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Solitário, macaco ‘Amendoim’ busca parceira sexual no Dia dos Namorados

Enquanto milhões de brasileiros celebram o Dia dos Namorados, nesta sexta-feira (12), um pequeno primata que vive no sudeste do Pará também aguarda a chegada de sua companheira.

Amendoim, um sauim-de-coleira abrigado no BioParque Vale Amazônia, em Carajás, faz parte de um programa nacional de conservação que busca formar casais reprodutivos para ajudar a salvar da extinção uma das espécies mais ameaçadas do mundo.

A expectativa é que a futura companheira de Amendoim chegue ainda no segundo semestre deste ano.

A busca faz parte de um esforço conjunto de instituições brasileiras e internacionais voltado à proteção do sauim-de-coleira (Saguinus bicolor), espécie endêmica do Brasil e atualmente classificada como ameaçada de extinção.

De acordo com o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade (SALVE), do ICMBio, o sauim-de-coleira possui distribuição restrita ao estado do Amazonas e enfrenta ameaças constantes provocadas pelo desmatamento e pela expansão urbana.

As projeções indicam uma redução populacional de pelo menos 50% nos próximos 18 anos.

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A história de Amendoim

Amendoim chegou ao BioParque em dezembro de 2022, após ser resgatado pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Ibama) de Manaus.

O animal sobreviveu a um ataque de cachorro que matou o primata adulto que estava com ele, possivelmente seu pai.

De pequeno porte, o sauim-de-coleira mede entre 30 e 42 centímetros e pesa de 450 a 600 gramas.
Sua principal característica é a pelagem branca que cobre a cabeça, o pescoço e o peito, formando uma espécie de “coleira” que dá origem ao nome popular da espécie.

Para o veterinário do espaço, Nereston de Camargo, a formação de casais em ambientes controlados é uma ferramenta estratégica para evitar a extinção do animal.

“Localizando uma fêmea, a proposta é viabilizar o pareamento dos indivíduos, buscando ampliar as chances de reprodução. Essa formação de casais e o acompanhamento reprodutivo permitem contribuir com a sobrevivência da espécie”, destacou.

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Casal filmou OVNIS em forma de “sol de plasma” nos EUA, revelam arquivos

Uma terceira leva de arquivos secretos desclassificados pelo Departamento de Guerra dos Estados Unidos mostra novos relatos sobre a presença de OVNIS (Objetos Voadores Não-Identificados) no país. 

Em julho de 2025, por volta das 21h, horário local do nordeste dos Estados Unidos, uma testemunha ocular observou luzes intensas e brilhantes em seu quintal ao estacionar o carro após retornar do trabalho.

A luz pairava a aproximadamente 7,5 metros do chão, abaixo de uma fileira de árvores perto do centro do quintal, a uma distância estimada de 27 metros. Neste momento, a testemunha saiu brevemente do veículo, o que chamou a atenção de seu companheiro, que também foi avaliar a situação.

Segundo o documento, o cônjuge também viu a luz, descrevendo-a como uma esfera vermelha brilhante com cerca de um metro de diâmetro. O centro da esfera vermelha parecia ser um “sol” de plasma branco do tamanho de uma bola de basquete. O orbe subiu lentamente e moveu-se para a esquerda, e ambos observaram um segundo orbe idêntico pairando acima do primeiro.

Eles então começaram a gravar o evento. No vídeo, é possível ver os orbes se movimentando juntos para oeste, acima de uma linha de árvores próxima. Veja abaixo: 

As testemunhas descreveram o movimento dos orbes como silencioso e suave. Além disso, relataram parecer que eles se moviam em conjunto, como se estivessem voando em formação ou presos por um cabo.

Quando os orbes desapareceram de vista, ambos os viram se fundir. As testemunhas estimaram que os orbes se moveram de sua posição inicial antes de desaparecerem de vista a uma distância estimada de 75 jardas (aproximadamente 69 metros).

Ainda de acordo com os arquivos, as declarações foram fornecidas ao FBI (Departamento Federal de Investigação). “O FBI considera as pessoas que relataram este evento como confiáveis. O assunto descrito nos arquivos e retratado na gravação de vídeo corresponde a relatos originários da mesma área geral no nordeste dos Estados Unidos.”

