¿Por qué se terminó la mili en España?

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Um incidente envolvendo consultas indevidas a dados cadastrais vinculados a chaves de Pix por meio de um sistema utilizado em ambiente institucional foi identificado pela PC-MA (Polícia Civil do Maranhão).
Em verificações preliminares, foi apontado que houve a utilização irregular de credenciais de acesso, que possibilitaram as consultas não autorizadas.
A PC-MA afirma que 828 chaves Pix foram identificadas e relacionadas ao ocorrido. As informações acessadas eram exclusivamente dados cadastrais, vinculados às chaves, como nomes, CPF, instituição bancária e data de criação da chave.
Também foi esclarecido pela PC que não ocorreram acessos a senhas, saldos, extratos, movimentações ou outras informações que possibilitam operações bancárias ou acesso das contas, pois os dados identificados não permitem movimentações financeiras.
A corporação informa que, até o momento, contas vinculadas ao Maranhão não foram identificadas nos registros relacionados ao incidente, porém, medidas de contenção e segurança foram tomada assim que o fato foi identificado, incluindo análise técnica dos registros do sistema, preservação de evidências e comunicação aos órgãos competentes, como o BC (Banco Central).
Procedimentos administrativos também foram instaurados pela polícia para apuração do caso e seguem em andamento.
O Banco Central declarou em comunicado oficial que as ações necessárias para o caso estão sendo tomadas e que a Polícia Civil do Maranhão irá informar, exclusivamente em seu site oficial, o canal para consulta da população sobre os dados expostos.
Relata ainda que o BC e nem outras instituições financeiras usarão meios de comunicação com as pessoas afetadas.
Mesmo não havendo risco de movimentações, os agentes policiais orientam a população a redobrar a atenção para contato feito por desconhecidos via telefone e outros meios de comunicação, evitando o compartilhamento de códigos, senhas ou dados bancários. É reforçado também que a PC-MA não faz solicitação desses dados.
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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou alta de 0,36% em maio de 2026, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma desaceleração em relação a abril, quando a variação havia sido de 0,72%, uma diferença de 0,36 ponto percentual.
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O indicador acompanha a evolução dos custos da construção civil no país, com foco nas obras habitacionais. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice chegou a 6,93%, ligeiramente abaixo dos 7,01% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, a variação mensal havia sido de 0,43%.
Materiais seguem pressionando os custos
Em maio, o custo nacional da construção por metro quadrado alcançou R$ 1.953,08. Desse total, R$ 1.104,59 correspondem aos gastos com materiais de construção, enquanto R$ 848,49 referem-se à mão de obra.
A parcela dos materiais apresentou avanço de 0,53% no mês. Apesar da alta, o resultado ficou 0,30 ponto percentual abaixo do registrado em abril, quando a variação foi de 0,83%. Na comparação com maio do ano passado, quando o índice marcou 0,51%, houve acréscimo de 0,02 ponto percentual.
Já os custos relacionados à mão de obra tiveram aumento de 0,14% em maio, resultado inferior ao de abril, que havia alcançado 0,57%. A queda foi de 0,43 ponto percentual entre os dois meses. Em relação a maio de 2025, quando a taxa foi de 0,33%, o recuo foi de 0,19 ponto percentual.
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Tegucigalpa, 11 jun (Prensa Latina) La atención en la red hospitalaria pública de Honduras comenzó hoy a normalizarse, tras las protestas protagonizadas por los profesionales de la medicina para exigir al Gobierno el pago de salarios adeudados y otras reivindicaciones.
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Com o aumento das temperaturas previsto para os próximos dias e a possibilidade de novas ondas de calor em várias regiões do país, os especialistas alertam para a importância de reforçar os cuidados junto das populações mais vulneráveis. Os seniores são um dos grupos de maior risco, uma vez que apresentam uma menor perceção da […]

