Reading view

F1: pole-position do GP de Barcelona para George Russell. Bortoleto parte em 12.º

Melhor desempenho na Classificação para formação da grelha de partida, protagonizado pelo piloto da Mercedes, George Russel ao assumir a liderança (1:14,679s), secundado Hamilton que chegava à segunda posição (+0,064s) superando o piloto italiano da Mercedes, Antonelli, que registava (+0,319s).
Lando Norris e Max Verstappen fecharam o top-five.

E foi sob uma temperatura ambiente em 30º C, com o asfalto em 51ºC, exigindo bastante gestão e aproveitamento dos pneus, que como habitualmente acontece, foram disputadas as três sessões da Classificação: Q1, Q2 e Q3.

Q1: Com a duração de 18 minutos, a sessão foi amplamente disputada entre os três pilotos mais em evidência nos treinos livres, da Mercedes, Ferrari e McLaren, mas com a Red Bull numa posição imediata.
Hamilton, Russell, Leclerc, Antonelli e Piastri foram os mais rápidos na primeira metade da sessão. Bortoleto colocava-se na décima posição.

Nos últimos cinco minutos do Q1, o ambiente aquecia bastante e todo o pelotão regressava para a pista, de pneus macios, utilizando apenas os últimos três minutos e meio para as voltas rápidas. Hamilton mateve-se na liderança (1:15,625s) seguido por Russell (+0,065s) e Lecler em terceiro.
Hülkenberg registava uma volta muito boa e chegava à quinta posição. Enquanto isso, Bortoleto não conseguia melhor o seu tempo, devido a muito trânsito no circuito e era relegado para 14º. Bortoleto passava ao Q2 por quatro décimos apenas.
Entretanto eram eliminados: Alonso, Stroll, Bottas, Perez, Albon e Ocon.

Q2: Nos primeiros 6 minutos, dos 15 que a sessão previa, ninguém foi para a pista (poupança de pneus, clara). Ao faltarem nove minutos, Verstappen era o mais rápido nos primeiros cronos, com Leclerc a superar o holandês e depois surgia Russell a saltar para o topo. Bortoleto realizada o 11º crono.

Mas o que valia era o que estava ainda por vir: Russell mantinha-se no topo (1:15,228s), seguido por Leclerc (+0,053s) e no terceiro lugar estava Antonelli (+0,067s). Norris e Hamilton ocupavam agora o top-five.
Bortoleto apenas conseguia o 12º crono e Hülkenberg o 10º mantendo-se apurado para o Q3.
E os eliminados foram: Lindblad, Bortoleto, Colapinto, Gasly, Bearman e Sainz.

Q3: Na derradeira sessão da Classificação para apurar o pole, o Q3 foi disputado em 13 minutos.
A saída de pista de Charles Leclerc, de frente para o muro, batendo forte e dando origem à bandeira vermelha, marcava por assim dizer este Q3 do GP de Barcelona. Estava tudo bem com Leclerc, mas como a pancada foi forte o Medical Car precisou entrar.
O melhor tempo nesse momento (um segundo antes da bandeira vermelha ser apresentada) qundo faltavam oito minutos e meio para cumprir, era alcançado por Oscar Piastri (1:15,176s) e Max Verstappen detinha o segundo crono (+0,152s).

Ao ser retomada a sessão, nos minutos finais, Russel reassumia a liderança (1:14,679s), Hamilton chegava à segunda posição (+0,064s) superando o piloto italiano da Mercedes, Antonelli, que registava (+0,319s) na terceira posição. Norris e Verstappen fechavam o top-five por esta ordem.

Ordem de largada para o Grande Prémio de Barcelona:
1) George Russell (Mercedes), 1’14.679

2) Lewis Hamilton (Ferrari), 1’14.743
3) Kimi Antonelli (Mercedes), 1’14.998
4) Lando Norris (McLaren/Mercedes), 1’15.001
5) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford), 1’15.021
6) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford), 1’15.077
7) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes), 1’15.090
8) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’16.542
9) Nico Hülkenberg (Audi), 1’16.657
10) Charles Leclerc (Ferrari), s/tempo
11) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’15.840
12) Gabriel Bortoleto (Audi), 1’16.001
13) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes), 1’16.191
14) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes), 1’16.261
15) Oliver Bearman (Haas/Ferrari), 1’16.389
16) Carlos Sainz (Williams/Mercedes), 1’17.827
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari), 1’17.073
18) Alexander Albon (Williams/Mercedes), 1’17.424
19) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari), 1’17.545
20) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari), 1’17.757
21) Lance Stroll (Aston Martin/Honda), 1’18.758
22) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda), 1’18.815