Esse processo faz parte do recém-criado Pursue (Sistema Presidencial de Abertura e Relatório para Encontros com UAPs), liderado pelo Departamento de Guerra com o apoio do ODNI (Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional).

ação atende a uma diretriz publicada por Trump em sua rede social, a Truth Social, em fevereiro de 2026, exigindo a liberação de arquivos governamentais sobre OVNIs e vida extraterrestre.

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Firma de varios acuerdos marca segunda jornada de Angotic 2026

Luanda, 12 jun (Prensa Latina) La firma de acuerdos de cooperación entre Angola y países vecinos como Namibia y el Congo, así como entre diferentes entidades, marcó hoy la segunda jornada del foro de tecnologías de la información y las comunicaciones, Angotic 2026.

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Já ‘acordou’ sem se conseguir mexer? Especialistas explicam fenómeno durante o sono que deixa muitas pessoas ‘em pânico’

Acordar consciente, mas sem conseguir mexer o corpo ou falar, pode ser uma experiência assustadora. Este fenómeno chama-se paralisia do sono e, embora possa causar medo intenso, é descrito por organismos de saúde como uma situação temporária que acontece geralmente ao adormecer ou ao acordar.

Paralisia do sono pode acontecer ao adormecer ou ao acordar

A paralisia do sono ocorre quando a pessoa está consciente, mas não consegue mexer-se nem falar durante alguns segundos ou minutos. Segundo o National Health Service (NHS), serviço público de saúde do Reino Unido, este fenómeno pode acontecer no momento em que se está a adormecer ou ao acordar, desaparecendo habitualmente por si só.

Durante um episódio, a pessoa pode sentir-se totalmente acordada e perceber o que está a acontecer à sua volta, mas sem conseguir controlar o corpo. A MedlinePlus, serviço da National Library of Medicine dos Estados Unidos, descreve a paralisia do sono como uma condição em que a pessoa não consegue mover-se ou falar precisamente na transição entre o sono e a vigília.

Por que é que o corpo não responde?

A explicação está relacionada com o funcionamento normal do sono, em especial com a fase REM, período em que os sonhos são mais frequentes. Durante esta fase, os músculos ficam naturalmente mais “desligados”, o que ajuda a impedir que a pessoa reproduza fisicamente os movimentos dos sonhos.

Na paralisia do sono, essa imobilidade muscular pode manter-se durante breves instantes mesmo quando a pessoa já está consciente. É por isso que muitos relatos descrevem a sensação de a mente estar acordada, enquanto o corpo continua sem responder.

Sensação de presença no quarto pode tornar o episódio mais assustador

Além da incapacidade temporária de se mexer, algumas pessoas relatam sensação de pressão no peito, dificuldade em respirar ou a impressão de que existe alguém no quarto. O National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS), instituto norte-americano dedicado ao estudo das doenças neurológicas e dos acidentes vasculares cerebrais, refere que a paralisia do sono pode ser acompanhada por experiências vívidas, por vezes assustadoras, semelhantes a sonhos, incluindo alucinações visuais, auditivas ou táteis.

É esta combinação entre consciência, imobilidade e medo que torna o fenómeno tão marcante. Apesar disso, o NHS sublinha que a paralisia do sono não causa danos físicos e costuma terminar rapidamente, embora possa ser angustiante para quem a vive.

Falta de sono e stress podem aumentar o risco

A paralisia do sono pode surgir de forma isolada, mas há fatores que parecem favorecer os episódios. O NHS associa o fenómeno a situações como insónia, alterações nos padrões de sono, stress pós-traumático e narcolepsia, uma perturbação neurológica do sono.

Segundo a MedlinePlus, a paralisia do sono pode ocorrer em pessoas saudáveis, mas pode estar ligada a falta de sono, horários irregulares ou outros problemas do sono. Por isso, manter uma rotina de sono regular pode ajudar a reduzir a probabilidade de novos episódios.

Cuidados a ter durante um episódio de paralisia do sono

Embora seja difícil manter a calma no momento, o NHS recomenda tentar lembrar-se de que se trata de uma situação temporária e que não representa perigo físico. A instituição aconselha também a tentar mexer lentamente os olhos, os dedos das mãos ou dos pés, já que pequenos movimentos podem ajudar a terminar o episódio.

