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Ucrânia intensifica ataques e Europa pressiona Moscovo com novas sanções em cima da mesa

No mesmo dia em que os embaixadores de França, Alemanha e Reino Unido estiveram em Moscovo, a primeira-ministra italiana defendeu a posição já assumida por vários líderes: de que é preciso uma voz europeia única e firme para dialogar com o Kremlin. No terreno, a Ucrânia respondeu aos bombardeamentos russos com um ataque de drones em Krasnodar.

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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

Logo Agência Brasil

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

Notícias relacionadas:

Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

Logo Agência Brasil

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

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Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Volverá a suceder más de tres décadas después: el Cristo Negro de Cáceres tendrá una procesión extraordinaria

La ciudad de Cáceres vivirá el próximo mes de septiembre uno de los acontecimientos religiosos más importantes de los últimos años. El Cristo Negro, una de las imágenes más veneradas y reconocibles de la Semana Santa cacereña, volverá a recorrer las calles de la Ciudad Monumental en una procesión extraordinaria, algo que no ocurría desde 1990.

La salida servirá para poner el broche final a los actos organizados con motivo del 40 aniversario de la refundación de la hermandad. Se trata de una decisión excepcional si se tiene en cuenta que la imagen apenas abandona su tradicional recorrido de la madrugada del Miércoles Santo, una cita que cada año reúne a miles de personas en el casco histórico de la ciudad.

Tendrá lugar el próximo 13 de septiembre

El acto central tendrá lugar el próximo 13 de septiembre. La jornada comenzará con una eucaristía en la Concatedral de Santa María a partir de las 20.30 horas y, una vez concluida, dará comienzo la procesión extraordinaria del Santo Crucifijo. Desde la propia hermandad han explicado que esta salida tiene como finalidad “agradecer a nuestra ciudad el cariño y acogimiento que ha tenido todos estos años”.

Aunque todavía no se ha hecho público el itinerario definitivo, todo apunta a que la imagen recorrerá las calles de la parte antigua de Cáceres, respetando la tradición de la cofradía. Los estatutos establecen que el Cristo Negro no puede abandonar el recinto amurallado, una de las normas que ha contribuido a reforzar el carácter singular de esta hermandad dentro del panorama cofrade español.

La procesión extraordinaria será además el punto culminante de un intenso programa conmemorativo desarrollado durante todo 2026. Entre las actividades celebradas destaca una exposición dedicada a las cruces guía de las cofradías cacereñas, una conferencia sobre el estudio anatómico realizado a la imagen en 2004 y un concierto de música procesional interpretado por la Banda Sinfónica de la Diputación Provincial de Cáceres.

Devoción por el Cristo Negro

La devoción que despierta el Cristo Negro va mucho más allá de la Semana Santa. La talla, datada en el siglo XIV y conocida históricamente como Santo Crucifijo de Santa María de Jesús, ha protagonizado durante siglos rogativas en tiempos de sequías, epidemias o conflictos. Además, su desfile penitencial se ha convertido en una de las imágenes más icónicas de Extremadura gracias al silencio absoluto que acompaña al cortejo, las antorchas que iluminan las calles empedradas y la atmósfera de recogimiento que envuelve la procesión.

Por todo ello, la salida extraordinaria de septiembre supone una oportunidad única para contemplar una estampa que apenas se ha repetido fuera de la Semana Santa. Para muchos fieles será la primera vez que vean al Cristo Negro recorrer las calles de Cáceres en una cita que ya se perfila como uno de los grandes acontecimientos religiosos y culturales del año.

© EUROPAPRESS

S.Santa.- La Esperanza y El Cristo Negro procesionan en Cáceres este Miércoles Santo
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Amy Adams’s comeback: how the perennial Oscar nominee is trying to escape her ‘era of flops’

© Brianna Bryson (WireImage)

In the new adaptation of Cape Fear, a notorious convict returns years later to settle the score with those who ruined his life; the series’ protagonist also returns with a mission that is less violent, but not so different. After several years of setbacks, failed projects, and uncomfortable conversations about her supposed “slump,” Amy Adams returns to the spotlight to prove why she was unanimously considered one of the best actresses of her generation and to turn the tide once again in favor of one of Hollywood’s favorite redheads. Pictured here at the series premiere (an Apple TV production) in Los Angeles on June 2.

© The Hapa Blonde (GC Images)

Amy Adams was Hollywood’s safe bet. The actress who elevated any film, the perennial Oscar contender—with six nominations in 13 years—the performer who seemed incapable of making a wrong choice when it came to projects. Versatility was her most notable quality: she could do drama, musicals, comedy, or action, and in the same year, she could act opposite both Kermit the Frog in The Muppets and Joaquin Phoenix in The Master. Her name was a guarantee of quality. But like legends such as Glenn Close or Annette Bening, Adams joined the club of perennial favorites who never quite manage to win the statuette, and her star seemed to be fading. Pictured here at the presentation of Louis Vuitton’s 2027 cruise collection in May in New York.

© John Shearer (Getty Images)

Social media, always so quick to spin narratives, coined a term for Amy Adams—“the flop era”—which is used to describe the period when a celebrity experiences a string of disappointments or failed projects. Adams had fully entered this phase after releasing box office flops like Hillbilly Elegy, The Woman in the Window, Dear Evan Hansen, Disenchanted, and Nightbitch. There are entire articles, tweets, and podcasts dedicated to debating the actress’s supposed career slump and how long it would take her to get out of it. Much like a pop star whose albums no longer debut at the top of the charts, unmet expectations fueled a sense of lost momentum because her projects weren’t making as much noise as her previous ones. Pictured here at one of the 2017 Oscar parties.

© Brianna Bryson (WireImage)

'Cape Fear' has all the ingredients to turn around the bad luck associated with its main star. A story with a distinguished cinematic pedigree, a compelling character—a lawyer whose peaceful life is threatened by the return of a criminal she sent to prison—a major network behind it, Spielberg and Scorsese as executive producers, and an antagonist of the caliber of Javier Bardem. These are, in fact, what critics consider the best aspects of the series. “Brilliant, incredible,” notes ‘The Guardian’ about the actress, who appears in the photo alongside the Spanish actor and Patrick Wilson, her on-screen husband.

