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Del clavel a la seriedad: la tormenta saca una potente versión de Roca Rey, Talavante y Hernández

Beneficencia nos traía de nuevo a Madrid. A Las Ventas. Al cierre del ciclo continuado. Fuera de abono pero con las figuras. La segunda y última de Roca, la tercera de Talavante y la esperada de Víctor Hernández después de transitar dos de los milagros de San Isidro (que no han sido pocos). El primero de Victoriano fue protestado y de ello al descaste. Poca cosa llegó a la muleta. Talavante no se complicó y nos dejó una estocada baja.

La tarde empezó cuando Víctor Hernández quitó al segundo y Roca replicó. Cuando empieza a haber esas cosas entre los toreros trasciende. Brindó al público y esperó después en los medios de rodillas acercando posiciones para pegarle un pase cambiado por la espalda. El explosivo vino después cuando se le paró a un metro. Aguantar ahí sí que entra en los registros del valor auténticos y de ser capaz de mantener las pulsaciones en orden. Una barbaridad para los sentidos. Por eso la plaza fue un resorte de emoción como respuesta. Intentó faena Roca con la muleta muy por abajo y también punto por fuera. Pronto llegaron las protestas y tan fugaz como habían entrado en faena salieron. Se rajó el toro y en las tablas le entró a matar.

Como si cielo y tierra se pusieran de acuerdo cuando Víctor Hernández paró al tercero se despertó el viento amenazante de tormenta mientras las nubes se tornaban a negruzcas y Antonio, que vende las mejores almendras del mundo, ofrecía chubasqueros. Lo teníamos claro. No había escapatoria. Se fue al Seis a hacer faena para resguardarse del vendaval y fue una pena porque el toro lo hubiéramos visto de otra manera en los medios. Por la zurda vinieron los mejores momentos en esa puesta en escena repleta de verdad y entrega y algunos muletazos espectaculares, por largos y puros. El toro tenía la primera arrancada buena, larga y explosiva, era la de la inercia, según avanzaba y más en esos terrenos, se quedaba más por abajo. La espada demoró lo que había hecho Hernández con ambición y profundidad.

La tormenta se desató en el cuarto con Talavante. Fue tremendo. En nada la plaza era un auténtico barrizal. De ahí el mérito de Alejandro, porque solo estar delante y sacar la faena ya era todo. La espada no le acompañó. De buen juego el toro. El ruedo una piscina.

La plaza estaba impracticable, pero el duelo de fieras hacía que tirarán para adelante como fuera y a pesar del peligro que suponía Roca tiró con el quinto. La vida le desafió más porque fue toro complicado, exigente, mirón, que se la tenía guardada. Expuso y arriesgó Roca como si se tuviera todo que ganar. Firme, con todo, arrestos puro, seguridad en la incertidumbre del toro. Subió hasta la cima y la espada le derribó.

Colocó la cara bien abajo el sexto, pero le costó viajar y eso era muy desafiante por la cortedad del viaje. La honestidad de la faena de Víctor fue abrumadora, hiciera el toro lo que hiciera y más allá de las imperfecciones se imponía la verdad del toreo y la búsqueda de una manera de ser y estar en la plaza que no busca atajos y eso, en estos tiempos, vale mucho. La espada, cómo puede ser esa espada... La espada, en general, no estuvo a la altura de una tarde que era de clavel y acabó siendo para héroes.

Ficha del festejo

Beneficencia. Toros de Victoriano del Río, bien presentados. El 1º, descastado; 2º, noble y a menos, se raja; 3º, repetidor y con transmisión; 4º, de buen juego; 5º,complicado; 6º, humilla pero corta arrancada. Lleno de «No hay billetes».

Alejandro Talavante, de catafalco y oro, estocada caída (silencio); media, dos pinchazos, estocada baja, tres descabellos (ovación).

Roca Rey, de pizarra y oro, estocada baja (palmas); dos pinchazos, aviso, estocada baja (ovación).

Víctor Hernández, de verde hoja y oro, estocada, dos avisos (silencio); estocada baja, aviso (ovación).

© La Razón

Roca Rey en el quinto toro. Corrida de la Beneficencia en las Ventas
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Ato em São Paulo presta solidariedade a protestos na Bolívia

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Um ato em solidariedade ao povo boliviano foi realizado na tarde deste domingo (14), em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação reuniu bolivianos que vivem no Brasil, apoiados por movimentos sociais e sindicalistas.

Os manifestantes pedem a renúncia do presidente Rodrigo Paz e a revogação da Lei de Estado de Exceção, que autoriza as Forças Armadas a reprimirem protestos no país.

Notícias relacionadas:

Integrante do movimento FeminismoComunitário de Abya Yala - Tecido Pindorama Brasil, Rafaela Vilaça foi uma das organizadoras do ato e reforçou que o objetivo era demonstrar apoio aos protestos na Bolívia.

"É para a gente colocar a nossa solidariedade e colocar que o que acontece com o povo na Bolívia também acontece aqui com o povo brasileiro. Além disso, a luta da Bolívia é a luta do Brasil hoje também”, disse.

O governo Paz enfrenta uma série de protestos que pedem sua renúncia. A mobilização reúne camponeses, indígenas, professores, mineiros, entre outras categorias. Bloqueios em estradas têm causado desabastecimento em várias regiões do país andino, levando à escassez de combustíveis, alimentos e medicamentos nas cidades afetadas.

Decisões do novo presidente boliviano, que assumiu o poder após quase 20 anos de hegemonia da esquerda, vinham provocando manifestações no país desde o início do mandato, em dezembro de 2025, com um decreto que retirava o subsídio à gasolina.