Para prevenir novos episódios, a mesma fonte sugere medidas como dormir horas suficientes, manter horários regulares, criar uma rotina relaxante antes de dormir e evitar refeições pesadas, álcool, cafeína ou tabaco pouco antes de se deitar.

Quando deve procurar ajuda médica?

Na maioria dos casos, episódios ocasionais de paralisia do sono não exigem tratamento. Ainda assim, se forem frequentes, muito perturbadores ou se estiverem associados a sonolência intensa durante o dia, pode ser importante falar com um médico para perceber se existe outra condição associada.

A paralisia do sono pode assustar, mas compreender o que acontece ao corpo ajuda a reduzir o medo. Quando o fenómeno se repete com frequência ou interfere com o descanso, a avaliação médica pode ser a melhor forma de identificar causas e melhorar a qualidade do sono.

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Honduras confirma primer contagio local de sarampión

Tegucigalpa, 12 jun (Prensa Latina) Honduras confirmó el primer caso de sarampión de transmisión local desde que en 1997 la nación centroamericana fue declarada libre de esta enfermedad, trascendió hoy.

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Este es el mapa de las capitales españolas donde se verá el eclipse solar total de agosto

Los aficionados a la astronomía tienen marcada una fecha en rojo en el calendario. El próximo 12 de agosto, España será uno de los mejores lugares del mundo para contemplar un eclipse solar total, un fenómeno poco frecuente que transformará el cielo durante unos minutos y que dará comienzo a una etapa especialmente intensa para los observadores del firmamento.

Este acontecimiento será además el primero de una serie de tres eclipses que podrán verse desde territorio español en los próximos años. Entre ellos destaca especialmente el previsto para el verano de 2027, que según los expertos está llamado a convertirse en el eclipse total de Sol más largo del siglo XXI.

El fenómeno se desarrollará durante algo menos de cuatro horas y media a escala global. El recorrido comenzará en el mar de Bering a las 17:34 y finalizará en el Atlántico a las 21:58. A lo largo de ese tiempo, la Luna irá interponiéndose progresivamente entre la Tierra y el Sol hasta ocultar completamente el disco solar en determinadas zonas del planeta.

Aunque el eclipse también podrá observarse en lugares como el noreste de Groenlandia o el extremo occidental de Islandia, España ocupará una posición privilegiada dentro de la trayectoria de la sombra lunar, convirtiéndose en uno de los escenarios más destacados para disfrutar del espectáculo.

La sombra cruzará España de Galicia a Baleares

El avance del eclipse se producirá de oeste a este. Galicia será la primera comunidad en experimentar cómo la luz del día comienza a disminuir de forma progresiva hasta dar paso a unos minutos de oscuridad poco habituales.

En A Coruña, el fenómeno comenzará a las 19:31 horas y alcanzará su máximo a las 20:28 horas. Desde allí, la sombra avanzará rápidamente por el norte peninsular.

Burgos será otra de las ciudades privilegiadas para seguir el evento. Allí el eclipse arrancará a las 19:33 horas, llegará a su punto culminante a las 20:29 horas y concluirá coincidiendo prácticamente con la puesta de sol, a las 21:20 horas.

El recorrido finalizará en Baleares. En Palma de Mallorca, el inicio del proceso está previsto para las 19:38 horas, mientras que el instante de máxima ocultación tendrá lugar a las 20:32 horas.

Aunque el eclipse será visible desde cualquier punto de España, no todas las zonas disfrutarán de la misma intensidad. En buena parte del sur peninsular el fenómeno será parcial, por lo que el Sol nunca llegará a quedar completamente cubierto por la Luna.

En cambio, el norte del país y Baleares serán los territorios donde podrá contemplarse la totalidad del eclipse, el momento más espectacular del evento, cuando el cielo se oscurezca de forma repentina en pleno atardecer.

Dentro de esa área destaca especialmente la denominada “línea de centralidad”, la franja donde el eclipse alcanzará su máxima duración e intensidad. Según las previsiones, esta zona atravesará o pasará muy cerca de localidades como Avilés, Oviedo, Aranda de Duero, Soria, Peñíscola y Palma.

