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Pizzi homenageado na cidade do Futebol

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Natural de Bragança, Pizzi recordou alguns pontos altos do seu percurso como as conquistas da Liga Europa, pelo Atlético de Madrid, e da Liga das Nações por Portugal, os dois títulos internacionais que alcançou como profissional.

“Tive títulos que me marcaram muito enquanto jogador, que foram a conquista da Liga Europa e, depois, claro, pela seleção, a Liga das Nações. Acho que é um dos pontos mais altos para um jogador representar a seleção e ganhar um título, o primeiro de seleções em Portugal, e acho que esse foi um ponto especial para mim”, recordou.

O futebolista de 36 anos, que se retirou dos relvados a 16 de maio, lamentou não ter tido a oportunidade de participar na fase final de um Campeonato da Europa ou do Mundo por Portugal, mas preferiu destacar a “carreira muito feliz” que protagonizou tanto pela equipa das ‘quinas’, na qual acumulou três golos em 17 internacionalizações, como nos emblemas que representou.

“Acho que todos os jogadores que estão no espaço da seleção nacional querem os grandes torneios, seja Europeu ou Mundial. Eu não tive a oportunidade de estar presente, mas acho que não há nenhum sentimento amargo em relação a isso, porque esta foi, sem dúvida, uma carreira muito feliz, seja nos clubes ou na seleção”, assinalou.

Formado no GD Bragança, Luís Fernandes (Pizzi) iniciou o percurso sénior no seu clube da terra e passou depois pelo Ribeirão, Sporting da Covilhã, Paços de Ferreira e Sporting de Braga, antes de rumar a Espanha, onde representou as ‘cores’ de Atlético de Madrid, Deportivo da Corunha e Espanyol. Em 2022 deixou o Benfica para representar os turcos do Basaksehir, passando, depois, pelo Al Wahda (Emirados Árabes Unidos), Sporting de Braga, APOEL (Chipre) e Estoril Praia.

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Marrocos e Seleção Brasileira em Copas; veja cinco curiosidades

Adversário do Brasil na estreia da Copa do Mundo, o Marrocos é protagonista de algumas curiosidades da Seleção Brasileira. De um um rival histórico de Pelé até o primeiro jogo do atual ciclo de Mundial, os marroquinos sempre estiveram no caminho da camisa verde amarela no maior palco do futebol.

Os dois países se enfrentam neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, na primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo.

As curiosidades que ligam o Marrocos à Seleção Brasileira

1. O rival de Pelé

O grande rival internacional de Pelé na sua primeira Copa do Mundo, em 1958, na Suécia, foi um marroquino. Just Fontaine, que nasceu em Marrakech, em 13 de agosto de 1933. Como o Marrocos era uma colônia francesa, ele defendeu os Le Blues e estabeleceu o recorde de maior número de gols em uma edição do torneio, balançando as redes 13 vezes nos gramados suecos.

2. Primeira vítima de Ronaldo

Em 16 de junho de 1998, Ronaldo marcou o seu primeiro gol em Copas do Mundo justamente sobre o Marrocos, numa vitória por 3 a 0, em Nantes, pela segunda rodada do Grupo A.

3. Brasil ‘atrapalha’ Marrocos com revés

O Brasil chegou à última rodada do Grupo A da Copa da França, em 1998, já classificado às oitavas. De toda forma, defendia diante da Noruega, em Marselha, uma invencibilidade de 23 jogos em fases de grupos do Mundial, com 20 vitórias e três empates, numa sequência iniciada em 1970, no México.

A Seleção larga na frente, com gol de Bebeto aos 33 minutos do segundo tempo, resultado que combinado com os 3 a 0 que Marrocos aplicava sobre a Escócia, classificava os marroquinos às oitavas.

Mas os noruegueses viram na reta final do confronto, com gols de Tore Andre Flo, aos 38, e Rekdal, aos 43 minutos da etapa final cobrando pênalti cometido por Junior Baiano. Este resultado eliminou Marrocos.

4. Início do atual ciclo

O primeiro jogo da Seleção Brasileira no ciclo 2022-2026 foi justamente contra o Marrocos, em 25 de março de 2023, em Tânger. Ainda sem treinador, pois Tite deixou o cargo após a eliminação nas quartas de final na Copa do Catar, o Brasil foi comandado interinamente por Ramón Menezes e perdeu por 2 a 1.

5. Primeiro jogo pós-Pelé

O amistoso de 25 de março de 2023, quando o Brasil perdeu para o Marrocos por 2 a 1, em Tânger, foi o primeiro da Seleção após a morte de Pelé, em 29 de dezembro de 2022. Por isso, todos os jogadores entraram em campo com camisas que tinham o nome do Rei do Futebol nas costas.

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Clima instável do verão ameaça transformar Copa do Mundo em teste de calor

Copa do Mundo terá início nesta quinta-feira (11) sob as ameaças típicas do verão norte-americano: calor extremo, umidade sufocante e tempestades capazes de atrasar partidas com pouco aviso prévio.

As previsões sazonais indicam temperaturas acima do normal em grande parte dos Estados Unidos, enquanto a umidade que flui do norte do Golfo do México pode alimentar tempestades e condições climáticas severas durante as primeiras semanas do torneio.

Embora as condições para partidas individuais não possam ser previstas com tanta antecedência, cientistas do esporte afirmam que existem riscos claros relacionados ao clima para uma Copa do Mundo de verão que abrangerá Canadá, México e Estados Unidos.

A medida fundamental não é apenas a temperatura do ar, mas sim a temperatura de bulbo úmido e globo, que incorpora calor, umidade, luz solar e vento para estimar o estresse térmico no corpo.