© Brianna Bryson (WireImage)

The actress took advantage of the premiere of ‘Cape Fear’ to publicly introduce her only daughter, Aviana, who posed on the red carpet alongside her and her husband, director and artist Darren Le Gallo. The 16-year-old outshone her famous parents in a turquoise mini-dress with a sweetheart neckline and her mother’s signature red hair, but above all, because of her striking resemblance to a young Scarlett Johansson—a detail neither the press nor Twitter users failed to notice.

© Gilbert Flores (WWD via Getty Images)

Many have blamed Adams’ career slump on Hollywood’s chronic ageism, which sidelines actresses or relegates them to more minor roles as they get older. However, at 51, she says she feels “more centered and relaxed” than she ever has. “I try to welcome opportunities with open arms and not fight too hard. For me, at least, that’s a very liberating part of getting older: just letting things go,” she revealed in a recent interview.

© Paramount Pictures (ZUMAPRESS.com / Cordon Press)

For more than a decade, Adams achieved something rare: she earned critical acclaim for films like Arrival (the 2016 film directed by Denis Villeneuve, pictured) and Doubt, while also starring in major franchises. Her portrayal of Lois Lane in the ‘Superman’ superhero universe and her wonderful performance as a modern Disney princess in ‘Enchanted’ further cemented her place in popular culture.

© Lawrence K. Ho (Los Angeles Times via Getty Imag)

Adams’s first audience consisted of diners at a chain of restaurants in Minnesota that featured live music, where she worked for three years. She then faced a crossroads: move to New York to pursue her dream of becoming a dancer, or head to the other coast and try her hand at acting in Los Angeles. An injury ended up making the decision for her, and Hollywood gained one of its greatest ambassadors. Pictured here in 2002.

© Lester Cohen (WireImage)

Adams is an anomaly in this age of hyper-exposure. She doesn’t use social media—she tried Instagram but quit because “my routine is too boring”—she isn’t involved in personal scandals, nor does she make inflammatory statements in the few interviews she grants, and her red-carpet appearances are limited to the premieres of her own projects or award shows that request her presence among the nominees. Perhaps this lack of dazzlement by the lights of the movie capital has to do with the fact that she came into the spotlight late: her breakthrough role, in the indie comedy ‘Junebug,’ came when she was 31.

© Photo by Merrick Morton

The praise for her has always been unanimous. “Amy has the ability to convey her thoughts just by looking at you. An actress must move people, and she’s brilliant at that. Plus, she’s completely believable,” said Tom Ford, who cast her as the lead in his 2016 film Nocturnal Animals (pictured, in a scene from the film). “She maintains a certain mystery on purpose. That’s why she surprises us and draws us in,” added the late Philip Seymour Hoffman.

© George Pimentel (WireImage)

The actress’s style is one of the most consistent in Hollywood. She knows how to perfectly pair her icy beauty with designs that flatter her figure and align with her career. She’s never the most daring on the red carpet, but she’s always one of the best-dressed. Rather than following trends, she opts for flattering designs like this Valentino gown she wore to the 2014 Golden Globes. Adams won Best Actress in a Comedy or Musical for her role in American Hustle.

© Axelle/Bauer-Griffin (FilmMagic)

While she certainly rocks plunging necklines, her signature style is the strapless look. She has worn it on countless red carpets, especially in understated, monochromatic dresses. This one, which she wore to the 2014 Oscars, is by Gucci and perfectly embodies her approach to major events: with elegance, without fanfare, staying true to what she knows suits her, and, it’s also true, without taking big risks.

© Allen Berezovsky (Getty Images)

Her approach to fashion also draws heavily on classic Hollywood. It’s not just her hair—sometimes styled in Veronica Lake-inspired waves or pulled back into elegant buns—that evokes those years; her wardrobe is also filled with elegant dresses that have a certain retro flair and sensuality. A good example was this Alexandre Vauthier dress she wore to the Oscars afterparty hosted by Vanity Fair in 2019.

© Jeff Kravitz (FilmMagic, Inc)

The actress’s early years in Hollywood weren’t easy. Her career seemed stuck in small, almost interchangeable roles; not even a part in Catch Me If You Can, opposite Leonardo DiCaprio, helped her break through. So Adams, desperate, decided to dye her hair red. “When you’re blonde, people associate it with being flirty or mischievous. When you’re a redhead, suddenly you’re eccentric and quirky,” she confirmed. And it worked.

© Gilbert Flores/GG2025 (Penske Media via Getty Images)

Amy Adams met Darren Le Gallo in an acting class in Los Angeles when neither of them was well-known. For months, she saw him only as a fellow actor, and both of them were in relationships. Everything changed when they crossed paths on the set of a short film and she discovered a side of him she hadn’t known before: that of a man willing to go after what he wanted. “I know you’re getting over another guy, but I’m going to take you out to dinner on Wednesday,” he told her. More than two decades later, they’re still together. Pictured here at the 2025 Golden Globes.

© John Phillips (Getty Images Europe)

Those who think Amy Adams is past her prime might want to take a look at her schedule. Following Cape Fear, the actress will star in Klara and the Sun, the adaptation of Kazuo Ishiguro’s acclaimed novel. In it, she will play the mother of a teenager who forms a relationship with an artificial intelligence designed to combat loneliness (Jenna Ortega). Next up is another of Hollywood’s most coveted projects: the new Star Wars universe film, Starfighter, where she’ll share the screen with Ryan Gosling. It doesn’t exactly look like the schedule of a star on the decline.
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El empresario José Elías lanza un aviso a los emprendedores: "Facturar y pagar proveedores no es validar un negocio"

El empresario José Elías Navarro ha compartido una nueva reflexión en redes sociales sobre uno de los errores que, a su juicio, cometen muchos emprendedores al evaluar la marcha de sus negocios. A través de una publicación en Instagram, el fundador y presidente de varias compañías defendió que facturar y mantener la actividad no siempre es sinónimo de éxito empresarial.