Las 22 capitales que vivirán el eclipse total

Un total de 22 capitales de provincia podrán contemplar cómo la Luna cubre completamente el Sol. Estas son las ciudades y la hora exacta en la que se producirá el momento de máxima oscuridad:

  • A Coruña: 20:28 horas
  • Oviedo: 20:28 horas
  • Santander: 20:27 horas
  • Bilbao: 20:28 horas
  • Vitoria-Gasteiz: 20:28 horas
  • Lugo: 20:29 horas
  • León: 20:29 horas
  • Burgos: 20:29 horas
  • Lleida: 20:29 horas
  • Palencia: 20:30 horas
  • Soria: 20:30 horas
  • Zaragoza: 20:30 horas
  • Tarragona: 20:30 horas
  • Zamora: 20:31 horas
  • Valladolid: 20:31 horas
  • Segovia: 20:32 horas
  • Teruel: 20:32 horas
  • Guadalajara: 20:32 horas
  • Cuenca: 20:32 horas
  • Castellón de la Plana: 20:32 horas
  • Palma: 20:32 horas
  • Valencia: 20:33 horas

Para millones de personas será una oportunidad única. No solo porque los eclipses solares totales son fenómenos relativamente escasos, sino porque España se convertirá en uno de los mejores observatorios naturales del mundo para contemplar cómo el día se transforma brevemente en noche gracias al movimiento perfectamente sincronizado de la Luna y el Sol.

© istock

Este es el mapa de las capitales españolas donde se verá el eclipse solar total de agosto
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Guatemala: Exponen cambio de dinámica delictiva con mundial de fútbol

Ciudad de Guatemala, 12 jun (Prensa Latina) Mientras una numerosa afición sigue el mundial de fútbol, la actividad delictiva no desaparece en Guatemala, cambia de dinámica, horario y escenario, explicaron analistas, citados hoy por un medio de prensa local.

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Ley Nuclear de Colombia lista para sanción presidencial

Bogotá, 12 jun (Prensa Latina) La Ley Nuclear, que fue aprobada por el Congreso de Colombia y hoy solo espera por la sanción presidencial, contribuirá a distintos ámbitos sociales y económicos, según destacan autoridades del país.

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Destacan eficacia del abatacept contra el reumatismo palindrónico

Londres, 12 jun (Prensa Latina) El abatacept, un fármaco inmunomodulador, demuestra hoy ser más eficaz que el tratamiento convencional con hidroxicloroquina para prevenir la evolución hacia la artritis reumatoide en pacientes con reumatismo palindrómico.

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Arqueólogos recuperan en el Mediterráneo restos de una de las Siete Maravillas del Mundo

Uno de los monumentos más emblemáticos de la historia vuelve a ofrecer nuevas pistas sobre su aspecto original. Más de siete siglos después de su desaparición definitiva, parte de los restos del mítico Faro de Alejandría han sido recuperados del fondo marino en una operación arqueológica que permitirá avanzar en la reconstrucción virtual de una de las Siete Maravillas del Mundo Antiguo.

La intervención ha sacado a la superficie 22 enormes bloques de piedra que permanecían sumergidos frente a las costas de Egipto. Estas estructuras formaban parte del complejo monumental que durante siglos sirvió como referencia para la navegación en el Mediterráneo y que llegó a ser una de las construcciones más impresionantes de la Antigüedad.

El hallazgo se enmarca en un ambicioso proyecto internacional que combina arqueología, historia y tecnología avanzada con el objetivo de recrear digitalmente el faro y conocer con mayor precisión cómo era realmente esta obra maestra de la ingeniería antigua.

El proyecto PHAROS busca devolver la vida al monumento

Los trabajos se desarrollan dentro del proyecto PHAROS, una iniciativa impulsada por el organismo científico francés CNRS, bajo la dirección de la arqueóloga Isabelle Hairy, en colaboración con el Ministerio de Turismo y Antigüedades de Egipto y la Fundación Dassault Systèmes.