(Colaboração F1Mania)

  •  

F1: Russell – o mais veloz no último treino livre do GP de Barcelona. Bortoleto em 11.º

O terceiro e último treino livre do GP de Barcelona, sétima etapa da temporada 2026 da Fórmula 1, realizou-se neste sábado (13) e terminou com Russell a ser o mais veloz (1:15,679s).

Os pilotos da Fórmula 1 regressaram à pista em Montmeló para fechar as sessões de treinos livres antes da classificação. George Russell foi o mais veloz esta manhã, tendo Oscar Piastri e Charles Leclerc fechado o trio de honra.
Lando Norris completava o grupo dos quatro melhor colocados numa sessão que confirmou o equilíbrio entre Mercedes, McLaren e Ferrari.

Lewis Hamilton ficou na quinta posição, seguido por Max Verstappen. No sétimo posto ficava Kimi Antonelli após ter as suas duas últimas tentativas de volta rápida prejudicadas pelo tráfego. Isack Hadjar foi o oitavo colocado, Nico Hülkenberg o nono e Arvid Lindblad completou o top-ten.

Bortoleto, que começou a sessão ocupando lugares cimeiros, acabou por se manter na décima posição da tabela classificativa durante bastante tempo, até ao último minuto da sessão, mas acabava por ser relegado para 11º quando Hadjar subia da P12 para P8.

O TL3 era marcada por uma bandeira vermelha causada por Valtteri Bottas e por uma disputa equilibrada entre Mercedes, McLaren e Ferrari antes da definição da grelha de partida para a largada.

As altas temperaturas também chamaram atenção. Com 32°C na temperatura ambiente e 47°C no asfalto, as equipas trabalharam intensamente para entender o comportamento dos pneus, já prevendo uma classificação em que cada jogo de compostos macios poderá render apenas uma volta realmente competitiva.

Em relação à Audi, Hülkenberg conseguiu colocar seu carro no top-ten após uma boa volta com pneus macios novos. Bortoleto também mostrou competitividade durante toda a atividade e chegou a melhorar para 1:17.027s, mas acabou por terminar em 11º, muito próximo de Lindblad.
Refira-se que a direção de prova ainda anotou um incidente envolvendo o brasileiro e Franco Colapinto na Curva 10 para análise posterior.

No encerramento do treino, a impressão qiue ficou foi de uma equipa Mercedes ligeiramente à frente da concorrência em ritmo de classificação. Ainda assim, McLaren e Ferrari permanecem muito próximas, prometendo uma disputa apertada pela pole-position na Classificação, esta tarde.

Resultado do TL3 do GP de Barcelona:

1) George Russell (Mercedes) 1’15.679
2) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’15.893
3) Charles Leclerc (Ferrari) 1’15.922
4) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.925
5) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’16.381
6) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.434
7) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’16.500
8) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.684
9) Nico Hülkenberg (Audi) 1’16.961
10) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’17.020
11) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’17.027
12) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’17.324
13) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’17.583
14) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’17.625
15) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’17.730
16) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’18.040
17) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’18.391
18) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’18.412
19) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’18.691
20) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’19.496
21) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’19.962
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’20.103

(Colaboração F1Mania)

  •  

F1: Norris supera concorrência no TL2 do GP de Barcelona

Lando Norris, campeão mundial em título, terminou hoje o TL2 do GP de Barcelona da Fórmula 1 com o crono mais rápido da primeira jornada deste fim de semana.

No encerramento do segundo treino livre (TL2) desta sexta-feira (12), em Barcelona, o piloto da McLaren averbou o tempo de 1:15,426s alcançando assim o topo da tabela classificativa.

Com uma marca apenas 0,009s mais lenta que o seu adversário, também britânico, George Russell ficou na segunda posição. Oscar Paistri, Charles Leclerc e Kimi Antonelli completaram as cinco primeiras posições do treino sem grandes problemas.

