Como impedir que o seu gato traga para casa doenças indesejáveis

A pesquisa foi desenvolvida no Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com o Instituto Butantan e o Ministério da Saúde.
“Os resultados são muito animadores e trazem uma esperança para os pacientes que precisam desse tratamento. O Comitê de Inovação, formado pelos diretores da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] reforçou que vai tratar desse produto como um dos produtos inovadores e, com isso, acelerar a avaliação e o acompanhamento que já são feitos permanentemente pela equipe técnica da Anvisa”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
O ministro explicou que, como o estudo ainda está em andamento, novos pacientes continuarão sendo recrutados, seguindo os padrões internacionais.
“É preciso acompanhar o paciente por pelo menos um ano a partir da data de aplicação da terapia para analisar os marcadores de segurança e eficácia”, disse Padilha. Como o último paciente foi incluído em maio, estima-se um prazo de cerca de um ano e meio para a conclusão das análises e a possível aprovação do registro.
Atualmente, um tratamento similar na rede privada custa R$ 2,5 milhões. A expectativa do governo é que, ao ser incorporado ao SUS, o tratamento seja oferecido de forma totalmente gratuita.
O custo de aquisição pelo Ministério da Saúde também deve ser reduzido devido à escala de produção e ao fato de envolver instituições públicas e sem fins lucrativos. A fábrica em Ribeirão Preto, apontada como a maior da América Latina e do Sul Global, tem capacidade para produzir até 1 mil terapias desse tipo.
A pesquisa clínica da CAR-T Cell também contempla crianças e adolescentes. No caso da leucemia linfoide aguda, o câncer mais comum na infância, responsável por 70% a 80% dos casos infantis, os pacientes recrutados têm entre três e 25 anos de idade.
Embora mais de 90% das crianças respondam bem à quimioterapia convencional, a terapia celular surge como uma alternativa vital para os 10% que não apresentam resposta ao tratamento padrão. Já para os linfomas, cuja prevalência é significativamente menor em crianças, o recrutamento é voltado para maiores de 18 anos.
Padilha disse ainda que o governo federal fez um aporte de R$ 180 milhões para a segunda fase do programa Genomas Brasil. O projeto, que existe desde 2020 e tem a USP de Ribeirão Preto como uma de suas bases, agora incluirá novas universidades, como a Universidade de Brasília (UnB), que terá o primeiro laboratório do gênero na região Centro-Oeste, e mais hospitais do SUS.
“O projeto Genomas é um orgulho para o país. O Brasil é um dos países com maior diversidade genômica, segundo dados do projeto. Isso faz com que o Brasil seja um país com grande potencial para o desenvolvimento de medicamentos”, destacou o ministro.
Ele destacou ainda que a nova lei de pesquisa clínica, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desburocratizou e encurtou os prazos de aprovação de estudos no país, o que aumentou a participação do Brasil no cenário internacional de pesquisas clínicas em 30%, no ano de 2025.
“O mapeamento do exoma, viabilizado por laboratórios parceiros do projeto, passou a ser garantido pelo Ministério da Saúde para todos os centros de especialidades do SUS. Essa tecnologia permite que o diagnóstico de doenças raras em crianças, que antes demorava cerca de sete anos, seja realizado nos primeiros seis meses de vida, antecipando tratamentos e melhorando a qualidade de vida dos pacientes”, afirmou Padilha.

A pesquisa foi desenvolvida no Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com o Instituto Butantan e o Ministério da Saúde.
“Os resultados são muito animadores e trazem uma esperança para os pacientes que precisam desse tratamento. O Comitê de Inovação, formado pelos diretores da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] reforçou que vai tratar desse produto como um dos produtos inovadores e, com isso, acelerar a avaliação e o acompanhamento que já são feitos permanentemente pela equipe técnica da Anvisa”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
O ministro explicou que, como o estudo ainda está em andamento, novos pacientes continuarão sendo recrutados, seguindo os padrões internacionais.
“É preciso acompanhar o paciente por pelo menos um ano a partir da data de aplicação da terapia para analisar os marcadores de segurança e eficácia”, disse Padilha. Como o último paciente foi incluído em maio, estima-se um prazo de cerca de um ano e meio para a conclusão das análises e a possível aprovação do registro.
