Reading view

Apoio algarvio rumo ao Mundial: bandeira gigante de Portugal cobre monte em Loulé – SIC

Um grupo de amigos de Alte, no concelho de Loulé, pintou uma bandeira gigante para apoiar a Seleção Nacional no Campeonato do Mundo, cuja tradição, remonta ao Euro 2000 e é cumprida anualmente no dia 10 de junho, como mostra a reportagem da SIC.

Uma das maiores demonstrações de apoio à Seleção Nacional está localizada no Algarve. Na aldeia de Alte, um grupo de amigos dedicou o passado dia 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a repintar uma bandeira com 70 metros de comprimento por 50 de largura.

O esforço coletivo envolveu 15 pessoas, que trabalharam para renovar o símbolo que marca a paisagem local. Embora a bandeira atual esteja instalada no mesmo local desde 2012, a iniciativa é o culminar de uma tradição com mais de duas décadas.

De um grupo de três amigos a uma tradição local

A história deste projeto começou no Euro 2000, disputado na Bélgica e nos Países Baixos.

Foram três amigos que fizeram uma proposta para fazer a primeira bandeira, escrita com ‘Alte Algarve’”, recorda um dos elementos do grupo.

Imagem extraída da reportagem da SIC

Dois anos depois, o projeto ganhou uma nova dimensão ao ser pintado na fachada de uma casa, iniciando uma sucessão de bandeiras com diferentes dimensões que nunca mais parou.

Ao longo dos últimos 14 anos, o grupo tem honrado este compromisso, que se tornou um símbolo de união entre os habitantes da aldeia e os adeptos da equipa das Quinas.

Coincidência ou não, a trajetória da equipa das quinas tem sido pautada pela presença constante nos grandes palcos internacionais desde o início desta tradição.

  •  

Pista de Atletismo de Faro recebe 1.ª edição da Festa da Motricidade com mais de 2500 alunos

A 1.ª edição da Festa da Motricidade arrancou esta semana na Pista de Atletismo de Faro, reunindo já, nos dias 11 e 12 de junho, 600 crianças de 31 turmas da educação pré-escolar, integradas no projeto “Crescer Ativo” dinamizado pelo Departamento de Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Faro.  Ao longo destes dois dias, os mais novos participaram em diversos jogos, percursos motores e atividades de deslizamento com trotinetes, skates e bicicletas, num ambiente marcado pela aprendizagem, pela diversão e pelo movimento.

A iniciativa, que reúne mais de 2.500 alunos dos agrupamentos de escolas do concelho, prossegue entre os dias 15 e 19 de junho com a participação dos alunos do 1.º, 2.º e 3.º anos do ensino básico. Os alunos do 1.º e 2.º anos integram o projeto “Saber Correr, Saltar e Lançar”, que promove a aprendizagem e o aperfeiçoamento das habilidades motoras fundamentais associadas à corrida, ao salto e aos lançamentos, contribuindo para o desenvolvimento físico e motor das crianças.

Já os alunos do 3.º ano participam no projeto “Saber Pedalar” que visa a aquisição e consolidação das competências básicas de utilização da bicicleta, sensibilizando simultaneamente para a adoção de hábitos de mobilidade ativa, segura e sustentável.

O evento assinala o encerramento das atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo no âmbito do Programa de Apoio à Educação Física e ao Desporto Escolar, celebrando o trabalho realizado ao longo do ano na promoção da atividade física e do desenvolvimento motor das crianças.

Mais do que uma demonstração das aprendizagens realizadas durante o ano letivo, esta primeira edição da Festa da Motricidade pretende afirmar-se como um momento anual de celebração da atividade física e do desenvolvimento infantil, proporcionando às crianças experiências positivas associadas ao movimento, ao convívio e à prática desportiva.

O Município de Faro, que mantém o seu compromisso com a promoção de estilos de vida ativos, saudáveis e inclusivos desde a infância, agradece o envolvimento dos agrupamentos de escolas do concelho, bem como o apoio prestado pela Escola Profissional D. Francisco Gomes de Avelar, através da participação dos alunos dos cursos de Técnico de Ação Educativa e de Animador Sociocultural, que contribuíram para a organização e dinamização desta iniciativa.

  •  

São Brás de Alportel reforça apoio a Instituições Sociais Algarvias

O Município de São Brás de Alportel voltou a reforçar a sua intervenção na área social, ao aprovar a atribuição de apoios a várias instituições de solidariedade que desenvolvem um trabalho essencial junto da população, apoiando crianças, jovens, adultos e famílias do concelho e da região.

