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Análise: vitória da França expõe distância técnica para o Brasil

A França confirmou seu favoritismo na Copa do Mundo com uma atuação dominante diante do Senegal, exibindo um elenco repleto de qualidade tanto nos titulares quanto no banco de reservas.

A performance de jogadores como Mbappé, Olise e Rabiot reforçou a força técnica da seleção francesa, que disputou as duas últimas finais do torneio.

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    Mbappé comemora gol da França sobre Senegal pela Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Kylian Mbappé, atacante da França • Shaun Botterill - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Disputa de bola em França x Senegal • Getty Images

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    Upamecano trava chute de Sarr no jogo entre França e Senegal • Foto: Dan Mullan/Getty Images

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    França e Senegal se enfrentaram na abertura do grupo I da Copa • Foto: Darrian Traynor/Getty Images

No debate promovido pelo CNN Esportes, Michel Bastos destacou que o técnico da França pode olhar para o banco de reservas com grande satisfação. “Você tem você tem Barcola, você tem Kanté, que é monstro. Ele tem muita troca com muita qualidade”, afirmou.

Para ele, a estreia da seleção francesa evidenciou um nível técnico muito acima da média das demais seleções presentes na competição.

Mbappé mais coletivo e decisivo pela França

Um dos pontos centrais do debate foi o comportamento de Mbappé com a camisa da seleção francesa em comparação ao que apresenta no clube. O jornalista Raul Moura defendeu que o atacante é essencialmente o mesmo jogador nos dois contextos, mas ressaltou que, pela França, ele se entrega muito mais defensivamente.

“Ontem você via ele voltando para marcar, uma coisa diferente do Mbappé, que é um jogador com menos ações defensivas no futebol durante toda a temporada”, observou.

Raul também destacou que Mbappé acumula 14 gols em três Copas do Mundo, o que evidencia sua afinidade com o torneio. “Parece que ele nasceu para jogar uma Copa do Mundo”, comentou.

Outro ponto levantado foi a qualidade dos companheiros ao redor de Mbappé. Olise foi elogiado como um jogador de nível excepcional, capaz de encontrar passes que poucos conseguiriam. Rabiot, muitas vezes subestimado, também foi destacado por dominar o meio-campo com facilidade.

“O que o Rabiot jogou de bola ontem foi assustador, ele dominou o meio-campo com uma certa facilidade”, afirmou Raul.

Brasil ainda muito abaixo da França, segundo comentaristas

A análise da seleção francesa serviu também como espelho para avaliar o atual momento da seleção brasileira. Raul Moura foi enfático ao afirmar que o Brasil ainda está muito aquém do nível técnico apresentado pelos franceses.

“A nossa seleção brasileira vai ter que ralar demais. A gente hoje está muito abaixo da qualidade técnica da seleção francesa”, declarou, acrescentando que a diferença entre Vinícius Júnior e Olise, por exemplo, é “surreal” ao se comparar as atuações dos dois.

Para o comentarista, é fundamental que o Brasil use as seleções favoritas como referência para entender o que precisa evoluir. “Para ser campeão, a gente com certeza lá na frente vai ter que esbarrar nessas seleções de muita qualidade, como a França”, concluiu.

Rayan e Igor Thiago são jogadores que mais valorizaram após convocação

 

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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Análise: aos 38 anos, Messi segue decisivo na Argentina

Aos 38 anos, Lionel Messi segue como o principal protagonista da seleção argentina na Copa do Mundo. Com o avanço da idade, o camisa 10 adaptou seu estilo de jogo e passou a compensar eventuais limitações físicas com leitura de jogo apurada, posicionamento preciso e escolhas certeiras em campo.

Da ponta ao centro do jogo

Segundo a análise dos no programa “Convocação”, da CNN, Messi soube moldar sua forma de jogar ao longo dos anos. “Era um ponta, começou como ponta, foi indo pro meio, hoje é um cara que joga de segundo atacante, pode jogar como centroavante, pode jogar em qualquer lugar”, destacou o jornalista Raul Moura.

A capacidade de estar sempre no lugar certo, na hora certa, foi apontada como uma de suas maiores virtudes atualmente. “É muito difícil você ver o Messi escolher a jogada errada, atrasar um passe, dar um passe na hora errada”, acrescentou. “A inteligência dele é a principal arma”, concluiu.