Atualmente, um tratamento similar na rede privada custa R$ 2,5 milhões. A expectativa do governo é que, ao ser incorporado ao SUS, o tratamento seja oferecido de forma totalmente gratuita.
O custo de aquisição pelo Ministério da Saúde também deve ser reduzido devido à escala de produção e ao fato de envolver instituições públicas e sem fins lucrativos. A fábrica em Ribeirão Preto, apontada como a maior da América Latina e do Sul Global, tem capacidade para produzir até 1 mil terapias desse tipo.
A pesquisa clínica da CAR-T Cell também contempla crianças e adolescentes. No caso da leucemia linfoide aguda, o câncer mais comum na infância, responsável por 70% a 80% dos casos infantis, os pacientes recrutados têm entre três e 25 anos de idade.
Embora mais de 90% das crianças respondam bem à quimioterapia convencional, a terapia celular surge como uma alternativa vital para os 10% que não apresentam resposta ao tratamento padrão. Já para os linfomas, cuja prevalência é significativamente menor em crianças, o recrutamento é voltado para maiores de 18 anos.
Padilha disse ainda que o governo federal fez um aporte de R$ 180 milhões para a segunda fase do programa Genomas Brasil. O projeto, que existe desde 2020 e tem a USP de Ribeirão Preto como uma de suas bases, agora incluirá novas universidades, como a Universidade de Brasília (UnB), que terá o primeiro laboratório do gênero na região Centro-Oeste, e mais hospitais do SUS.
“O projeto Genomas é um orgulho para o país. O Brasil é um dos países com maior diversidade genômica, segundo dados do projeto. Isso faz com que o Brasil seja um país com grande potencial para o desenvolvimento de medicamentos”, destacou o ministro.
Ele destacou ainda que a nova lei de pesquisa clínica, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desburocratizou e encurtou os prazos de aprovação de estudos no país, o que aumentou a participação do Brasil no cenário internacional de pesquisas clínicas em 30%, no ano de 2025.
“O mapeamento do exoma, viabilizado por laboratórios parceiros do projeto, passou a ser garantido pelo Ministério da Saúde para todos os centros de especialidades do SUS. Essa tecnologia permite que o diagnóstico de doenças raras em crianças, que antes demorava cerca de sete anos, seja realizado nos primeiros seis meses de vida, antecipando tratamentos e melhorando a qualidade de vida dos pacientes”, afirmou Padilha.
Após a morte de sua mãe no final de maio, a bebê Buswaza foi levada para um orfanato administrado por uma igreja no leste do Congo, onde as freiras logo descobriram que a recém-nascida estava com febre. Em poucos dias, ela morreu vítima do que mais tarde se descobriu ser Ebola .
Cuidadores e médicos disseram que, após a morte dela, outros seis bebês foram identificados como casos suspeitos de Ebola no orfanato com 69 crianças em Bunia, cidade da província de Ituri, epicentro do surto na República Democrática do Congo.
Eles foram levados para o hospital, onde cinco deles testaram negativo posteriormente e receberam alta de uma tenda de isolamento no Centro Médico Evangélico (CME) na terça-feira, por médicos com trajes de proteção completos e freiras sorridentes .
“Agradecemos à equipe do hospital, estamos muito agradecidas”, disse a Irmã Clarisse, carregando um bebê com um avental rosa com capuz.
Mas outra das bebês — uma trigêmea órfã apelidada de “Cherie” ou “querida”, com menos de um ano de idade — com Ebola confirmado , morreu na quarta-feira, disse o Dr. Freddy Kibwana, chefe do CME, à Reuters. “A criança nos deixou”, disse ele.
Crianças e bebês podem facilmente se tornar vetores da doença através de fluidos corporais como vômito, fezes e saliva, que são altamente infecciosos quando as pessoas estão infectadas com o Ebola.
Três dos cuidadores dos bebês falecidos, incluindo uma freira, testaram positivo para o vírus Ebola , disseram trabalhadores humanitários e médicos.
As irmãs do orfanato, fundado por freiras belgas na época colonial, estão rezando por eles.
“Somos freiras, mas também somos humanas, e tem sido muito emocionante”, disse uma das irmãs à Reuters, pedindo anonimato por medo de ser associada ao Ebola e estigmatizada.
Buswaza, que viveu menos de duas semanas, é uma das vítimas mais jovens da epidemia que já infectou quase 600 pessoas e matou pelo menos 115 em todo o Congo.