Facturar y pagar proveedores no es validar un negocio”, afirma José Elías al inicio de su mensaje. Con esta idea, el empresario pone el foco en aquellas empresas que mantienen ingresos y actividad comercial, pero cuyos propietarios siguen sin obtener una rentabilidad suficiente para vivir de su proyecto.

"Muchos se engañan"

Según explica, muchos emprendedores pueden caer en una falsa sensación de progreso simplemente porque la empresa sigue funcionando y generando movimiento económico. “Muchos se engañan porque la rueda gira, pero ellos siguen sin cobrar”, sostiene.

Para José Elías, la verdadera prueba de que un negocio es viable llega cuando es capaz de generar ingresos suficientes para retribuir adecuadamente a quien lo dirige. Por ello, plantea un plazo concreto para evaluar la situación. “Si a partir del sexto mes tu proyecto no da para pagarte un sueldo digno, no es un negocio”, asegura.

El empresario considera que uno de los problemas más habituales en las fases iniciales de muchos proyectos es confundir volumen de actividad con rentabilidad. Una empresa puede vender, emitir facturas y cumplir con sus compromisos de pago, pero seguir sin generar beneficios reales para sus propietarios.

Con el objetivo de medir esa rentabilidad de una forma sencilla, José Elías propone lo que denomina la “regla del 10%”. Según explica, los emprendedores deberían analizar cuánto dinero queda realmente disponible una vez cubiertos todos los gastos operativos y compromisos económicos de la empresa.

"Aplica la regla del 10%"

Para saber si tus números son reales, aplica la regla del 10%: si no queda ese 10% limpio en caja, el modelo no funciona”, afirma.

La reflexión concluye con una de las frases más contundentes de la publicación. “Estás jugando a los empresarios”, sentencia José Elías, en referencia a quienes mantienen negocios activos pero sin una rentabilidad suficiente para garantizar su sostenibilidad a medio y largo plazo.

© Difoosion

El fundador de Audax Renovables se mostró tajante acerca de su opinión sobre el problema real de los coches eléctricos en España / Imagen: José Elías
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La Guardia Civil lanza una advertencia: nunca hagas esto si recibes un mensaje inesperado

Las estafas digitales continúan multiplicándose y cada vez utilizan métodos más sofisticados para engañar a las víctimas. Ante esta situación, la Guardia Civil ha difundido un nuevo mensaje en redes sociales para recordar algunas pautas básicas de seguridad que pueden evitar el robo de información personal o bancaria.

Los delincuentes suelen recurrir a mensajes que transmiten una sensación de urgencia para lograr que la víctima actúe sin reflexionar. Avisos sobre supuestos problemas con una cuenta bancaria, paquetes pendientes de entrega, bloqueos de servicios o verificaciones inmediatas son algunos de los ejemplos más habituales utilizados en este tipo de fraudes.

Por ello, la Guardia Civil ha lanzado una advertencia directa a los ciudadanos. “¿Has recibido un mensaje urgente pidiéndote datos personales o bancarios? Desconfía”, señala el cuerpo a través de sus redes sociales.

Imprescindible actuar rápidamente

Los agentes recuerdan que una de las primeras señales de alerta es la presión para actuar rápidamente. Los ciberdelincuentes intentan generar preocupación o nerviosismo para que la persona facilite información sensible sin comprobar antes si la comunicación procede realmente de una fuente legítima.

Entre las recomendaciones difundidas por la Guardia Civil destaca la importancia de no acceder a enlaces cuya procedencia genere dudas. “No pulses enlaces sospechosos”, advierten. Muchos de estos enlaces redirigen a páginas falsas que imitan la apariencia de bancos, empresas de mensajería o administraciones públicas con el objetivo de obtener contraseñas, números de tarjeta o credenciales de acceso.

 

Otro de los consejos más importantes tiene que ver con los códigos de verificación que numerosas plataformas envían por SMS o aplicaciones de autenticación. “No compartas códigos de verificación”, recuerda la Guardia Civil. Estos códigos constituyen una barrera de seguridad adicional y, en manos de terceros, pueden facilitar el acceso a cuentas personales o bancarias.

Comprobar siempre la autenticidad

Además, los agentes insisten en la necesidad de comprobar siempre la autenticidad de cualquier comunicación antes de responder. “Verifica siempre la fuente”, recomiendan. En caso de duda, lo más aconsejable es contactar directamente con la entidad supuestamente remitente a través de sus canales oficiales.

La Guardia Civil concluye su mensaje recordando una idea fundamental en materia de ciberseguridad: “La prevención es la mejor defensa frente a las estafas”. Un consejo especialmente relevante en un contexto en el que los intentos de fraude a través de SMS, correo electrónico, aplicaciones de mensajería y redes sociales continúan creciendo y afectan cada año a miles de personas.

© Ministerio del Interior

Un Guardia Civil en una imagen de archivo
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Castilla y León, protagonista en la selección española que competirá en el Mundial de Fútbol Unificado de Paris

Special Olympics España ha presentado hoy la selección nacional de fútbol y la equipación oficial con la que competirá en la Copa del Mundo de Fútbol Unificado Special Olympics Paris 2026, que se celebrará del 6 al 11 de julio en la capital francesa.

Un combinado con notable presencia castellano y leonesa, ya que cuatro jugadores, entre ellos el cocapitán, Omar Sánchez, proceden de esta comunidad autónoma.

La presentación ha tenido lugar durante la concentración deportiva preparatoria del equipo nacional en el Stadium Casablanca de Zaragoza, donde se han reunido deportistas con discapacidad intelectual, deportistas unificados, entrenadores y responsables de Special Olympics España. Allí se han dado a conocer los integrantes de la selección española, que participará por primera vez en una Copa del Mundo de Fútbol Unificado Special Olympics.

Miguel Sagarra, presidente de Special Olympics España: “La participación de España en esta Copa del Mundo de Fútbol Unificado en París supone una oportunidad para visibilizar el poder del deporte como herramienta de inclusión, fomentando la convivencia, el trabajo en equipo y la normalización de la discapacidad dentro y fuera del terreno de juego”.