Time montado para servir Messi

Outro ponto destacado na análise foi a estrutura da seleção argentina, que parece organizada para potencializar as qualidades do camisa 10. “O time é montado para entregar a bola para o Messi numa condição mais perigosa do jogo”, afirmou Nathalia Fiuza, comentarista Itatiaia.

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    Messi chegou aos 16 gols em Copas do Mundo • Photo by Tom Weller/picture alliance via Getty Images

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    Gol de Messi na Copa do Mundo • Photo by Tom Weller/picture alliance via Getty Images

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    Messi comemorando seu gol na Copa do Mundo

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    Messi comemorando seu gol na Copa do Mundo • Conmebol

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    Messi comemora seu gol em Argentina x Argélia • Photo by Tom Weller/picture alliance via Getty Images)

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    Messi comemora seu gol em Argentina x Argélia • Photo by Tom Weller/picture alliance via Getty Images)

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    Duelo entre Argentina e Argélia, válido pela primeira rodada da Copa do Mundo • Maja Hitij - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Argentina x Argélia na Copa do Mundo • dpa/picture alliance via Getty I

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    Duelo entre Argentina e Argélia, válido pela primeira rodada da Copa do Mundo • Maja Hitij - FIFA/FIFA via Getty Images

A equipe busca preservá-lo das disputas físicas mais intensas, mantendo-o próximo ao gol e em posições favoráveis para finalizar ou criar jogadas decisivas. “Sobre o nível técnico do Messi, não há dúvidas de que ele será protagonista mais uma vez”, reforçou.

Dúvidas sobre a preparação argentina

Apesar do otimismo em relação a Messi, o ciclo preparatório da Argentina para o Mundial gerou críticas. A imprensa argentina questionou a qualidade dos amistosos realizados pela seleção, considerados fracos e pouco exigentes.

“Havia muita crítica, muita reclamação desse ciclo da seleção argentina, principalmente por causa de amistosos fracos. Eles queriam jogos mais intensos, mais pegados, com seleções mais difíceis”, explicou Nathalia.

A ausência de confrontos contra equipes europeias de alto nível foi apontada como uma lacuna que pode pesar no decorrer da competição.

A Argentina venceu a Copa América sem maiores dificuldades, o que, segundo a análise, ajudou a manter o clima positivo em torno da seleção. No entanto, o grupo da equipe na Copa do Mundo é considerado acessível, e os desafios mais duros devem aparecer apenas nas fases eliminatórias.

“As coisas vão dificultar um pouco mais para a Argentina com o avançar da competição”, ponderou Nathalia. A renovação do elenco também foi discutida, com destaque para Almada, apontado como uma das novidades capazes de trazer mais dinâmica ao meio-campo argentino.

Com Messi no topo, veja como está a artilharia histórica da Copa do Mundo

 

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“Difícilmente Neymar volta contra a Escócia”, diz Michel Bastos

Neymar apareceu em campo pela primeira vez desde que chegou aos Estados Unidos com a Seleção Brasileira. No entanto, o atacante ainda não treinou com bola nem foi integrado ao grupo, permanecendo em processo de recuperação da lesão na panturrilha sofrida há exatamente um mês — no jogo entre Santos e Curitiba pelo Campeonato Brasileiro.

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    Vini Jr. comemora golaço que marcou em Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Vinicius Junior celebra gol da Seleção Brasileira contra o Marrocos • Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images

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    Vini Jr. acerta belo chute e empata o jogo entre Brasil e Marrocos pelo grupo C da Copa do Mundo • Hugo Rivera/Jam Media/Getty Images

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    Vinicius Junior celebra gol da Seleção Brasileira contra Marrocos • Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images

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    Vini Jr. chuta para o gol do empate da Seleção Brasileira contra Marrocos pelo confronto do grupo C da Copa do Mundo • Catherine Ivill - AMA/Getty Images

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    Ismael Saibari marcou o gol do Marrocos contra a Seleção Brasileira em partida pelo grupo C da Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Marquinhos e Achraf Hakimi disputando espaço depois de uma cobrança de escanteio em Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo • Richard Sellers/Sportsphoto/Allstar via Getty Images