Além de fluidos como sangue e saliva, o vírus Ebola foi detectado no líquido amniótico e na placenta, segundo a Organização Mundial da Saúde, sendo possível que a mãe tenha transmitido o vírus para ela no útero ou durante o parto.
Se a mãe contraiu o vírus após o parto, ela também pode tê-lo transmitido ao filho através do leite materno, onde o vírus também foi detectado.
Até o momento, as crianças representam quase um quinto, ou cerca de 17%, dos casos confirmados de Ebola no surto atual, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), com base em dados preliminares. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) alertam que esse número pode ultrapassar o surto ocorrido na África Ocidental entre 2014 e 2016. Não se sabe quantas crianças morreram.
Embora as crianças pequenas representem uma parcela menor do que outros grupos etários, a Organização Mundial da Saúde afirmou que elas podem estar sob maior risco de complicações graves e morte.
Mas há poucos dados disponíveis sobre essa rara cepa do vírus, o Bundibugyo, e seu impacto em crianças, afirmou a organização.
O UNICEF afirma estar preocupado com o fato de que as chances de sobrevivência das crianças possam ser afetadas por condições de saúde preexistentes em uma área caracterizada por altos níveis de desnutrição e taxas de vacinação irregulares.
Um levantamento realizado em Ituri em 2023 constatou uma taxa de desnutrição crônica global de 52,1% em crianças menores de cinco anos. Muitas das crianças do orfanato são sobreviventes de conflitos armados no leste do Congo.
“Nesse contexto frágil, as crianças podem ter seu estado de saúde agravado mais rapidamente caso sejam infectadas”, disse Douglas Noble, do UNICEF, responsável pela área de emergências de saúde e que visitou Bunia no mês passado.
Buswaza foi sepultado no final de maio em um saco para cadáveres lacrado e impermeável para evitar a propagação da doença.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho afirmou possuir sacos para cadáveres de tamanho infantil para realizar enterros seguros e dignos para crianças na região.
Equipes de saúde agora visitam o orfanato diariamente para verificar as crianças e os funcionários.
“Esta epidemia atingiu uma área que já se encontrava em crise humanitária”, disse Babou Rukengeza, consultor sênior de saúde da organização Save the Children. “Este lugar é o único refúgio para essas crianças.”

A frota inclui ambulâncias, unidades odontológicas móveis, vans e micro-ônibus que ajudarão estados e municípios a ampliar o transporte de pacientes e a oferta de atendimentos médicos e odontológicos.
A distribuição mobiliza a estrutura logística nacional dos Correios, responsável por coordenar rotas e entregas simultaneamente em diferentes regiões do país. A operação é considerada estratégica para garantir que os veículos cheguem aos municípios beneficiados, inclusive em localidades remotas.
Com a chegada dos novos veículos, a expectativa é ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, reduzir dificuldades de deslocamento para consultas e tratamentos e fortalecer o atendimento prestado pelo SUS.
O PAC Saúde integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e reúne investimentos voltados à modernização e expansão da infraestrutura da saúde pública. Entre as ações previstas estão a aquisição de veículos e equipamentos, além da ampliação da rede de atendimento em todo o país.

A frota inclui ambulâncias, unidades odontológicas móveis, vans e micro-ônibus que ajudarão estados e municípios a ampliar o transporte de pacientes e a oferta de atendimentos médicos e odontológicos.
A distribuição mobiliza a estrutura logística nacional dos Correios, responsável por coordenar rotas e entregas simultaneamente em diferentes regiões do país. A operação é considerada estratégica para garantir que os veículos cheguem aos municípios beneficiados, inclusive em localidades remotas.
Com a chegada dos novos veículos, a expectativa é ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, reduzir dificuldades de deslocamento para consultas e tratamentos e fortalecer o atendimento prestado pelo SUS.
O PAC Saúde integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e reúne investimentos voltados à modernização e expansão da infraestrutura da saúde pública. Entre as ações previstas estão a aquisição de veículos e equipamentos, além da ampliação da rede de atendimento em todo o país.


Com os 18 médicos que começaram no ano passado, o estado soma 68 profissionais oriundos do Mais Médicos Especialistas. Eles atuarão nos municípios fluminenses reforçando a assistência especializada e a capacidade de atendimento da rede pública de saúde no estado.