No âmbito do Plano de Apoios Sociais do Município, a Câmara Municipal deliberou atribuir estes apoios como forma de valorizar projetos de cariz social e reconhecer o trabalho desenvolvido por instituições parceiras, num contexto marcado pelo aumento de despesas e pela redução de receitas.

Os apoios abrangem instituições que prestam respostas sociais relevantes, muitas delas inexistentes no território do concelho, nomeadamente nas áreas da saúde mental, deficiência, infância e juventude, proteção de crianças e jovens e apoio social a famílias.

Entre as instituições apoiadas estão:

  • A Associação de Saúde Mental do Algarve – ASMAL, pelo trabalho na promoção da inclusão social de pessoas com doença mental, em parceria com os Serviços Sociais do Município;
  • A Associação dos Doentes Mentais Famílias e Amigos do Algarve – UNIR, que acolhe utentes do município e promove a integração social de pessoas com doença mental;
  • A Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral – APPC, delegação de Faro, que apoia utentes são-brasenses na integração social de pessoas com deficiência;
  • A Associação para a Intervenção e Reabilitação de Populações Deficientes e Desfavorecidas – EXISTIR, que atua na área da deficiência e promove a inclusão social;
  • A Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal – ACAPO, que presta apoio a pessoas com deficiência visual e às suas famílias;
  • A Fundação Irene Rolo, que apoia pessoas com deficiência e incapacidade, em parceria com o Espaço Inclusão de São Brás de Alportel;
  • A Associação de Proteção à Rapariga e à Família – AIPAR, instituição de acolhimento de jovens em situação de perigo, que expandiu recentemente a sua intervenção na área da deficiência;
  • A Casa da Primeira Infância e Casa de Santa Isabel, que acolhem crianças e jovens em resposta a pedidos da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens;
  • O Instituto D. Francisco Gomes – Casa dos Rapazes, Refúgio Aboim Ascensão e Centro de Bem-Estar Social Nossa Senhora de Fátima, que acolhem crianças e jovens, desenvolvendo um trabalho importante na Emergência Infantil;
  • A Santa Casa da Misericórdia de Albufeira que presta apoio no acolhimento a crianças e jovens;
  • ⁠A Instituição de Solidariedade Social da Serra do Caldeirão, parceria do município no apoio à população sénior, sobretudo das áreas rurais;
  • A Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, parceiras do Município em diversos projetos locais, com especial relevância na inclusão e no apoio à população sénior, entre um conjunto de diversas valências;
  • O Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de São Brás de Alportel, que apoia iniciativas como a Plataforma Local de Ajuda Alimentar e projetos de apoio a famílias e jovens, com uma parceria fundamental ao nível das famílias com rendimento social de inserção.

Um contributo decisivo na consolidação da estratégia de proximidade e cooperação do município com as instituições de solidariedade social, reconhecendo o seu papel fundamental no apoio à comunidade são-brasense.

  •  

Câmara de Loulé diz que com fundamentação vai ser possível fazer obras nas zonas turísticas durante o Verão

A Câmara Municipal de Loulé vai abrir exceções e permitir a realização de obras de edificação e demolição nas zonas urbano-turísticas, entre 1 de julho e 31 de agosto. Não obstante a suspensão dos trabalhos neste período, a Autarquia autorizará que, quem apresentar a devida fundamentação, possa continuar com as empreitadas.

Deste modo, os promotores que pretendam prosseguir com as obras durante o verão deverão solicitar formalmente a sua continuidade.

As fundamentações deverão ser apresentadas até ao próximo dia 15 de junho, nos serviços do Departamento de Urbanismo e Administração do Território, acompanhadas de elementos que permitam identificar qual o grau e natureza dos trabalhos que se pretende executar durante o período em questão.

No entanto, a edilidade sublinha que “quaisquer trabalhos que impliquem a diminuição da qualidade de vida dos cidadãos, incómodo, congestão de tráfego, ou mesmo violação do direito ao repouso e ao descanso, não poderão ter a virtualidade de ser autorizados”.

Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Loulé quer, por um lado, apoiar os promotores, minimizando os prejuízos que possam vir a ter com a suspensão imposta pela Lei, garantindo, no entanto, o direito ao descanso de residentes e turistas.

