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Partidos políticos devem 1.4 milhões de euros em coimas

Procuradoria-Geral da República e Entidade das Contas e Financiamentos Políticas não esclareceram quais as forças políticas envolvidas. Entre 1997 e o final de 2023, foram aplicadas 641 coimas.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Entre 1997 e o final de 2023, foram aplicadas 641 coimas no âmbito da fiscalização das contas partidárias e campanhas eleitorais, num valor global de 5.712.425,13
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Partidos políticos devem 1.4 milhões de euros em coimas

Procuradoria-Geral da República e Entidade das Contas e Financiamentos Políticas não esclareceram quais as forças políticas envolvidas. Entre 1997 e o final de 2023, foram aplicadas 641 coimas.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Entre 1997 e o final de 2023, foram aplicadas 641 coimas no âmbito da fiscalização das contas partidárias e campanhas eleitorais, num valor global de 5.712.425,13
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Partidos devem 1,4 milhões de euros em coimas. PGR não dá mais detalhes

PGR empurra questão para a ECFP, que só deu informação sobre três partidos: ADN, CDS-PP e PCTP-MRPP. Os partidos políticos e outras candidaturas devem ao Estado mais de 1,4 milhões de euros em coimas, mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) não revela quais são as forças políticas em causa, nem a que anos, contas ou atos eleitorais dizem respeito essas dívidas. Questionada pelo Público, a PGR confirmou que, a 22 de abril, o montante em dívida ascendia a 1.401.893,62 euros. Mas não deu mais nenhuma informação — nem sobre os partidos ou candidaturas devedores, a origem das coimas e se

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Defesa de Vorcaro aposta na PGR para manter negociações de delação

A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro aposta em uma manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) para preservar as negociações em torno de um acordo de colaboração premiada e evitar sua transferência da carceragem da PF (Polícia Federal), em Brasília.

Relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro André Mendonça determinou que a PGR se manifeste sobre o pedido de remoção apresentado pela PF. A corporação formalizou a rejeição da proposta de delação apresentada por Vorcaro e, na sequência, solicitou sua transferência para outra unidade prisional.

Dono do extinto Banco Master, Vorcaro está preso desde 4 de março no âmbito de uma das fases da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras.

Como mostrou a CNN, a manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, será determinante para definir a viabilidade da colaboração. A expectativa é que, caso a PGR se manifeste favorável à permanência de Vorcaro na Superintendência da PF, isso sinalize interesse em aprofundar as negociações. Já uma eventual transferência para o sistema prisional comum poderia dificultar o andamento das conversas em torno do acordo.

O prazo para que os advogados de Vorcaro tivessem amplo acesso ap ex-banqueiro acabou nessa sexta-feira (12). A medida, autorizada por Mendonça, foi considerada pela defesa essencial para a elaboração dos anexos da proposta de colaboração.

Diante do impasse da rejeição da proposta por parte da PF, a expectativa da defesa se concentra em dois cenários: uma manifestação da PGR favorável à continuidade das tratativas ou uma eventual prorrogação, por parte de Mendonça, do regime especial de visitas concedido aos advogados.

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