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Chega fecha acordo com PSD sobre PSU. Reforma laboral sem fumo branco

Segundo André Ventura, o PSD aceitou 6 das 7 exigências do Chega para a criação da PSU; o líder do Chega avisa, porém, que o partido só viabilizará o diploma se for encontrada uma fórmula para excluir da prestação imigrantes que nunca tenham descontado em Portugal. O presidente do Chega, André Ventura, anunciou um entendimento com o PSD para que a autorização legislativa do Governo sobre a criação da Prestação Social Única (PSU) baixe à especialidade sem votação na generalidade, mas mantém divergências profundas com o executivo em relação à reforma laboral. As duas matérias estiveram em cima da mesa

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Chega quer confirmar lei das bandeiras após veto de Seguro

André Ventura, que disputou a segunda volta das eleições presidenciais contra António José Seguro e perdeu, afirmou que com este veto "ficou claro o preço de ter um Presidente socialista".

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

André Ventura insistiu que o seu partido vai pedir que o parlamento confirme a lei
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Chega anuncia acordo com PSD para PSU seguir para especialidade sem votação

O presidente do Chega anunciou, esta quinta-feira, um acordo com o PSD para que a autorização legislativa do Governo sobre a Prestação Social Única (PSU) siga para a especialidade sem votação na generalidade, estabelecendo uma semana para possíveis alterações.

Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, após uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, na residência oficial em São Bento, André Ventura adiantou que o Grupo Parlamentar do PSD terá aceitado seis das sete exigências do seu partido sobre a criação da Prestação Social Única.

Segundo o líder do Chega, o PSD não terá dado aval à exigência do partido de proibir que imigrantes que nunca tenham descontado em Portugal recebam esta prestação social.

Tendo em conta que os sociais-democratas terão aceitado seis das sete propostas do Chega, André Ventura afirmou que “ficou parcialmente acordado que, no sentido de trabalhar para se poder chegar ainda a esse entendimento de restrição, seja feita a baixa sem votação [na generalidade] deste projeto de Prestação Social Única” na sexta-feira.

Ventura acrescentou que ficou acordado que o processo de especialidade terá “o prazo de uma semana” para que “se possa chegar à fórmula que pretende estabelecer este princípio”, reiterando que o seu partido não abdica dele.

“Só ultrapassado este obstáculo, digamos assim, ou esta variante, é que se pode chegar à viabilização desta Prestação Social Única”, frisou.

O líder do Chega afirmou que terá havido “vontade a abertura” por parte do primeiro-ministro e presidente do PSD para que nessa semana “se chegue à melhor fórmula que respeite a nossa Constituição, que respeite também algumas regras comunitárias que existem nessa matéria, mas que afirme este princípio”.

“Quem vem de fora, sem nunca ter contribuído para Portugal, não pode receber subsídios em Portugal. Houve essa vontade, houve essa abertura, em princípio é isto que acontecerá em relação à prestação social única nos próximos dias”, acrescentou.

Hoje, após o Conselho de Ministros, o ministro da Presidência admitiu que o Governo poderá fazer “aproximações” ao Chega para aprovar o diploma que cria uma Prestação Social Única (PSU), mas sem adiantar detalhes nem nunca referir o partido de André Ventura.

Na sexta-feira, em plenário, na Assembleia da República, será debatida e votada uma autorização legislativa do Governo que pretende criar a PSU no âmbito do subsistema de solidariedade, com o objetivo de juntar numa única prestação 13 atuais apoios.

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PSU. Chega considera que "há caminho para andar"

Pedro Pinto e ministro dos Assuntos Parlamentares tiveram uma reunião "positiva" sobre a PSU. Proposta será votada na sexta, mas precisa de acordo com o Chega ou PS para passar à especialidade.

© PAULO NOVAIS/LUSA

Em relação à PSU, o presidente do Chega, André Ventura, afirmou que o seu partido poderá viabilizar o diploma se o PSD aceitar limitar os apoios sociais para imigrantes
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22h. Chega vai votar contra a Prestação Social Única

André Ventura insiste nas condições: baixar a idade de reforma e fixar um valor máximo das pensões. Ainda, a lista de clientes da Spinumviva pode ser consultada na declaração de interesses do PM.

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Chega: afinal, PSU passa mas só com duas exigências

André Ventura – que tinha anunciado no início da semana que o Chega iria votar contra esta proposta – colocou duas condições. O Chega colocou esta sexta-feira como condição para viabilizar a proposta de criação de uma Prestação Social Única (PSU) que os imigrantes tenham de contribuir durante pelo menos cinco anos antes de poderem aceder a apoios sociais. Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, o líder do Chega recusou “mudanças de cosmética” e propôs “duas alterações fundamentais” à proposta do Governo. “A primeira exigência do Chega é que os imigrantes, quando chegam a Portugal, tenham

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“Estou a rir há 5 minutos, o que é isto?”: é Ventura a imitar jogadores da seleção

Presidente do Chega decidiu dar apoio à seleção, para o Mundial 2026, de uma forma original. E com um nome errado. A seleção portuguesa realizou nesta sexta-feira o último treino antes do particular de sábado com o Chile, naquele que será o primeiro teste do estágio para o Mundial2026 de futebol, que vai decorrer nos Estados Unidos, Canadá e México. Como é habitual, Portugal continua a trabalhar na Cidade do Futebol, em Oeiras. O selecionador Roberto Martínez não vai contar com Matheus Nunes, que teve uma indisposição. João Félix ainda é dúvida para o duelo com o Chile. Quem não

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