Para que a avaliação seja efetuada, os pedidos de continuidade devem incluir o levantamento fotográfico atualizado do estado da obra, o plano detalhado dos trabalhos previstos, horários estipulados para a laboração e medidas concretas para reduzir o impacte ambiental e sonoro. Para mais mais informações sugere-se uma visita ai website da autarquia clicando aqui.

  •  

XIII Arraial Solidário APPC Faro no dia 19 de junho

A Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral de Faro (APPC Faro) tem o prazer de convidar toda a comunidade a participar no XIII Arraial Solidário, que se realizará no próximo dia 19 de junho de 2026, a partir das 18h00.

Este ano, o evento tem como finalidade angariar fundos para a requalificação do refeitório dos nossos clientes, contribuindo para a melhoria das condições de conforto, funcionalidade e bem-estar durante as refeições.

A iniciativa é aberta a toda a comunidade e a entrada terá o custo de cinco pólenes, com direito a prato de comida. A animação musical ficará a cargo do grupo musical “Gerações” e contamos com a atuação da Marcha da APPC Faro.

O arraial decorrerá no pátio exterior da sede da APPC Faro, situada na Rua da Guiné-Bissau, n.º 2, em Faro (traseiras do Centro de Saúde de Faro), entre as 18h00 e as 24h00.

A APPC conta com a sua presença para uma noite de convívio, animação e solidariedade afirmando que “juntos, podemos contribuir para a melhoria das condições de vida das pessoas apoiadas pela APPC Faro. Participe, divirta-se e faça a diferença.

  •  

Registos: Quarto dia de greve encerra Conservatórias em Faro

No penúltimo dia da paralisação de uma semana convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRN), a média nacional de adesão ultrapassou os 90%, fixando‑se nos 93,41%. No continente, a adesão subiu para 87,32%, enquanto a Madeira (92%) e os Açores (95%) mantiveram os níveis registados nos dias anteriores, de acordo com os dados recolhidos ao final da manhã pelo STRN.

Registou‑se forte impacto nos distritos de Aveiro, Beja, Coimbra, Castelo Branco, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto, Portalegre, Santarém, Setúbal e Vila Real, onde a esmagadora maioria das Conservatórias se encontrava encerrada, com os restantes distritos a registarem constrangimentos significativos.

Concretamente no distrito de Faro, a paralisação teve um impacto expressivo ao longo do dia, provocando o encerramento generalizado dos serviços. 

Em Albufeira, tanto a Conservatória do Registo Civil como a do  Registo Predial, Comercial e Automóvel, encerraram. Em Alcoutim, as Conservatórias dos Registos Civil e Predial não asseguraram o atendimento, verificando‑se igualmente, em Aljezur, o fecho total das Conservatórias dos Registos Civil, Predial e Comercial. 

Situação idêntica ocorreu em Castro Marim e em Lagoa, onde as respectivas Conservatórias dos Registos Civil, Predial e Comercial estiveram fechadas durante todo o período de funcionamento.

Em Loulé, a Conservatória do Registo Civil e Automóvel registou também paralisação total, tal como em Portimão, onde tanto a Conservatória do Registo Civil como o Registo Predial, Comercial e Automóvel permaneceram fechados. 

Em São Brás de Alportel, os serviços de Registo Civil, Predial e Comercial não abriram ao público, e em Silves, a Conservatória do Registo Predial, Comercial e Automóvel esteve igualmente encerrada, sem capacidade de assegurar atendimento.

Em termos nacionais, durante esta semana de paralisação, as Conservatórias e Lojas de Cidadão que se mantiveram abertas funcionaram com limitações relevantes, tempos de espera prolongados e vários serviços a funcionar apenas parcialmente.

Amanhã, sábado, 13 de junho, último dia da greve, prevê‑se que estas limitações se verifiquem nas Lojas de Cidadão — os únicos serviços a funcionar ao sábado.

Amanhã também, no último dia da paralisação, o Presidente do STRN, Arménio Maximino, fará o balanço final da Greve Nacional dos trabalhadores das Conservatórias, numa iniciativa marcada para as 12h30, na filial de Lisboa do Sindicato, situada na Rua Joaquim António de Aguiar, n.º 64 — R/C Dt.º, 1070‑153 Lisboa.