Os protestos aumentaram depois de camponeses e indígenas acusarem o governo de promulgar leis fundiárias com o objetivo de prejudicar pequenos agricultores e em favor de grandes empresários do agronegócio.

“A Bolívia hoje também sofre pelos altos preços e pela falta de combustível. Além disso, os governos anteriores da Bolívia tinham um processo em que os alimentos eram muito acessíveis à população. Hoje, isso já não acontece. Tem falta de alimento e o que tem é muito caro”, criticou Rafaela.

“Por isso os povos hoje estão na rua e em luta. Essa luta é defender os direitos dos bolivianos. E aqui em São Paulo isso não é diferente: os bolivianos estão aqui, mas estão também solidários ao que está acontecendo lá”.

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Ato em São Paulo presta solidariedade a protestos na Bolívia

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Decisões do novo presidente boliviano, que assumiu o poder após quase 20 anos de hegemonia da esquerda, vinham provocando manifestações no país desde o início do mandato, em dezembro de 2025, com um decreto que retirava o subsídio à gasolina.

Os protestos aumentaram depois de camponeses e indígenas acusarem o governo de promulgar leis fundiárias com o objetivo de prejudicar pequenos agricultores e em favor de grandes empresários do agronegócio.

“A Bolívia hoje também sofre pelos altos preços e pela falta de combustível. Além disso, os governos anteriores da Bolívia tinham um processo em que os alimentos eram muito acessíveis à população. Hoje, isso já não acontece. Tem falta de alimento e o que tem é muito caro”, criticou Rafaela.

“Por isso os povos hoje estão na rua e em luta. Essa luta é defender os direitos dos bolivianos. E aqui em São Paulo isso não é diferente: os bolivianos estão aqui, mas estão também solidários ao que está acontecendo lá”.

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Manifestantes protestam na Paulista contra exportação de animais vivos

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Entidades e ativistas da causa animal protestaram neste domingo (14), em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, em São Paulo, contra a exportação de animais vivos.

O ato é parte de um movimento nacional contrário à prática e busca chamar a atenção para os impactos ambientais, sanitários e econômicos associados ao transporte de animais vivos.

Notícias relacionadas:

De acordo com os ativistas, o transporte de carga viva submete os animais a riscos elevados de acidentes e coloca em risco a saúde e o bem-estar deles, por conta do confinamento prolongado e da superlotação.

Ativista do Movimento Nacional pelo Fim das Exportações de Animais Vivos, Patrícia Aguiar, defendeu que animais não sejam transportados ainda vivos para que sua carne seja consumida em outros países.

“A gente não quer acabar com o agronegócio. O que a gente quer acabar é com essa crueldade que acontece com os animais. Nas exportações, os animais passam por maus-tratos intrínsecos, desde a saída das fazendas até o final deles, que é no Oriente Médio, com o abate. O que a gente quer é acabar com as exportações dos animais vivos. Quer exportar? Exporte carne congelada”, ressaltou.

Em entrevista à Agência Brasil durante o ato, a ativista afirmou que, durante essas viagens, os animais são submetidos a muitos tipos de violência, sendo obrigados a viver em espaços apertados e em meio às próprias fezes e urinas, além de serem expostos a quantidades elevadas de amônia.

“Nas exportações, eles já vão em caminhões fechados por cinco ou seis dias na estrada. Eles vão em pé, com o piso escorregadio, porque, ali, eles defecam e urinam. Muitos chegam com as patas quebradas já no porto e são obrigados a embarcar no navio com essas patas quebradas”, contou.

Outro problema seria a superlotação. Segundo ela, os navios são antigos e chegam a embarcar até 24 mil bois.

“A exportação de animais vivos, além de ser cruel, é totalmente antiética e inconstitucional, porque fere o artigo da Constituição sobre tratamento aos animais. Além disso, ela é anti-ambiental, por conta dos riscos de acidentes, como a gente já teve aqui no Brasil, em 2015, no Pará, quando um navio naufragou com 5 mil bois”.

Segundo a ativista, atualmente, cinco projetos de lei estão tramitando no Congresso Nacional buscando proibir ou aumentar a taxação de exportação e importação de animais vivos.

“Hoje, nós temos cinco projetos de lei que estão parados. O que está mais à frente é um que está no Senado, o Projeto de Lei 3093/2021, que pede totalmente o fim da exportação de animais vivos”.

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Manifestantes protestam na Paulista contra exportação de animais vivos

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Ativista do Movimento Nacional pelo Fim das Exportações de Animais Vivos, Patrícia Aguiar, defendeu que animais não sejam transportados ainda vivos para que sua carne seja consumida em outros países.

“A gente não quer acabar com o agronegócio. O que a gente quer acabar é com essa crueldade que acontece com os animais. Nas exportações, os animais passam por maus-tratos intrínsecos, desde a saída das fazendas até o final deles, que é no Oriente Médio, com o abate. O que a gente quer é acabar com as exportações dos animais vivos. Quer exportar? Exporte carne congelada”, ressaltou.

Em entrevista à Agência Brasil durante o ato, a ativista afirmou que, durante essas viagens, os animais são submetidos a muitos tipos de violência, sendo obrigados a viver em espaços apertados e em meio às próprias fezes e urinas, além de serem expostos a quantidades elevadas de amônia.

“Nas exportações, eles já vão em caminhões fechados por cinco ou seis dias na estrada. Eles vão em pé, com o piso escorregadio, porque, ali, eles defecam e urinam. Muitos chegam com as patas quebradas já no porto e são obrigados a embarcar no navio com essas patas quebradas”, contou.