“Es un sueño vestir la camiseta de España en una copa del mundo”, señala Sergio Viñas, deportista de Special Olympics y cocapitán del equipo. “Estamos muy ilusionados de vivir esta experiencia y compartirla con deportistas de todo el mundo”, añade Omar Sánchez, deportista unificado y cocapitán de la selección.

La Copa del Mundo de Fútbol Unificado Special Olympics celebra este año su tercera edición, tras haber pasado por Chicago en 2018 y Detroit en 2022, siendo esta también la primera vez que el torneo se celebra en Europa. Organizada por Special Olympics International y Special Olympics Francia, reunirá en París a 24 selecciones (12 masculinas y 12 femeninas), formadas por deportistas con y sin discapacidad intelectual que compiten juntos dentro de Unified Sports, uno de los programas más emblemáticos de Special Olympics.

En la competición masculina, cada equipo está integrado por 16 jugadores y, durante los partidos, siempre hay sobre el terreno de juego seis deportistas con discapacidad intelectual y cinco jugadores sin discapacidad intelectual.

A través de un modelo deportivo basado en el principio de participación significativa, se garantiza que todos los integrantes del equipo tengan edades y capacidades similares, desempeñen un papel relevante dentro del juego y contribuyan activamente al rendimiento colectivo.

España se encuentra dentro del Grupo B de la competición masculina y se enfrentará a India el 7 de julio, a Libia el 8 de julio y a Ecuador el 9 de julio. El torneo comenzará con una fase de grupos formada por tres grupos de cuatro equipos, en la que cada selección disputará tres encuentros. A partir de los resultados obtenidos, los equipos se distribuirán en tres divisiones competitivas diferentes, compuestas por cuatro equipos cada una, con el objetivo de garantizar una competición equilibrada y adaptada al nivel demostrado por cada selección.

La concentración celebrada en Zaragoza ha servido como un gran encuentro de preparación antes del viaje a París y ha reunido a deportistas y jugadores unificados procedentes de Aragón, Castilla y León, Castilla-La Mancha, Cataluña y Madrid. Además de la presentación oficial del equipo y la equipación que vestirá la selección española durante la competición, la jornada acogerá entrenamientos y partidos preparatorios que se disputarán entre hoy y mañana, domingo 7 de junio.

© La Razón

Castilla y León, protagonista en la selección española que competirá en el Mundial de Fútbol Unificado de Paris
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Un economista advierte sobre la procedencia del poder aquisitivo en España: "El 90% de la riqueza de la clase media baja viene de la herencia"

El economista Gonzalo Bernardos ha vuelto a analizar la situación económica de los hogares españoles en el programa Más Vale Tarde, la capacidad de ahorro y las diferencias generacionales. Lo ha hecho después de recordar que, según un estudio de la Universidad de Purdue, el nivel de ingresos asociado a una mayor sensación de bienestar en España se sitúa en torno a los 77.192 euros anuales.

Sin embargo, Bernardos considera que esa cifra está muy alejada de la realidad de la mayoría de los trabajadores españoles. Según explica, el poder adquisitivo apenas ha aumentado un 5% en las últimas tres décadas, un incremento que califica de “insignificante” y que sitúa a España entre los países con peor evolución dentro de la OCDE.

Para el economista, detrás de esta situación se encuentran varios factores. Entre ellos menciona la devaluación salarial registrada durante la pasada década, el impacto de la inflación de los últimos años y la elevada dependencia de sectores como la hostelería, caracterizados por ofrecer salarios más bajos que otras actividades económicas.

Los mayores de 50 van francamente bien

Bernardos también destaca que la situación económica cambia radicalmente según la edad. “Los mayores de 50 van francamente bien, sobre todo si ya han heredado. El problema son los jóvenes”, afirma. A su juicio, la diferencia entre generaciones es cada vez más evidente y tiene mucho que ver con el acceso a la vivienda y con la acumulación de patrimonio.

En este sentido, el economista sostiene que las herencias se han convertido en un elemento decisivo para muchas familias. “En España el 90% de la riqueza de la clase media baja viene de la herencia”, asegura. Una afirmación con la que pretende reflejar hasta qué punto las transferencias de patrimonio entre generaciones están condicionando las oportunidades económicas de millones de personas.

Según Bernardos, los menores de 40 años son quienes afrontan mayores dificultades. Aunque muchos cuentan con una formación superior a la de generaciones anteriores, se encuentran con salarios más bajos, mayores problemas de estabilidad laboral y más obstáculos para ahorrar. “Cobran menos aunque tengan una titulación superior, muchas veces no tienen el trabajo a tiempo completo que desearían y valoran más el día a día que el futuro, porque creen que el futuro aún está muy lejano”, explica.

Dependencia de la ayuda familiar

El resultado, según el economista, es una creciente dependencia de la ayuda familiar para afrontar proyectos como la compra de una vivienda. De hecho, considera que España está viviendo una de las mayores transferencias de riqueza entre padres, abuelos, hijos y nietos de su historia reciente.

Bernardos también quiso pronunciarse sobre una cifra que suele aparecer con frecuencia en los debates sobre salarios: los 3.000 euros netos mensuales. Para muchos trabajadores, esa cantidad representa el umbral a partir del cual se alcanza una situación económica cómoda o estable. Sin embargo, el economista advierte de que se trata de una realidad reservada para una minoría.

Ese sueño dorado lo cumplen muy pocas personas. Solo el 5,8% de los declarantes cobra 60.000 euros al año, que es lo que significa tener 3.000 euros netos por 14 pagas”, concluye.

© Redes sociales

El economista y profesor titular de Economía de la Universidad Barcelona Gonzalo Bernardos
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Un cliente acusa a un restaurante de “atracadores nivel dios” y el local responde: "Podríamos publicarla como capítulo de un libro gastronómico"

Las reseñas de clientes y las respuestas de los establecimientos continúan dejando escenas de lo más llamativas en internet. La última en ganar notoriedad ha sido la protagonizada por un comensal y el restaurante Mediterránea7, un intercambio que ha llamado la atención por el tono crítico de la valoración y, sobre todo, por la respuesta cargada de ironía del local después de ser compartida por la cuenta Soy Camarero.