Los especialistas han logrado recuperar 22 elementos arquitectónicos de gran tamaño que pertenecían a la entrada principal del faro. Entre las piezas extraídas figuran dinteles, jambas, umbrales y grandes losas de pavimento, cuyos pesos oscilan entre las 70 y las 80 toneladas.

La importancia de estos bloques va mucho más allá de su valor patrimonial. Cada uno de ellos aporta información clave sobre el diseño y las dimensiones de una construcción que marcó una época y que durante siglos fue considerada una de las mayores maravillas creadas por el ser humano.

El Faro de Alejandría fue levantado a comienzos del siglo III a.C. durante el reinado de Ptolomeo I y su diseño fue obra del arquitecto griego Sóstrato de Cnido. Situado en la isla de Faro, junto a la entrada del puerto de Alejandría (Egipto), alcanzaba más de 100 metros de altura y actuaba como guía para las embarcaciones que cruzaban el Mediterráneo.

Su influencia se prolongó durante más de 1.600 años. Sin embargo, una serie de terremotos acabó dañando gravemente la estructura hasta provocar su desaparición. Entre ellos destacó especialmente el seísmo registrado en 1303, considerado uno de los principales responsables de su destrucción.

Con el paso de los siglos, muchas de las piedras del monumento fueron reutilizadas para levantar la Ciudadela de Qaitbay, una fortaleza que todavía se conserva en el mismo lugar donde se alzó el faro.

Un rompecabezas de más de dos mil años reconstruido con tecnología 3D

La recuperación de estas piezas constituye solo una parte del proyecto. El verdadero reto consiste ahora en reconstruir digitalmente el monumento utilizando herramientas tecnológicas de última generación.

Para ello, cada bloque será sometido a un proceso de escaneado mediante fotogrametría de alta precisión. Gracias a esta técnica, los investigadores podrán generar modelos tridimensionales extremadamente detallados y analizar cómo encajaban las distintas partes de la estructura original.

Posteriormente, todos esos elementos serán integrados en una recreación virtual que permitirá reconstruir el faro como si se tratara de un gigantesco puzle arqueológico compuesto por fragmentos dispersos durante más de dos milenios.

Los especialistas parten además de una importante base documental. Durante los últimos diez años ya se habían digitalizado más de un centenar de restos arquitectónicos que continúan bajo las aguas del Mediterráneo. A este material se sumarán ahora los nuevos bloques recuperados, así como información procedente de monedas antiguas, mosaicos y relatos históricos elaborados por cronistas de distintas épocas.

La esperanza de los investigadores es lograr la representación más fiel realizada hasta la fecha del Faro de Alejandría. Un monumento que simbolizó durante siglos el poder, la riqueza y la influencia de la antigua ciudad egipcia y que, gracias a la combinación de arqueología y tecnología, comienza a recuperar parte de su aspecto original.

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Arqueólogos recuperan en el Mediterráneo restos de una de las Siete Maravillas del Mundo
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Hallan arsenal vinculado a reconocida pandilla Barrio 18 en Guatemala

Ciudad de Guatemala, 12 jun (Prensa Latina) Fuerzas de seguridad de Guatemala hallaron hoy armas vinculadas a la reconocida pandilla Barrio 18 en la colonia El Limón, zona 18 capitalina, calificada de alto riesgo (roja).

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Estudo revela que rede subterrânea de fungos chega a 110 quatrilhões de kms

Um estudo publicado na revista Science mostra o primeiro mapa global das redes subterrâneas de fungos, revelando que sua extensão chega a cerca de 110 quatrilhões de quilômetros, quase um bilhão de vezes a distância entre a Terra e o Sol.

A infarestrutura invísivel abaixo da Terra é formada por fungos MA (micorrízicos arbusculares) e é fundamental para a vida e para regulação do clima.

O novo mapa divulgado alerta sobre a necessidade de preservar a saúde do solo, já que a degradação dessas redes, especialmente em terras agrícolas, pode impactar negativamente a produtividade das plantas, além da capacidade de redução das mudanças climáticas.

O estudo, intitulado “Densidade e biomassa globais de redes de fungos micorrízicos arbusculares” em tradução livre, foi realizado por uma equipe internacional de pesquisadores de instituições como Vrije Universiteit Amsterdam, instituto AMOLF e SPUN.

