(Agenzia Vista) Roma, 12 giugno 2026
Il Presidente della Repubblica, Sergio Mattarella, è intervenuto a Palazzo Corsini a Roma all’adunanza solenne per la chiusura dell’anno accademico 2025-2026 dell’Accademia Nazionale dei Lincei.
Nel corso della cerimonia, aperta dalla relazione di Roberto Antonelli, Presidente dell’Accademia Nazionale dei Lincei, sono stati conferiti il Premio Nazionale “Presidente della Repubblica 2026” e proclamati i vincitori del “Premio Linceo per la linguistica” e del Premio “Ministro della Cultura 2026”.
Courtesy: Quirinale
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
A governadora Raquel Lyra (PSD) elevou o tom das críticas ao ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), seu principal adversário na disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026. Em entrevista publicada nesta sexta-feira (12) nas Páginas Amarelas da revista Veja, a gestora afirmou que o socialista "representa uma tentativa de voltar ao passado" e associou o PSB a promessas não cumpridas durante os dezesseis anos em que o partido comandou o Estado.
Ao ser questionada sobre as diferenças entre ela e João Campos, Raquel afirmou que sua gestão representa uma ruptura com o ciclo político liderado pelo PSB em Pernambuco.
"Ele representa uma tentativa de voltar ao passado, quando o PSB governou Pernambuco por dezesseis anos seguidos. Quando cheguei, tinha muita coisa que tinha sido prometida, colocado propaganda na TV, mas o dinheiro não existia. Destravamos muitas obras", declarou.
Na mesma resposta, a governadora fez uma referência indireta ao peso das redes sociais na política contemporânea.
"É preciso se importar com a população, não como um número de likes, mas com a história dela, em como você pode ajudá-la", destacou.
A fala ocorre em um momento de intensificação da disputa política entre os dois principais nomes colocados para a sucessão estadual.
Relação com Lula e defesa do diálogo
Ao longo da entrevista, Raquel também comentou a relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), voltou a defender a construção de alianças acima das divisões ideológicas e afirmou que "Pernambuco não tem dono" ao comentar as mudanças no comportamento político do eleitorado nordestino.
Raquel também comentou a relação com o presidente Lula e a possibilidade de o PT discutir os rumos do palanque presidencial em Pernambuco.
Sem entrar diretamente na disputa interna dos petistas, a governadora defendeu o diálogo institucional.
"Acho que é um momento de menos sectarização e mais construção de pontes. O PT tem toda a autonomia para discutir os rumos após as convenções", disse.
Ela afirmou ainda que o governo federal retomou investimentos em Pernambuco após sua chegada ao Palácio do Campo das Princesas.
"O presidente disse que não faltaria a Pernambuco. E ele abriu as portas do governo federal, com seus ministros", lembrou.
Na entrevista, Raquel também criticou a condução política da gestão anterior, do ex-governador Paulo Câmara (PSB).
"A gestão anterior brigou com três presidentes da República. E não se tratava de ideologia, porque brigou com Dilma, Temer e Bolsonaro. O resultado foi Pernambuco ficar sem investimento."
As declarações são dadas poucos dias após a repercussão da fala do ministro Wellington Dias (PT), que mencionou a possibilidade de um palanque duplo de Lula em Pernambuco, hipótese posteriormente descartada pela direção nacional petista.
"Nem lulista nem bolsonarista"
Questionada sobre uma declaração dada à própria Veja em 2022, quando afirmou não ser "lulista nem bolsonarista", Raquel indicou que mantém a mesma posição.
Segundo ela, a prioridade deve estar na gestão e nas demandas concretas da população.
"Não estamos falando sobre em quem a pessoa vai votar, é sobre ela ter água na torneira. Não é sobre a qual partido político ela está filiada, é sobre ela ter casa."
A governadora também ressaltou que sua base política reúne lideranças de diferentes espectros ideológicos.
PCC, Comando Vermelho e soberania nacional
Na entrevista, Raquel também comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
A governadora defendeu o fortalecimento da cooperação internacional no combate ao crime organizado, mas ressaltou que medidas adotadas por outros países não podem comprometer a soberania brasileira.