O piloto da Audi, Gabriel Bortoleto completou o dia em Espanha com a oitava posição da tabela – uma melhoria significativa em relação ao anterior treino livre.

Quase metade do TL2 já tinha sido cumprido e o único piloto que ainda não tinha deixado as boxes era Valtteri Bottas, que tinha problemas no seu Cadillac. Aliás, nesse momento, a maior parte do pelotão estava nas boxes.

A ordem na pista estava com Oscar Piastri, seguido por George Russell e Max Verstappen, perseguidos por Norris, Leclerc, Hadjar, Hülkenberg, Antonelli, Lawson e Sainz. O treino começava a ficar com aspecto semelhante à Classificação.

Os tempos começavam a cair em Barcelona. Com a maior parte do pelotão com pneu macio, Lando Norris estava em primeiro, perseguido por Russell.
Antonelli, líder do campeonato, era o quinto, com Bortoleto em oitavo lugar.

Perto do final, Isack Hadjar e Sergio Pérez protagonizaram um breve momento na pista. O francês da Red Bull, nervoso, no rádio, dizia não entender o que o mexicano tinha feito no meio do traçado, onde os dois quase colidiram.

Treino encerrado e Lando Norris completava a sessão com o crono mais rápido do dia no GP de Barcelona da F1. George Russell e Oscar Piastri seguiram-no na tabela, com o líder do campeonato, Kimi Antonelli, a ficar apenas em quinto.

Tabela de tempos no TL2 do GP de Barcelona:

1) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.426
2) George Russell (Mercedes) 1’15.435
3) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’15.483
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’15.799
5) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’16.015
6) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.321
7) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.411
8) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’16.611
9) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’16.631
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.674
11) Nico Hülkenberg (Audi) 1’16.934
12) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’16.945
13) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.967
14) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’17.020
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’17.051
16) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’17.260
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’17.538
18) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’18.225
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’18.790
20) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’19.261
21) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’19.286
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’19.459

(Colaboração F1Mania)

  •  

Terramoto de magnitude 7,8 atinge as Filipinas, causa destruição e alertas de tsunami foram emitidos

Pelo menos 19 pessoas morreram em consequência de um terramoto de magnitude 7,8 Richter que atingiu nesta segunda-feira (08 de junho) o litoral da ilha de Mindanao, no sul das Filipinas, segundo noticia a BBC News Brasil, citando fonte das autoridades.

O terramoto ocorreu às 07:37 horas no horário local (segunda-feira às 00:37 hrs de Lisboa), provocando alertas de tsunami em vários pontos da região, nomeadamente nas Filipinas, Indonésia, Japão e Austrália. Alguns desses alertas seriam cancelados horas depois.

Entretanto, vídeos e imagens mostravam prédios desmoronando, incluindo um clipe de um restaurante reduzido a escombros (foto anexa).

Pelo menos 134 pessoas ficaram feridas em várias províncias – Cotabato do Sul, Sultan Kudarat, Sarangani – e na cidade de General Santos, segundo disse uma autoridade local. Esses números ainda precisam ser verificados pela agência nacional de desastres, salienta a BBC News Brasil.

A contagem oficial da agência – Conselho Nacional de Redução e Gestão do Risco de Desastres – normalmente ocorre cerca de um dia após os incidentes. Eles consolidam todos os números fornecidos por várias fontes, incluindo a polícia, autoridades locais e agências de ajuda em desastres.

O presidente filipino Bongbong Marcos disse num comunicado que as agências estão coordenando a sua resposta a desastres. “O governo nacional está agindo e não deixaremos Mindanao para trás“, prometeu.

Marcos também ordenou a suspensão das aulas nas áreas afetadas após o terramoto, que coincidiu com o primeiro dia do ano letivo nas Filipinas.

General Santos, a cidade próxima ao epicentro do terramoto, é conhecida como a capital do atum das Filipinas. Também é conhecida como a cidade natal de Manny Pacquiao, o campeão mundial de boxe que depois virou político.

De referir ainda que os terramotos são comuns nas Filipinas, que fica sobre o geologicamente instável “Anel de Fogo” do Pacífico.
Embora a maioria desses tremores seja leve e passe relativamente de forma tranquila, alguns já se mostraram mortais: em setembro do ano passado, um terramoto de magnitude 6,9 atingiu a região central de Visayas, matando mais de 70 pessoas e deixando um número significativo de feridos.

