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Russia’s oil production falls for sixth straight month as Ukrainian drone strikes hit storage and transport

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Russia's crude oil production fell in May to its lowest level in a year, with Ukraine's record-setting drone campaign against oil infrastructure playing a major role, Bloomberg reported. The decline, now running for half a year, cuts into the mineral extraction tax — the main channel through which oil fills the federal budget that finances the war, the Russian-language Moscow Times noted.

With Ukraine's deep strikes at a record tempo and Russia's regional budgets posting record shortfalls, every lost barrel of extraction tightens the fiscal squeeze on Moscow's war in Ukraine.

Output slides for half a year, far below the OPEC+ quota

Russia averaged 9.009 million barrels of crude a day in May, OPEC's monthly report shows. Daily output last peaked in November at 9.38 million barrels and has shrunk every month since, losing roughly 370,000 barrels, the Moscow Times wrote. The May figure sits 690,000 barrels a day short of what the OPEC+ deal obliges Russia to pump, Bloomberg calculated. The data excludes condensate, and April's level was revised slightly lower.

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All three Rosneft Samara refineries now offline or reduced as drones halt Kuibyshevsky operations yesterday

The Ukrainian strikes have been disabling oil storage and transportation capacity. That shortage, combined with underinvestment, reduces the volume of crude Russia extracts. Bloomberg observed that while the latest monthly drop marks a slowdown against previous months, it will likely keep weighing on oil markets. Oil prices stay elevated amid the continuing Middle East conflict, and Russia ranks among the world's three biggest crude producers whose barrels bypass the Strait of Hormuz, shut in practice since the Iran war erupted.

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Russia’s fuel crisis jumps from 15 to 25 regions in five days—plus six occupied Ukrainian areas

A record month of strikes crushes refining

Ukraine sharply intensified its May campaign against Russian oil sites, logging at least 31 strikes on refineries, seaborne export terminals, and pipelines, Bloomberg counted — the highest monthly count since the full-scale invasion, as Kyiv works to cut the Kremlin's income from elevated crude prices. Because most strikes targeted fuel-producing facilities, Russian refining collapsed to its 2009 level in May. So far this month, Russia's refining runs have fallen to a two-decade low, EA Analytics, part of consultancy Energy Aspects, estimates.

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Russian crude reaches the sea through tunnels under a mountain ridge—and Ukraine hit the storage end near Novorossiysk

Exports rise while the budget's tax base shrinks

The gasoline shortage behind the fuel crisis in a number of Russian regions led producers to redirect more crude to export markets. The Baltic and Black Sea ports damaged in the first two months of spring have been repaired. Seaborne crude exports averaged 3.64 million barrels a day over the four weeks ending 31 May, Bloomberg's tanker-tracking data show. That compares with 3.17 million barrels daily over the four-week stretch to 17 April, when Ukrainian forces actively bombed ports and export terminals.

The Moscow Times notes that the export shift allows companies and intermediaries who retain significant sums from sales abroad to raise their incomes. The federal budget that pays for the war, though, is filled above all by the mineral extraction tax, so falling production hits government revenue directly.

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Deputados votam redução da maioridade penal em comissão  

Logo Agência Brasil

Após dois adiamentos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos (PEC 32/15 e apensadas) deve ser votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (9). O texto está na pauta do colegiado, que se reúne a partir das 14h30.

O relator da matéria, deputado Coronel Assis (PL-MT), concluiu a leitura do seu relatório, que é favorável à mudança, em sessão ocorrida no dia 27 de maio, quando a votação foi adiada por um pedido de vista coletivo. Na ocasião, ele tirou do relatório a emenda que previa que jovens com 16 anos poderiam se casar, celebrar contratos, tirar carteira de habilitação e votar obrigatoriamente. O autor defende que 90% da população são a favor da redução da maioridade penal, conforme pesquisa recente.