“Em primeiro lugar, os gestores veem onde estão os gargalos e as filas, e eles nos apontam os serviços que eles têm mais necessidade. A gente faz um edital de chamamento público para os médicos. Eles participam de um processo de seleção em que eles dizem para onde querem ir. Há um deslocamento de médicos entre estados”, disse Thais.
No Brasil, o Projeto Mais Médicos Especialistas tem 1501 profissionais e a perspectiva é chegar até o final do ano em 2 mil médicos.
O secretário estadual de Saúde, Ronaldo Damião, disse que o Rio ainda vive as sequelas da pandemia de covid-19 em 2020 e 2021, em que milhares de cirurgias deixaram ser feitas por causa ocupação dos hospitais naquela ocasião.
“As filas e o tempo de espera aumentaram. Essa proposta visa reduzir o tempo de espera principalmente na alta complexidade. Especialistas em áreas cruciais como oncologia, cirurgia cardiovascular, radioterapia puderam se apresentar. Hospital Universitário Pedro Ernesto, Hospital Universitário da UFRJ, da UFF, da UniRio têm a possibilidade de ajudar bastante. O gargalo maior é na cidade do Rio e na região metropolitana”, disse o secretário.
A ginecologista Lorena Rodrigues Nascimento, de 30 anos, de Juiz de Fora optou pela cidade de Maricá, no Rio, por ser mais pacata e bonita. Ela começou a atuar em abril em um centro de diagnóstico de atenção secundária onde ela faz o exame de colposcopia que analisa o colo do útero, a vagina e a vulva usando um aparelho com lente de aumento feito após o exame preventivo.
“Eu tive uma experiência muito marcante com um familiar no SUS. Depois desse dia, eu decidi que queria trabalhar no SUS novamente e me sinto muito grata. É uma oportunidade de devolver um pouco da minha formação ao SUS”, afirmou a médica.

Com os 18 médicos que começaram no ano passado, o estado soma 68 profissionais oriundos do Mais Médicos Especialistas. Eles atuarão nos municípios fluminenses reforçando a assistência especializada e a capacidade de atendimento da rede pública de saúde no estado.
“Em primeiro lugar, os gestores veem onde estão os gargalos e as filas, e eles nos apontam os serviços que eles têm mais necessidade. A gente faz um edital de chamamento público para os médicos. Eles participam de um processo de seleção em que eles dizem para onde querem ir. Há um deslocamento de médicos entre estados”, disse Thais.
No Brasil, o Projeto Mais Médicos Especialistas tem 1501 profissionais e a perspectiva é chegar até o final do ano em 2 mil médicos.
O secretário estadual de Saúde, Ronaldo Damião, disse que o Rio ainda vive as sequelas da pandemia de covid-19 em 2020 e 2021, em que milhares de cirurgias deixaram ser feitas por causa ocupação dos hospitais naquela ocasião.
“As filas e o tempo de espera aumentaram. Essa proposta visa reduzir o tempo de espera principalmente na alta complexidade. Especialistas em áreas cruciais como oncologia, cirurgia cardiovascular, radioterapia puderam se apresentar. Hospital Universitário Pedro Ernesto, Hospital Universitário da UFRJ, da UFF, da UniRio têm a possibilidade de ajudar bastante. O gargalo maior é na cidade do Rio e na região metropolitana”, disse o secretário.
A ginecologista Lorena Rodrigues Nascimento, de 30 anos, de Juiz de Fora optou pela cidade de Maricá, no Rio, por ser mais pacata e bonita. Ela começou a atuar em abril em um centro de diagnóstico de atenção secundária onde ela faz o exame de colposcopia que analisa o colo do útero, a vagina e a vulva usando um aparelho com lente de aumento feito após o exame preventivo.
“Eu tive uma experiência muito marcante com um familiar no SUS. Depois desse dia, eu decidi que queria trabalhar no SUS novamente e me sinto muito grata. É uma oportunidade de devolver um pouco da minha formação ao SUS”, afirmou a médica.
Autoridades de saúde globais estão correndo contra o tempo para identificar opções médicas que ajudem a conter um surto de Ebola no leste da República Democrática do Congo, ligado à cepa Bundibugyo do vírus.