A World Weather Attribution alertou que aproximadamente um quarto das partidas poderá ser disputado em condições que excedem os limites de segurança recomendados.

Desafio de calor interno

Chris Minson, professor de fisiologia e codiretor dos Laboratórios de Fisiologia do Exercício e Ambiental da Universidade de Oregon, afirmou que os jogadores de elite geram um calor interno enorme mesmo antes de se levar em consideração as condições climáticas.

“Setenta e cinco por cento de toda a energia que utilizamos durante o exercício é convertida em calor”, disse Minson à Reuters. “Apenas cerca de 25% é usada para realizar o exercício em si.”

Em condições de calor, sol ou umidade, o sistema de resfriamento natural do corpo começa a apresentar dificuldades. A umidade é uma preocupação particular, já que o suor só resfria o corpo quando evapora.

“Uma das coisas mais difíceis para nós é quando a umidade está muito alta”, disse Minson. Cidades que sediam a Copa do Mundo em locais com alta umidade incluem Houston, Miami, Dallas e Monterrey.

Impacto do clima no desempenho

De acordo com uma nova pesquisa da Climate Central, as mudanças climáticas aumentaram a probabilidade de temperaturas suficientemente altas para afetar o desempenho dos jogadores em 97 das 104 partidas do torneio.

O maior aumento previsto é para a partida da fase de grupos entre Uruguai e Espanha, em Guadalajara, no dia 26 de junho, onde os pesquisadores estimaram uma probabilidade de 70% de que o calor prejudique o desempenho – 37 pontos percentuais a mais do que seria sem as mudanças climáticas.

Ryan Calsbeek, professor de ciências biológicas no Dartmouth College, que estuda como o tipo físico afeta o desempenho atlético em diferentes climas, afirmou que o calor e a umidade podem influenciar não apenas o bem-estar dos jogadores, mas também o ritmo e o estilo das partidas.

“Temperaturas e umidade mais altas provavelmente tornarão os jogos mais lentos”, disse ele. “Quando os atletas precisam se apresentar por um longo período, eles simplesmente não conseguirão equilibrar a potência explosiva de seus esforços de contração rápida com o esforço aeróbico de longa duração de um jogo de mais de 90 minutos no calor e na umidade.”

Quase metade de todas as partidas enfrenta pelo menos 50% de probabilidade de temperaturas acima de 28 graus Celsius (82,4 graus Fahrenheit) — um limite associado à diminuição da velocidade, da distância percorrida e do tempo de recuperação.

Calsbeek afirmou que a altitude da Cidade do México — cerca de 2.240 metros (7.350 pés) acima do nível do mar — também pode ser um fator significativo, principalmente para aqueles que chegam de altitudes mais baixas sem tempo para se aclimatarem. A cidade sediará cinco partidas.

A Fifa afirmou que todas as partidas da Copa do Mundo incluirão uma pausa de três minutos para hidratação em cada tempo, e que as decisões sobre o calendário levaram em consideração fatores como temperatura média, deslocamento, dias de descanso, planejamento médico e infraestrutura de refrigeração.

Protocolos de segurança questionados

Diversos locais contam com tetos retráteis ou sistemas de climatização, e os regulamentos do torneio permitem que as partidas sejam adiadas, suspensas, remarcadas ou transferidas por motivos de saúde, segurança ou proteção, incluindo condições climáticas adversas.

Minson afirmou que a Fifa deveria exigir intervenções quando a temperatura de bulbo úmido atingir 26°C e deveria considerar o adiamento de partidas quando a temperatura estiver entre 28°C e 30°C.

Minson também solicitou intervalos de seis minutos para resfriamento, áreas sombreadas para resfriamento, banhos de gelo de emergência e intervalos mais longos quando as condições justificassem.

“Se você tiver um jogador que pareça estar delirando, que não esteja pensando direito ou que desmaie em campo, você precisa acalmá-lo imediatamente”, disse ele.

Para a Fifa, o torneio é uma vitrine logística. Para jogadores, treinadores e cientistas, pode também ser um teste de como o futebol se adapta a um futuro mais quente.

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A história dramática de um campeão: "Disseram à minha mãe para se despedir de mim"

Ruben Ribeiro está a recuperar de um linfoma alojado no fígado, esteve cinco meses internado e ligado a seis máquinas ao mesmo tempo nos cuidados intensivos. Perdeu 25 quilos, o olho direito, estando a ser preparada uma prótese, afetou-lhe os pulmões e teve três abcessos na cabeça, que teve de operar. Mas já está em casa e quer voltar a jogar.

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Hugo Pinto eleito presidente do Sport Clube Vila Pouca

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A sufrágio apresentou-se uma única lista, encabeçada por Hugo Pinto, “numa demonstração de continuidade de um projeto que, ao longo da última época, permitiu ao clube crescer e alcançar importantes êxitos, fruto do trabalho desenvolvido pela Comissão Administrativa”, lê-se na nota publicada nas redes sociais do clube.

Eleições VPA

A participação dos associados foi expressiva e a lista liderada por Hugo Pinto acabou eleita com 98,08% dos votos. Registaram-se ainda 1,92% de votos nulos, não havendo votos contra ou abstenções.

“Queremos agradecer a todos os sócios pela presença e pela confiança depositada neste projeto. Assumimos este desafio com um enorme sentido de responsabilidade e renovamos o compromisso de continuar a trabalhar com dedicação, transparência e ambição, sempre em prol do crescimento e valorização do Sport Clube Vila Pouca”, vinca a nova direção.

Além de Hugo Pinto, como presidente da direção, foram eleitos Filipe Nascimento para presidente da Assembleia Geral e Miguel Campos para presidente do Conselho Fiscal.

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