Outro problema seria a superlotação. Segundo ela, os navios são antigos e chegam a embarcar até 24 mil bois.

“A exportação de animais vivos, além de ser cruel, é totalmente antiética e inconstitucional, porque fere o artigo da Constituição sobre tratamento aos animais. Além disso, ela é anti-ambiental, por conta dos riscos de acidentes, como a gente já teve aqui no Brasil, em 2015, no Pará, quando um navio naufragou com 5 mil bois”.

Segundo a ativista, atualmente, cinco projetos de lei estão tramitando no Congresso Nacional buscando proibir ou aumentar a taxação de exportação e importação de animais vivos.

“Hoje, nós temos cinco projetos de lei que estão parados. O que está mais à frente é um que está no Senado, o Projeto de Lei 3093/2021, que pede totalmente o fim da exportação de animais vivos”.

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Meghan Parnell (fundadora y voz de Bywater Call): «El precioso entorno mejora la experiencia de tocar en Canarias»

El Teatro Leal de La Laguna recibe este martes 16 de junio a Bywater Call, un colectivo canadiense compuesto por siete músicos que fusionan rock, blues, funk, R&B y soul. Liderados por la voz de Meghan Parnell y la guitarra de Dave Barnes, la banda actúa a partir de las 20:00 horas par presentar sus últimos temas y algunos adelantos.

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Marta Pérez (42 años, podóloga y experta en psiconeuroinmunología): «Estamos en el mundo para vivir bien; no tiene sentido alargar la vida si no hay calidad»

Podóloga de referencia en Santa Cruz de Tenerife y especialista en psiconeuroinmunología, Marta Pérez (42 años) lleva casi dos décadas dedicada a la atención clínica. Su trayectoria, vinculada también al ámbito deportivo como podóloga del Club Deportivo Tenerife, ha evolucionado hacia un enfoque integrativo de la salud. Actualmente, dirige el pódcast Más vida a los años, un espacio divulgativo centrado en hábitos cotidianos que influyen en el bienestar.

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How Redistricting Pit Wasserman Schultz Against Black Democrats in Florida

Four candidates running in a historically Black district risk dividing the Black vote and losing to Ms. Wasserman Schultz, who is white.

© Eric Lee/The New York Times

After Republicans redrew her district to favor their party, Representative Debbie Wasserman Schultz decided to run in a nearby historically Black district, pitting her against some Black Democrats in the state.
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Este es el cartel de hoy, 14 de junio, de Beneficencia, que ha reventado taquilla y expectación en Las Ventas (horario y dónde verlo)

Este domingo 14 de junio se celebra una de las citas más emblemáticas del calendario taurino: la Corrida de Beneficencia. Tras una semana de silencio en los tendidos madrileños, con la celebración de la extensa y exitosa Feria de San Isidro Las Ventas vuelve a abrir sus puertas para cerrar un ciclo (aunque está fuera de él) que ha dejado nombres propios, gestas inesperadas y tardes para el recuerdo.

La última comparecencia en el coso madrileño tuvo lugar el pasado 7 de junio, cuando Borja Jiménez asumió en solitario el desafío de lidiar la corrida homenaje a Ignacio Sánchez Mejías. Ahora, el protagonismo pasa a una terna de máxima expectación para clausurar la feria.

Cartel de la Corrida de Beneficencia

Se anuncian reses de Victoriano del Río y Toros de Cortés para:,

Alejandro Talavante, triunfador de la feria de San Isidro que abrió la Puerta Grande al cortar dos orejas a uno de los toros de la feria.

  • Roca Rey

  • Víctor Hernández

Tres nombres que llegan a la cita con argumentos distintos, pero con el mismo objetivo: dejar la última gran huella de San Isidro antes de que se apaguen las luces de la Monumental madrileña en cuanto al ciclo continuado, porque Madrid, como plaza de temporada que es continúa su camino.

Horario de la corrida

El festejo dará comienzo a las 19:00 horas en la Plaza de Toros de Las Ventas.

Como es tradición, se espera un lleno absoluto en los tendidos para una corrida que, además de su relevancia histórica, reúne a dos de las máximas figuras del escalafón junto a uno de los toreros que mejor sensación ha dejado durante la feria.

Dónde ver la Corrida de Beneficencia por televisión

Los aficionados podrán seguir la corrida en directo a través de:

  • Telemadrid

  • Castilla-La Mancha Media

  • Aragón TV

  • À Punt

Asimismo, la retransmisión estará disponible en las plataformas digitales y aplicaciones oficiales de cada una de estas cadenas.

La Corrida de Beneficencia pondrá el punto final a más de un mes de actividad continuada en Las Ventas. Un ciclo marcado por las grandes actuaciones de veteranos como Antonio Ferrera, Diego Urdiales o Sebastián Castella, el protagonismo de los novilleros y la irrupción de nuevos nombres que han logrado abrirse paso en la feria más exigente del mundo.

Con Talavante, Roca Rey y Víctor Hernández frente a los toros de Victoriano del Río y Cortés, Madrid se prepara para escribir la última página de un Madrid que ha vuelto a demostrar por qué sigue siendo el gran escaparate del toreo.

© La Razón

Vista panorámica de la Plaza de Las Ventas, durante la Feria San Isidro.
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President Trump Endorses Mike Collins in Georgia Senate Runoff

Mr. Trump backed Mr. Collins over Derek Dooley, a former football coach supported by Gov. Brian Kemp, a Republican whose relationship with the president is strained.

