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As piras funerárias romanas de Olisipo cheiravam a murta, pinheiro e Lisboa

A análise de restos vegetais recolhidos na necrópole romana da Calçada do Lavra revela uma comunidade que seguia o ritual romano da cremação, mas escolhia madeiras, frutos e plantas aromáticas também pelo seu valor simbólico, sensorial e local. Um estudo arqueobotânico realizado entre 2017 e 2018 na necrópole romana da Calçada do Lavra, em Lisboa, identificou frutos de murta em contextos de cremação — uma descoberta que os autores descrevem como a primeira evidência deste tipo no enquadramento geográfico e cronológico do Império Romano. O estudo foi conduzido por uma equipa multidisciplinar de investigadores liderada por Catarina Sousa, do CIBIO,

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Blocos do templo romano de Milreu vão ser deslocados após 40 anos

Ruínas Romanas de Milreu, em Estoi, recebem obras financiadas pelo PRR para melhorar acessos, percurso e valorizar elementos do templo.

O conteúdo Blocos do templo romano de Milreu vão ser deslocados após 40 anos aparece primeiro em Barlavento.

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Visitas guiadas dão a conhecer a “Silves Subterrânea” no sábado

Visitas guiadas vão dar a conhecer, no sábado, 13 de Junho, alguns dos mais importantes espaços arqueológicos e estruturas históricas existentes sob a cidade de Silves.

Trata-se de uma iniciativa da autarquia local, no âmbito das Jornadas Europeias de Arqueologia 2026, que pretende proporcionar ao público «uma perspetiva única sobre o património escondido de Silves».

«Reconhecida pela riqueza do seu legado histórico e arqueológico, Silves guarda sob as suas ruas edifícios e monumentos testemunhos de diferentes épocas que ajudam a compreender a evolução da cidade ao longo dos séculos», assinala o município, em comunicado.

Através desta iniciativa, residentes e visitantes terão a oportunidade de explorar locais habitualmente inacessíveis ou pouco conhecidos, acompanhados por técnicos especializados.

O programa inclui visitas guiadas às ruínas arqueológicas localizadas sob a Biblioteca Municipal de Silves, à Couraça Islâmica, ao Poço-Cisterna, à Cisterna da Rua do Castelo e às Ruínas Arqueológicas da Arrochela.

Estas visitas terão lugar às 10h00 e às 16h00, com ponto de encontro na Biblioteca Municipal de Silves.

Ao longo do dia, será ainda possível visitar o Poço-Cisterna, integrado no Museu Municipal de Arqueologia, e a Cisterna da Rua do Castelo, situada a norte da Sé Catedral, entre as 10h00 e as 13h00 e das 15h00 às 18h00, através de visitas acompanhadas.

Sul Informação

A iniciativa pretende aproximar a comunidade do património arqueológico local, «sensibilizando para a sua importância histórica, científica e cultural», ao mesmo tempo que promove a valorização e salvaguarda deste legado para as gerações futuras.

Integradas nas Jornadas Europeias de Arqueologia, estas atividades associam Silves a uma rede de centenas de cidades europeias que, anualmente, abrem as portas dos seus sítios arqueológicos e promovem o conhecimento da arqueologia junto do grande público.

A participação é gratuita. Para mais informações, pode contactar o sector de Património/Arqueologia através do número 282440800 ou pelo email arqueologia@cm-silves.pt.

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Há misteriosos “cinturões de buracos” com 2500 anos espalhados pela Dinamarca

Os investigadores acreditam que os buracos eram usados para armazenar alimentos e preservá-los durante o inverno. Uma equipa de arqueólogos na Dinamarca está a tentar desvendar um dos mais persistentes enigmas pré-históricos do país: a função dos chamados “cinturões de buracos“, longas fileiras de fossas pouco profundas que cortam a paisagem dinamarquesa há mais de 2500 anos. Conhecidos em dinamarquês como hulbælter, estes marcos enigmáticos datam do início da Idade do Ferro pré-romana, por volta de 500-300 a.C. Estendendo-se por centenas de metros, os cinturões consistem em fileiras de fossas com cerca de 30 a 40 centímetros de profundidade, formando

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Descobertos nas Bahamas os primeiros naufrágios dos Piratas das Caraíbas da vida real

Um grupo de arqueólogos encontrou seis naufrágios em expedições de mergulho perto de Nassau, com vários a datar da época em que vários piratas famosos, como Barba Negra ou Henry Avery, navegavam na região. Uma equipa de arqueólogos descobriu o que se acredita serem os primeiros naufrágios diretamente associados aos verdadeiros piratas das Caraíbas, lançando uma nova luz sobre os notórios foras-da-lei marítimos que operavam nas Bahamas no início do século XVIII. As descobertas foram feitas em Nassau e arredores, outrora o epicentro da chamada Era Dourada da Pirataria. Os investigadores identificaram seis naufrágios durante expedições de mergulho realizadas no

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https://www.youtube.com/watch?v=S8vIaj5D1OU Um grupo de arqueólogos encontrou seis naufrágios em expedições de mergulho perto de Nassau, com vários a datar da época em que vários piratas famosos, como Barba Negra ou Henry Avery, navegavam na região. Uma equipa de arqueólogos descobriu o que se acred
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Silves | Jornadas Europeias de Arqueologia convidam a descobrir a “Silves Subterrânea”

