Quito, 9 jun (Prensa Latina) Las intensas lluvias registradas hoy en Ecuador provocaron la muerte de una persona y generaron emergencias en al menos nueve provincias del país, con aluviones, inundaciones, deslizamientos de tierra, desbordamientos de ríos y cierres de carreteras.
Ciudad de Guatemala, 9 jun (Prensa Latina) Un megaoperativo de fuerzas de seguridad en el barrio El Gallito, zona roja (de alta peligrosidad) en la capital de Guatemala, dejó hoy capturas por extorsión, decomiso de dinero, droga y armas.
A NASA anunciou a tripulação da missão Artemis III, que irá realizar uma série de testes cruciais na órbita da Terra em 2027 para preparar o regresso da humanidade à superfície lunar em 2028
Luca Parmitano, da ESA, pilotará a nave Orion na missão Artemis III. A missão testará a acoplagem aos módulos de aterragem da SpaceX e Blue Origin, preparando o regresso à Lua em 2028.
Luca Parmitano, da ESA, pilotará a nave Orion na missão Artemis III. A missão testará a acoplagem aos módulos de aterragem da SpaceX e Blue Origin, preparando o regresso à Lua em 2028.
O astronauta Andre Douglas foi anunciado nesta terça-feira (9) como um dos especialistas da missão Artemis III, considerada uma das operações mais importantes da nova fase da exploração lunar da Nasa.
Natural de Miami, Douglas integra a turma de astronautas selecionada pela Nasa em 2021 e iniciou oficialmente seu treinamento em janeiro de 2022.
O engenheiro possui uma extensa formação acadêmica. Ele é graduado em engenharia mecânica pela Academia da Guarda Costeira dos Estados Unidos e acumula mestrados em engenharia mecânica, arquitetura naval, engenharia marítima, engenharia elétrica e computação. Também possui doutorado em engenharia de sistemas pela Universidade George Washington.
Antes de chegar à Nasa, Douglas atuou na Guarda Costeira dos EUA como arquiteto naval, engenheiro de salvamento e oficial de operações marítimas. Posteriormente, trabalhou no Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, participando de projetos ligados à robótica marítima, defesa planetária e exploração espacial.
Entre os projetos espaciais em que esteve envolvido estão a missão DART, criada para testar estratégias de desvio de asteroides, e iniciativas ligadas à exploração da Lua e de Marte.
O astronauta Andre Douglas foi anunciado nesta terça-feira (9) como um dos especialistas da missão Artemis III • NASA/Josh Valcarcel
Na Nasa, Douglas também participou de estudos sobre infraestrutura lunar e tecnologias para futuras missões tripuladas. Em 2024, ele foi escolhido como astronauta reserva da missão Artemis II e treinou ao lado da tripulação principal.
A Artemis III integra o programa da Nasa voltado para ampliar a presença humana na Lua e desenvolver tecnologias para futuras viagens tripuladas a Marte.
Montevideo, 9 jun (Prensa Latina) Los uruguayos cada vez más optan por los vehículos eléctricos, cuyas ventas superaron por primera vez, en mayo a los de combustión, trascendió hoy.
Com início a 20 de maio, a onda de calor registada em Portugal continental teve a duração de 9,5 dias. Apenas foi superada por uma onda de calor registada em 1964, que durou 9,7 dias.
Com início a 20 de maio, a onda de calor registada em Portugal continental teve a duração de 9,5 dias. Apenas foi superada por uma onda de calor registada em 1964, que durou 9,7 dias.
Em Bona, nas conferências intermédias sobre o clima, a presidência turca apelou aos países para se comprometerem com a utilização da eletricidade, mas de forma voluntária, não vinculativa.
Uma equipa de investigadores do Algarve Biomedical Center Research Institute (ABC-Ri), da Universidade do Algarve (UAlg), e do Instituto de Investigação Biomédica Sols-Morreale (IIBM-CSIC-UAM) publicou na revista Scientific Reports um estudo sobre o ratinho espinhoso africano, conhecido cientificamente como Acomys.