© Audra Melton for The New York Times

Representative Mike Collins, Republican of Georgia, received President Trump’s coveted endorsement on Sunday.
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Dios no estuvo de su lado: la banda del Vaticano cae tras un mes frenético de atracos y disfraces

Una monja y un cura con mascarilla llaman a la puerta del establecimiento de compraventa de oro. Son las once y media de la mañana, es la calle de Alcalá, una de las principales arterias de Madrid. A esa hora caminan por sus aceras decenas de personas y circulan por su calzada otros tantos coches. La dependienta del local abre a los dos clientes y vuelve a su cubículo. Estos la requieren para ver unos productos en concreto. Es entonces cuando la atacan, la introducen a la fuerza en la parte trasera del local y llaman al compinche. Aun no saben que es su último golpe y que en unos segundos tendrán todos las manos esposadas. Ni encomendarse a dios con sus disfraces les ha servido de nada.

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Dos de los robos de la banda del Vaticano: en la calle de Alcalá y en un centro comercial de Puente de Vallecas.
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The Greatest Operas Based on Greek Mythology

opera Greek mythology
Maria Callas played Medea among many other roles in her glittering career. Greek mythology has played a huge role itself in opera as an art form. Credit: Facebook/Maria Callas

There are at least fourteen major operas that are based on themes and personages from Greek mythology and its glittering history. That says all one needs to know about the universality of Greek mythology and history, how much these have meant to the Western world, and how relevant they remain to this day.

The titanic themes of love, power, jealousy, greed, fear are all there in Greek mythology and history, and of course, they are well-represented in opera as well, which usually takes its listeners and viewers on emotional roller coasters through those same motifs.

14 operas based on Greek mythology

Operas were first conceived in the late sixteenth century, growing out of the oratorios, often using religious themes, that had been sung by groups and soloists for centuries.

Opera as we know it today began in 1597 with Ottavio Rinuccini’s “Dafne,” (Daphne), which was set to music by Jacopo Peri. Staged as court entertainment, this first opera was a tour-de-force not only of sound but of drama, as well.

The group of Florentine poets and musicians to which Rinuccini belonged, known as the Camerata, sought to revive Greek drama and music as part of the general Renaissance of Greek and Classical culture that was taking place in Western Europe at the time. Not content to explore only themes from the Bible and religious history, they felt it was now time to portray the great stories of the past.

This group of humanist intellectuals would go on to be the pioneers of opera; in many ways, they brought to life the texts written by ancient Greek philosophers, writers, and poets once again, eventually bringing these works to a modern audience.

Florence’s ruling Medici family, strong supporters of all the arts, was sufficiently taken with Dafne to allow Peri’s next work, Euridice, to be performed as part of Marie de’ Medici and Henry IV’s wedding celebrations in 1600.

Thanks to opera’s interest in and preservation of ancient Greek drama, it is no surprise that one of its founding fathers, Claudio Monteverdi, chose Greek tragedy as the theme of his first work.

L’Orfeo (Orpheus) Opera, by Monteverdi

Universally acknowledged as opera’s first masterpiece, Claudio Monteverdi’s L’Orpheo (Orpheus) was a gelling of ideas from the great minds of the Camerata and other composers of that time.

Matthew Aucoin also used this classic tale for his new opera Euridyce, which was first staged at the LA Opera in 2020—420 years after the premiere of the first opera based on Euridyce, created by Jacopo Peri.

The tragic story of Orpheus and Eurydice is as old as time itself, or at least as old as Greek mythology.

As the story goes, Orpheus, ancient Greece’s legendary hero, was endowed with superhuman musical skills. He became the patron of a religious movement based on sacred writings that were said to be his own. Orpheus was said to be the son of a Muse (most likely Calliope, the patron of epic poetry) and Oeagrus, a king of Thrace (although others say it was Apollo).

The story (and the opera) relates the tragic events of his wedding day, when his bride, Eurydice, is bitten by a snake and dies. The newly-widowed Orpheus manages to convince the rulers of the underworld to allow his wife a few more years in the land of the living.

Eurydice is only allowed to leave the underworld as long as Orpheus leads her home without looking back. He gives in to temptation, however, believing his wife is not behind him, and she is tragically trapped in the underworld forever.

In Greek mythology, the heartbroken Orpheus is then killed by wild beasts. Fortunately — certainly for opera lovers—Monteverdi created a happier ending to the story.

The story of Orpheus continues to be opera’s most popular work based on Greek mythology to this day. From Gluck’s Orpheus and Eurydice (Orfeo ed Euridice) to Philip Glass’s chamber opera Orphée, and Harrison Birtwistle’s The Mask of Orpheus, composers have been drawn to the tale for hundreds of years.

Dafni, “Daphne,” by Rinuccini

The story of Daphne, the nymph from Greek mythology who was turned into a tree to escape the lustful advances of the god Apollo, was first set to music by Jacopo Peri, but at least two of the six surviving fragments are by Jacopo Corsi. The libretto, by Rinuccini, survives complete; the music,  mostly now lost, was first performed during the Carnival of 1598 at the Palazzo Corsi.

Daphne was the child of Peneus, a Thessalian river god. Her decidedly sad and violent story in which she is transformed into a tree to escape the lustful attention of the god Apollo, gives rise to the ancient explanation of the creation of the laurel tree, known as “Daphne” by the ancient Greeks.

Les Troyens, by Hector Berlioz

Les Troyens, or The Trojans, a French grand opera in five acts, is based loosely on the history of the Trojan War, although the libretto was written by Berlioz himself from Virgil’s epic poem the Aeneid. With a score composed between 1856 and 1858, it is another opera based on Greek history and mythology, and one that best exemplifies the art form.

Featuring characters such as Priam, Hector and Andromache, it is a triumph of spectacle that brings Ancient Greece vividly back to life.