De acordo com a pesquisa, a camada superficial do solo em todo o mundo, cerca de 15 centímetros, contém aproximadamente 110 quatrilhões de quilômetros de filamentos fúngicos.

“Essas redes subterrâneas formam um sistema de transporte essencial para água, nutrientes e carbono, e sustentam cerca de 70% de todas as espécies de plantas da Terra”, diz Justin Stewart, da Vrije Universiteit Amsterdam, ecologista de sistemas e primeiro autor da pesquisa.

Para realizar o estudo, foram analisados dados de mais de 16.000 amostras de solo do mundo todo e, utilizando técnicas avançadas de imagem, os cientistas desenvolveram os primeiros mapas globais da densidade e distribuição dessas redes fúngicas.

Além disso, foi disponibilizada uma visualização interativa para permitir que pesquisadores, formuladores de políticas e gestores ambientais monitorem melhor a condição dos ecossistemas subsuperficiais. Confira o mapa aqui.

A importância dos fungos para a Terra

Os fungos micorrízicos arbusculares exercem papel essencial na regulação do clime, já que transportam cerca de quatro quatro bilhões de toneladas de equivalente de CO₂ para o solo • Reprodução/Vrije Universiteit Amsterdam

A pesquisa mostra que os fungos estabelecem uma relação simbiótica com cerca de 70% das espécies de plantas terrestres, trocando água e nutrientes (como fósforo e nitrogênio) por carbono que as plantas capturam da atmosfera.

A rede de fungos subterrâneo transporta anualmente cerca de quatro bilhões de toneladas de CO₂ equivalente no solo, o que corresponde a cerca de 11% de todas as emissões humanas, exercendo papel essencial na regulação do clima e no armazenamento de carbono.

Os resultados também mostram que ecossistemas de pastagens e savanas no mundo todo abrigam cerca de 40% de toda a infraestrutura fúngica, como os pântanos do Sudão do Sul, os Everglades na Flórida e o planalto tibetano. Esseslocais, porém, estão entre os ecossistemas menos protegidos do mundo e são convertidas em terras agrícolas quatro vezes mais rápido do que as florestas

O estudo aponta uma ameaça potencial para a saúde do solo. Áreas de cultivo agrícola em larga escala apresentam, em média, uma densidade de redes fúngicas cerca de 50% menor, o que pode comprometer a capacidade dos solos de armazenar carbono, reciclar nutrientes e resistir a problemas como secas ou erosão.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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Diagnóstico precoz mejora vida con cardiopatías

Brasilia, 12 jun (Prensa Latina) El diagnóstico temprano de las cardiopatías congénitas aumenta significativamente la calidad y expectativa de vida de los pacientes, destacaron hoy especialistas brasileños al llamar la atención sobre la importancia de la detección precoz de esas afecciones.

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Olhão recebe alunos para atividade de cidadania do programa MyPolis

O Salão Nobre dos Paços do Concelho acolheu hoje cerca de 40 alunos das escolas Paula Nogueira e Alberto Iria para uma dinâmica educativa do programa MyPolis focada na participação cívica.

A iniciativa envolveu uma turma do 5.º ano da Escola Paula Nogueira e uma turma do 6.º ano da Escola Alberto Iria. Este encontro faz parte de um protocolo existente entre estes agrupamentos e o Município, que abrange turmas do 1.º ao 3.º ciclo.

Durante a atividade, as crianças foram convidadas a partilhar o que conhecem do concelho e a sugerir ideias de melhoria para a comunidade num contexto de aprendizagem.

A sessão incluiu ainda a “Mansão Civitas”, uma escape room digital onde os alunos do 2.º ciclo exploraram conceitos democráticos através de um jogo virtual.

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Acuerdo entre Etiopía e India fortalece atención médica

Addis Abeba, 12 jun (Prensa Latina) El Ministerio de Defensa de Etiopía y el Grupo de Atención Médica Padiyath de la India firmaron hoy un importante acuerdo de colaboración para fortalecer los servicios sanitarios especializados y ampliar el acceso a tratamientos de primer nivel.