"Segurança pública e a questão do narcotráfico têm que ser a prioridade zero de qualquer governo, e isso precisa ser feito em uma grande rede. Precisamos avançar em colaboração financeira, repartição de desafios, sem ferir a soberania", afirmou.
Ao responder sobre a iniciativa norte-americana, Raquel disse que é necessário cautela para avaliar os desdobramentos da medida.
"O que significa efetivamente decretar que o PCC e o CV são terroristas? Se os EUA quiserem ajudar, podem ser bem-vindos. Agora, se ferir a soberania nacional, eu sou contra."
A declaração ocorre em meio ao debate nacional sobre os efeitos da classificação feita pelos Estados Unidos, especialmente diante das possíveis consequências financeiras para empresas e instituições que eventualmente mantenham vínculos com integrantes das organizações criminosas.
A aldeia de Marmelete acolhe no próximo dia 21 de junho, a 2.ª edição da revista Fábrica de Memórias. O lançamento acontece no dia que assinala o solstício de verão, dando continuidade ao ciclo iniciado com a primeira edição no solstício de inverno. Nesta segunda edição, reúnem-se novamente conteúdos que valorizam o património material e […]
(Agenzia Vista) Roma, 12 giugno 2026
“La scomparsa di Silvio Berlusconi per me personalmente è stata una grande perdita, un uomo con il quale ho lavorato per tanti anni. Voglio ricordare l’aspetto umano, oltre quello politico”, così il ministro degli Esteri, Antonio Tajani, a margine della Conferenza dei consoli d’Italia alla Farnesina.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 12 giugno 2026
“Beh, buone notizie per gli italiani. Mi pare che sia di grande interesse quello che ha detto il presidente di ITA che quest’estate ITA Airways volerà senza problemi, quindi non verranno cancellati i voli. Questo è un messaggio fondamentale per chi viene dall’estero nel nostro Paese a trascorrere le vacanze, gli italiani che ritornano dall’estero, gli italiani che partono, gli italiani che viaggiano all’interno del territorio nazionale. È una bella notizia che si aggiunge alla bella notizia dell’incremento straordinario dell’export, quindi vuol dire che la nostra economia, nonostante tutto, va nella giusta direzione, cresce la produzione industriale. Quindi una serie di buone notizie che dimostrano che questo Paese può andare avanti, può superare le difficoltà.”. Lo ha dichiarato il ministro degli Esteri, Antonio Tajani, a margine della Conferenza dei consoli d’Italia alla Farnesina.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
La Presidente del Consiglio Giorgia Meloni ha incontrato il Presidente della Repubblica di Corea, Lee Jae Myung a Villa Doria Pamphilj. Presente anche Briciola, il cane mascotte dei Carabinieri.
Courtesy: Palazzo Chigi
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 12 giugno 2026
“Sono due anni che abbiamo messo in piedi questa cabina di regia, adesso è stata integrata anche dalle rappresentanze del mondo agricolo. Ma l’abbiamo fatta diventare legge perché l’efficacia di un lavoro congiunto si è dimostrata esattamente capace di rendere la vita degli imprenditori onesti più semplice, con meno controlli non mirati. E invece avere controlli mirati basati sul fattore del rischio, su degli indicatori specifici che ti permettono di colpire chi commette crimini. Questo era l’obiettivo che ci siamo posti. C’è ancora molto da fare, figuriamoci, ma molto è stato fatto e i risultati che abbiamo davanti agli occhi, che sono stati oggi rendicontati, sono dei risultati importantissimi.”, così Francesco Lollobrogida, ministro dell’Agricoltura, della Sovranità Alimentare e delle Foreste, a margine dell Cabina di regia su controlli agroalimentari al Ministero dell’Agricoltura.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
Entre 1990 y 2010 repartió casi 200 goles en varios clubes de Segunda y Segunda B y, al mismo tiempo, estudió Empresariales, un máster en Mercados Financieros y abrió su propia agencia de planificación. Publica ahora ‘Capital trascendente’, donde explica su método Leer
Entre 1990 y 2010 repartió casi 200 goles en varios clubes de Segunda y Segunda B y, al mismo tiempo, estudió Empresariales, un máster en Mercados Financieros y abrió su propia agencia de planificación. Publica ahora ‘Capital trascendente’, donde explica su método
Bogotá, 12 jun (Prensa Latina) Los contendientes que hoy compiten por la Presidencia de Colombia, Abelardo De la Espriella e Iván Cepeda, representan dos visiones antagónicas sobre el Estado, la seguridad, la economía, la paz y la inserción internacional del país.