  •  

F1: Antonelli conquista pole-position em duelo com Verstappen. Bortoleto bateu!

Kimi Antonelli conquistou a pole-position para o GP do Mónaco, neste sábado (6), no circuito urbano de Monte Carlo, vencendo no último instante a disputa travada com Max Verstappen.
O piloto da Mercedes registou o super-crono 1:12,051s na derradeira tentativa do Q3 e superou o piloto da Red Bull por apenas 43 milésimos de segundo, numa das classificações mais equilibradas da temporada.

Antonelli é o líder do campeonato e na hora da verdade confirmou o favoritismo demonstrado no TL3, garantindo a posição de honra no grid após uma volta decisiva no encerramento da sessão.
Verstappen chegou a assumir provisoriamente a pole nos segundos finais, mas viu o italiano encontrar tempo no último setor para recuperar a primeira posição.

Lewis Hamilton garantiu o terceiro lugar na grelha de partida, à frente de Charles Leclerc, que enfrentou problemas ao longo do Q3 e ainda bateu no guarda-rail numa tentativa final.
Isack Hadjar foi uma das grandes surpresas da sessão ao conquistar a quinta posição, superando os McLaren de Oscar Piastri e Lando Norris. Também em Mercedes, George Russell ficou apenas em oitavo, enquanto Liam Lawson e Pierre Gasly completaram o top-tem.

Q1 – A Classificação começou com um susto para a Audi. Gabriel Bortoleto estava numa volta rápida que o colocaria tranquilamente no Q2 quando exagerou na entrada da chicane após a saída do túnel. O brasileiro tocou levemente o guarda-rail, mas o suficiente para quebrar a suspensão do carro e provocar uma bandeira vermelha.
Apesar do acidente, o tempo obtido anteriormente foi suficiente para garantir a sua classificação no Q2.

Quando o Q1 foi retomado, os pilotos que estavam em risco tiveram apenas uma tentativa final para escapar da eliminação. Carlos Sainz conseguiu uma volta salvadora e avançou para o Q2, enquanto Alonso, Stroll, Bottas, Bearman, Pérez e Ocon ficavam pelo caminho.

Q2 – A segunda parte da classificação mostrou novamente o equilíbrio visto durante todo o fim de semana. Charles Leclerc assumiu a liderança provisória logo nas primeiras tentativas, mas rapidamente passou a ceder espaço a Antonelli, Verstappen e Hamilton.

Antonelli registava 1:12,704s e assumia a liderança, antes de Verstappen responder com 1:12,499s no encerramento do Q2. Hadjar voltou a impressionar ao marcar o terceiro melhor tempo, andando muito próximo do companheiro de Red Bull. Hamilton terminava a sessão em sexto.

Q3– A disputa pela pole foi intensa desde as primeiras voltas. Norris com 1:12,765s, abria a contenda, mas era superado por Hamilton e depois por Antonelli, que assumia o comando com 1:12,375s, apenas um milésimo à frente de Verstappen.

Enquanto a batalha pela pole se desenrolava, a Ferrari enfrentava problemas. Leclerc precisou regressar às boxes durante a primeira metade do Q3, obrigando os mecânicos a trabalhar rapidamente para recolocá-lo em pista, para a tentativa decisiva.

Nos minutos finais, todos os pilotos voltavam às boxes para colocar pneus macios novos e realizarem a última tentativa.
Leclerc chegou a assumir provisoriamente a pole, Hamilton subia para segundo e Verstappen respondia imediatamente com uma volta que parecia suficiente para garantir a pole.

Mas ainda faltava Antonelli.
Último piloto a completar a sua volta rápida, o italiano da Mercedes encontrou espaço principalmente no terceiro setor para registar o super-crono 1:12,051s, retomando a liderança e garantindo a pole-position do GP do Mónaco, superando Verstappen por escassos 43 milésimos de segundo.

A grelha de partida para o GP do Mónaco está assim definida:

(Colaboração F1Mania)

  •  

F1: Mercedes reage e Antonelli é líder no TL3 do GP do Mónaco

Após duas sessões de treinos livres sob o domínio da Ferrari, eis que a Mercedes reage e no TL3 superioriza-se a toda a concorrência, através de Kimi Antonelli, que baixou a fasquia da cronometragem para 1:12,720s, quando faltavam mais de 15 minutos para o final do treino e ninguém mais conseguiu aproximar-se.