Ao contrário da cepa Zaire, mais comum, não existem vacinas ou tratamentos aprovados contra a cepa Bundibugyo. O surto mais recente resultou em cerca de 550 casos confirmados na República Democrática do Congo, incluindo 101 mortes. O vírus ebola Bundibugyo, ou BDBV, tem uma taxa de mortalidade de até 40%.
Um pequeno número de vacinas e terapias experimentais está sendo avaliado, e as autoridades de saúde globais estão examinando se algum tratamento existente contra o Ebola pode oferecer proteção — até o momento, esse tratamento é apoiado apenas por dados limitados em animais.
A maioria dos tratamentos experimentais ainda não foi testada em humanos e exigiria autorização de uso emergencial ou compassivo antes de ser implementada no Congo.
A Organização Mundial da Saúde recomendou priorizar diversos medicamentos experimentais, incluindo anticorpos, antivirais e vacinas, para o tratamento e a prevenção da BDBV.
Eis o que sabemos sobre esses candidatos até o momento:
A OMS afirmou no mês passado que uma vacina rVSV Bundibugyo de dose única, desenvolvida pela Iniciativa Internacional para a Vacina contra a AIDS, é a candidata mais promissora para prevenir a BDBV:
A OMS recomendou priorizar outra vacina candidata, a ChAdOx1 Bundibugyo, que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo Instituto Serum da Índia.
A Moderna (MRNA.O) anunciou uma parceria com a CEPI para avançar com sua vacina candidata contra o vírus da dengue bovina (BDBV), baseada em mRNA, para testes pré-clínicos e clínicos iniciais. A CEPI se comprometeu a investir até US$ 50 milhões no desenvolvimento, incluindo a produção, e na progressão para ensaios clínicos de fase mais avançada, caso os dados iniciais de segurança e imunogenicidade sejam positivos.
A empresa privada Public Health Vaccines está desenvolvendo uma vacina experimental contra o vírus rVSV Bundibugyo, semelhante à Ervebo da Merck.
A CEPI afirmou que fornecerá US$ 1,9 milhão em financiamento para avançar com o medicamento candidato para os primeiros testes clínicos.
A OMS recomendou priorizar o medicamento de anticorpos pan-ebolavírus MBP134, da empresa privada Mapp Biopharmaceutical — uma combinação de dois anticorpos monoclonais humanos — para ensaios clínicos em casos confirmados de BDBV.
O medicamento candidato a anticorpo da Regeneron Pharmaceuticals (REGN.O) , o maftivimab, também está sendo estudado como um possível tratamento pela OMS. Segundo a empresa, testes em laboratório demonstraram que ele é ativo contra o vírus ebola Bundibugyo.
Anticorpos monoclonais humanos isolados de sobreviventes do Bundibugyo também foram explorados como potenciais tratamentos.
O medicamento antiviral oral experimental obeldesivir, da Gilead Sciences (GILD.O) , está sendo considerado pela OMS como um possível tratamento pós-exposição para prevenir o desenvolvimento da doença em pessoas expostas ao vírus Ebola.
A administração de obeldesivir uma vez ao dia, durante 10 dias, proporcionou até 100% de proteção em macacos contra as cepas do vírus Ebola Zaire e Sudão, quando o tratamento foi iniciado 24 horas após a exposição.
“Prevê-se que o Obeldesivir seja ativo contra esta cepa específica (Bundibugyo). “Embora não esteja aprovado para este fim, temos dados pré-clínicos que mostram resultados positivos”, disse um porta-voz da empresa.
O antiviral remdesivir, da Gilead, demonstrou atividade contra o vírus Bundibugyo em estudos laboratoriais conduzidos por pesquisadores da Universidade do Texas Medical Branch. Alguns dados sugerem que o medicamento, administrado por infusão intravenosa, pode ter atividade mais forte contra o BDBV do que contra a cepa Zaire do Ebola.
A OMS também recomendou uma terapia combinada utilizando um anticorpo monoclonal e remdesivir para avaliação.
A OMS havia indicado que a capacidade limitada de testagem para a cepa Bundibugyo estava retardando a resposta ao surto. Aqui estão alguns testes que podem detectar a infecção.
A Roche ROPC.S informou ter desenvolvido um teste molecular de reação em cadeia da polimerase (PCR) para uso exclusivo em pesquisa, capaz de detectar o vírus Ebola Bundibugyo. O teste foi desenvolvido pela TIB MOLBIOL, uma unidade da Roche.
