia presso l’Università Cattolica di Milano. Nel corso degli anni Settanta decide di dedicarsi all’insegnamento nella scuola dell’obbligo, prendendo parte con Elvio Fachinelli e Lea Melandri al progetto educativo antiautoritario de ‘L’erba voglio’. Nel 1975 dà vita, insieme a Lia Cigarini e ad altre compagne, alla Libreria delle Donne di Milano e partecipa alla stesura di ‘Non credere di avere dei diritti’ (1987). Lavora a lungo come docente di Filosofia presso l’Università di Verona, ateneo in cui nel 1984 fonda, con Adriana Cavarero, Anna Maria Piussi, Elvia Franco e altre studiose, il collettivo Diotima, tuttora impegnato nelle recherches di genere. Cura la traduzione in italiano dei testi fondamentali di Luce Irigaray, pensatrice e femminista belga.

I libri principali e l’ultimo saggio nel 2025

La sua vasta bibliografia comprende titoli come Maglia o uncinetto (1981), Guglielma e Maifreda. Storia di un’eresia femminista (1985), L’ordine simbolico della madre (1991), Il Dio delle donne (2003), Non è da tutti. L’indicibile fortuna di nascere donna (2011), Dio è violent (2012), fino al recente Esserci davvero, un dialogo con Clara Jourdan edito dalla Libreria delle Donne di Milano nel 2025.

Il ricordo delle attiviste e del mondo della cultura

Il mondo della cultura e della politica si è stretto intorno alla sua scomparsa. “Luisa è stata per molte e molti una fonte di orientamento, con il suo pensiero ci ha rese capaci di esserci davvero, di andare a fondo nel presente“, dichiara Laura Colombo sul portale della Libreria delle Donne. Anche Lea Melandri, altra storica esponente del movimento, rammenta che dopo il sodalizio degli anni ’70 “una divergenza sulle posizioni del femminismo” le ha “allontanate senza per questo interrompere un dialogo critico alla distanza. Il filo conduttore della lunga storia che abbiamo condiviso non è mai venuto meno”. Secondo l’autrice Chiara Valerio, i testi di Muraro le hanno “insegnato molte cose, la più importante di tutte, è che si può non essere d’accordo”.

L’omaggio delle istituzioni

Tanti anche i messaggi dalle istituzioni e dal mondo dell’arte. “Grazie per il pensiero della differenza” è l’omaggio di Piera Detassis, al vertice della Fondazione Accademia del Cinema Italiano. È stata “una delle teoriche e delle protagoniste, tra le più importanti del femminismo della ‘seconda ondata’ in Italia, in Europa e nel mondo“, sottolinea la parlamentare del Pd Valeria Valente. Infine Monica Romano, consigliera a Palazzo Marino e vicepresidente della Commissione Pari Opportunità e Diritti Civili, descrive Luisa Muraro come “una delle voci più autorevoli del pensiero della differenza sessuale in Italia, una donna che ha saputo trasformare la filosofia in pratica viva di relazione, libertà e autorità femminile”.

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Sismo nas Filipinas provoca subida do fundo do oceano até dois metros

O sismo de magnitude 7,8 que abalou na segunda-feira a ilha de Mindanau, no sul das Filipinas, fez com que o fundo do oceano subisse até dois metros em algumas zonas costeiras, anunciou hoje o Ministério do Ambiente.

A elevação do leito marinho representa riscos ambientais significativos, particularmente para os recifes de coral, que podem estar expostos.

O sismo causou pelo menos 61 mortos e 40 desaparecidos, de acordo com os dados mais recentes da agência nacional de gestão de catástrofes.

Os residentes da ilha de Mindanao, no sul do país, relataram um “levantamento costeiro” dois dias após o forte sismo, explicou o ministério, acrescentando que a linha costeira sofreu uma erosão de até 200 metros em alguns pontos.

A causa pode ser a deslocação da Fossa de Cotabato, a cerca de 50 quilómetros (30 milhas) da costa de Mindanao, que “empurrou para cima partes das costas de Sarangani e Davao Ocidental (…) expondo o leito marinho anteriormente submerso”, afirmou o Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia em comunicado.

“O levantamento mapeado é de cerca de dois metros (6,5 pés)”, segundo a mesma fonte. Uma equipa enviada para a área “descobriu que longos trechos de costa, recifes de coral e pradarias marinhas foram expostos” à superfície, acrescentou o ministério.

Há relatos de moradores que contactaram as autoridades com receio que os vapores da decomposição da vida marinha sejam perigosos para a saúde.

“Estes corais e pradarias marinhas expostos começaram a morrer juntamente com os seus organismos residentes, como peixes de recife, enguias, amêijoas e mariscos”, explicou o ministério.

As Filipinas estão localizadas no Círculo de Fogo do Pacífico, onde ocorrem aproximadamente 90% dos sismos do mundo.

Em setembro de 2025, quase 70 pessoas perderam a vida e cerca de 150 ficaram feridas num sismo de magnitude 6,9 em Cebu (região central das Filipinas).

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Rodovias federais registram 98 mortes no feriado de Corpus Christi

Logo Agência Brasil

Ao longo dos cinco dias de feriado prolongado, 98 pessoas morreram nas rodovias federais e 1.057 ficaram feridas, em meio aos 1.060 sinistros de trânsito registrados durante a Operação Corpus Christi, da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo a PRF, 210.472 pessoas e veículos foram fiscalizados de forma intensa, com o uso de radares portáteis em pontos considerados críticos.

Notícias relacionadas:

Foram identificados 24.212 veículos em velocidade acima da permitida nas vias. A PRF autuou 4.277 motoristas por ultrapassagens proibidas e 3.283 por não uso do cinto de segurança ou do dispositivo para retenção de crianças (cadeirinha).

Encerrada no domingo (7), a Operação Corpus Christi contabilizou 75.413 testes de alcoolemia – com 879 autuações por embriaguez ao volante ou recusa ao teste que identifica o consumo de álcool.

“As estatísticas preliminares indicam que 69 pessoas foram detidas por índice de teor alcoólico no organismo considerado crime ou por apresentar sinais de embriaguez”, detalhou a PRF ao divulgar o balanço do feriado.

Segundo a entidade, os estados que registraram maior número de sinistros foram Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná.

Minas Gerais:

135 sinistros de trânsito

10 mortes

155 feridos

Santa Catarina:

130 sinistros de trânsito

6 mortes

143 feridos

Paraná:

112 sinistros de trânsito

5 mortes

113 feridos

Transporte de passageiros

Devido à alta letalidade observada recentemente em sinistros envolvendo transporte de passageiros, a Operação Corpus Christi deste ano se dedicou também à fiscalização deste tipo de veículos. Ao todo, 1.389 ônibus foram fiscalizados.

“De janeiro a abril de 2026, foram 690 sinistros de trânsito que envolveram ônibus, micro-ônibus e vans, com 74 pessoas mortas. O trabalho de fiscalização buscou identificar a documentação dos motoristas e dos veículos e as condições em que os passageiros eram transportados”, justificou a PRF.

Os números apresentados no balanço da PRF são ainda preliminares e poderão ser ampliados na medida em que as informações sejam consolidadas em seus sistemas.

Confira mais detalhes no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

 

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