“Nascemos globais logo no primeiro dia” diz ela da Talkdesk”, seu primeiro êxito retumbante. Houve outros. Mas ninguém sabe onde a levará ainda a curiosidade e o gosto do risco.
“Nascemos globais logo no primeiro dia” diz ela da Talkdesk”, seu primeiro êxito retumbante. Houve outros. Mas ninguém sabe onde a levará ainda a curiosidade e o gosto do risco.
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
La Presidente del Consiglio Giorgia Meloni è intervenuta in Aula al Senato per le Comunicazioni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19. Meloni ha salutato il direttore di Agenzia Vista Alexander Jakhnagiev uscendo da Palazzo Madama.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
“È intollerabile! Ed è intollerabile, lo dovrebbe dire chiunque abbia veramente a cuore, rappresentando le istituzioni di questa Repubblica, la nostra patria, chiunque ami davvero la nostra bandiera, se la ama davvero, e su queste parole dovrebbe dire con chiarezza che noi non lo possiamo accettare e lo avrebbe dovuto dire con chiarezza la Presidente del Consiglio. Noi lo diciamo e lo diciamo perché quella voce non è la voce, come ha detto l’ambasciatore russo ieri sera, di uno degli alti colli romani, è la voce della Repubblica italiana che riconosce la colpevolezza della Russia che si è macchiata di uno dei più gravi reati di questo millennio. La Presidente ha ricordato che la guerra in Ucraina oggi supera per durata la prima guerra mondiale,bbene noi oggi stiamo vedendo la Russia di Putin che mette in atto una rivisitazione di quella voracità imperialistica che tanto danno ha fatto nel Novecento”, così Elena Bonetti di Azione intervenuta in Aula alla Camera per le Comunicazioni della Presidente del Consiglio Giorgia Meloni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19 giugno.
Camera
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
La Presidente del Consiglio Giorgia Meloni è intervenuta in Aula alla Camera per le Comunicazioni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19. Durante l’intervento di Galeazzo Bignami (FdI) è scoppiata la bagarre dai banchi dell’opposizione, con Ricciardi (M5S) che si è alzato in piedi.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
“Che è il motivo, però, per il quale, permettetemi, e non è un tema da campagna elettorale, credo anche che quando la politica quelle sintesi le trova, e poi quelle sintesi vadano rispettate. Che cos’è che non funziona nelle istituzioni europee? Non funziona che noi passiamo le nottate per trovare una soluzione a un problema, troviamo la soluzione a quel problema e poi non si dà seguito a quella soluzione perché in altri uffici altra gente, che non deve rendere conto a nessuno, decide che ha un’altra agenda! Questo non si può fare! Questo non si può fare! Ma non è che non si può fare perché al governo c’è il centrodestra, non si può fare perché, viva Dio, io pretendo che la politica torni al centro delle decisioni! E vale per me, e vale per ciascuno di voi, ovviamente! Vale per chiunque, è una battaglia che dovremmo e che dovremmo condurre insieme, che spero che condurremo insieme. E guardate che se domani non dovessi più, non dovessimo più esserci noi al governo e doveste esserci voi, mi troverete, ci troverete sulla stessa identica posizione quando si tratterà di affrontare questa questione”, così la Presidente del Consiglio Giorgia Meloni in Aula al Senato per le Comunicazioni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19 giugno.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
“Senatore Calenda, lo scenario drammatico, oggettivamente, che lei disegna non è purtroppo impensabile. Io penso sia uno scenario che dobbiamo anche considerare, quello delle grandi potenze, no, che in qualche maniera si organizzano tra di loro e sono anche qui disponibile a farlo. Poi non sono d’accordo con la risposta che lei dà, nel senso che io continuo a pensare che il superamento dell’unanimità nel Consiglio europeo, nelle istituzioni europee non sia la panacea di tutti i mali. Penso che il superamento dell’unanimità e l’imposizione di un sistema che va a maggioranza disegnerebbe un’Europa che esclude e impone, e io penso che noi abbiamo bisogno di qualcosa di diametralmente opposto, noi abbiamo bisogno di un’Europa che aggreghi, che avvicini, che trovi delle sintesi”, così la Presidente del Consiglio Giorgia Meloni in Aula al Senato per le Comunicazioni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19 giugno.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