Nas segunda e terceira posições, terminaram este TL3, Charles Leclerc (+0,327s) e Lewis Hamilton (+0,331s). Está, portanto, relançada a luta entre a Mercedes e a Ferrari, com a Red Bull e a McLaren a serem espetadores bem agressivos, mostrando também as suas virtudes. George Russell (+0,673s) ficava em 4º e Max Verstappen fechava o top-five (+0,942s).

Oscar Piastri foi o sexto com a McLaren, seguido por Gabriel Bortoleto, Isack Hadjar, Lando Norris e Nico Hulkenberg, que completaram o top-ten do último ensaio antes da classificação que define a largada para a corrida deste domingo.

Referimos que bastante melhor neste TL3 esteve a Audi, com Bortoleto (+1,100s) a subir na tabela e a terminar a sessão na 7.ª posição, deixando Hülkenberg fechar o top-ten.

Quando faltavam menos de 14 minutos para o tempo da sessão esgotar-se, Oliver Bearman batia forte na Curva 3 e destruía bastante o carro, dando origem à presença da bandeira vermelha.
Retirar o carro e limpar a pista demorou algum tempo e rapidamente chegava o final da sessão. Contudo, ainda havia tempo para uma volta rápida e foi isso que alguns pilotos fizeram, designadamente a Audi e os Ferrari, prestações que nada alteraram o que já estava estabelecido.

E a tabela de tempos do TL3 do GP do Mónaco ficou assim ordenada:

1) Kimi Antonelli (Mercedes), 1’12.720
2) Charles Leclerc (Ferrari), 1’13.047
3) Lewis Hamilton (Ferrari), 1’13.051
4) George Russell (Mercedes), 1’13.483
5) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford), 1’13.662
6) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes), 1’13.698
7) Gabriel Bortoleto (Audi), 1’13.820
8) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford), 1’13.877
9) Lando Norris (McLaren/Mercedes), 1’14.006
10) Nico Hülkenberg (Audi), 1’14.050
11) Esteban Ocon (Haas/Ferrari), 1’14.278
12) Carlos Sainz (Williams/Mercedes), 1’14.336
13) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes), 1’14.480
14) Oliver Bearman (Haas/Ferrari), 1’14.487
15) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’14.587
16) Alexander Albon (Williams/Mercedes), 1’14.801
17) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’14.918
18) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari), 1’14.945
19) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes), 1’15.179
20) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari), 1’15.451
21) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda), 1’15.567
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda), 1’15.921

Voltaremos ainda hoje, pelas 15:50 hrs, com os resultados da Classificação que ordenará a grelha de partida para a Corrida de amanhã que fechará a sexta etapa da temporada 2026 da Fórmula 1.

(Colaboração F1Mania)

  •  

F1: favoritismo da Ferrari para o GP do Mónaco é cada vez maior. Bortoleto dentro do top-ten do TL2

Se na primeira sessão de treinos livres a Ferrari confirmou o favoritismo para a vitória do GP de Mónaco, tendo feita a dobradinha, com Charles Leclerc em primeiro e Lewis Hamilton em segundo, no TL2 essa tendência aumentou ainda mais, desta vez com Lewis Hamilton (1:13,026s) na frente de Charles Leclerc, apenas separados por uma escassa (+0,111s) diferença.

Max Verstappen, da Red Bull, voltou a ser terceiro, na frente dos dois Mercedes, de Russel e Antonelli, a fechar o top-five.
Gabriel Bortoleto repetiu a 9ª posição neste TL2, atrás do seu companheiro de equipa Hülkenberg e na frente de Oliver Bearman que completou o top-ten.

A sessão foi marcada pelo abandono de Lando Norris logo no início. O atual campeão do mundo parou sua McLaren na saída do túnel.

Tal como aconteceu no TL1, boa parte dos pilotos não perdeu tempo para entrar em pista, mas optando agora pelo composto médio da Pirelli.

Nos primeiros minutos a Ferrari repetiu a boa performance demonstrada no TL1, com Leclerc a liderar a equipa italiana (1:14,240s).
Verstappen também chegou a liderar a sessão, mas Hamilton superiorizou-se com um crono mais baixo (1:13,729s).