  •  

Município de Faro esclarece sobre o colapso de edifício na Rua Cunha Matos

ESCLARECIMENTO

A Câmara Municipal de Faro informa que, desde a ocorrência do colapso de um edifício localizado na Rua Cunha Matos, no passado dia 16 de abril, tem desenvolvido todas as diligências necessárias com vista à mitigação dos impactos decorrentes do sinistro, mantendo contactos permanentes com os representantes do edifício afetado, bem como com a entidade titular da obra de construção de um edifício habitacional e comercial a implantar no gaveto da Rua Aboim Ascensão com a Rua Cunha Matos, intervenção que esteve na origem da ocorrência.

Os trabalhos da referida obra foram imediatamente suspensos após a ocorrência do sinistro.

Atendendo à gravidade da situação, à complexidade técnica das intervenções realizadas e ainda por executar, bem como à necessidade de garantir a segurança do edificado adjacente e do espaço público envolvente, o Município solicitou a colaboração técnica do Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve para apoiar a avaliação das causas do sinistro e das condições de segurança do local.

Das análises efetuadas concluiu-se que, nesta fase, não se encontram reunidas as condições necessárias para proceder à reabertura da Rua Cunha Matos. A manutenção do condicionamento da via constitui uma medida indispensável para garantir a segurança de pessoas e bens, bem como para permitir a conclusão das averiguações, perícias técnicas e trabalhos de demolição considerados necessários.

Paralelamente, com base nas conclusões técnicas emitidas pelo Instituto Superior de Engenharia, foi possível apurar que o projeto de estabilidade, escavação e contenção periférica da obra não observava requisitos técnicos essenciais previstos nas normas legais e regulamentares aplicáveis.

Neste contexto, por deliberação tomada em reunião de Câmara realizada em 8 de junho de 2026, foi manifestada a intenção de declarar a nulidade da licença da referida obra.

A Câmara Municipal de Faro reafirma o seu compromisso com a salvaguarda da segurança pública e continuará a acompanhar a situação com a máxima atenção e celeridade, promovendo todas as medidas necessárias à reposição da normalidade logo que estejam reunidas as condições técnicas e de segurança adequadas.

O Município de Faro agradece a compreensão e colaboração de todos os munícipes e apela ao rigoroso respeito pelos perímetros de segurança atualmente instalados no local.

  •  

F1: Norris supera concorrência no TL2 do GP de Barcelona

Lando Norris, campeão mundial em título, terminou hoje o TL2 do GP de Barcelona da Fórmula 1 com o crono mais rápido da primeira jornada deste fim de semana.

No encerramento do segundo treino livre (TL2) desta sexta-feira (12), em Barcelona, o piloto da McLaren averbou o tempo de 1:15,426s alcançando assim o topo da tabela classificativa.

Com uma marca apenas 0,009s mais lenta que o seu adversário, também britânico, George Russell ficou na segunda posição. Oscar Paistri, Charles Leclerc e Kimi Antonelli completaram as cinco primeiras posições do treino sem grandes problemas.

O piloto da Audi, Gabriel Bortoleto completou o dia em Espanha com a oitava posição da tabela – uma melhoria significativa em relação ao anterior treino livre.

Quase metade do TL2 já tinha sido cumprido e o único piloto que ainda não tinha deixado as boxes era Valtteri Bottas, que tinha problemas no seu Cadillac. Aliás, nesse momento, a maior parte do pelotão estava nas boxes.

A ordem na pista estava com Oscar Piastri, seguido por George Russell e Max Verstappen, perseguidos por Norris, Leclerc, Hadjar, Hülkenberg, Antonelli, Lawson e Sainz. O treino começava a ficar com aspecto semelhante à Classificação.

Os tempos começavam a cair em Barcelona. Com a maior parte do pelotão com pneu macio, Lando Norris estava em primeiro, perseguido por Russell.
Antonelli, líder do campeonato, era o quinto, com Bortoleto em oitavo lugar.

Perto do final, Isack Hadjar e Sergio Pérez protagonizaram um breve momento na pista. O francês da Red Bull, nervoso, no rádio, dizia não entender o que o mexicano tinha feito no meio do traçado, onde os dois quase colidiram.

Treino encerrado e Lando Norris completava a sessão com o crono mais rápido do dia no GP de Barcelona da F1. George Russell e Oscar Piastri seguiram-no na tabela, com o líder do campeonato, Kimi Antonelli, a ficar apenas em quinto.