Notícias relacionadas:

Atualmente, no Brasil, jovens maiores de 16 anos que cometem infrações graves cumprem medidas socioeducativas de internação por, no máximo, três anos. O tema vem dividindo parlamentares na comissão. A deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ), contrária à redução, argumentou, durante a última sessão, que apenas 8% dos atos cometidos por jovens são considerados graves e que esses jovens podem acabar sendo aliciados pelo crime organizado se ingressarem no sistema prisional.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que o país registra cerca de 12 mil adolescentes em unidades de internação ou em privação de liberdade – menos de 1% dos 28 milhões de jovens nessa faixa etária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Caso a PEC da redução da maioridade penal avance na CCJ, uma comissão especial será criada para seguir com a discussão do tema antes de ir a plenário.

Regulação da IA

Outro assunto que pode movimentar a Câmara dos Deputados nesta semana é a expectativa em torno da apresentação do relatório do projeto de lei da regulação de sistemas de inteligência artificial (IA) no país. A matéria está sob relatoria do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que deve apresentar seu parecer nesta terça-feira (9), segundo antecipou o próprio presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em conversa com jornalistas nos últimos dias.

De acordo com o texto aprovado pelo Senado no ano passado, o projeto estabelece os princípios fundamentais para o desenvolvimento e uso de IA. Ele define que a tecnologia deve ser transparente, segura, confiável, ética, livre de vieses discriminatórios, respeitando os direitos humanos e valores democráticos. O projeto exige também que sejam contemplados o desenvolvimento tecnológico, a inovação, a livre iniciativa e a livre concorrência.

Além de enumerar os sistemas de IA considerados de alto risco, o projeto proíbe o desenvolvimento de alguns tipos de tecnologias de IA que causem danos à saúde, à segurança ou a outros direitos fundamentais.

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Deputados votam redução da maioridade penal em comissão  

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Após dois adiamentos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos (PEC 32/15 e apensadas) deve ser votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (9). O texto está na pauta do colegiado, que se reúne a partir das 14h30.

O relator da matéria, deputado Coronel Assis (PL-MT), concluiu a leitura do seu relatório, que é favorável à mudança, em sessão ocorrida no dia 27 de maio, quando a votação foi adiada por um pedido de vista coletivo. Na ocasião, ele tirou do relatório a emenda que previa que jovens com 16 anos poderiam se casar, celebrar contratos, tirar carteira de habilitação e votar obrigatoriamente. O autor defende que 90% da população são a favor da redução da maioridade penal, conforme pesquisa recente.

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Atualmente, no Brasil, jovens maiores de 16 anos que cometem infrações graves cumprem medidas socioeducativas de internação por, no máximo, três anos. O tema vem dividindo parlamentares na comissão. A deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ), contrária à redução, argumentou, durante a última sessão, que apenas 8% dos atos cometidos por jovens são considerados graves e que esses jovens podem acabar sendo aliciados pelo crime organizado se ingressarem no sistema prisional.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que o país registra cerca de 12 mil adolescentes em unidades de internação ou em privação de liberdade – menos de 1% dos 28 milhões de jovens nessa faixa etária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Caso a PEC da redução da maioridade penal avance na CCJ, uma comissão especial será criada para seguir com a discussão do tema antes de ir a plenário.

Regulação da IA

Outro assunto que pode movimentar a Câmara dos Deputados nesta semana é a expectativa em torno da apresentação do relatório do projeto de lei da regulação de sistemas de inteligência artificial (IA) no país. A matéria está sob relatoria do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que deve apresentar seu parecer nesta terça-feira (9), segundo antecipou o próprio presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em conversa com jornalistas nos últimos dias.

De acordo com o texto aprovado pelo Senado no ano passado, o projeto estabelece os princípios fundamentais para o desenvolvimento e uso de IA. Ele define que a tecnologia deve ser transparente, segura, confiável, ética, livre de vieses discriminatórios, respeitando os direitos humanos e valores democráticos. O projeto exige também que sejam contemplados o desenvolvimento tecnológico, a inovação, a livre iniciativa e a livre concorrência.

Além de enumerar os sistemas de IA considerados de alto risco, o projeto proíbe o desenvolvimento de alguns tipos de tecnologias de IA que causem danos à saúde, à segurança ou a outros direitos fundamentais.

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