A espécie é conhecida pela elevada capacidade de regeneração tecidular e pela resistência ao desenvolvimento de tumores, características que estão agora a abrir novas perspetivas de investigação sobre mecanismos biológicos associados à prevenção do cancro e à medicina regenerativa.
Ao contrário da maioria dos mamíferos, que cicatrizam após uma lesão, este roedor consegue regenerar pele, músculo e até recuperar ligações funcionais na medula espinhal, tornando-se um modelo de grande interesse para o estudo da regeneração dos tecidos.
Durante décadas, o cancro foi descrito como “uma ferida que nunca cicatriza”, uma vez que tanto a reparação dos tecidos como o desenvolvimento tumoral envolvem uma intensa multiplicação de células. Esta semelhança levou os investigadores a questionar se organismos com maior capacidade de regeneração poderiam ter também maior propensão para desenvolver cancro.
Ratinho espinhoso resistiu à formação de tumores
Os resultados do estudo apontam, no entanto, em sentido contrário. A equipa comparou a resposta do ratinho espinhoso africano com a de ratinhos de laboratório convencionais, da espécie Mus musculus, depois de ambos serem submetidos a um modelo experimental de indução de tumores na pele.
Enquanto os ratinhos convencionais desenvolveram vários tumores, os ratinhos espinhosos não desenvolveram nenhum.
Para compreender esta diferença, os investigadores analisaram, ao longo de 28 dias, a atividade dos genes das duas espécies. Os dados mostram que o ratinho espinhoso desencadeia uma resposta biológica distinta quando exposto a fatores capazes de provocar cancro.
Este animal ativa mais rapidamente genes que ajudam a impedir o desenvolvimento do processo cancerígeno e apresenta uma resposta imunitária mais eficaz, envolvendo células capazes de eliminar células potencialmente cancerígenas. Quando o dano é controlado, a atividade destes genes regressa rapidamente aos níveis normais.
Outro dos aspetos observados foi o aumento da morte celular programada nas zonas lesionadas, mecanismo que permite eliminar células com alterações genéticas antes de estas se transformarem em células cancerígenas.
Investigação pode ajudar a identificar novos alvos terapêuticos
Para Wolfgang Link, investigador do CSIC e autor correspondente do estudo, os resultados mostram que regeneração e resistência ao cancro podem estar ligadas.
“Estes resultados indicam que a capacidade regenerativa e a resistência ao cancro não são incompatíveis, podendo antes estar relacionadas”, explica o investigador.
“O ratinho espinhoso desenvolveu mecanismos altamente eficazes para controlar a proliferação celular, ativando tanto o sistema imunitário como vias supressoras de tumores”, acrescenta.
O estudo posiciona os mecanismos de regeneração tecidular como uma possível chave para a prevenção do cancro. Compreender como o ratinho espinhoso africano consegue controlar a multiplicação celular poderá contribuir para identificar novos alvos terapêuticos e apoiar o desenvolvimento de estratégias inovadoras para a prevenção e tratamento do cancro humano.
A investigação poderá ainda abrir caminho a novos avanços na medicina regenerativa, ao permitir compreender melhor como alguns organismos conseguem reparar tecidos sem desencadear processos tumorais.
A equipa responsável pelo estudo e pela publicação do artigo é composta por Marta Vitorino, Gonçalo G. Pinheiro, Inês Grenho, Inês M. Araújo, Bibiana Ferreira, Wolfgang Link e Gustavo Tiscornia, investigadores da Universidade do Algarve.
