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Nova teoria explica como a Terra pode ter recebido os ingredientes da vida

Com meteoritos, fósforo, azoto e Júpiter ‘ao barulho’. “A presença e a história do crescimento de Júpiter parecem, de facto, ter desempenhado um papel crucial na determinação da distribuição dos ingredientes químicos básicos necessários para mundos habitáveis” Os cientistas têm novas informações sobre como a Terra primitiva poderá ter adquirido alguns elementos necessários para que o planeta se tornasse habitável, de acordo com um novo estudo. O trabalho, publicado na revista Science Advances, sugere também um novo papel para Júpiter na distribuição desses elementos pelo jovem Sistema Solar, e examina esta história ao olhar para a relação entre o fósforo

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Revolução acelerada

Se a revolução industrial tem um pai, é James Watt, o escocês que desenvolveu a máquina a vapor moderna, ao criar o condensador. Permitiu que se tornasse verdadeiramente eficiente e economicamente viável para muito mais do que a mineração de carvão. Foi patenteada em 1769, mas levou um século até que o seu uso se generalizasse. A revolução seguinte, com a introdução da eletricidade, levou metade do tempo.

Com cada nova tecnologia, os tempos aceleram, os ciclos encurtam. Notamos o mesmo padrão nas comunicações. O telefone fixo levou três quartos de século a instalar-se. O telemóvel levou 25 anos, um terço do tempo. A internet encurtou o ciclo ainda mais, chegando a mil milhões de utilizadores numa década. Agora, a inteligência artificial, uma revolução que promete ser mais profunda, ao nível do que foram a máquina a vapor ou a eletricidade, cumpriu o mesmo, só falando do acesso a agentes públicos, em três anos. Uma velocidade vertiginosa.

Também as fases de cada vaga tecnológica se estreitam pela aceleração. A economista britânico-venezuelana Carlota Perez identifica seis, da introdução à saturação. No caso da IA, já passámos o ponto de viragem e encontramo-nos na fase de difusão, que precede a maturidade. Existe a infraestrutura, já temos e continuam a ser criadas novas soluções, todos os dias, a seguir virá a transformação económica. Quem constrói a infraestrutura, introduz a tecnologia, é o primeiro beneficiário. A seguir, quem desenvolve as aplicações. Mas, depois, ganha quem souber o que fazer com estas ferramentas e daí retirar valor. É aqui que estamos a entrar, rapidamente, porque a velocidade a que tudo acontece é estonteante. Não é construir, mas usar. Saber isto faz toda a diferença.

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Porque precisamos de usar aparelho se os nossos antepassados não precisavam? O ouro explica

Civilizações antigas tinham consciência dos problemas dentários e tentavam ocasionalmente soluções simples, mas não tinham nem a necessidade nem a tecnologia para mover dentes como fazemos atualmente. Os antigos egípcios e os etruscos foram pioneiros da ortodontia, usando delicados fios de ouro e categute para endireitar dentes. É uma história que aparece há décadas em manuais de medicina dentária, retratando os nossos antepassados como surpreendentemente modernos na sua busca pelo sorriso perfeito. Mas quando arqueólogos e historiadores da medicina dentária finalmente analisaram as provas com atenção, descobriram que grande parte disso é mito. Veja-se a ponte dentária de El-Quatta, no

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