Decorridos 15 minutos da sessão, Lando Norris parou o seu McLaren na saída do túnel e abandonou o treino, requisitando o safety car virtual.

Mais tarde, Leclerc voltava ao topo da tabela, averbando 1:13,613s, configurando a dobradinha da Ferrari novamente. Contudo, Verstappen calçando o comporto macio, arrancava o melhor tempo até então (1:13,467s) e assumia temporariamente o comando da sessão.

Bortoleto, também calçando pneus macios, chegava à oitava posição. Hülkenberg posiciona-se na quinta posição.

O holandês da Red Bull baixava ainda mais a sua melhor marca (1:13,194s) mas vivia-se a expectativa do desempenho dos Ferrari também com macios. E ela justificou-se. Leclerc marcava 1:13,137s quando faltavam 25 minutos para o final. Na sequência, foi a vez de Hamilton fazer bonito crono de 1:13,026s com o qual a sessão seria encerrada.

Os minutos finais foram dedicados às simulações de corrida, sem grandes alterações na tabela de tempos.

No final, Pérez também parou seu carro, com a roda dianteira direita em chamas, causando nova bandeira vermelha, abreviando-se assim o final do TL2 deste GP do Mónaco.

A programação desta etapa da F1 continua amanhã, sábado, com o TL3 e a Classificação.

Resultado do TL2 do GP do Mónaco de F1:

1) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’13.026
2) Charles Leclerc (Ferrari) 1’13.137
3) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’13.194
4) George Russell (Mercedes) 1’13.405
5) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’13.529
6) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’14.087
7) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’14.088
8) Nico Hülkenberg (Audi) 1’14.094
9) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’14.359
10) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’14.456
11) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’14.497
12) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’14.512
13) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’14.600
14) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’14.748
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’14.758
16) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’14.785
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’14.845
18) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’15.116
19) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.274
20) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’15.294
21) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’15.759
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’16.174

(Colaboração F1Mania)

  •  

F1: Rivais colocam Ferrari entre as favoritas na classificação final

A Ferrari inicia o fim de semana do GP de Mónaco cercada de expectativas positivas. Até mesmo os rivais apostam que a equipa italiana será dominante na classificação em Monte Carlo.

O chefe da McLaren, Andrea Stella, segundo a F1Mania, afirmou que o SF-26 parece especialmente adaptado às características do circuito monegasco.

Apesar de otimista, Frederic Vasseur, chefe do team de Maranello, mantém o foco na execução do trabalho. Destacou a importância da classificação e da precisão num dos circuitos mais desafiadores do calendário: “Mónaco é sempre um fim de semana único e este ano será particularmente interessante com a nova geração de carros, que, para os pilotos, deve parecer bem diferente neste tipo de circuito.
É um circuito onde a classificação, confiança e execução importam ainda mais do que o normal, e onde cada detalhe pode fazer a diferença
”, observou Vasseur.

O dirigente também se referiu ao que a prova significa para Charles Leclerc, que irá correr perante os seus fãs, mas reforçou que a abordagem da equipa seguirá a mesma: “Para o Charles, é obviamente uma corrida muito especial perante apoiantes locais, e há sempre muito apoio dos fãs para a Ferrari.
Sabemos quanta energia ele extrai ao correr neste ambiente. Dito isto, a nossa abordagem não muda: temos que manter o foco, construir o fim de semana sessão por sessão e garantir que colocaremos ambos os pilotos na melhor posição possível para extrair o máximo do carro
”, concluiu Vasseur.

Vale a pena salientar que pela primeira vez este ano, a Mercedes não chega como favorita para a corrida, o que só comprova como o GP de Mónaco é único. E como a velocidade máxima não é um diferencial no Principado, a Ferrari é que comanda as apostas neste fim de semana.

Recordamos que a FIA determinou limites mais conservadores para o uso da energia elétrica neste fim de semana, a para evitar que os carros fiquem rápidos demais nas apertadas ruas de Monte Carlo. E, pelo mesmo motivo, não haverá a ativação do ‘modo reta’ em nenhuma parte do circuito.

A Ferrari tem acumulado bons resultados em Monte Carlo nos últimos anos, como nos recorda a F1Mania. Em 2024, Leclerc venceu a prova e Carlos Sainz terminou em terceiro. Já na temporada passada, o monegasco voltou ao pódio ao cortar a linha de chegada na segunda posição.
Boas recordações para o team do cavalinho rompante, sem dúvida!