“Alessandro,” by Handel

Alessandro, an opera based on the extraordinary life of Alexander the Great, was composed by George Frideric Handel in 1726 for the Royal Academy of Music. Paolo Rolli’s libretto is based on the story of Ortensio Mauro’s “La superbia d’Alessandro.” This was the first time the famous singers Faustina Bordoni and Francesca Cuzzoni appeared together in one of Handel’s operas. The original cast also included Francesco Bernardi, who was known as Senesino.

Handel’s opera received its first performance on May 5, 1726 at the King’s Theatre, London and was reportedly received “with great applause.”

The story recounts Alexander the Great’s journey to India and depicts him less in a heroic vein than as vainglorious and indecisive in matters of the heart. The work’s charm and lightness of touch make it at times almost a comic work—something which is extremely unusual in the realm of Greek mythology and history.

Atalanta, by George Friedrich Handel

The huntress Atalanta from Boeotia, the daughter of King Schoeneus, was primarily noted for her skill in running, according to Greek mythology. Atalanta was a local figure allied to the goddess Artemis. Statues of the goddess show her taking off at a full sprint.

Atalanta, the pastoral opera in three acts by George Frideric Handel, was composed in 1736.

The great composer created it for the London celebrations of the marriage in 1736 of Frederick, Prince of Wales, eldest son of King George II, to Princess Augusta of Saxe-Gotha. The first performance took place on May 12, 1736 in the Covent Garden Theatre.

Médée (Medea), by Luigi Cherubini

With a libretto by François-Benoît Hoffman (Nicolas Étienne Framéry) this is a French language opéra-comique based on Euripides’ tragedy of Medea and Pierre Corneille’s play Médée. It is set in the ancient city of Corinth.

The opera was premiered on March 13, 1797 at the Théâtre Feydeau, in Paris. During the twentieth century, it was usually performed in Italian translation as Medea, with the spoken dialogue replaced by recitatives that were not authorized by the composer. More recently, opera companies have returned to Cherubini’s original version.

Greece’s operatic queen Maria Callas performed this work to thunderous ovations in December of 1961 at La Scala, in a tour de force that has gone down in operatic legend.

Phryné

Phryné is an 1893 opéra comique in two acts by Camille Saint-Saëns, with a libretto by Lucien Augé de Lassus, based on the life of ancient Greek courtesan Phryne. Saint-Saëns also wrote the much-loved Carnival of the Animals.

Phryne, born c. 371 BC, was an ancient Greek courtesan or hetaira. She is best known for her trial for impiety, where she was defended by the orator Hypereides. She was born the daughter of Epicles at Thespiae in Boeotia but lived in Athens.

The most well-known event in Phryne’s life is her trial. Athenaeus writes that she was prosecuted for a capital charge and defended by the orator Hypereides, who was one of her lovers. Athenaeus does not specify the nature of the charge, but Pseudo-Plutarch writes that she was accused of impiety.

The speech for the prosecution was written by Anaximenes of Lampsacus, according to Diodorus Periegetes. When it seemed as if the verdict would be unfavorable, Hypereides removed Phryne’s robe and bared her breasts before the judges to arouse their pity. Her beauty instilled the judges with a superstitious fear, and they could not bring themselves to condemn “a prophetess and priestess of Aphrodite” to death. They decided to acquit her forthwith.

Temistocle (Themistocles) Opera, by Johann Christian Bach

Temistocle (Themistocles) is an opera seria in three acts by the German composer Johann Christian Bach. The Italian text is an extensive revision of the libretto by Metastasio first set by Antonio Caldara in 1736, by Mattia Verazi, court poet and private secretary to the Elector Palatine Carl Theodor.

The opera was the first of two which J. C. Bach composed for the Elector Palatine. Some of the music was reused from earlier works, including part of the overture from Carattaco (composed in London in 1767).

The opera takes place in Persia. Themistocles, together with his son Neocle, has been expelled from Athens. He arrives incognito at Susa, the capital of his arch-enemy King Serse, to find that his daughter Aspasia (in love with the Athenian ambassador Lisimaco) has also made her way there following a shipwreck. Eventually, all is revealed, and Serse magnanimously pardons everybody, unites the lovers, and makes peace with Athens.

Thespis, by Gilbert and Sullivan

Thespis, or “The Gods Grown Old,” is an operatic extravaganza that was the first collaboration between dramatist W. S. Gilbert and composer Arthur Sullivan. It is another in the much-needed genre of a lighter take on Greek mythological stories. Gilbert and Sullivan were the most famous and successful artistic partnership in Victorian England, creating a string of enduring comic opera hits, including H.M.S. Pinafore, The Pirates of Penzance and The Mikado.

Thespis premièred in London at the Gaiety Theatre on December 16, 1871. Like many productions at that theater, it was written in a burlesque style, considerably different from Gilbert and Sullivan’s later works. It was a success and closed on March 8, 1872 after a run of sixty-three performances.

The story follows an acting troupe headed by Thespis, the legendary Greek father of the drama, who temporarily trades places with the gods on Mount Olympus, who have grown elderly and are getting ignored. The actors turn out to be comically inept rulers. Having witnessed the ensuing mayhem down below, the angry gods return, sending the actors back to Earth as “eminent tragedians, whom no one ever goes to see.”

Idomeneo, by Mozart

Idomeneus, King of Crete, is an Italian language opera by Wolfgang Amadeus Mozart. The libretto was adapted by Giambattista Varesco from a French text by Antoine Danchet, based on a 1705 play by Crébillion père, which had been set to music by André Campra, as Idoménée, in 1712.