Tabela de tempos no TL2 do GP de Barcelona:

1) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.426
2) George Russell (Mercedes) 1’15.435
3) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’15.483
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’15.799
5) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’16.015
6) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.321
7) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.411
8) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’16.611
9) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’16.631
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.674
11) Nico Hülkenberg (Audi) 1’16.934
12) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’16.945
13) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.967
14) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’17.020
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’17.051
16) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’17.260
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’17.538
18) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’18.225
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’18.790
20) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’19.261
21) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’19.286
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’19.459

(Colaboração F1Mania)

  •  

PpDM preocupada com o incumprimento da Diretiva Europeia da Transparência Salarial1

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PpDM) manifesta a sua profunda preocupação face ao incumprimento generalizado do prazo de transposição da Diretiva Europeia da Transparência Salarial1 por parte da maioria dos Estados-Membros da União Europeia, Portugal incluído, que era o passado dia 7 de junho.

Apesar dos compromissos políticos assumidos em matéria de igualdade entre mulheres e homens, a realidade demonstra um persistente desfasamento entre o discurso e a ação. A ausência de transposição atempada desta Diretiva atrasa a concretização de um instrumento essencial para o combate às desigualdades salariais e para a promoção de um mercado de trabalho mais justo, transparente e equilibrado.

A desigualdade salarial entre mulheres e homens continua a ser uma realidade estrutural em Portugal e em toda a União Europeia, com impactos diretos na autonomia económica das mulheres, nas suas condições de vida e no valor das suas pensões futuras. A transparência salarial constitui uma ferramenta fundamental para tornar visíveis discriminações frequentemente ocultas e para assegurar a aplicação efetiva do princípio de salário igual para trabalho igual ou de igual valor.

A Plataforma sublinha que a igualdade salarial não é uma questão opcional ou meramente técnica, mas sim um direito fundamental e um pilar essencial das sociedades democráticas. O atraso na transposição desta Diretiva compromete não apenas os direitos das mulheres, mas também a credibilidade dos compromissos em matéria de igualdade.

Neste contexto, a PpDM apela ao Governo português e às instituições competentes para que procedam, com urgência, à transposição completa, rigorosa e ambiciosa da Diretiva da Transparência Salarial, garantindo a sua efetiva aplicação na prática e não apenas no plano formal.

A igualdade entre mulheres e homens exige vontade política, medidas concretas e fiscalização eficaz. As mulheres não podem continuar a esperar por direitos que já deviam estar garantidos.

Enquanto a igualdade salarial continuar a depender da boa vontade política e não de mecanismos obrigatórios de transparência e fiscalização, as mulheres continuarão a perder rendimento, autonomia e futuro. Em Portugal e na Europa, já não faltam diagnósticos – falta ação”, afirma a presidente da PpDM, Paula Barros.

A Secretária-Geral da PpDM, Ana Sofia Fernandes acrescenta que “a cada ano de atraso na transposição desta Diretiva, perpetuam-se desigualdades que se acumulam em salários mais baixos, carreiras interrompidas e pensões mais reduzidas. A igualdade não pode continuar a ser adiada no tempo de vida das mulheres.”

1 DIRETIVA (UE) 2023/970 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO, de 10 de maio de 2023, para reforçar a aplicação do princípio da igualdade de remuneração por trabalho igual ou de valor igual entre homens e mulheres através de transparência remuneratória e mecanismos que garantam a sua aplicação disponível clicando aqui.
Ponto de situação da transposição nos países da UE disponível clicando aqui.

  •  

Fundação Galp e Município de Alcoutim inauguram sistema de bicicletas elétricas partilhadas

A Fundação Galp e o Município de Alcoutim inauguraram esta sexta-feira, 12 de junho, um novo sistema de bicicletas elétricas partilhadas, no âmbito do projeto Vilas em Movimento. A iniciativa, que representa um investimento superior a 100 mil euros, pretende promover soluções de mobilidade mais sustentáveis, incentivar estilos de vida ativos e reforçar a valorização do território.

O novo sistema, inaugurado esta manhã numa cerimónia que contou com as presenças de Paulo Paulino, Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, e de Sandra Aparício, diretora-executiva da Fundação Galp, disponibiliza 14 bicicletas elétricas e quatro estações de partilha, localizadas na biblioteca municipal, no centro náutico, na praia fluvial e no parque de caravanas. A infraestrutura estará ao serviço de residentes e visitantes, facilitando deslocações no concelho e promovendo uma forma mais sustentável de descobrir Alcoutim.