  •  

Vulcão Kilauea lança colunas de lava de até 300 metros de altura no Havaí (vídeo)

O Kilauea é um dos vulcões mais ativos do mundo. A sua cratera está situada, aproximadamente, a 1.247 metros de altura acima do nível do mar e vem apresentando atividade constante desde 2024.

O vulcão Kilauea entrou novamente em erupção, na tarde do passado domingo, dia 31 de maio. Este é o 23º episódio da atual erupção deste vulcão, que teve início em 23 de dezembro de 2024.

Neste episódio atual, o vulcão expeliu colunas de lava a mais de 300 metros acima do Havaí, segundo foi revelado por vulcanologistas dos EUA.

Um comunicado do gabinete do Serviço Meteorológico Nacional em Honolulu, divulgado este domingo, segundo a CNN Brasil, informava que era esperada uma erupção intermitente com jatos de lava na caldeira do Kilauea.

O comunicado acrescentou que estes episódios costumam durar menos de 12 horas, mas as cinzas podem permanecer na atmosfera durante mais tempo, dependendo do vento e das condições meteorológicas que se fizerem sentir.

  •  

F1: ADUO, atualizações e congelamentos no desenvolvimento dos motores em 2026

Nova geração de unidades de potência trouxe um sistema inédito de recuperação de desempenho, mas como referido na publicação da F1Mania, as regras são mais complexas do que parecem.

A chegada dos novos motores da Fórmula 1 em 2026 não trouxe apenas mudanças técnicas. A FIA também criou um mecanismo inédito para evitar que os fabricantes fiquem excessivamente atrás da concorrência durante a vigência do regulamento. Chamado de ADUO (Aerodynamic and Power Unit Development Opportunity), o sistema promete ajudar as montadoras em desvantagem, mas as suas regras geram muitas dúvidas entre fãs e até profissionais do paddock.

Uma das principais questões, segundo a F1Mania, envolve justamente os benefícios concedidos pelo programa.
Afinal, o que um fabricante contemplado pelo ADUO pode realmente atualizar? A resposta passa por componentes importantes da unidade de potência, incluindo áreas do motor de combustão interna, bateria, MGU-K e sistemas de recuperação de energia.

Mas, na realidade, nem tudo depende do ADUO. Mesmo os fabricantes que não receberem o benefício continuam autorizados a desenvolver determinadas áreas dos motores ao longo da temporada. Componentes como turbocompressor, sistemas de admissão e diversas estratégias de gestão permanecem abertas para evolução dentro dos limites definidos pela regulamentação.

Por outras palavras, a criação do sistema ADUO pela FIA gerou a impressão de que apenas os fabricantes contemplados pelo mecanismo terão permissão para desenvolver as suas unidades de potência ao longo da temporada 2026 da Fórmula 1. No entanto, isso não é verdadeiro.

  •  

Também os pensionistas residentes no Canadá são obrigados a fazer Prova de Vida – ISS

Há mais pensionistas com obrigatoriedade de fazer Prova de Vida já este ano. O Instituto da Segurança Social (ISS) anunciou, na terça-feira, o alargamento desta medida aos reformados que moram no Canadá.

“A obrigatoriedade da Prova de Vida anual foi alargada aos pensionistas residentes no Canadá, país que se junta agora à Bélgica, Cabo Verde, Luxemburgo, Países Baixos, Reino Unido e Suíça”, pode ler-se numa publicação partilhada pelo organismo público na rede social Instagram.

Segundo o ISS, “este passo é essencial para garantir que continua a receber a sua pensão de velhice, invalidez ou sobrevivência”.

Mais, “a forma mais rápida e cómoda de o fazer é a Prova de Vida Digital, através de uma verificação facial simples no telemóvel ou computador na App ou Portal da Segurança Social“, recomenda o organismo público.

Mas há outras alternativas: “Se não conseguir usar os canais digitais, pode ainda fazê-lo de forma Presencial (nos Consulados, Embaixadas ou Adidos) ou Documental (enviando o Certificado de Prova de Vida preenchido)”.

Por fim, fica a recomendação: “Evite deslocações e filas. Aceda aos nossos canais digitais e trate de tudo com total segurança e rapidez“, aconselha o ISS.

  •  
❌