Now considered to be one of the greatest operas of all time, Idomeneo premiered on January 29, 1781 at the Cuvilliés Theatre in Munich, Germany. With Idomeneo, Mozart demonstrated a mastery of orchestral color, accompanied recitatives, and melodic line. Mozart was recorded as fighting with the librettist, the court chaplain Varesco, making large cuts and changes to it.

Orpheus in the Underworld (comic operetta version by French composer Jacques Offenbach)

With a French-language libretto by Hector Crémieux and Ludovic Halévy, this is a lighthearted, satirical treatment of the ancient Greek myth of Orpheus.

As unlikely as that seemed at the time, it is perhaps one way to deal with the almost never-ending drama, heartbreak, and tragedy that features in much of Greek mythology.

It premiered on October 21, 1858 at the Théâtre des Bouffes-Parisiens in Paris. The work’s best-known episode is, incredibly, a cancan routine that appears in the overture and the final scene.

The classic story of Orpheus concerns a renowned musician who is so distraught over the death of his wife, Eurydice, that he attempts to rescue her from the Underworld, the place of the dead. This tragic tale was adapted for opera by many composers, including Claudio Monteverdi who wrote and first performed the opera in 1607, Christoph Gluck, who first performed it in 1762, and Joseph Haydn, who in 1791 wrote his version, which was performed only in 1951.

Unlike other composers, Offenbach gave the story a modern twist, making it into a farce. In his version, Orpheus and Eurydice, though married to each other, are amicably living separate lives, each blissfully occupied with a new lover. Like Eurydice in the original Greek story, Offenbach’s heroine is fatally bitten by a snake but, rather than dying tragically, she willingly relocates to the Underworld to be with Pluto, the ruler of the Underworld, who had become her lover while she was alive.

In Offenbach’s version, Orpheus only retrieves Eurydice against his will, and both he and Eurydice are pleased when his attempt fails. Offenbach was equally irreverent regarding the music he used for this opera, alternating courtly minuets with high-kicking cancans and even quoting satirically from Gluck’s earlier opera.

When Offenbach’s opera premiered, critics expressed shock, both because it mocked Gluck’s revered telling of the tale from Greek mythology—and because it dismissed the idea of the perfection of ancient Greece.

Audiences, however, loved it, and within a few years, Orpheus in the Underworld became an international success.

Elektra, by Richard Strauss

In 1905, composer Richard Strauss attended a performance of Hugo von Hofmannsthal’s Elektra. Soon after, Strauss reached out to the playwright, having decided the play would be ideal for operatic treatment. The two men then collaborated on the composer’s second major opera.

Both the play and opera are adaptations of Greek playwright Sophocles’ Elektra and so follow the legend closely. In Greek mythology, Elektra was the daughter of the king and queen of Mycenae.

She is devastated when her father, Agamemnon, is killed. Believing her mother to be responsible, Elektra and her brother seek revenge and murder their mother and her lover.

Strauss’ version of the tragedy is set to a German libretto, and unlike the myth, his Elektra falls dead at the end of the opera.

Sappho Opera, by Charles Gounod

The story of Sappho, a female poet from the island of Lesbos, was put to music by Charles Gounod. Sappho is known for her lyric poetry, written to be sung while accompanied by music. In ancient times, Sappho was widely regarded as one of the greatest lyric poets; even then, she was given names such as the “Tenth Muse” and “The Poetess.”

Most of her poetry is now tragically lost, and what is extant has mostly survived in fragmentary form; only the “Ode to Aphrodite” is complete.

Ariadne auf Naxos Opera, by Richard Strauss

This 1912 opera by Richard Strauss has a German libretto by Hugo von Hofmannsthal. The opera’s unusual combination of elements of low commedia dell’arte with those of high opera seria points up one of the work’s principal themes: the competition between high and low art for the public’s attention.

Ariadne auf Naxos is in two parts, called the Prologue and the Opera. The first part shows the backstage circumstances leading up to the second part, making this an opera within an opera.

At the home of the richest man in Vienna, preparations for an evening of music are under way. Two troupes of musicians and singers have arrived. One is a burlesque group, led by the saucy comedienne Zerbinetta. The other is an opera company, who will present an opera seria, Ariadne auf Naxos, the work of the Composer.

The second part of the opera portrays the story from Greek mythology, with Ariadne shown abandoned by her former lover, Theseus, on the desert island of Naxos, with no company other than the nymphs Naiad, Dryad, and Echo.

She bewails her fate, mourns her lost love, and longs for death. Zerbinetta and her four companions from the burlesque group enter and attempt to cheer on Ariadne by singing and dancing but without success. In a sustained and dazzling piece of coloratura singing, Zerbinetta tells the Princess to let bygones be bygones and insists that the simplest way to get over a broken heart is to find another man.

In a comic interlude, each of the clowns pursues Zerbinetta. Eventually, she chooses Harlequin, a baritone, and the two sing a love duet together while the other clowns express frustration and envy.

The nymphs announce the arrival of a stranger on the island. Ariadne thinks it is Hermes, the messenger of death, but it is the god Bacchus, who is fleeing from the sorceress Circe. At first, they do not understand their mistaken identification of each other.

Bacchus eventually falls in love with Ariadne, who agrees to follow him to the realm of death to search for Theseus. Bacchus promises to set her in the heavens as a constellation. Zerbinetta returns briefly to repeat her philosophy of love: when a new love arrives, one has no choice but to yield. The opera ends with a passionate duet sung by Ariadne and Bacchus.

Greek mythology is the setting for many of our cultural touchstones. It has formed the theme of so many works created over the centuries by the most brilliant artists of modern times, bringing Ancient Greece to life once more.

