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Príncipe Harry vai ao Reino Unido junto dos filhos em julho, diz jornal

O príncipe Harry, filho mais novo do rei Charles III, vai levar os dois filhos para uma rara visita ao Reino Unido em julho, informou o jornal Daily Telegraph nesta quarta-feira (17).

Harry, que se mudou para os EUA com a esposa Meghan Markle em 2020, não levou os filhos, Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, ao Reino Unido nos últimos anos. Mas, a família virá no próximo mês para um evento de promoção dos Jogos Invictus, um evento esportivo para militares veteranos feridos em combate, segundo o jornal.

Não houve comentários imediatos por parte de seu porta-voz.

No ano passado, o príncipe Harry perdeu uma batalha judicial com o governo do Reino Unido sobre suas medidas de segurança, após a qual afirmou que não poderia trazer sua família ao país.

Essa decisão, combinada com um desentendimento público e notório com o pai e o irmão mais velho, o príncipe William, fez com que o rei mal visse seus dois netos desde que eles nasceram.

A última vez que todos eles estiveram no Reino Unido foi em 2022, durante as comemorações dos 70 anos do reinado da falecida Rainha Elizabeth II. 

Em setembro do passado, Harry se encontrou com o rei Charles III pela primeira vez em quase dois anos, num encontro considerado um passo para pôr fim ao desentendimento que se seguiu às críticas dele e de Meghan à família real e à instituição.

No entanto, as relações entre os Windsors continuam tensas, especialmente entre os irmãos.

“Harry diz que voltará antes do final do ano com os filhos, com a intenção expressa de se reconciliar com o pai”, disse uma fonte não identificada ao Telegraph.

“Ele queria que seus filhos conhecessem o avô, especialmente depois do encontro deles em Londres no ano passado. Embora tenham existido problemas de confiança profundos em relação a Harry, agora há uma sensação de que todas as partes querem a paz.”

O príncipe já tinha previsão de estar no Reino Unido no próximo mês para promover os Jogos Invictus do ano que vem – o evento esportivo internacional que ele fundou em 2014 para militares feridos em combate – que será realizado em Birmingham, no centro da Inglaterra.

O governo decidiu retirar a proteção policial automática de Harry na Grã-Bretanha quando ele deixou de ter funções reais em 2020.

Durante visitas no ano passado, um perseguidor conhecido teria se aproximado dele em duas ocasiões. O jornal The Telegraph afirmou que ele recebeu garantias de que agora haverá segurança adequada.

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Príncipe George estudará em colégio de elite que custa mais de R$ 300 mil

O príncipe George, do Reino Unido, vai frequentar o prestigiado colégio britânico Eton College, seguindo os passos do pai, William, príncipe de Gales, e de uma longa lista de ex-primeiros-ministros do país.

O Palácio de Kensington confirmou, em comunicado à CNN nesta terça-feira (16), que George começará a frequentar o Eton College em setembro.

O colégio, localizado no condado inglês de Berkshire, educa meninos de 13 a 18 anos e aceita cerca de 270 alunos por ano letivo.

É uma das escolas particulares mais prestigiadas do país, com uma lista notável de ex-alunos que inclui celebridades e 20 dos 58 primeiros-ministros do país.

Entre eles estão os ex-primeiros-ministros conservadores Boris Johnson, que liderou o Reino Unido de 2019 a 2022, e David Cameron, que ocupou o cargo de 2010 a 2016.

Outros ex-alunos famosos de Eton incluem os atores Eddie Redmayne e Tom Hiddleston.

A mensalidade para o ano letivo de 2025/26 em Eton, localizado em Windsor, a oeste de Londres, é de £ 63.298,80 (cerca de US$ 371 mil).

O regime de internato integral é a única opção para os alunos, o que significa que eles estudam e dormem nas dependências da escola.

Isso significa que o príncipe, de 12 anos, viverá a apenas 5,6 quilômetros da casa da família, Forest Lodge, no Windsor Great Park.