El cliente comenzó reconociendo que la experiencia gastronómica había sido positiva. Según explicó, la comida estaba “buenísima” y los platos combinados eran abundantes. Sin embargo, el principal motivo de su malestar fue el importe final de la cuenta, que ascendió a 61,05 euros para dos personas.

“Vamos a ir por partes, en primer lugar todo estaba buenísimo y los platos combinados generosos”, escribió en su reseña. No obstante, a continuación comparó los precios del establecimiento con los de las áreas de servicio de las autopistas y aseguró que el restaurante cobraba cantidades excesivas por algunos de sus productos.

Más de 60 euros en platos para dos personas

El usuario criticó especialmente el coste de los platos combinados y de los postres, llegando a ironizar con los ingredientes utilizados en las tartas. “Entiendo que tienen piñas, cocos y arándanos de cosecha propia”, señaló. Su comentario fue subiendo de tono hasta concluir que pagar más de 60 euros por dos personas era “de atracadores nivel dios”.

Además de los precios, el cliente también relató un incidente durante el servicio. Según su versión, parte de la ensalada cayó sobre la mesa cuando se sirvió el plato de su acompañante y posteriormente fue devuelta al mismo por una camarera.

 

La respuesta del restaurante no tardó en llegar y destacó por su tono desenfadado. “Muchas gracias por tomarse el tiempo de escribir una reseña tan detallada, casi podríamos publicarla como capítulo de un libro gastronómico”, comenzó señalando el establecimiento.

A continuación, el local respondió a las críticas sobre los precios con una dosis de humor. “Tomamos nota de su propuesta de ‘máximo 50 euros’ y la aplicaremos... en cuanto el mercado mayorista y la factura de la luz se unan a la iniciativa”, escribió.

Una respuesta educada

Tampoco dejaron pasar la referencia a los ingredientes de los postres. “Nuestros cocos, piñas y arándanos no son de cosecha propia (todavía), pero sí seleccionados con mimo para que las tartas sepan como hechas en casa... porque lo están”, añadieron.

Uno de los momentos más comentados de la respuesta llegó cuando el restaurante se refirió al episodio de la ensalada. “Lo de la ensalada de circuito cerrado nos ha hecho pensar: quizá tengamos que añadirlo como concepto ecológico en la carta”, ironizaron.

Pese al evidente desacuerdo con la valoración recibida, el establecimiento cerró su contestación con un tono cordial. “Lamentamos que no repita, aunque dejamos la puerta abierta... y el plato lleno, por si algún día cambia de opinión”.

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En la imagen, un plato combinado con pavo hecho al microondas.
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Una empresaria española da las claves para emprender: “Somos muy vagos y todos tenemos muchas ideas”

Con solo 31 años, la empresaria gallega Yaiza Canosa se ha convertido en una de las voces más reconocidas del emprendimiento español. Considerada por Forbes como una de las jóvenes menores de 30 años más influyentes, la fundadora de GOI, compañía especializada en logística voluminosa, ha compartido algunas de las situaciones de machismo y clasismo que ha vivido a lo largo de su trayectoria profesional.

En una entrevista concedida a The Objective, Canosa recordó algunos de los obstáculos que encontró al dirigir una empresa en un sector tradicionalmente dominado por hombres. Según explicó, una de las situaciones que más se repite es que muchas personas asumen que no ocupa un cargo directivo.

Me han preguntado muchas veces de quién soy la secretaria”, aseguró la empresaria, que señaló que este tipo de comentarios continúan produciéndose con frecuencia pese a su experiencia y trayectoria al frente de compañías de éxito.

Ser joven y mujer puede suponer una dificultad añadida

Canosa reconoce que ser joven y mujer puede suponer una dificultad añadida en determinados entornos empresariales, aunque considera que todas las personas se enfrentan a barreras diferentes a lo largo de su carrera profesional.

“Todos tenemos barreras en el camino. Hay veces que son de género, económicas o de capacidades. Lo que nos diferencia es cómo nos enfrentamos a ellas”, afirmó durante la entrevista.

La emprendedora también relató una anécdota ocurrida tras una reunión de trabajo que todavía recuerda por el mensaje que recibió. Según explicó, un asistente se acercó para darle un consejo que no esperaba.

“Me dijo que no sonriera tanto porque no transmitía seriedad”, recordó. Su respuesta fue inmediata: le recomendó sonreír más para no parecer “tan amargado”. Para Canosa, aquel episodio reflejaba cómo determinados prejuicios siguen presentes en algunos ámbitos profesionales.

Fiel a su personalidad

Más allá de estas experiencias, la empresaria defendió la importancia de mantenerse fiel a la propia personalidad y no modificar la forma de actuar para encajar en estereotipos ajenos. “No dejaré de ser como soy”, subrayó.

Durante la conversación también reflexionó sobre las claves del emprendimiento y del éxito profesional. A su juicio, las ideas por sí solas carecen de valor si no se ejecutan. “Todo el mundo tiene ideas. Lo que marca la diferencia es empezar a trabajar en ellas”, explicó.

Canosa, que actualmente participa en proyectos relacionados con la gestión educativa junto a otros empresarios, considera que la valentía, la constancia y la capacidad de actuar son factores mucho más importantes que la formación teórica cuando se trata de construir un proyecto empresarial sólido. Una filosofía que, según sostiene, ha guiado gran parte de su carrera.

Yaiza Canosa, la fundadora de Goi
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Un restaurante estalla contra un cliente: “Sigue tu camino y muérete de hambre”

Una reseña negativa y una respuesta todavía más contundente han convertido a un restaurante en protagonista de una nueva polémica en redes sociales. La cuenta de Soy Camarero ha difundido el intercambio entre un cliente y un establecimiento, una conversación que acumula reacciones por el tono utilizado por ambas partes.

Todo comenzó con una valoración de una estrella publicada por un usuario que cargó duramente contra el local tras su supuesta experiencia. El cliente no dejó prácticamente ningún aspecto sin criticar. “Los precios eran caros para los estándares españoles. La carne estaba cruda, las patatas fritas blandas, el personal antipático y la cerveza tibia”, escribió en su reseña.