A BioFire Defense, uma afiliada da empresa francesa de diagnóstico bioMerieux BIOX.PA, fabrica um teste aprovado pela FDA — o BioFire Global Fever Special Pathogens Panel — que pode detectar múltiplas espécies de Ebola, incluindo o Bundibugyo.
O teste da empresa alemã Altona Diagnostics, chamado RealStar Filovirus Screen RT-PCR Kit 1.0, está sendo usado para detectar o surto de Bundibugyo no Congo. A empresa aumentou a produção para dar suporte aos laboratórios de testagem locais no Congo.

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.
Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.
Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).
Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.
As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.
A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.
O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.
Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.
Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.
Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).
Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.
As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.
A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.
O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.
Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.
A Secretaria de Saúde de São Paulo está investigando o segundo caso suspeito de doença pelo vírus Ebola no estado. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Governo Paulista.
A paciente, de 31 anos, é uma brasileira que esteve a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo (RDC). Ela retornou ao Brasil no dia 6 de junho e começou a apresentar sintomas como febre e diarreia. Os indícios se intensificaram e ela deu entrada em um hospital particular da capital na terça-feira (9).
Após a notificação do caso, recebida pela Secretaria da Saúde na madrugada desta quarta-feira (10), a mulher foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER) em São Paulo, uma unidade de referência para o atendimento de pacientes com suspeita de Ebola.
De acordo com a pasta, a paciente está em condição estável e segue internada no IIER, em isolamento, enquanto aguarda o resultado dos exames.
No início deste mês, um homem de 37 anos vindo da República Democrática do Congo, apresentou o primeiro caso suspeito de Ebola no Estado. No entanto, após exames laboratoriais, a infecção pelo vírus foi descartada.
Segundo a Secretaria de Saúde, ele portava uma bactéria responsável pela meningite meningocócica, e não Ebola. O homem continua internado no Instituto Emílio Ribas e apresenta evolução favorável do quadro clínico.
De acordo com o CDC (Centro de Controle de Doenças e Prevenção) dos Estados Unidos, o ebola é uma doença mortal e rara, com incidência principalmente na região da África Subsaariana. Seu vírus causador foi descoberto por cientistas em 1976.
A infecção é contraída por meio de fluidos corporais como: sangue, fezes, vomito, urina, saliva, lágrimas e suor.
Pacientes de ebola podem apresentar sintomas entre 2 a 21 dias de infecção. Esses sintomas podem incluir febre, dores no corpo e fadiga.
À medida que a pessoa fica mais doente, a enfermidade normalmente progride para sintomas mais graves, que podem incluir diarreia, vômito e sangramentos inexplicáveis.
O tratamento acontece por meio de controlação de dor, dos fluidos e a nutrição dos pacientes.
Nos dois casos, o atendimento aos pacientes foi articulado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), responsável pela notificação das suspeitas ao Ministério da Saúde.
Guiné confirma primeiro caso do vírus Marburg, semelhante ao Ebola
A Gulf Med Aviation completou 1.000 missões ao serviço do INEM em menos de um ano, com 644 doentes transportados e 98% de operacionalidade, foi hoje anunciado.
O conteúdo Gulf Med Aviation completa 1.000 missões ao serviço do INEM aparece primeiro em Barlavento.

A recém-criada Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho (ANaMeT) alertou esta quarta-feira para a ausência de especialistas desta área no grupo de trabalho que vai redigir a lei geral da segurança e saúde no trabalho.
Em comunicado enviado à Lusa, a associação formada em fevereiro deste ano indicou que pediu formalmente ao secretário de Estado Adjunto e do Trabalho, na segunda-feira, que os médicos do trabalho sejam incluídos e ouvidos no grupo de trabalho, composto por elementos da Autoridade para as Condições do Trabalho, da Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, do Instituto do Emprego e Formação Profissional e do gabinete do secretário de Estado.
“Prepara-se uma lei sobre a saúde no trabalho sem os profissionais que, por imperativo legal, asseguram a vigilância da saúde dos trabalhadores”, apontou a Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho.
Para o presidente da ANaMeT, Mário Freitas, incluir estes especialistas na discussão é fundamental, já que “uma lei de saúde escrita sem médicos é uma contradição nos termos”.