A China planeia avançar com 295 mil milhões de dólares (255,7 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual), nos próximos cinco anos, para a construção de centros de dados em todo o país, com o intuito de rivalizar com os Estados Unidos na área da inteligência artificial (IA), como refere a agência noticiosa Bloomberg. País asiático quer apostar em fornecedores locais.
A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, que é uma agência governamental, é uma das entidades envolvidas no desenho desse plano, de acordo com as fontes consultadas pela agência noticiosa.
De acordo com a Bloomberg, a China Mobile e a China Telecom devem operar a maior parte dos centros de dados e assegurar a sua conectividade. O plano prevê uma aposta em fornecedores locais como a Huawei Technologies para pelo menos 80% da tecnologia, como os chips de IA, excluindo as norte-americanas Nvidia e a Advanced Micro Devices (AMD).
As fontes consultadas pela agência noticiosa referiram que este plano nacional de centros de dados ainda está numa fase inicial de discussão e os detalhes podem mudar. Os 295 mil milhões de dólares de investimento previsto para os centros de dados deve ser financiado através de dívida soberana, incluindo obrigações governamentais especiais de longo prazo, geralmente com maturidade superior a 10 anos, e fundos estatais para investimento em setores estratégicos. Os empréstimos bancários e o capital privado iriam complementar o financiamento, salientaram as fontes ouvidas pela Bloomberg.
O investimento anunciado não inclui os gastos de empresas como a Alibaba e a Tencent.
As fontes disseram que a China tem também planos para integrar a rede elétrica no projeto.
A combinação de fogueiras, fogos de artifício e consumo de álcool transforma o ciclo junino em um período de alerta máximo para as unidades de saúde pernambucanas. O assunto foi tema de debate na Rádio Jornal, que reuniu profissionais de saúde, segurança e história para desmistificar práticas perigosas e orientar a população.
Apenas no Hospital da Restauração (HR), dão entrada cerca de 250 pessoas por mês vítimas de acidentes com fogo, de acordo com Marcos Barreto, cirurgião plástico da unidade de queimados do HR. Durante os festejos de junho, esse número sofre um acréscimo de aproximadamente 25%, concentrado principalmente nas vésperas e dias de São João e São Pedro.
"Queimadura é uma doença social. Você raramente vê um rico queimado, quem sofre é o pobre. Vemos muitas crianças que se queimam na cozinha porque a mãe, que é lavadeira ou trabalha fora, precisa deixar os filhos sozinhos, e uma criança de oito anos acaba cozinhando para uma de quatro", relata o médico.
O acendimento das fogueiras, uma herança cultural mantida nas ruas, exige adaptações de segurança nos centros urbanos. Para evitar explosões, o Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE) recomenda o uso exclusivo de acendedores sólidos.
"O risco de acidente é muito reduzido do que usar álcool e gasolina, que são os dois principais vilões, porque a força explosiva desses dois elementos é muito forte", alerta o tenente Thiago André, comandante da primeira seção do Grupamento de Incêndios.
Ele ressalta que grande parte das tragédias ocorre pela falsa crença de que o perigo está distante de quem manuseia o material. A montagem da madeira também deve respeitar o limite de 1,5 metro de altura e manter uma distância segura da fiação elétrica.
Diferentemente da soltura de balões — prática proibida por lei devido ao alto potencial destrutivo —, a fogueira permanece legalizada, mas demanda responsabilidade do público.
"Essa fixação pelo fogo vem de tradições pagãs da Península Ibérica, onde os camponeses celebravam a colheita no solstício de verão. O fogo simbolizava a alegria e a continuação do sol. Trouxemos isso para o Brasil, adaptando para o nosso solstício de inverno e para a colheita do milho. O problema é que essa tradição nasceu no campo e hoje tentamos replicá-la em cidades urbanizadas e apertadas", destaca o historiador Eduardo Castro.
Quando o acidente acontece, o desconhecimento agrava consideravelmente as lesões. A aplicação de receitas caseiras prejudica o tratamento médico e dificulta a realização de curativos no ambiente hospitalar. Em casos de formação de bolhas, a perfuração é estritamente contraindicada e deve ser feita apenas por profissionais em centros especializados.
"Você pode colocar um pano limpo, umedecer esse pano com água corrente, ajuda a aliviar a dor até a chegada do local de tratamento definitivo. Não vai botar pasta de dente, café, nem manteiga, nada disso", orienta Leonardo Gomes, coordenador-geral do Samu Recife.
O coordenador ressalta que o excesso de álcool consumido pelos adultos é um agravante nas ocorrências, pois reduz a capacidade de prestar o socorro adequado e manter o ambiente seguro.


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