"Prefiero morirme de hambre"

El comentario continuaba en términos igualmente duros. “Recomiendo beber agua de mar antes de tomar un poco de sal, porque las patatas fritas no tenían nada. En cualquier caso, eviten este antro a toda costa; prefiero morirme de hambre”, añadía el usuario antes de otorgar la puntuación mínima posible a la comida, el servicio y el ambiente.

Sin embargo, la respuesta del restaurante elevó todavía más la tensión. “Querido muerto de hambre que pierdes tu tiempo en escribir una reseña más falsa que tu jeta”, comienza la contestación publicada por el establecimiento.

 

A partir de ahí, el negocio fue respondiendo punto por punto a las acusaciones del cliente. Sobre la carne supuestamente cruda, defendió que algunos de sus platos se elaboran mediante cocciones lentas y cuestionó que el autor de la crítica hubiera estado realmente en el restaurante. “Si hubieras estado en nuestro restaurante podrías citar qué carne estaba cruda”, señala el texto.

"No sabes que existe una cosa en la mesa que se llama salero"

El establecimiento también respondió a las quejas sobre las patatas fritas y el nivel de sal de las mismas con otro mensaje que ha generado numerosas reacciones. “Eres tan ignorante que no sabes que existe una cosa en la mesa que se llama salero”, escribió el restaurante.

La contestación continuó cuestionando las críticas sobre el servicio y la cerveza, llegando a calificar al cliente de una persona con “ignorancia supina”. Pero fue el tramo final de la respuesta el que más comentarios provocó entre los usuarios de las redes sociales. “Lo único que has demostrado es tu ignorancia gastronómica y tu mala fe en tus ganas de desprestigiarnos”, afirma el local. Lejos de rebajar el tono, el mensaje concluye con dos frases especialmente llamativas: “Por favor, sigue tu camino y muérete de hambre, pero sin mentir como un cosaco” y “si estás amargado de la vida, ves al psicólogo”.

© La Razón

Camareros
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Christian Stein, nuevo CEO del Grupo Renault en España

A partir del próximo 1 de julio, Christian Stein será el nuevo CEO del Grupo Renault en España, reemplazando en el puesto a Josep María Recasens, quien ha sido recientemente nombrado CEO. Stein, un profundo conocedor del mercado del automóvil de nuestro país, compatibilizará esta nueva posición con su actual responsabilidad como jefe de Comunicación de todo el Grupo Renault en París, dependiendo directamente de François Provost, CEO de Renault a nivel mundial.

Christian Stein es máster en Administración de Empresas por la Emlyon Business School y cuenta con más de 35 años de experiencia en el sector del automóvil. Se inició en el mundo del motor en 1991 con la marca Peugeot, donde desarrolló labores profesionales en países como Francia, Bélgica y Reino Unido, ocupando diferentes posiciones en las áreas de retail, finanzas, ventas y marketing. En 2011 se incorporó a Seat, donde desempeñó las responsabilidades de director global de Marketing y director global de Comunicación y Asuntos Públicos. En 2020 llegó a Renault acompañando al anterior CEO, Luca de Meo, y es actualmente el responsable de Comunicación de todo el grupo a nivel mundial.

El CEO mundial de Renault, François Provost, ha destacado de él su experiencia, asociada a su profundo conocimiento del mercado español y de su cultura. «Será determinante, ha señalado, para acompañar la nueva fase que se abre en el país. Mercado estratégico y polo industrial importante del Grupo, España acaba de dar un paso decisivo con la asignación de cinco nuevos modelos y una nueva plataforma eléctrica a sus fábricas en el marco del plan futuREady. También quiero agradecer a Josep María Recasens su compromiso dentro del Grupo en estos últimos años y le deseo mucho éxito en sus futuros proyectos».

Este nombramiento se produce en el marco del lanzamiento del plan estratégico global de Renault Group, futuREady, y tras la reciente firma del nuevo convenio colectivo de Renault España, que garantiza el futuro de las fábricas españolas mediante la asignación de cinco nuevos modelos, consolidando su continuidad, así como el despliegue de la nueva plataforma eléctrica innovadora del Grupo.

Renault Group, que celebra en 2026 sus 75 años de historia en España, tiene una amplia implantación industrial, comercial y de I+D+i, con centros en Madrid, Valladolid, Palencia y Sevilla, así como una red de 482 puntos de venta y posventa que comercializan las marcas Renault, Dacia y Alpine, con el respaldo de Mobilize Financial Services.

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Christian Stein, nuevo CEO del Grupo Renault en España
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El 95% de los estudiantes aprueba la PAU en la Comunidad de Madrid

El 95,1% de los estudiantes de la Comunidad de Madrid que se han presentado a la Prueba de Acceso a la Universidad (PAU) este curso ha aprobado, es decir, un total de 34.921 jóvenes, ha informado el vicerrector de Estudios Oficiales de la Universidad de Alcalá de Henares (UAH), Javier Acevedo. En una rueda de prensa celebrada este jueves en el centro universitario alcalaíno, ha detallado que el dato es similar a años anteriores. Los mejores resultados se han producido en la rama de Ciencia y Tecnología, con un 97% de aptos, mientras que en Humanidades y Ciencias Sociales la cifra se sitúa en el 91,5%. En la general, el dato baja hasta el 83,8%. En total, se matricularon 42.047 estudiantes de la región para ambas fases, un incremento del 4,74% con respecto al año pasado.

En la fase de admisión se presentaron 38.519 estudiantes frente a 36.864 de la fase de acceso. De los que se matricularon, 34.984 alumnos proceden de Bachillerato y 3.535 de Formación Profesional (FP). Respecto a las materias en las que se matriculan cada uno de los estudiantes, la gran mayoría (72,5%) ha elegido dos materias en la fase de admisión, frente a un 19,4% se ha optado por una y un 8% que ha seleccionado tres asignaturas. Según ha trasladado el vicerrector de Estudios Oficiales de la UAH, se han solicitado 4.891 adaptaciones, un 11,8% del total de matriculados. La evolución del número de solicitudes de adaptación se ha incrementado aproximadamente en un 360% desde 2020.