No âmbito das Jornadas Europeias de Arqueologia 2026, o Município de Silves promove, no próximo dia 13 de junho, a iniciativa “Silves Subterrânea”, um conjunto de visitas guiadas que dará a conhecer alguns dos mais importantes espaços arqueológicos e estruturas históricas existentes sob a cidade, proporcionando ao público uma perspetiva única sobre o património escondido […]

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Adolescentes italianos descobrem casa de luxo romana com 1800 anos sob a sua escola

A luxuosa vila romana pertencia a uma família abastada e foi descoberta sob o ginásio de uma escola localizada no centro de Roma, a poucos metros do famoso coliseu. Uma descoberta arqueológica notável surgiu sob uma escola secundária no centro de Roma, onde estudantes que investigavam rumores antigos sobre câmaras subterrâneas escondidas descobriram inadvertidamente os restos de uma luxuosa vila romana com quase 1900 anos. A descoberta foi feita sob o ginásio do Liceo Scientifico Cavour, localizado a poucos metros do icónico Coliseu. Durante anos, os alunos partilharam histórias sobre passagens misteriosas debaixo da escola. Segundo relata o Live Science,

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Os antigos romanos eram obcecados por uma planta. Era mais valiosa do que o ouro

Uma planta que desempenhou um papel importante na medicina e na vida quotidiana da Antiguidade desapareceu há séculos, deixando várias dúvidas aos cientistas. O silphium de Cirene, ou silphion, era uma planta líbia famosa pelo seu uso em contraceção, medicina e comércio. O seu desaparecimento continua a ser um mistério histórico, e os cientistas continuam à procura de possíveis descendentes sobreviventes. Diz-se que o líder romano Júlio César mantinha uma reserva desta planta no tesouro. O escritor Plínio, o Velho, afirmou que o imperador romano Nero possuía o último exemplar conhecido da planta. Alguns investigadores sugerem ainda que a procura excessiva,

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Dupla surpresa: descobriu ossos que serão de D’Artagnan – e agora foi detido porque não os entregou

Wim Dijkman já ficou duplamente famoso, nas últimas semanas. Diz que a Câmara está a interferir em demasia na descoberta. A primeira surpresa foi há pouco mais de um mês: terão sido descobertos os restos mortais de D’Artagnan, talvez o mosqueteiro mais conhecido no planeta. Morreu há mais de 350 anos, mas foi descoberto nos Países Baixos um esqueleto que será, muito provavelmente, de Charles de Batz de Castelmore, colaborador próximo do Rei Sol Luís XIV de França, conhecido como Conde d’Artagnan. A descoberta decorreu num túmulo em frente ao altar da Igreja de São Pedro e São Paulo, em

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Naufrágio “quase inacreditável” surpreende arqueólogos na Noruega

Até agora, os arqueólogos recuperaram 40 artefactos desta descoberta: um naufrágio do século XVIII com uma carga de pratos de porcelana intactos e bens de luxo, que deverá ainda revelar milhares de tesouros. No Outono passado, Espen Saastad explorava o estreito de Skagerrak, entre a Noruega e a Dinamarca, quando percebeu que tinha encontrado algo especial. Escondido a quase 600 metros de profundidade, ali jazia um navio naufragado carregado de delicados pratos de porcelana. E muitos deles estavam ainda intactos. Saastad, relojoeiro e proprietário de uma pequena empresa de prospecção subaquática, contactou arqueólogos do Norwegian Maritime Museum, que ficaram assombrados

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https://www.youtube.com/watch?v=NCgf1nV1do0 Até agora, os arqueólogos recuperaram 40 artefactos desta descoberta: um naufrágio do século XVIII com uma carga de pratos de porcelana intactos e bens de luxo, que deverá ainda revelar milhares de tesouros. No Outono passado, Espen Saastad explorava o est
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Tavira convida para momentos de descoberta, reflexão e participação durante as Jornadas Europeias da Arqueologia

Momentos de descoberta, reflexão e participação ativa, no Núcleo Islâmico do Museu Municipal e no Laboratório de Conservação e Restauro, nos dias 13 e 14 de junho. É esta a proposta do Município de Tavira, no âmbito das comemorações das Jornadas Europeias da Arqueologia, que este ano decorrem sob o mote “A Arqueologia a Acontecer”,

Trata-se de «um programa que convida cidadãos e visitantes a descobrir o que se esconde sob os pavimentos da cidade, dentro das vitrinas do museu e nos gestos dos arqueólogos e conservadores que, diariamente, trabalham para preservar a memória coletiva».

Realizadas em simultâneo a nível europeu, as Jornadas têm como objetivo aproximar o público da arqueologia e do seu vasto espólio de conhecimento. Este ano, o evento é dedicado à arqueologia preventiva e ao seu papel na proteção e salvaguarda do património arqueológico.