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El arte canario vive en la calle: homenaje a pintores en la nomenclatura urbana

Las calles de Canarias son más que lugares de tránsito. En ellas se despliega una parte esencial de la memoria colectiva del Archipiélago y que es visible por todos a través de los nombres con los que se identifican estas avenidas, plazas y vías urbanas. Entre esos rótulos, los dedicados a pintores canarios constituyen un ejemplo significativo de cómo las administraciones han incorporado el reconocimiento de sus principales exponentes culturales al paisaje cotidiano. Sin embargo, en muchas ocasiones pasa desapercibido para el paseante.

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Historias del papa León XIV en La Laguna: Devolver el favor con solidaridad

La migración en Canarias se puede vivir desde tantas ópticas como personas son las que están involucradas en este fenómeno. Tanto los que llegan como los que reciben cuentan con cientos de historias que merecen ser compartidas. El viernes, en la plaza del Cristo, personas migrantes de Sudamérica hablaron ante el papa de sus vivencias como miembros de organizaciones que dan soporte a aquellos que peor lo están pasando.

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Historias del papa León XIV en La Laguna: Del drama de la patera a la alegría de un contrato

Más allá de la primera asistencia a las personas migrantes que llegan a las costas canarias, el acompañamiento para garantizar la integración de estos jóvenes se convierte en una parte esencial del proceso si lo que se desea es que todas esas personas pasen a formar parte activa de la sociedad canaria. Mbacke Ndiaye y Khalid Allad son dos jóvenes migrantes que el viernes relataron sus vivencias a León XIV.

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David Afonso consolida su proyecto como artista independiente y busca emocionar con su música tras su paso por el Benidorm Fest

El nombre de David Afonso comienza a consolidarse como uno de los proyectos emergentes más firmes del panorama insular. Natural de La Orotava y con 33 años, el artista atraviesa una etapa clave en su carrera, marcada por la autogestión, la búsqueda de identidad propia y una conexión cada vez más sólida con el público. La historia de Afonso está profundamente ligada a la música desde la infancia ya que creció en un entorno familiar donde cantar formaba parte del día a día. «Mi música es una mezcla de emociones y, con ellas, ofrezco al público una parte de mí», expresa el cantante, quien también subraya su intención de emocionar y generar recuerdos en sus seguidores con cada nueva actuación. Esa vocación ha sido constante a lo largo de los años, desde sus primeras experiencias en orquestas hasta su salto a la televisión y festivales nacionales.

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Alexandra Pereira demuestra que tres clásicos bastan para construir un lookazo de vacaciones

Mallorca ha sido el destino elegido por Alexandra Pereira para disfrutar de unos días de descanso este verano. La influencer, que regresaba a la isla seis años después de su última visita, ha compartido varias imágenes de sus vacaciones y, entre todas ellas, hay un estilismo que no ha pasado desapercibido.

La clave está en su sencillez. De hecho, gran parte de su atractivo está precisamente ahí. Un vestido blanco, un pañuelo a juego y un capazo bastan para construir esa imagen relajada y luminosa que tantas veces asociamos con los veranos junto al Mediterráneo. Una combinación sencilla que ha conquistado a muchos de sus seguidores y que demuestra que, a veces, no hacen falta demasiadas piezas para conseguir un resultado redondo.

El vestido blanco que va mucho más allá de las vacaciones

El vestido blanco de encaje es la pieza central del estilismo compartido por Alexandra Pereira durante sus vacaciones en Mallorca | @alexandrapereira El vestido blanco de encaje es la pieza central del estilismo compartido por Alexandra Pereira durante sus vacaciones en Mallorca | @alexandrapereira

La pieza principal del estilismo es un diseño blanco de encaje con acabado calado que encaja perfectamente con el ambiente de la isla. Ligero, fresco y con un aire artesanal muy marcado, es una de esas prendas que funcionan especialmente bien durante los meses de verano.

Lo interesante es que no se limita a un único uso. Aunque Alexandra lo lleva como vestido durante sus paseos por Mallorca, también puede convertirse en una especie de túnica ligera sobre pantalones fluidos, shorts o incluso unos capri. Una versatilidad que ayuda a explicar por qué este tipo de diseños merecen un lugar destacado en las maletas de verano.

Vestido blanco de encaje (54,90 €) | Alice & Co Vestido blanco de encaje (54,90 €) | Alice & Co

El pañuelo que transforma por completo el look

Si hay un detalle que termina de definir el estilismo es el pañuelo. La influencer lo lleva anudado sobre la cabeza, aportando personalidad a una combinación que, de otro modo, sería mucho más sencilla.

El pañuelo anudado a la cabeza se convierte en el detalle que marca la diferencia en el estilismo | @alexandrapereira El pañuelo anudado a la cabeza se convierte en el detalle que marca la diferencia en el estilismo | @alexandrapereira

Aunque el vestido es la pieza principal del look, el pañuelo termina convirtiéndose en el elemento que le aporta identidad al conjunto. Un detalle pequeño en apariencia, pero clave para entender por qué el resultado final funciona tan bien.

Pañuelo para la cabeza de encaje (19,90 €) | Alice & Co Pañuelo para la cabeza de encaje (19,90 €) | Alice & Co

Un look que reúne algunos de los grandes clásicos del verano

Más allá de las prendas concretas, el éxito de este estilismo tiene mucho que ver con la combinación de elementos que lo forman. El blanco, los tejidos ligeros, los accesorios naturales y las referencias mediterráneas construyen una imagen que resulta familiar y aspiracional al mismo tiempo.