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El 95,1% de los estudiantes aprueba la PAU en la Comunidad de Madrid, una cifra similar a la de años anteriores
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La pensión máxima alcanza los 6.719 euros en junio con la paga extraordinaria: más de 200.000 personas cobrarán esta cifra

Miles de pensionistas españoles verán incrementados sus ingresos durante este mes gracias al abono de la paga extraordinaria de verano. En el caso de quienes perciben la pensión máxima de jubilación, el ingreso alcanzará los 6.719,20 euros brutos al sumar la mensualidad ordinaria y la paga extra correspondiente a junio.

Tras la revalorización aplicada este año conforme al IPC, la pensión máxima del sistema público se sitúa en 3.359,60 euros brutos mensuales. Esta cuantía supone un aumento de 92 euros respecto al ejercicio anterior y eleva el importe anual hasta los 47.034,40 euros, teniendo en cuenta las 14 pagas que reciben la mayoría de los pensionistas.

Por ello, durante junio los beneficiarios de esta prestación percibirán una doble mensualidad. A la nómina habitual se suma la paga extraordinaria de verano, también de 3.359,60 euros, lo que sitúa el ingreso total del mes en 6.719,20 euros brutos.

La misma situación se repetirá en noviembre, cuando se abonará la paga extraordinaria de Navidad. Según las estimaciones de la Seguridad Social, alrededor de 200.000 pensionistas en España se encuentran actualmente en el nivel máximo de prestación y podrán beneficiarse de este ingreso reforzado.

¿Qué hay que hacer para cobrar la pensión máxima?

Acceder a la pensión máxima exige cumplir una serie de condiciones relacionadas con la carrera laboral y las cotizaciones realizadas durante la vida activa.

Uno de los requisitos fundamentales es haber cotizado por bases elevadas durante un largo periodo de tiempo. En 2026, la base máxima de cotización se sitúa en 5.101,20 euros mensuales.

Además, para obtener el 100% de la base reguladora es necesario acreditar al menos 36 años y medio de cotización. De no alcanzarse ese periodo, la cuantía de la pensión se reduce en función de los años efectivamente cotizados.

La edad ordinaria de jubilación también varía según la carrera laboral. Este año pueden jubilarse a los 65 años quienes acrediten al menos 38 años y tres meses cotizados. Para quienes no alcancen ese umbral, la edad ordinaria se retrasa hasta los 66 años y 10 meses.

El límite de las pensiones públicas

Los 47.034,40 euros anuales representan actualmente el techo máximo que puede percibirse a través del sistema público de pensiones en España. Aunque algunos trabajadores hayan cotizado por encima de lo necesario para alcanzar ese importe, la normativa establece un límite que impide superar esa cuantía mediante una pensión contributiva ordinaria.

Con la llegada de la paga extra de verano, los beneficiarios de esta prestación volverán a recibir uno de los ingresos más elevados del año, una situación que se repetirá nuevamente a finales de noviembre con el abono de la segunda paga extraordinaria.

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¿Cuántos años tengo que cotizar para jubilarme con el 100 % en 2026? Esto dice la nueva reforma de pensiones
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La Ley de Propiedad Horizontal desvela si puede utilizarse una plaza de garaje como trastero

Los garajes comunitarios son uno de los espacios que más conflictos generan en las comunidades de propietarios. Más allá de los problemas relacionados con el aparcamiento, es frecuente que surjan dudas sobre qué usos puede dar cada vecino a su plaza. Una de las cuestiones más habituales es si está permitido utilizar parte del espacio como almacén para guardar bicicletas, cajas, herramientas o incluso instalar pequeños armarios.

La respuesta, según la Ley de Propiedad Horizontal (LPH), no es un simple sí o no. La normativa reconoce a los propietarios el derecho a utilizar y disfrutar de sus elementos privativos, entre los que se encuentran las plazas de garaje. En concreto, el artículo 3 de la ley establece el derecho exclusivo sobre un espacio delimitado y susceptible de aprovechamiento independiente, lo que abre la puerta a determinados usos más allá del simple estacionamiento del vehículo.

Hay que respetar diferentes condiciones

Sin embargo, ese derecho no es ilimitado. La administradora de fincas Noelia Mochales explica en la Cadena Cope que es posible colocar determinados elementos o destinar parte de la plaza al almacenamiento siempre que se respeten varias condiciones fundamentales. Entre ellas, no invadir zonas comunes, no dificultar las maniobras de entrada y salida de otros vehículos y no incumplir posibles prohibiciones recogidas en los estatutos de la comunidad.

Además, la Ley de Propiedad Horizontal establece que ningún propietario puede realizar actuaciones que alteren la seguridad del edificio, afecten a la estructura del inmueble o perjudiquen los derechos del resto de vecinos. Por ello, aunque una plaza sea de uso privado, no puede convertirse libremente en un trastero si ello supone riesgos o molestias para la comunidad.

Otro aspecto importante que suele pasar desapercibido es el relacionado con los seguros. Según advierten los expertos, algunas pólizas de los garajes comunitarios están diseñadas exclusivamente para cubrir riesgos vinculados al estacionamiento de vehículos. La acumulación de determinados objetos podría generar problemas de cobertura en caso de incendio, daños materiales o accidentes, especialmente si el contenido almacenado incrementa el riesgo asegurado.

Los cargadores para coches eléctricos, una polémica ya resuelta

Junto al almacenamiento de objetos, otro de los asuntos que más controversia ha generado en los últimos años es la instalación de puntos de recarga para vehículos eléctricos. En este caso, la situación ha quedado aclarada por la jurisprudencia del Tribunal Supremo.

La justicia ha establecido que las comunidades de propietarios no pueden impedir que un vecino instale un punto de recarga en su plaza de garaje. Para ello no es necesario obtener una autorización expresa de la comunidad, sino únicamente comunicar previamente la intención de realizar la instalación.