“Esattamente come penso che manchi un altro pezzo di questo dibattito, l’ho detto anche questa mattina alla Camera, lo porteremo di nuovo al vertice delle Nazioni Unite, perché il punto non è solamente quanto si spende in difesa, il punto è per che cosa si spende. Cioè, noi abbiamo visto come le cose intorno a noi sono tremendamente cambiate, no? Anche quando le guerre si combattono. Oggi noi abbiamo in Ucraina, lo dicevo questa mattina lo ripeto, un fronte bloccato da molto tempo, c’è una linea del fronte piena di droni da una parte e dall’altra, niente si muove per questo. E abbiamo visto dei carri armati che costano milioni di euro distrutti da droni che costavano mediamente 20.000 euro. Se noi non abbiamo apriamo questo dibattito su quanto oggi sia più letale un satellite rispetto un satellite ben posizionato rispetto a un carro armato ben posizionato, a una portaerei ben posizionata, quanto i dati siano più vadano difesi in maniera strategica, penso e temo che, indipendentemente da quanto spendiamo come Occidente, non riusciremo a difendere adeguatamente nel futuro le nostre società.”, così la Presidente del Consiglio Giorgia Meloni in Aula al Senato per le Comunicazioni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19 giugno.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
“Ci sono paesi che, piuttosto di, come si dice, arruolare militari, stanno formando ragazzini che sono abituati a giocare con le PlayStation e stanno formando quei ragazzini per far loro pilotare un drone a distanza in una possibile guerra”, così la Presidente del Consiglio Giorgia Meloni in Aula al Senato per le Comunicazioni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19 giugno.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
(Agenzia Vista) Roma, 11 giugno 2026
“Ora, colleghi senatori, sapete quant’è la potenza di rinnovabili che è stata installata dai governi che si sono susseguiti nella scorsa legislatura, e cioè prevalentemente governi nei quali la sinistra era in maggioranza? 8 GW. 8 GW in 5 anni a fronte di 24 GW in meno di 4 anni. Chi è che ha aiutato le rinnovabili e chi è che invece dice a noi che dobbiamo aiutare le rinnovabili, salvo poi non farlo? Nello specifico, non voglio, diciamo, andare oltre, ma governo PD-5 Stelle, sarebbe governo Conte 2, ha aumentato la potenza di rinnovabili installata di 1,5 GW. Questi sono i dati, signori, per cui, di grazia, noi cercheremo di fare ancora meglio, ma sicuramente se chi ci ha preceduto avesse fatto meglio, l’Italia oggi si troverebbe in una posizione migliore.”, così la Presidente del Consiglio Giorgia Meloni in Aula al Senato per le Comunicazioni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19 giugno.
Fonte: Agenzia Vista / Alexander Jakhnagiev
Europa stretta tra inflazione e crescita, Tognoli: “Rischio stagflazione concreto”
Mentre la Banca centrale europea interviene nuovamente sui tassi in un contesto segnato da inflazione persistente e nuove tensioni geopolitiche legate al Medio Oriente, l’Europa si trova a gestire un equilibrio sempre più fragile tra contenimento dei prezzi e sostegno alla crescita economica. Le decisioni di Francoforte si inseriscono in uno scenario in cui mercati finanziari, famiglie e imprese fanno i conti con un costo del denaro ancora elevato e con prospettive di medio periodo tutt’altro che stabili.
Sul fronte macroeconomico, il rischio di una nuova fiammata inflattiva legata all’energia riapre il dibattito sull’efficacia della politica monetaria in presenza di shock esterni, mentre si riaccende la discussione sulle possibili mosse future della BCE e sui margini di manovra ancora disponibili per evitare un rallentamento eccessivo dell’economia.
A fare il punto è Antonio Tognoli, economista ed esperto dei mercati finanziari, che analizza ad Affaritaliani gli effetti del rialzo dei tassi, le prospettive per i prossimi mesi e i principali rischi per l’economia europea.