Desenvolvido pela CME – Construção e Manutenção Eletromecânica, empresa portuguesa especializada em soluções de mobilidade partilhada, o sistema inclui bicicletas elétricas, estações de carregamento e uma plataforma digital de gestão e utilização, adaptada às características do território.

Inserida numa região de elevado valor ambiental, junto ao rio Guadiana, esta iniciativa contribui para uma utilização mais sustentável do espaço público, promove a mobilidade suave e reforça a ligação das pessoas à natureza e ao património local.

Este projeto representa mais um passo na estratégia que temos vindo a desenvolver para valorizar Alcoutim enquanto território sustentável, inovador e com qualidade de vida. Com este sistema de bicicletas elétricas partilhadas, oferecemos novas formas de mobilidade para residentes e visitantes, promovemos hábitos mais saudáveis e reforçamos a ligação ao património natural e cultural do concelho”, afirmou Paulo Paulino.

Este sistema de bicicletas elétricas é um exemplo concreto de como a sustentabilidade pode gerar valor para as comunidades, promovendo uma mobilidade mais sustentável e reforçando a ligação das pessoas ao território”, diz Sandra Aparício. Este investimento integra uma estratégia mais ampla que a Fundação Galp tem vindo a desenvolver no Baixo Guadiana, em parceria com o Município de Alcoutim, a ODIANA e outras entidades locais”.

O sistema de bicicletas elétricas partilhadas integra o programa de investimento social da Galp e da sua Fundação Galp em Alcoutim, que inclui iniciativas nas áreas da energia, mobilidade sustentável, inclusão social e desenvolvimento comunitário.

Entre essas iniciativas destaca-se também o projeto Vilas em Movimento Baixo Guadiana 2.0, desenvolvido pela ODIANA com o apoio da Fundação Galp, que promove o envelhecimento ativo e combate o isolamento social e geográfico da população mais idosa dos concelhos de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

Desenvolvido em parceria com o Município de Alcoutim e agentes locais, este programa gera benefícios duradouros para a população, promovendo a valorização do território, a coesão social e a melhoria da qualidade de vida das comunidades do Baixo Guadiana.

  •  

“Acessibilidades 2.0” chega a Faro e Loulé para impulsionar a inclusão

Depois do lançamento do projeto “Acessibilidades 2.0” em Portimão e Lagoa, a Associação Salvador dá agora início à sua implementação em Faro e Loulé, através de um conjunto de eventos gratuitos que reforçam o compromisso com uma sociedade mais inclusiva e acessível.

Desenvolvido em parceria com os dois municípios, o programa pretende aproximar a inovação tecnológica das comunidades, promovendo uma participação mais ativa das pessoas com deficiência na vida cívica e social.

As iniciativas, abertas à população, reúnem cidadãos, técnicos, entidades locais e pessoas com deficiência em torno de soluções práticas para melhorar a acessibilidade e a inclusão no território. Através da combinação de tecnologia, capacitação e envolvimento comunitário, o projeto procura facilitar o acesso à informação, reforçar a autonomia e incentivar a identificação e resolução de barreiras no espaço público.

No centro do programa estão dois momentos inéditos na região do Algarve

Lançamento de um assistente virtual: uma ferramenta inovadora que simplifica o acesso à informação sobre direitos das pessoas com deficiência, tornando-a mais acessível, clara e imediata para qualquer cidadão.

Apresentação do Programa de Embaixadores de Self-Advocacy: uma iniciativa que forma e capacita pessoas com e sem deficiência para atuarem como agentes de mudança nas suas comunidades, com impacto direto na vida local.

As atividades são gratuitas e a inscrição prévia é obrigatória e pode ser feita clicando AQUI.

Faro

23 de Junho às 9h30

Biblioteca Municipal de Faro | R. Pintor Carlos Porfirio 20, 8000-241 Faro

Loulé

23 de Junho às 14h30

Pavilhão Multiusos 25 de Abril | Sala de Formação | Almancil

Sobre o projeto “Acessibilidades 2.0”

Desenvolvido pela Associação Salvador, o projeto tem como missão fortalecer a participação ativa das pessoas com deficiência na vida social e cívica, promover o conhecimento sobre direitos fundamentais e criar redes colaborativas com impacto real nos territórios onde atua.

A operação Acessibilidades 2.0 é apoiada pelo Algarve2030, Portugal 2030 e pela União Europeia – Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si.