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Vazamento radioativo no Ipen: veja qual substância vazou e para que serve

A principal substância envolvida no vazamento radioativo no Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), em um prédio da USP (Universidade de São Paulo), em São Paulo, foi o tecnécio-99. O vazamento de traços dessas partículas radioativas ocorreu durante o manuseio de insumos voltados para a produção de materiais de radioterapia.

O incidente aconteceu durante a rotina de produção de Geradores de Molibdênio-99/Tecnécio-99m. O Ipen disse que o Centro de Radiofarmácia trabalha com outros projetos.

Produção de Tecnécio-99m no Ipen • Arquivo CNEN

Definição e propriedades técnicas

O tecnécio-99m (99mTc) é um radionuclídeo, produzidos artificialmente em reatores nucleares e aceleradores de partículas para fins específicos. 

Ele é o traçador radioativo mais comum utilizado em exames de medicina nuclear, especificamente na tomografia computadorizada.

O gerador emite raios gama que são captados por câmeras específicas, permitindo visualizar a função de órgãos e tecidos. Ele consegue detectar irregularidades metabólicas e funcionais em níveis extremamente baixos.

Aplicações clínicas

A substância é usada para diagnóstico por imagem em diversos órgãos, fornecendo dados sobre o estado de doenças e funções teciduais. Algumas de suas variantes e usos incluem:

  • Cardiologia: Avaliação de perfusão cardíaca e infartos
  • Oncologia: Localização de linfonodos em casos de câncer de mama ou melanoma
  • Outros órgãos: Imagens da tireoide, rins, ossos, cérebro, pulmões e fígado

Entenda incidente

Traços de partículas radioativas de tecnécio-99 foram detectados no dia 29 de maio, durante a rotina de produção de geradores de molibdênio-99/tecnécio-99m.

O material atingiu a vestimenta de um técnico e, posteriormente, o calçado de um segundo operador devido a um traço residual no piso.

Exames de “contagem de corpo inteiro” confirmaram que a contaminação foi apenas externa, sem ingestão ou inalação do material (contaminação interna), o que garantiu a ausência de riscos à saúde dos envolvidos.

A ocorrência ficou limitada à área controlada do Centro de Radiofarmácia do IPEN. A ANSN (Autoridade Nacional de Segurança Nuclear) instaurou um procedimento de verificação técnica para avaliar o caso

O Ipen informou que os profissionais envolvidos passaram por retreinamento e que o monitoramento de dose acumulada é uma prática de segurança rotineira na instalação. O centro é um dos principais fornecedores de radiofármacos para o SUS (Sistema Único de Saúde).

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“Lagarto de Noronha”: veja espécie que só existe em arquipélago brasileiro

O arquipélago de Fernando de Noronha, localizado a cerca de 350 km da costa brasileira, abriga uma espécie de réptil exclusiva: o lagarto de Noronha (Trachylepis atlantica).

Pesquisas científicas revelam que o isolamento geográfico moldou o comportamento e a biologia desse animal, diferenciando-o de seus parentes continentais.

Ecologia e alimentação

Com atividade estendida do amanhecer ao anoitecer, o lagarto tem seu pico de movimentação entre 12h e 14h. A espécie é encontrada majoritariamente em rochas e apresenta uma dieta onívora incomum.

Cerca de 77% do volume ingerido pelo réptil é composto por material vegetal, complementado por formigas e larvas de insetos.

Pequeno fóssil de pararréptil revela segredos do ecossistema pré-dinossauro

Essa adaptação sugere que a disponibilidade limitada de presas na ilha forçou o animal a diversificar sua fonte de energia.

Reprodução e conservação

O lagarto de Noronha apresenta o que cientistas chamam de síndrome da ilha, manifestada em suas estratégias reprodutivas.

A reprodução ocorre de forma sazonal, concentrada na estação seca. Diferente de espécies do continente, as fêmeas de Noronha produzem ninhadas menores, mas que são proporcionalmente maiores em relação ao corpo do animal.

Leia também: No passado, curandeiros esfregavam fezes na cabeça para reverter calvície

Apesar de sua abundância local, a espécie enfrenta desafios. Classificada recentemente como ameaçada em avaliações regionais, a população sofre com predadores invasores e mudanças ambientais.