“Não pedimos este lugar por vaidade: pedimo-lo para os médicos do trabalho, e com ele oferecemos competência, sem qualquer contrapartida”, acrescentou Mário Freitas.
Esta associação mencionou ainda alguns dados sobre saúde no trabalho, referindo que, em Portugal, morre um trabalhador em acidente de trabalho em cada dois a três dias e, a nível mundial, “estima-se que sejam as doenças – e não os acidentes – a causar cerca de 86% das mortes ligadas ao trabalho”.
Correr em um campo de mais de 100 metros, embaixo de um sol forte, não é tarefa fácil nem para os atletas mais bem preparados. Foi pensando na saúde dos atletas que a FIFA estabeleceu a pausa para hidratação (ou cooling break) como medida obrigatória em resposta ao aumento das temperaturas globais e aos riscos crescentes de estresse térmico em atletas de elite.
A Copa do Mundo de 2026, que começa nesta quinta-feira (11), coloca ciência e esporte lado a lado. Isso por que alertas científicos constataram que 14 das 16 sedes —entre Canadá, México e Estados Unidos — podem registrar calor a níveis perigosos, durante a competição.
A tradição de decorar e realizar pinturas em ruas para a Copa do Mundo exige atenção dos moradores de São Paulo às normas municipais e ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) • Reprodução • Agência Brasil
Embora comum nesta época, a prática não é livre de restrições: enfeites e pinturas não podem interferir na sinalização viária, nem conter mensagens comerciais ou ofensivas, sob risco de fiscalização e sanções • Fernando Frazão/Agência Brasil
De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), qualquer intervenção nas vias deve respeitar rigorosamente a sinalização de trânsito • Tomaz Silva/Agência Brasil
As decorações não podem obstruir a visibilidade de semáforos, placas (sinalização vertical) ou marcações no solo (sinalização horizontal) • Tomaz Silva/Agência Brasil
A inobservância dessas regras pode resultar em multas e na remoção imediata dos obstáculos • Fernando Frazão/Agência Brasil
O parâmetro técnico que embasou a maior entidade esportiva do mundo foi o índice WBGT (Wet-Bulb Globe Temperature), que avalia o estresse térmico combinando temperatura do ar, umidade, velocidade do vento e radiação solar.
Estudos realizados durante o Mundial de Clubes de 2025 revelaram que o desempenho físico dos jogadores sofre quedas significativas já a partir dos 28°C de WBGT, reduzindo a distância total percorrida e a intensidade das corridas.
Leia também: Teste para cardíaco? Médica explica riscos durante a Copa do Mundo
Segundo as normas vigentes, as pausas de três minutos em cada tempo de jogo tornam-se mandatórias quando o WBGT atinge ou supera os 32°C. O desencontro já foi motivo de manifesto de atletas e e comunidade científica, por normas mais abrangentes.
O chamado golpe de calor (EHS) é o que mais preocupa especialistas. A condição emergencial ocorre quando o corpo perde a capacidade de termorregulação. Essa condição apresenta uma taxa de mortalidade de até 33% quando associado à hipotensão.
Além das pausas para ingestão de água, o protocolo atual instituído pela FIFA, inclui o uso de toalhas imersas em gelo e bancos de reservas climatizados.
Diante do cenário de mudanças climáticas, especialistas sugerem que as pausas sejam estendidas para seis minutos, garantindo que a temperatura central dos atletas permaneça em níveis seguros durante toda a competição.
A dor crônica ou o desgaste na articulação do joelho podem limitar drasticamente a rotina. Quando os tratamentos convencionais não trazem o alívio esperado, a infiltração costuma surgir como uma excelente alternativa, mas o procedimento ainda gera muitas dúvidas nos consultórios.
Neste vídeo, a ortopedista Camila Cohen esclarece de forma objetiva como funciona essa intervenção. Ela explica para quais quadros clínicos a infiltração é realmente indicada e qual é o perfil de paciente que mais se beneficia desse tratamento.
Além disso, detalha os diferentes tipos de infiltração disponíveis hoje e os efeitos específicos que cada um promove na articulação, desde o alívio da dor até a lubrificação do local. Assista à explicação completa e entenda como essa técnica pode ser uma aliada para a recuperação da sua qualidade de vida.