Estas iniciativas reforçam a cooperação intermunicipal no Algarve e afirmam a acessibilidade como uma prioridade estratégica para o desenvolvimento social da região.

  •  

Prestação Social Única está hoje em debate no Parlamento

A revisão das prestações sociais não contributivas, que concentrará na Prestação Social Única consolidando 13 apoios, foi aprovada pelo Governo em Conselho de Ministros e vai ser hoje debatida no Parlamento.

Vai ser debatida hoje, sexta-feira (12), pelos deputados na Assembleia da República, na sequência de um pedido de urgência do Governo, a nova Prestação Social Única (PSU). Em causa está a revisão das prestações sociais não contributivas, que dá origem a uma PSU, consolidando 13 apoios.

O que já veio a público pela mídia, segundo terá adiantado a ministra do Trabalho, é de que os beneficiários da nova prestação poderão ter de fazer até 15 horas de trabalho social por semana, estando previsto que percam a prestação em caso de incumprimento.

Numa conferência de imprensa no final do conselho de ministros, a ministra Maria do Rosário Palma Ramalho adiantou que a PSU será uma prestação pecuniária diferencial, cujo valor dependerá da composição do agregado familiar e dos rendimentos do requerente e dos restantes membros da família.

Nova prestação prevê até 15 horas de trabalho social e prevê sanções

Os beneficiários da Prestação Social Única (PSU) poderão ter de fazer até 15 horas de trabalho social por semana, estando previsto que percam a prestação em caso de incumprimento, adiantou a ministra do Trabalho.

A nova medida destina-se a pessoas com 18 ou mais anos em situação de insuficiência económica severa e residentes em Portugal. No caso de cidadãos provenientes de países terceiros à União Europeia, será exigido um período mínimo de residência de um ano.

Uma das principais novidades do regime é a criação de obrigações para os beneficiários em idade ativa que não estejam a trabalhar. Poderão ser chamados a aceitar ofertas de emprego consideradas adequadas, ou frequentar ações de formação profissional, ou ainda prosseguir estudos ou demonstrar procura ativa de trabalho através dos Centros de Emprego.

Note-se que também poderão ser obrigados a participar em atividades de solidariedade social até um limite de 15 horas semanais.

Essas atividades, de acordo com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, poderão ser desenvolvidas junto de entidades públicas, organizações da economia social e solidária ou estruturas da proteção civil, abrangendo tarefas diversas e ajustadas ao perfil de cada beneficiário.

Pode ser um apoio numa atividade da câmara municipal, num festival, numa ação de limpeza ou noutras iniciativas de interesse comunitário“, exemplificou a governante.

A ministra defendeu igualmente, que estas atividades têm uma lógica de integração social e comunitária, esclarecendo que, em muitos casos, podem constituir uma porta de entrada para futuras oportunidades de emprego. Esta obrigação não se aplica a pensionistas, pessoas com incapacidade para o trabalho, estudantes ou cuidadores informais.

Maria do Rosário Palma Ramalho adiantou que o incumprimento injustificado das regras poderá conduzir à suspensão da prestação e, nos casos mais graves, à perda do direito ao apoio. Quem incorrer em incumprimento grave poderá ficar impedido de voltar a requerer a prestação durante um período a definir.

É de referir que a PSU introduz também um novo mecanismo de incentivo ao trabalho, em que os primeiros rendimentos obtidos através de uma atividade profissional não determinarão qualquer redução do valor da prestação.

Posteriormente, explicou a ministra, a redução será gradual e limitada, não podendo a dedução ultrapassar 50% do valor dos rendimentos considerados, permitindo que o beneficiário aumente o rendimento disponível quando regressa ao mercado de trabalho.
O objetivo, segundo a governante, é evitar que seja financeiramente mais vantajoso permanecer dependente do apoio social do que aceitar uma atividade profissional e conseguir sair da “armadilha da pobreza”.

A prestação será financiada pelo Orçamento do Estado, por se tratar de um apoio não contributivo, e será gerida pelo Instituto da Segurança Social, com acompanhamento dos núcleos locais de inserção, autarquias, Instituto do Emprego e Formação Profissional e outros serviços públicos.

A nova prestação terá natureza anual, sendo sujeita a reavaliação no final de cada período de 12 meses para verificar se se mantêm as condições de acesso, nomeadamente ao nível dos rendimentos e da composição do agregado familiar.