Especialistas indicam que sua baixa frequência reprodutiva pode limitar a capacidade de recuperação da espécie frente a essas ameaças crescentes.

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Panamá busca incorporar tercer operador de telefonía móvil

Ciudad de Panamá, 12 jun (Prensa Latina) Panamá inició el proceso para incorporar un tercer operador de telefonía móvil mediante una licitación pública que otorgará una concesión por 20 años, trascendió hoy.

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Consórcio coordenado pela Universidade do Algarve já está a dar frutos científicos em Angola

O Consórcio de Escolas de Ciências do Mar (CEMAR), coordenado pela Universidade do Algarve, já está a dar frutos científicos em Angola, graças ao trabalho de investigação sobre as principais espécies pelágicas de Angola levado a cabo por Domingas Perpétua André Quiatuhanga, uma das primeiras doutoradas formadas no âmbito deste consórcio.

Criado no âmbito do Centro Ciência LP e financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), «o CEMAR tem vindo a afirmar-se como um instrumento estratégico de cooperação científica entre Portugal e os países de língua portuguesa, promovendo a formação avançada em Ciências do Mar», segundo a UAlg.

«Na UAlg, este percurso articula-se com a missão do Colégio Doutoral, orientada para a valorização da formação doutoral e para a aproximação dos doutorandos a contextos científicos, institucionais e internacionais. Desde 2022, o consórcio já acolheu mais de 50 doutorandos em várias instituições de ensino superior portuguesas», acrescentou.

A tese de Domingas Quiatuhanga foi desenvolvida no Programa de Doutoramento em Ciências do Mar, da Terra e do Ambiente, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve, «tendo como unidade de investigação e desenvolvimento de acolhimento o Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR). O trabalho contou ainda com a colaboração da Universidade do Namibe e de instituições angolanas ligadas à investigação pesqueira».

Sul Informação

«Centrada nas espécies Sardinella aurita e Sardinella maderensis, a investigação constitui a primeira avaliação integrada da dinâmica populacional destas espécies na costa sudoeste de Angola. Estes pequenos pelágicos representam recursos fundamentais para a segurança alimentar, para a economia regional e para a sustentabilidade das comunidades costeiras, numa zona particularmente sensível aos efeitos da pesca e das alterações climáticas, junto à região influenciada pela corrente de Benguela», explicou a universidade algarvia.

Com base em mais de 3.500 amostras recolhidas entre 2016 e 2017, «o estudo revelou que as duas espécies utilizam a costa sul de Angola como área crítica de reprodução, apresentando períodos de desova distintos, mas com pico em Fevereiro. Os resultados demonstram ainda que os tamanhos de maturação são significativamente superiores ao limite legal de captura, o que aponta para a necessidade de revisão das regras de pesca».

«A investigação conclui também que ambas as espécies apresentam crescimento mais lento e maior longevidade do que o esperado, reduzindo a sua capacidade de recuperação face à exploração pesqueira. Foram ainda identificadas alterações estruturais nas populações, com aumento de indivíduos de menor dimensão, sinal de pressão sobre os recursos. Outro dado relevante prende-se com a elevada ingestão de microplásticos, detetada em mais de dois terços dos indivíduos analisados, evidenciando novos riscos ambientais para estes ecossistemas marinhos», concluiu a UAlg.

Ao integrar ecologia trófica, reprodução, crescimento, variabilidade ambiental e poluição, esta tese fornece uma base científica essencial para apoiar a gestão sustentável das pescas em Angola, contribuindo para políticas públicas mais ajustadas aos desafios da segurança alimentar, da conservação dos recursos marinhos e da adaptação às alterações climáticas.

Este trabalho representa também um exemplo concreto do impacto do CEMAR e da Universidade do Algarve na qualificação de recursos humanos altamente especializados, no reforço da cooperação científica entre Portugal e Angola e na consolidação de uma nova geração de investigadores africanos em Ciências do Mar.

A conclusão deste doutoramento afirma, assim, o papel transformador da UAlg e do CEMAR na promoção da investigação marinha aplicada e no desenvolvimento sustentável do oceano nos países lusófonos costeiros.

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