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Remunerações subiram 3% em abril

As remunerações subiram 3,6% em abril (4,6% no mês anterior), enquanto o emprego e as horas trabalhadas registaram decréscimos de 0,3% e 0,5% (variações de 0,3% e 2,1% em março), respetivamente, divulgou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

“Os índices de emprego e de horas trabalhadas apresentaram reduções mensais de 0,5% e 5,6% em abril (variações de 0,1% em -3,2% no mesmo mês de 2025), enquanto as remunerações aumentaram 0,7% (1,7% em abril de 2025)”, dizem os dados.

“O Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou, em abril, um aumento homólogo nominal de 9,2% (10,4% em março). Excluindo o agrupamento da Energia, a variação do volume de negócios situou-se em 8,1% (10,7% no mês anterior). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo evoluíram de forma distinta, tendo o primeiro abrandado de 11,7%, em março, para 9,4%, e o segundo acelerado de 8,4% para 9,0% em abril”, indicam os dados do instituto de estatística português.

Ao nível do Volume de Negócios na Indústria, por mercados, as vendas para o mercado nacional aumentaram 9,4% (11,7% no mês anterior), tendo tido uma contributo de 5,9 pontos percentuais (p.p.) para a variação do índice total (7,3 p.p. em março).

“O índice das vendas com destino ao mercado externo cresceu 9,0% (8,4% no mês precedente), tendo contribuindo com 3,4 p.p. para a variação do índice total (3,2 p.p. no mês anterior)”, assinalou o INE.

Os Bens Intermédios e a Energia tiveram um contributo de 3,0 p.p. e 2,7 p.p. (3,1 p.p. e 2,0 p.p. em março), “originados por taxas de crescimento de 9,5% e 13,7%, respetivamente (9,8% e 9,5% no mês anterior)”.

Os Bens de Consumo e os Bens de Investimento “desaceleraram 1,1 p.p. e 8,6 p.p., para variações homólogas de 6,9% e 7,8%, tendo contribuído respetivamente com 2,0 p.p. e 1,5 p.p. para o resultado agregado (2,3 p.p. e 3,0 p.p. em março)”.

A variação mensal do índice de vendas para o mercado nacional ficou 0,8%, em abril (7,7% em março).

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Portugal está mesmo condenado à prisão do salário mínimo?

O fosso entre rendimentos encolhe e com a classe média sob pressão, o país arrisca ser apenas um destino de mão de obra barata. Ainda, a reforma do Estado resume-se à troca de cartões partidários?

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115 euros: salário mínimo cada vez mais próximo do salário mediano

Salário mínimo já vale 91% do salário mediano: a diferença é de 115 euros. Banco de Portugal alerta para riscos. O salário mínimo nacional (SMN) está cada vez mais próximo do salário mediano em Portugal, alertou o Banco de Portugal (BdP) esta segunda-feira. Em 2025, a remuneração mínima fixada por lei atingiu 91% do salário mediano, deixando apenas 114,7 euros de diferença entre os dois valores. O BdP reconhece os efeitos positivos na redução da desigualdade salarial, mas alerta também para riscos sobre os incentivos dos trabalhadores, a valorização das qualificações e a produtividade da economia. Numa análise à distribuição

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Cómo afecta a los trabajadores el retraso de la transparencia salarial

Muchos trabajadores pensaban que hoy los sueldos iban a salir del armario. Que podrían conocer si su salario está en línea con los que cobran sus compañeros del mismo nivel en la empresa. Pero no va a ser así. Van a tener que esperar. La Directiva europea 2023/970 de transparencia retributiva, cuya fecha límite de transposición por parte de los Estados miembros era el 7 de junio, no está lista ni en España ni en otros países. Aunque el secretario de Estado de Trabajo, Joaquín Pérez Rey, declaraba esta semana que “constituye una de las prioridades legislativas para luchar contra esa lacra que es la brecha de género”, el Gobierno no dispone aún del proyecto de real decreto como sí ocurre en un buen número de países europeos. Si bien pretende tramitarlo por la vía de urgencia, según Pérez Rey: “Lo haremos de manera urgente. Culminaremos el texto en unos días o unas semanas y pediremos opinión a los interlocutores sociales”.

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Distintas velocidades

El grado de implementación de la Directiva de transparencia salarial es muy diferente en los distintos países europeos. Baker McKenzie hace un seguimiento de ella y señala que Italia y Eslovaquia son los Estados más avanzados, con la legislación aprobada. Les siguen Polonia y Malta, donde algunos contenidos de la norma están en vigor y el proyecto de ley que regula el resto aún no está aprobado. Por su parte, Francia, Finlandia, Dinamarca, Suecia, Países Bajos, Bulgaria, Chipre, Checoslovaquia, Irlanda, Letonia, Lituania y Eslovaquia han publicado ya el proyecto de ley de transposición o el borrador (o aprobado parte del mismo), pero pocos llegarán a tiempo el día 7 de junio (Lituania y Letonia han anunciado que sí lo harán). Incluso algunos de estos países establecen la aplicación a partir de 2027. En España, Alemania, Austria, Croacia, Estonia, Grecia, Hungría y Eslovenia solo se han anunciado los planes para redactar la ley. Y en el furgón de cola, Portugal y Luxemburgo, donde ni siquiera se ha hecho eso, según Baker McKenzie.

© EL PAÍS

A los empleados de ING, como el de la imagen cedida por la entidad, les informan anualmente del nivel de sus salarios respecto al resto.
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Los precios de las entradas del Mundial provocan que los hinchas deban recortar en todo lo demás

Adrián Núñez (Langreo, Asturias, 40 años) ha seguido a España en casi todos los grandes torneos desde la Eurocopa de Francia de 2016. Es de los afortunados: consiguió sus entradas para el Mundial en diciembre, en la primera ronda de venta reservada para los socios de cada federación, entre las más baratas disponibles —los asientos de esta categoría son muy limitados y están ubicados en las esquinas superiores de los estadios—. Irá a los dos primeros partidos de España en fase de grupos, ambos en Atlanta, y se desplazará en coche de alquiler desde Miami, alojándose en ciudades cercanas más baratas para amortiguar el golpe.

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Especial Mundial 2026

Este reportaje forma parte del número monográfico que 'El País Semanal' dedicado al Mundial de fútbol que se publica este 7 de junio.

© Jacobo Medrano (EL PAÍS)

Juan José Abascal, un toledano que sigue por el mundo a la selección desde 2012.
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