Artemis 3 orbitará la Tierra durará dos semanas, y servirá para preparar el alunizaje planeado para 2028. La nave Orión con los astronautas a bordo ensayará el acoplamiento con los módulos lunares de SpaceX, de Elon Musk, y Blue Origin, de Jeff Bezos. Pese a la explosión que sufrió hace unos días el cohete New Glenn de Blue Origin, la NASA confía en que esté listo para Artemis 3 Leer
Artemis 3 orbitará la Tierra durará dos semanas, y servirá para preparar el alunizaje planeado para 2028. La nave Orión con los astronautas a bordo ensayará el acoplamiento con los módulos lunares de SpaceX, de Elon Musk, y Blue Origin, de Jeff Bezos. Pese a la explosión que sufrió hace unos días el cohete New Glenn de Blue Origin, la NASA confía en que esté listo para Artemis 3
El cielo ofrecerá tras el atardecer de este martes una de las estampas astronómicas más llamativas del año tras. Los planetas Venus y Júpiter protagonizarán un 'beso cósmico' al alcanzar su mínima separación aparente vista desde la Tierra. "Posiblemente será la conjunción planetaria más bella del año", explica a 20minutos Rafael Bachiller, director del Observatorio Astronómico Nacional (OAN).
"Desde hace unos días, cada noche a una misma hora puede observarse, mirando hacia el oeste, dos puntos de luz en el cielo", traslada asimismo a este medio Antonio Carretero, profesor de la Universidad Francisco de Vitoria y socio de la Agrupación Astronómica de Madrid. De estas dos marcas brillantes, la más intensa es Venus y la otro es Júpiter.
Bachiller detalla que en el ocaso de este martes los planetas se verán "muy próximos en el cielo", más que en días previos. La separación angular vista desde la Tierra será de un grado y medio, una distancia equivalente "a tres veces el diámetro de la Luna llena". Esa cercanía, sin embargo, es "aparente": "Están en líneas de visión muy próximas, pero Júpiter se encuentra ahora cinco veces más lejos de la Tierra que Venus".
"Se da la circunstancia de que, por la forma de sus órbitas respecto de un observador en la Tierra, parece que Venus va avanzando hacia Júpiter desde abajo a la derecha hacia arriba a la izquierda", indica Carretero. "Es una curiosidad que no es nada común", añade el experto.
Este tipo de fenómeno se conoce como conjunción planetaria: dos planetas que parecen situarse cerca el uno del otro desde el punto de vista en la Tierra, aunque en realidad continúan separados por enormes distancias en el espacio. Este caso es llamativo porque Venus y Júpiter son dos de los objetos más brillantes del cielo nocturno y, además, puede queno se repita con características similares hasta 2028.
Además de la proximidad aparente, Venus y Júpiter se integrarán en el entorno estelar, lo que añadirá belleza al fenómeno. "La conjunción tiene lugar en la constelación de Géminis, cerca de las estrellas Cástor y Pólux, también muy brillantes, pero no tanto como los planetas", explica Bachiller.
El acercamiento entre ambos planetas se ha podido observar desde la semana pasada, aunque el punto álgido es este martes. Si bien el fenómeno podrá seguir percibiéndose durante los próximos días, la separación aparente entre Júpiter y Venus irá aumentando poco a poco.
Dónde mirar y cuál es la mejor hora
La conjunción podrá observarse sin necesidad de telescopios ni equipos especializados, siempre que las condiciones meteorológicas lo permitan, según la NASA. Bastará con buscar un lugar con buena visibilidad hacia el oeste, sin edificios, árboles o montañas que tapen el horizonte, y esperar a que el Sol se haya ocultado.
"Conviene mirar al cielo, hacia el oeste, una hora y media tras la puesta de sol. En ese momento, con el cielo bien despejado de nubes y sin obstáculos delante del horizonte, podremos ver también al esquivo y pequeño Mercurio", apunta Bachiller. Este último planeta será, no obstante, más difícil de localizar, ya que aparecerá a menor altura y con menos brillo.
Quienes tengan prismáticos podrán utilizarlos para apreciar mejor la escena, aunque no son imprescindibles. También puede ser una buena oportunidad para fotografiar el atardecer astronómico con una cámara y un trípode, sobre todo desde lugares con el horizonte despejado.