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    Ismael Saibari marcou o gol do Marrocos contra a Seleção Brasileira em partida pelo grupo C da Copa do Mundo • FIFA via Getty Images

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    Ismael Saibari chuta, encobre Alisson e abre o placar para Marrocos contra a Seleção Brasileira pela primeira rodada do grupo C da Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Bilal El Khannouss e Lucas Paquetá dividindo bola em Brasil x Marrocos pelo grupo C da Copa do Mundo • Kevin C. Cox/Getty Images

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    Lucas Paquetá e Azzedine Ounahi em Brasil x Marrocos pelo grupo C da Copa do Mundo • Kevin C. Cox/Getty Images

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    Ibañez e El Khannous disputam bola em Brasil x Marrocos pelo grupo C da Copa do Mundo • Kevin C. Cox/Getty Images

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    Público de Brasil x Marrocos • Bruno Rodrigues/CNN

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    Hakimi, do Marrocos, tenta chute na partida contra a Seleção Brasileira pelo grupo C da Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Seleções perfiladas antes da bola rolar • ANP via Getty Images

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    Neymar está no gramado antes de Brasil x Marrocos (Photo by Dan Mullan/Getty Images) • Getty Images

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    Neymar está no gramado antes de Brasil x Marrocos • (Photo by Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images)

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    Marquinhos e Raphinha subindo para o gramado do Estádio New York New Jersey • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Neymar no gramado do Estádio New York New Jersey • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Torcida brasileira no Estádio New York New Jersey • Daniela Porcelli/Getty Images

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    Vestiário da Seleção Brasileira • (Photo by Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images)

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    Vestiário da Seleção Brasileira • FIFA via Getty Images

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    Fila de torcedores para acessar o Estádio New York New Jersey • Photo by Al Bello/Getty Images

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    Estádio em Nova Jersey antes de Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Torcedor brasileiro antes de Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo, em Nova Jersey • Hugo Rivera/Jam Media/Getty Images

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    Estádio em Nova Jersey antes Brasil x Marrocos • Richard Sellers/Sportsphoto/Allstar via Getty Images

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    Jogadores do Marrocos no aquecimento no Estádio New York New Jersey • ANP via Getty Images

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    Carlo Ancelotti na estreia da Seleção Brasileira contra Marrocos • MB Media/Getty Images

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    Seleção Brasileira perfilada em foto pré-jogo • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

O atacante é tratado como dúvida tanto para a partida contra o Haiti quanto para o confronto diante da Escócia. Apesar de registrar melhora na lesão, as imagens do jogador em campo mostraram apenas um trote leve, acompanhado de um membro da comissão técnica, sem qualquer atividade com bola.

Michel Bastos analisa o processo de recuperação

Michel Bastos avaliou a situação com ceticismo, baseando-se em sua experiência como ex-jogador. “Eu torço muito pela volta do Neymar, mas ao mesmo tempo a gente que jogou bola entende um pouquinho desse processo”, afirmou. Para ele, o estágio atual da recuperação está aquém do necessário para que o atleta possa atuar nos próximos compromissos da Seleção.

Segundo Michel Bastos, para que Neymar pudesse jogar o próximo jogo, ele já deveria estar treinando com o grupo. “Não tenho esperança para o próximo jogo”, declarou. O ex-jogador pontuou que seria necessário, ao menos, que o camisa 10 já estivesse integrado aos treinos coletivos com bola para se pensar em uma possível participação.

Escócia como horizonte improvável

Mesmo projetando o jogo contra a Escócia como um prazo mais viável para o retorno de Neymar, Michel Bastos demonstrou ceticismo. “Talvez pensar para o jogo contra a Escócia, mas acho difícil vendo o processo como está”, avaliou. Para o ex-jogador, o atraso na integração do atleta ao grupo é algo que “está tardando” e “está atrapalhando” o planejamento da equipe.

Michel Bastos reforçou que, conhecendo bem o processo de recuperação desse tipo de lesão, seria precipitado esperar Neymar em campo no próximo jogo e ainda fazendo a diferença. “Isso não vai acontecer”, afirmou categoricamente, ressaltando a preocupação com o ritmo da recuperação do jogador.