George é o mais velho dos três filhos do casal de Gales e o segundo na linha de sucessão ao trono britânico. Ele completará 13 anos em julho, antes de começar a estudar no Eton College em setembro.

O pai dele, príncipe William, frequentou a escola a partir de 1995, e o tio, príncipe Harry, a partir de 1998.

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“Quel posto è pieno di piccoli Hitler”: cinque poliziotti banditi da Kensington Palace per i loro “commenti inappropriati” sul palazzo di William e Kate

“Il palazzo è pieno di piccoli Hitler”. Queste parole non sono passate inosservate dal momento che il riferimento non era ad un palazzo qualunque, ma a Kensington Palace e soprattutto perché, ad essere accusati di averle pronunciate sono stati cinque poliziotti del corpo speciale detto RaSP (Royallty and Specialist Protection) impegnati nella sorveglianza e sicurezza della residenza a ovest di Londra.

Le accuse sarebbero partite da una donna dello staff che li avrebbe sentiti mentre esprimevano “commenti inappropriati”, compreso quello secondo il quale la residenza sarebbe stata “piena di piccoli Hitler” e di avere spesso assunto atteggiamenti discriminatori verso le donne, di tipo sessista e misogino.
La Metropolitan Police ha aperto un’indagine per i fatti relativi al periodo che va dall’agosto 2023 al settembre del 2024 considerando che, anche se da tempo ormai i principi del Galles vivono a Windsor, quella è e resta la sede dei loro uffici.
Le indagini della polizia hanno fatto emergere anche altri elementi che hanno portato all’ordine di allontanamento per cinque poliziotti da ogni palazzo reale, per il futuro e al sequestro dei loro pass che davano accessi esclusivi.

Il tabloid The Sun, che per primo ha rivelato il caso, ha anche parlato di “stupore e sorpresa” espresse da parte di un ex agente di sicurezza impegnato in quell’incarico quando ha saputo dell’alto numero di poliziotti ed ex colleghi coinvolti “nel diffondere una cultura di misoginia”.
Tra l’altro, andando a fondo nelle indagini, la Metropolitan Police di Londra ha anche raccolto accuse rivolte ad un ufficiale del corpo RaSP che sarebbe stato sorpreso “a dormire durante il servizio” al castello di Windsor. In 23, tra gli addetti alla sicurezza, hanno ricevuto un richiamo per “cattiva condotta”, e 21 di questi si sono visti ridurre incarichi ed attività, mentre due sono stati allontanati dagli incarichi da svolgere nel palazzo.

William e Kate, prima di trasferirsi a Windsor, avevano vissuto a Kensington Palace, che fu casa anche per Lady Diana. La coppia, stando a quanto riferito, “non è stata coinvolta direttamente nella gestione del personale, ma è stata informata dell’accaduto”.
I principi del Galles hanno lasciato quella residenza nel cuore di Hyde Park nel 2022, ma ancora oggi tengono per sé l’appartamento 1A: venti stanze a loro disposizione e spazi utilizzati come base d’appoggio per le loro visite ufficiali a Londra.

Dal 2015 al 2017 la coppia ha vissuto invece all’Anmer Hall nel Norfolk e una volta lasciata definitivamente Londra, si è trasferita all’Adelaide Cottage di Windsor nel 2022. Da un anno, ormai, i due si sono trasferiti definitivamente al Forest Lodge, una magione georgiana di otto camere da letto, inserita nel grande parco di Windsor, per dare ai tre bambini George, Charlotte e Louis spazi esterni per giocare, la serenità della campagna e tutta la sicurezza che quel luogo, diversamente da altri, può garantire. Recentemente, tra l’altro, è stato rivelato che il principe William paga 307 mila e 500 sterline di affitto per vivere nella proprietà, a differenza dello zio Andrea Mountbatten-Windsor che ha vissuto vent’anni lì accanto, nel Royal Lodge, senza mai versare un centesimo.

L'articolo “Quel posto è pieno di piccoli Hitler”: cinque poliziotti banditi da Kensington Palace per i loro “commenti inappropriati” sul palazzo di William e Kate proviene da Il Fatto Quotidiano.

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