“Uma solução permanente terá de passar por melhoria da produtividade, e também na atração de investimento estrangeiro de alta qualidade”. O salário mínimo e o médio estão cada vez mais próximos, verificando-se um fenómeno de compressão salarial, que poderia ser evitado com um aumento da produtividade, consideram economistas ouvidos pela Lusa, que defendem políticas para estimular a atividade. Segundo uma análise do Banco de Portugal (BdP) divulgada esta semana, o índice de Kaitz, que mede o rácio entre o salário mínimo e o salário mediano, subiu para 91% em 2025, o que compara com 87% em 2019. Para o economista
Administração do grupo indicou uma "incompreensível postura do Banco Atlântico Europa" como uma das razões para o atraso no pagamento dos salários de dezembro, que ainda não chegaram aos trabalhadores.