Messi ultrapassa Pelé e bate recorde histórico em Copas do Mundo

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“Messi está acima de Maradona e Cristiano Ronaldo”, diz ex-Seleção

Lionel Messi voltou a ser decisivo com a camisa da Argentina na estreia da seleção na Copa do Mundo, marcando três gols na partida. O desempenho do jogador de 38 anos gerou amplo debate sobre seu lugar na história do futebol, e Michel Bastos não poupou elogios ao craque argentino.

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    Messi chegou aos 16 gols em Copas do Mundo • Photo by Tom Weller/picture alliance via Getty Images

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    Gol de Messi na Copa do Mundo • Photo by Tom Weller/picture alliance via Getty Images

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    Messi comemorando seu gol na Copa do Mundo

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    Messi comemorando seu gol na Copa do Mundo • Conmebol

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    Messi comemora seu gol em Argentina x Argélia • Photo by Tom Weller/picture alliance via Getty Images)

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    Messi comemora seu gol em Argentina x Argélia • Photo by Tom Weller/picture alliance via Getty Images)

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    Duelo entre Argentina e Argélia, válido pela primeira rodada da Copa do Mundo • Maja Hitij - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Argentina x Argélia na Copa do Mundo • dpa/picture alliance via Getty I

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    Duelo entre Argentina e Argélia, válido pela primeira rodada da Copa do Mundo • Maja Hitij - FIFA/FIFA via Getty Images

Questionado sobre se Messi seria o maior protagonista da Copa do Mundo, Michel foi categórico: “É o maior protagonista, é o maior jogador.” Apesar de declarar admiração por Ronaldinho Gaúcho como ídolo pessoal, Michel afirmou que, ao analisar o conjunto da obra, Messi está em um patamar diferente.

“Se você pegar o atleta, o jogador Messi, é algo surreal”, declarou.

Michel destacou ainda a longevidade impressionante do argentino. Segundo ele, quando Messi conquistou o título na última Copa do Mundo, muitos questionavam se ele chegaria a disputar mais um Mundial.

“Ele está aí e, na primeira partida, já marca um hat-trick. Então assim, é algo surreal”, afirmou. Para Michel, chegar a uma Copa do Mundo com 38 anos e ainda ser decisivo é algo extraordinário.

Análise do jogo coletivo da Argentina

Michel também elogiou o desempenho coletivo da seleção argentina, que venceu por 3 a 0 com facilidade. Ele ressaltou a qualidade do meio-campo do time e o estilo de jogo sul-americano, com dois atacantes na frente.

“É um time muito legal de ver, essa Argentina”, disse. Michel citou como exemplo o primeiro gol de Messi, em que um companheiro quebrou a linha defensiva com um passe surreal de grande distância, criando a oportunidade para o camisa 10 dominar, finalizar e marcar.

Messi acima de Maradona e Cristiano Ronaldo

No debate sobre os maiores da história, Michel foi direto ao ponto. “Messi melhor que Maradona, matei. Messi melhor que Cristiano Ronaldo, matei”, afirmou. A única dúvida que restou para Michel foi a comparação com Pelé, detentor de três títulos mundiais.

“Só não sei se é melhor que Pelé”, pontuou, acrescentando que, caso Messi conquiste mais este Mundial, a conversa sobre superar o Rei do Futebol precisaria ser retomada.

Com Messi no topo, veja como está a artilharia histórica da Copa do Mundo

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Análise: Neymar virou problema para o Brasil na Copa

A situação de Neymar na Copa do Mundo segue envolta em incertezas. O atacante não defende a seleção brasileira desde outubro de 2023 e está afastado dos gramados desde 17 de maio, quando sofreu uma lesão em partida contra o Curitiba. Mesmo assim, o jogador permanece convocado, sem previsão clara de retorno — e sem que qualquer corte oficial tenha sido anunciado.

O debate ganhou força no programa Convocação CNN, onde comentaristas analisaram o impacto dessa indefinição sobre o elenco e as alternativas disponíveis para a comissão técnica.

De convocado a incógnita

“Antes se buscava uma justificativa para entender por que o Neymar foi convocado para a Copa. Hoje a gente se pergunta por que ele não foi cortado ainda“, afirmou Henrique Marsalla.

O comentarista lembrou ainda o caso do jogador Wesley, que, ao se machucar, foi prontamente cortado da lista — situação que contrasta com o tratamento dado ao camisa 10.