En los próximos días se esperan otras "escenas bellísimas"
El encuentro entre Venus y Júpiter no será el único fenómeno destacado de los próximos días y, según avance la semana, surgirán nuevos motivos para la observación. Bachiller recuerda que el novilunio tendrá lugar el lunes 15 de junio, lo que dejará una noche muy oscura y "perfecta para la observación del cielo".
"Viviremos otra conjunción muy especial a continuación, cuando el fino filo de la Luna creciente venga a visitar a los dos planetas", avanza el director del OAN. Según explica, el martes 16 y el miércoles 17 de junio se podrán ver "unas escenas bellísimas", también hacia el oeste y aproximadamente una hora y media después de la puesta de sol.
En esos días será posible observar una cuádruple conjunción formada por la Luna creciente, Mercurio, Venus y Júpiter. La imagen más llamativa llegará, según Bachiller, el día 17: "Particularmente espectacular será la aproximación del fino filo lunar con Venus".
Los océanos siguen guardando numerosos secretos pese a décadas de exploración científica. Entre los fenómenos más enigmáticos se encuentran los llamados agujeros azules, enormes sumideros submarinos que alcanzan profundidades sorprendentes y que todavía plantean muchas preguntas a los expertos sobre su origen, su ecosistema y las formas de vida que albergan.
Un hallazgo inesperado en las profundidades
El interés por estas formaciones ha vuelto a crecer tras una reciente inmersión en el Agujero de Amberjack, situado a unos 50 kilómetros de la costa de Florida. Durante la expedición, un grupo de buzos localizó en el fondo los restos de dos peces sierra de dientes pequeños, una especie considerada en peligro de extinción.
Los agujeros azules son relativamente frecuentes en zonas como el golfo de México, aunque también pueden encontrarse en lugares como Belice, Florida, México o China. Su enorme profundidad y las condiciones extremas de sus aguas convierten estos espacios en auténticos laboratorios naturales para la investigación marina.
Una de las cuestiones que más intriga a los científicos es qué ocurre en las capas más profundas de estos sumideros. Lo que sí se sabe es que, a medida que aumenta la profundidad, disminuyen notablemente los niveles de oxígeno, creando un entorno muy diferente al de las aguas superficiales.
En el caso del Agujero de Amberjack, los investigadores detectaron una sorprendente comunidad microbiana que representaba cerca del 60% de los organismos presentes. Así lo explicó Nastassia Patin, investigadora de la Universidad de Miami y la NOAA, en declaraciones recogidas por la revista de divulgación científica Daily Galaxy.
Ecosistemas únicos bajo el mar
Otros agujeros azules también han dejado imágenes sorprendentes. En el cenote Green Banana, ubicado en Florida, los exploradores describieron una sensación de vacío absoluto en las profundidades. “Estás en medio del Golfo de México y no ves nada a tu alrededor”, explicó Emily Hall, científica del Laboratorio Marino Mote, en declaraciones recogidas por The New York Times.
Entre el misterio y la biodiversidad
Aunque las zonas más profundas parecen deshabitadas a simple vista, los agujeros azules funcionan como auténticos refugios de biodiversidad. En los situados frente a las costas de Florida, los investigadores encuentran primero praderas marinas y corales blandos, antes de llegar a áreas donde habitan numerosas especies marinas.
Entre los animales observados en estas zonas destacan tortugas, medusas luna, barracudas, delfines y una gran variedad de peces que encuentran en estos entornos condiciones favorables para desarrollarse.
Además de su valor científico, estas formaciones presentan importantes desafíos para la exploración. Algunos agujeros azules pueden superar los 125 metros de profundidad, una circunstancia que aumenta los riesgos para los buceadores debido a fenómenos como la narcosis por nitrógeno, capaz de alterar la percepción conforme se incrementa la presión bajo el agua.
Por todo ello, los agujeros azules continúan siendo uno de los grandes misterios de los océanos y un foco permanente de atención para la comunidad científica internacional.