O programa do Museu Municipal de Tavira traduz o eixo central das JEA 2026 –“desde a escavação até ao museu” -, percorrendo as várias etapas do trabalho arqueológico: da investigação de campo à conservação em laboratório, dos objetos expostos às histórias que eles contam.

Programa:

Sábado, dia 13

10h30: “Em Família no Museu: Oficina de Estampilhas”, no Núcleo Islâmico, orientada por Ana Sofia Vieira, Jaquelina Covaneiro e Sandra Cavaco (Museu Municipal de Tavira).

Os participantes são convidados a descobrir as cerâmicas da exposição “Tavira Islâmica” e a perceber de que modo eram aplicadas as estampilhas nas peças. Após esta visita, cada participante poderá criar a sua própria estampilha e aplicá-la em papel, reproduzindo gestos intemporais. A atividade destina-se a famílias com crianças a partir dos 10 anos.

Inscrições: https://forms.office.com/e/mRH84U0gmd

15h00: “A Conservação de Materiais Arqueológicos”, no Laboratório de Conservação e Restauro, orientada por Leonor Esteban (Conservadora Restauradora, Museu Municipal de Tavira).

A atividade proporciona a oportunidade para conhecer um espaço menos visível do Museu: as reservas, o espólio e o trabalho quotidiano de conservação.

Inscrições: https://forms.office.com/e/L3RDNWPHxK

16h00: “Conversas sobre Arqueologia”, no Núcleo Islâmico, sob orientação das arqueólogas Jaquelina Covaneiro e Sandra Cavaco (Museu Municipal de Tavira).

Em dois momentos complementares — “Arqueologia em Tavira: Uma História em Construção” e “Conheces o que Comiam os Nossos Antepassados?” —, as arqueólogas partilham os resultados das últimas décadas de investigação em Tavira: das estruturas defensivas aos fornos de produção cerâmica, dos espaços habitacionais às espécies animais consumidas pelas populações que aqui viveram desde, pelo menos, o século X a.C.

Inscrições: https://forms.office.com/e/16MDfkSNas

Domingo, 14 de junho

10h30: Visita orientada à Exposição “Tavira Islâmica”, no Núcleo Islâmico, conduzida por Celso Candeias (arqueólogo, Museu Municipal de Tavira).

Inaugurado em fevereiro de 2012, o Núcleo nasceu da descoberta de vestígios arqueológicos de excecional relevância durante a remodelação da antiga agência do Banco Nacional Ultramarino. Entre eles a mais antiga rede de pesca de atum conhecida (século VI a.C.), a muralha islâmica do século XII e o célebre Vaso de Tavira, do século XI.

Inscrições: https://forms.office.com/e/wag78sFrjx

Todas as atividades são gratuitas. A participação requer inscrição, através das ligações indicadas, dado o número limitado de vagas disponível.

+ Info:

Museu Municipal de Tavira

E-mail: edu.museus@cm-tavira.pt

Tel.: 281 320 545 | 281 320 568

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Porque precisamos de usar aparelho se os nossos antepassados não precisavam? O ouro explica

Civilizações antigas tinham consciência dos problemas dentários e tentavam ocasionalmente soluções simples, mas não tinham nem a necessidade nem a tecnologia para mover dentes como fazemos atualmente. Os antigos egípcios e os etruscos foram pioneiros da ortodontia, usando delicados fios de ouro e categute para endireitar dentes. É uma história que aparece há décadas em manuais de medicina dentária, retratando os nossos antepassados como surpreendentemente modernos na sua busca pelo sorriso perfeito. Mas quando arqueólogos e historiadores da medicina dentária finalmente analisaram as provas com atenção, descobriram que grande parte disso é mito. Veja-se a ponte dentária de El-Quatta, no

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Como é que a pedra gigante de Stonehenge se deslocou 700 km? Os glaciares podem ter ajudado

A pedra, que terá tido origem na Escócia, deslocou-se 700 quilómetros até ao famoso monumento. Os movimentos glaciares podem explicar 300 quilómetros da jornada, com os restantes 400 a ter tido dedo humano. Um novo estudo publicado na Journal of Quaternary Science trouxe novas informações sobre um dos mistérios mais duradouros da arqueologia: como é que a enorme Pedra do Altar de Stonehenge foi transportada centenas de quilómetros há mais de 4000 anos. O bloco de arenito de seis toneladas, localizado no centro de Stonehenge, intriga os investigadores há muito tempo. Estudos anteriores estabeleceram que a pedra não teve origem

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Descoberta a arte rupestre mais antiga do Reino Unido numa gruta no País de Gales

As marcas vermelhas em Bacon Hole, que se pensava serem uma formação geológica natural, são afinal as pinturas rupestres mais antigas das Ilhas Britânicas, com 17 mil anos de idade. Durante um século, uma série de misteriosas linhas vermelhas encontradas no interior de uma gruta no País de Gales foram descartadas como uma formação geológica natural. Agora, uma nova investigação confirmou que as marcas são arte rupestre paleolítica, tornando-as a mais antiga arte rupestre conhecida nas Ilhas Britânicas. A descoberta diz respeito a um painel de 11 linhas vermelhas paralelas localizado em Bacon Hole, uma gruta na Península de Gower,

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