Neymar fez atividades no gramado nesta terça-feira (16)
Neymar fez atividades no gramado nesta terça-feira (16) • Reprodução/Instagram – @Brasil

As informações sobre o retorno de Neymar foram se mostrando cada vez mais imprecisas ao longo do tempo. Em diferentes momentos, surgiu a expectativa de que ele estaria disponível para o amistoso contra o Marrocos, depois contra o Haiti e, em seguida, contra a Escócia — possibilidades que foram sendo descartadas uma a uma.

“Tudo que cerca o Neymar acaba sendo uma grande incógnita”, resumiu.

Intensidade física como obstáculo

Além da questão da lesão, os comentaristas levantaram dúvidas sobre a capacidade de Neymar se adaptar ao estilo de jogo exigido pela seleção brasileira atualmente.

Um dos participantes do debate recordou que, mesmo durante o período em que o jogador atuava pelo Santos e apresentava evolução física — correndo mais e participando com maior frequência das jogadas —, já seria difícil imaginá-lo correspondendo à intensidade de uma partida da seleção.

“Não há condição de fazer isso com ou sem lesão”, disse Jairo Nascimento, referindo-se à demanda física do time. Para ilustrar o nível de exigência, foi citado o exemplo de Cucurella, jogador da seleção espanhola, descrito como alguém que “não parava”, atuando de forma intensa tanto na marcação quanto no ataque durante toda a partida.

“A gente não tem o Neymar fazendo isso por característica dele, obviamente, e também porque ele não aguenta”, concluiu o comentarista.

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Análise: Brasil deve entender que já não é mais favorito na Copa

O empate por 1 a 1 entre Brasil e Marrocos acendeu o debate sobre o real nível da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Para o comentarista da Itatiaia, Edu Panzi, que acompanha o torneio diretamente dos Estados Unidos, o resultado reflete uma realidade que precisa ser encarada com clareza: o Brasil não é favorito ao título.

“A principal lição é entender de uma vez por todas que o Brasil não é favorito a ganhar a Copa do Mundo”, afirmou Edu Panzi. Segundo ele, a Seleção está em um nível abaixo das equipes brasileiras de Copas anteriores, especialmente quando comparada ao Marrocos, adversário do mesmo grupo.

Marrocos joga melhor do que o Brasil

Edu Panzi foi enfático ao avaliar o desempenho coletivo das duas equipes.

“De 2022 para cá, os últimos três anos, três anos e meio, a seleção marroquina joga um futebol melhor do que o da seleção brasileira. Em termos de time, em termos coletivos, Marrocos é melhor que o Brasil”, declarou o comentarista, que afirmou ter encarado o resultado com “muita normalidade”.

Titularidade de jogadores pode ser questionada

Além do desempenho coletivo, Edu Panzi destacou que o empate trouxe outra lição importante: nenhum atleta deve considerar sua vaga garantida no time. O comentarista citou Casemiro como exemplo de jogador que “foi muito mal na estreia” e que pode perder a posição.

Na lateral direita, mencionou ainda a disputa entre Ibañes e Danilo, e a possível presença de Fabinho. Para o próximo jogo, diante do Haiti, Panzi sugeriu que a Seleção poderia se beneficiar de escalar um centroavante e explorar melhor as laterais do campo.

Zebras são normais em Copas do Mundo, avalia Panzi

Questionado sobre outros resultados surpreendentes da competição — como o empate entre Espanha e Cabo Verde e entre Bélgica e Egito —, Edu Panzi avaliou que surpresas fazem parte do torneio.

“As zebras vão aparecer. Toda Copa do Mundo, as zebras acontecem”, disse. Para ele, o empate de Cabo Verde contra a Espanha foi a maior zebra entre os resultados citados, enquanto o confronto entre Bélgica e Egito reflete um maior equilíbrio entre as seleções.

O comentarista lembrou ainda que a atual edição é a maior Copa do Mundo da história, com 48 seleções participantes.

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“Memphis é mais jogador que Neymar hoje”, diz comentarista do CNN Esportes

Uma comparação entre Memphis Depay e Neymar gerou um debate intenso entre os comentaristas do CNN Esportes durante o Convocação CNN. A discussão teve início quando um dos participantes do programa levantou a questão sobre qual dos dois jogadores seria melhor nos dias atuais.