Así lo ha recordado el experto en motor Alfonso García en la Cadena Cope, quien subraya que el propietario únicamente debe informar a la comunidad o al administrador de la finca antes de iniciar los trabajos. La resolución del Supremo también aclara que el hecho de que el cableado atraviese elementos comunes no justifica una prohibición, salvo que la instalación genere un perjuicio innecesario o desproporcionado para el resto de propietarios.

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Puerta de un garaje
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CSIF reúne cerca de 50.000 firmas para impulsar la enfermería escolar en Castilla y León

La Central Sindical Independiente y de Funcionarios (CSIF) y el Consejo de Colegios de Enfermería de Castilla y León reclamaron hoy a la Junta que impulse de forma prioritaria la implantación de la enfermería escolar en la Comunidad y avance en la tramitación de la Iniciativa Legislativa Popular (ILP) promovida por el sindicato para regular esta figura en los centros educativos.

Durante la presentación de una jornada sobre la implantación de la enfermería escolar en Castilla y León celebrada en Palencia, la presidenta del sector autonómico de Educación de CSIF, Isabel Madruga, anunció que la campaña de recogida de firmas iniciada en septiembre de 2025 reunió ya cerca de 50.000 apoyos ciudadanos. El plazo para presentar las rúbricas concluye el próximo 26 de junio.

Madruga recordó que la ILP fue registrada en las Cortes de Castilla y León en mayo de 2025 y consideró que la nueva etapa política que se abre en la Comunidad debe servir para convertir esta propuesta en una prioridad del Ejecutivo autonómico. En este sentido, pidió al presidente de la Junta, Alfonso Fernández Mañueco, que impulse cuanto antes la tramitación parlamentaria de la norma.

La responsable sindical defendió que la presencia de personal sanitario en los centros educativos permitiría mejorar la prevención y la atención a la salud del alumnado, especialmente de aquellos estudiantes con enfermedades crónicas, raras o graves, además de ofrecer apoyo a toda la comunidad educativa. También subrayó que esta medida contribuiría a reforzar la labor docente y a eliminar situaciones en las que el profesorado se ve obligado a asumir responsabilidades sanitarias para las que no está formado y que generan inseguridad jurídica.

Asimismo, reclamó que la futura regulación concrete aspectos como las funciones del personal sanitario, las ratios de atención y los criterios de implantación en los centros, especialmente en el medio rural. Según explicó, la propuesta supondría un coste equivalente al 0,48 por ciento del presupuesto de la Junta, una cuantía que calificó de “factible”.

Madruga incidió además en la escasa implantación actual de esta figura en Castilla y León, donde, según señaló, existen entre 24 y 26 enfermeras escolares. Como ejemplo de su utilidad, citó el caso de un centro educativo de Zamora que cuenta con este recurso y cuya profesional sanitaria realizó ya unas 220 intervenciones durante el presente curso escolar. “Está demostrado que es necesario para prevenir, para cuidar y también para facilitar información sobre el cuidado de la salud, cuestiones de prevención de enfermedades y también para descongestionar el sistema sanitario”, señaló Madruga en declaraciones recogidas por Ical.

Por su parte, el presidente del Consejo de Colegios de Enfermería de Castilla y León, Enrique Ruiz, expresó el respaldo de la organización colegial a la creación de la enfermería escolar y defendió que se trata de una figura “imprescindible” para garantizar los derechos a la educación y a la salud del alumnado.

Ruiz destacó que la labor de estos profesionales no se limita a la atención de urgencias o de casos específicos, sino que incluye actuaciones de educación para la salud, promoción de hábitos de vida saludables y prevención de problemas como la obesidad infantil, las adicciones o las enfermedades de transmisión sexual. Además, señaló que pueden desempeñar un papel relevante en la detección de situaciones de acoso escolar o maltrato.

A su juicio, la incorporación de enfermeras escolares supondría no solo un beneficio social y educativo, sino también un ahorro futuro para el sistema sanitario, al contribuir a reducir enfermedades y conductas de riesgo desde edades tempranas.

Tanto CSIF como el Consejo de Colegios de Enfermería coincidieron en reclamar una financiación suficiente y estable para garantizar la implantación efectiva de esta figura en los centros educativos de Castilla y León, siguiendo el modelo de otras comunidades autónomas y de países europeos donde la enfermería escolar ya está plenamente consolidada.

Peticiones para el futuro

A la espera de la configuración definitiva del nuevo Ejecutivo autonómico, CSIF reclamó a los futuros consejeros una negociación “real y activa” para mejorar las condiciones laborales de los empleados públicos de Castilla y León. La presidenta del sector de Educación del sindicato, Isabel Madruga, demandó avances en materia retributiva, permisos, carrera profesional y reducción de la temporalidad, así como la aprobación de ofertas de empleo público amplias y medidas de atracción y retención del talento.

En el ámbito educativo, situó entre las prioridades la equiparación salarial con las comunidades autónomas que cuentan con las retribuciones más elevadas, al asegurar que existen diferencias de entre 500 y 800 euros mensuales, además de exigir el cumplimiento de los compromisos recogidos en el acuerdo sectorial de septiembre de 2025, entre ellos la reducción de la jornada lectiva para los mayores de 55 años y el reconocimiento de la función tutorial.

Por su parte, el presidente del Consejo de Colegios de Enfermería de Castilla y León, Enrique Ruiz, instó al nuevo equipo de la Consejería de Sanidad a reforzar la Atención Primaria y a abordar el déficit estructural de profesionales de enfermería, que cifró en unos 5.000 efectivos en la Comunidad para equipararse a los estándares europeos. Asimismo, reclamó la implantación de la enfermería escolar en todos los centros educativos, lo que supondría incorporar otros 1.045 profesionales, y pidió revisar el borrador de ratios de personal en los centros sociosanitarios para garantizar la presencia de enfermeras en las residencias de personas dependientes.

Ruiz también reivindicó un mayor reconocimiento del liderazgo enfermero dentro de la Administración autonómica y la posibilidad de que estos profesionales puedan acceder a puestos de responsabilidad y gestión en igualdad de condiciones con otros cuerpos de la función pública.

© Brágimo/Ical

Jornada de CSIF en Palencia
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