Detrás de las piezas se encuentra Alice & Co, una firma portuguesa de la que ya hablamos hace unos meses a raíz del éxito de sus populares bandanas maxi. En esta ocasión, la marca vuelve a apostar por diseños de inspiración artesanal y estética relajada, una fórmula que encaja perfectamente con el tipo de looks que triunfan cada verano.

Las imágenes compartidas por Alexandra desde Mallorca son una buena prueba de ello. Porque hay tendencias que van y vienen, pero también hay combinaciones que siguen funcionando año tras año. Y pocas representan mejor las vacaciones que un vestido blanco, un pañuelo y un capazo.

© Difoosion

Alexandra Pereira apuesta por una estética artesanal en uno de sus últimos looks de verano | @alexandrapereira
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Com Marta como embaixadora, Tesouro quer atrair mais investidores

Logo Agência Brasil

Ao completar um mês de seu lançamento, o Tesouro Reserva, novo título do Tesouro Direto voltado a pequenos investidores, já alcançou R$ 2 bilhões em aplicações. A informação foi passada hoje (12) à imprensa pelo secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal.

“O Tesouro Reserva é um sucesso. Já temos mais de R$ 2 bilhões investidos. Aumentamos também o número de investidores, que é parte dessa democratização.”

Notícias relacionadas:

Lançado pela Secretaria do Tesouro Nacional, pela B3 e pelo Banco do Brasil, o Tesouro Reserva prevê rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic). Outra novidade é que poderá ser negociado em qualquer hora do dia, todos os dias da semana. O foco é o pequeno investidor ou quem pretende montar reserva de emergência.

“O Tesouro Reserva está disponível a qualquer momento, é tecnológico, fácil e com R$ 1 você já consegue investir. Foi feito exatamente para atender todo mundo. E não tem volatilidade ou marcação a mercado, o que tira a percepção de que se poderia estar perdendo alguma coisa. Aqui, o investidor só vai ganhar”, destacou Leal.

Neste momento, a modalidade está disponível apenas para correntistas do Banco do Brasil, mas outros bancos deverão disponibilizá-lo em breve.

Tesouro Direto

Para estimular os investimentos nos títulos disponíveis do Tesouro Direto, como o Tesouro Reserva e o Tesouro Selic, a Secretaria do Tesouro Nacional e a B3 resolveram apostar em uma parceria com a jogadora de futebol Marta.

“A Marta é um ícone, um dos maiores ídolos que o Brasil já teve como atleta, pessoa e mulher. Isso vai ajudar a população, porque conseguir alavancar o Tesouro Direto vai naturalmente resultar em mais poupança e mais economia para as pessoas”, explicou Leal.

Considerada a rainha do futebol feminino e eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, Marta se tornou embaixadora do Tesouro Direto, em cerimônia nesta manhã na sede da B3, na capital paulista.

No evento, Marta ressaltou a importância da consciência financeira. "E isso para todas as áreas, não só no esporte. E não precisa ter muito, né? Com um realzinho a gente já consegue fazer as coisas aconteceram. Basta ter conhecimento, paciência, continuar trabalhando e, com certeza, entender que hoje você trabalha para ter a sua liberdade financeira no futuro.”

Lançado em 2002, o Tesouro Direto surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, fomentar a formação de poupança e ser instrumento de educação financeira. Hoje, cerca de 3,4 milhões de pessoas investem nos títulos do programa – crescimento de 57% nos últimos cinco anos.

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Com Marta como embaixadora, Tesouro quer atrair mais investidores

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Ao completar um mês de seu lançamento, o Tesouro Reserva, novo título do Tesouro Direto voltado a pequenos investidores, já alcançou R$ 2 bilhões em aplicações. A informação foi passada hoje (12) à imprensa pelo secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal.

“O Tesouro Reserva é um sucesso. Já temos mais de R$ 2 bilhões investidos. Aumentamos também o número de investidores, que é parte dessa democratização.”

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“O Tesouro Reserva está disponível a qualquer momento, é tecnológico, fácil e com R$ 1 você já consegue investir. Foi feito exatamente para atender todo mundo. E não tem volatilidade ou marcação a mercado, o que tira a percepção de que se poderia estar perdendo alguma coisa. Aqui, o investidor só vai ganhar”, destacou Leal.

Neste momento, a modalidade está disponível apenas para correntistas do Banco do Brasil, mas outros bancos deverão disponibilizá-lo em breve.

Tesouro Direto

Para estimular os investimentos nos títulos disponíveis do Tesouro Direto, como o Tesouro Reserva e o Tesouro Selic, a Secretaria do Tesouro Nacional e a B3 resolveram apostar em uma parceria com a jogadora de futebol Marta.

“A Marta é um ícone, um dos maiores ídolos que o Brasil já teve como atleta, pessoa e mulher. Isso vai ajudar a população, porque conseguir alavancar o Tesouro Direto vai naturalmente resultar em mais poupança e mais economia para as pessoas”, explicou Leal.

Considerada a rainha do futebol feminino e eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, Marta se tornou embaixadora do Tesouro Direto, em cerimônia nesta manhã na sede da B3, na capital paulista.

No evento, Marta ressaltou a importância da consciência financeira. "E isso para todas as áreas, não só no esporte. E não precisa ter muito, né? Com um realzinho a gente já consegue fazer as coisas aconteceram. Basta ter conhecimento, paciência, continuar trabalhando e, com certeza, entender que hoje você trabalha para ter a sua liberdade financeira no futuro.”

Lançado em 2002, o Tesouro Direto surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, fomentar a formação de poupança e ser instrumento de educação financeira. Hoje, cerca de 3,4 milhões de pessoas investem nos títulos do programa – crescimento de 57% nos últimos cinco anos.

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