Raul Moura foi direto ao responder: “Hoje sim. Na carreira jamais.” O comentarista argumentou que, no momento presente, Memphis Depay estaria em nível superior ao de Neymar, mesmo reconhecendo que, em termos de trajetória, não haveria comparação possível entre os dois atletas.

Michel Bastos rebate e defende Neymar

Michel Bastos discordou veementemente da avaliação, e foi acompanhado de Vinícius Andrade. O repórter afirmou que a comparação “nem existe”.

Raul Moura rebateu com dados concretos sobre o desempenho dos dois jogadores no futebol brasileiro: “Desde que um chegou no Brasil, em 2024, ganhou três títulos. O outro chegou no Brasil e quase caiu, só se machucou.”

Roger Guedes entra na comparação

O debate se estendeu para uma comparação entre Memphis Depay e Róger Guedes no Corinthians. Para Michel Bastos, Roger Guedes teria feito mais do que Memphis individualmente pelo clube. Raul Moura rebateu citando um episódio emblemático na final da Copa do Brasil de 2022: “O Roger Guedes perdeu um gol numa final de Copa Brasil que o Memphis fez. Foi um lance igualzinho.”

Apesar das criticas, Michel Bastos ponderou que Memphis é, sim, um jogador de alto nível — destacando sua condição de maior artilheiro da história da seleção holandesa, à frente de nomes como Robben, Kluivert, Bergkamp e Van Basten —, mas que a comparação direta com Neymar não se sustenta. “Memphis é monstro, mas não dá”, afirmou.

Já Vinícius concordou com a posição de Bastos, ressaltando que Neymar “é um gênio” e que os dois jogadores atuam em “níveis diferentes”.

Copa do Mundo: veja as seleções que participaram de finais do Mundial

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“Lamine Yamal é melhor que Messi nessa idade”, diz Michel Bastos

Lamine Yamal foi o grande destaque de uma análise feita por Michel Bastos no programa Convocação CNN. O ex-jogador brasileiro não poupou elogios ao jovem atacante espanhol, afirmando que o talento do atleta é algo “surreal” para a pouca idade que tem.

Yamal supera Messi na mesma faixa etária, segundo Michel Bastos

Ao comentar sobre as seleções favoritas, Michel Bastos foi categórico ao exaltar o nível de Yamal. “Acho que o Yamal é algo surreal. Com certeza, muita gente hoje, independente de ser contra o Cabo Verde, para pra ver esse menino jogar. Para mim, é um jogador acima da média com a pouca idade que tem”, afirmou.

O ex-atleta foi ainda mais longe ao compará-lo com Lionel Messi: “Há muito tempo a gente não via isso. Acho que nem o Messi jogou tanto nessa idade”. Para encontrar um paralelo histórico, Michel Bastos citou Ronaldo Fenômeno como outro jogador que se destacou ainda jovem.

França, Espanha e Portugal no top 3 dos favoritos

Michel Bastos também traçou um panorama das seleções com mais chances de conquistar o título. Em seu top 3, o ex-jogador colocou a França em primeiro lugar, destacando a regularidade da equipe nas últimas Copas do Mundo e a capacidade de agregar jogadores de alta qualidade.

A Espanha aparece em segundo, impulsionada justamente pelo desempenho de Yamal, enquanto Portugal fecha o trio. “Tem que respeitar a equipe da França, mas a Espanha está ali”, disse.

Elogios a Cucurella e crítica ao futebol brasileiro

Além de Yamal, Michel Bastos também destacou o papel de Cucurella na seleção espanhola, descrevendo-o como um jogador que “mantém o nível” de forma consistente tanto no clube quanto na seleção. “É muito importante você ter um jogador desse nível que consegue manter o desempenho tanto no seu clube como na seleção”, avaliou.

O ex-atleta aproveitou o tema para fazer uma crítica ao futebol brasileiro, apontando que jogadores da seleção caipira frequentemente não conseguem reproduzir na seleção o mesmo nível que apresentam em grandes clubes europeus. “No Brasil, a gente não consegue ver isso. Parece que a camisa pesa”, concluiu Michel Bastos.

Marquinhos cita dor das eliminações como combustível para 2026

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