La BCE ha alzato i tassi: cosa cambierà concretamente per famiglie, imprese e mutui?
“I mercati avevano ampiamente anticipato la mossa, tant’è vero che le borse non hanno reagito in modo scomposto. Per quanto riguarda i mutui, invece, l’impatto ci sarà: le banche tenderanno inevitabilmente ad adeguarli. Forse non assisteremo a un incremento immediato di 25 punti base sui mutui a tasso variabile, ma lo scenario è mutato: se fino a ieri la tendenza virava verso un lento ribasso, ora la direzione punta a un progressivo rialzo. Gli analisti stimano infatti un nuovo ritocco in autunno, probabilmente a settembre. Molto dipenderà dalla durata della crisi in Medio Oriente e dalla capacità del rincaro dei prezzi di infiltrarsi nell’economia reale”.
L’inflazione legata alla crisi in Medio Oriente torna a preoccupare: la BCE rischia di frenare troppo la crescita pur di contenere i prezzi?
“Sì, il rischio è concreto. Il nodo centrale, tuttavia, è un altro: ci troviamo di fronte a un’inflazione da costi, cioè importata dall’esterno. Su questo tipo di inflazione le banche centrali non hanno praticamente alcun potere, poiché non è alimentata da un eccesso di domanda. Di conseguenza, continuare ad alzare i tassi d’interesse riduce sì la corsa dei prezzi, ma lo fa necessariamente provocando una contrazione della crescita economica.
Non a caso la stessa BCE ha rivisto al ribasso le stime di crescita che, a mio avviso, restano fin troppo ottimistiche. Il prezzo da pagare per frenare la crescita dei prezzi è, purtroppo, il rallentamento dello sviluppo. Quando l’economia frena, anche l’inflazione da domanda si azzera, ma sulla componente energetica – che è la vera spinta di questa crisi – la leva monetaria può fare ben poco, se non penalizzare fortemente il Pil”.
Dopo il rialzo di oggi, dobbiamo aspettarci altri aumenti nei prossimi mesi o siamo vicini al punto di arrivo?
“In uno scenario base, quindi standard e non necessariamente pessimistico, gli analisti prevedono un ulteriore aumento a settembre. La stessa BCE ha chiarito che le prossime decisioni saranno subordinate ai dati macroeconomici e, soprattutto, all’evoluzione del conflitto mediorientale. Sarà decisivo monitorare la trasmissione dei costi all’economia reale: banalmente, se i trasporti su gomma pagano il gasolio a prezzi più alti, la spesa al supermercato costerà di più. La risposta è quindi sì: un nuovo aumento in autunno resta del tutto probabile”.
Tra tensioni geopolitiche e rincaro dell’energia, qual è oggi il principale pericolo per l’economia europea?
“Il vero pericolo è la stagflazione. L’Europa è l’anello debole della catena globale: gli Stati Uniti, la Cina, la Russia, l’India e il Sud America perseguono i propri interessi e il vecchio continente è rimasto isolato. È venuto meno il traino americano alla crescita europea. Per invertire la rotta non basta più una strategia “all’acqua di rose” come l’agenda Draghi; serve un punto di rottura politico radicale.
La soluzione non risiede solo nel riarmo o negli investimenti per l’Ucraina nella speranza che la futura ricostruzione riattivi l’economia. È necessario investire massicciamente nel Green e nel sostegno strutturale alle industrie europee. Se non si agisce come un’unica entità politica – emettendo bond sovrani europei e conferendo poteri decisionali diretti al Parlamento Europeo, superando i veti dei singoli parlamenti nazionali – l’Unione è destinata alla stagnazione dello “zero virgola”.
I capitali ci sono, manca la volontà politica di mobilitarli. Questo cambio di paradigma richiede anche una revisione profonda del Patto di Stabilità: non ha senso imporre vincoli rigidi sul deficit al 3% o sul debito al 60% e sanzionare chi è già in difficoltà. Dinanzi a istituzioni sorde, la reazione dei cittadini è la svolta a destra e la crescita del populismo a cui stiamo assistendo in tutta Europa. Se l’Unione non si darà una svegliata immediata e vigorosa, saremo costretti a subirne le conseguenze”.