Embora o Governo afirme pretender que os beneficiários saiam da situação de dependência do apoio o mais rapidamente possível, não existirá um limite máximo de renovações. A PSU poderá continuar a ser atribuída enquanto persistirem as condições que justificam a sua concessão.

Prestações agregadas na PSU

Importa referir que a PSU irá agregar as seguintes prestações:
pensão social de velhice, a pensão social de invalidez e pensão especial de invalidez, a pensão de viuvez, a pensão de orfandade, complementos ordinários de solidariedade, subsídio social de desemprego, Rendimento Social de Inserção (RSI), subsídio social por interrupção da gravidez, subsídio social por risco clínico durante a gravidez, subsídio social por adoção, subsídio social parental inicial, subsídio social por necessidade de deslocação para fora das Ilhas durante a gravidez (nomeadamente para realização do parto) e subsídio social por riscos específicos.

  •  

DECO PROteste esclarece: pode colocar chapéu de sol em frente às concessões

Organização recorda os direitos dos banhistas e alerta para coimas que podem chegar aos 4.000 euros

Com a época balnear já em curso e perante as dúvidas que têm surgido sobre a utilização do areal, os acessos às praias e as áreas concessionadas, a DECO PROteste recorda que todas as praias marítimas em Portugal são de acesso público e que os consumidores podem utilizar livremente as áreas não concessionadas, incluindo os espaços em frente às concessões de praia, desde que não estejam integrados em zonas de segurança devidamente delimitadas.

O esclarecimento surge numa altura em que se multiplicam relatos de banhistas confrontados com informações contraditórias sobre onde podem colocar toalhas, chapéus de sol ou outros equipamentos de praia.

A legislação em vigor é clara: as praias são espaços públicos e de utilização livre. As áreas concessionadas correspondem apenas aos espaços licenciados para exploração de apoios balneares, não podendo ultrapassar determinados limites legais. Fora dessas áreas e das zonas de segurança definidas nos planos de praia, os consumidores podem permanecer livremente no areal.

“Os consumidores devem conhecer os seus direitos, mas também os seus deveres. Não existem praias privadas em Portugal e o acesso ao domínio público marítimo não pode ser impedido. Ao mesmo tempo, é fundamental respeitar as regras de segurança e convivência que garantem que todos possam usufruir das praias em segurança”, afirma a DECO PROteste.

A DECO PROteste esclarece alguns dos principais direitos dos banhistas:

· Colocar toalhas, chapéus de sol, para-ventos ou outros equipamentos nas áreas não concessionadas;

· Permanecer no areal em frente às concessões, desde que não esteja assinalado como zona de segurança;

· Circular livremente pelos acessos públicos à praia;

· Utilizar praias concessionadas sem obrigação de alugar equipamentos;

· Solicitar esclarecimentos sobre os limites das concessões e zonas de segurança através da sinalização existente no local.

Além dos direitos, existem regras cujo incumprimento pode resultar em sanções significativas:

· Ouvir música em colunas portáteis de forma a perturbar outros utilizadores pode resultar em coimas entre 200 e 4.000 euros;

· Jogar futebol, raquetes ou praticar outras atividades desportivas fora das áreas expressamente destinadas para o efeito pode originar coimas até 550 euros;

· Levar animais de companhia para praias onde a sua presença não é autorizada pode ser punido com coimas até 550 euros;

· Permanecer em zonas interditas ou sinalizadas como perigosas pode dar origem a coimas entre 30 e 100 euros;

· Circular ou estacionar veículos motorizados em praias, dunas ou arribas fora dos locais autorizados pode implicar coimas entre 250 e 2.500 euros.

O tema do acesso às praias também merece especial atenção da organização que afirma, “Em Portugal, as praias são públicas, pelo que o acesso não pode ser vedado em nenhuma circunstância. Se tentar aceder a uma praia e encontrar obstáculos, como o acesso condicionado à praia, a colocação de barreiras nos caminhos públicos ou a limitação de zonas de estacionamento públicas por parte de empreendimentos turísticos, pode denunciar às autoridades”.

A DECO PROteste recorda que a Polícia Marítima é a autoridade responsável pela fiscalização das praias e pelo cumprimento das regras associadas à utilização do domínio público marítimo.

Sempre que existam conflitos relacionados com acessos, ocupação do areal, incumprimento das regras de segurança ou comportamentos que perturbem os restantes utilizadores, os consumidores devem reportar a situação à Polícia Marítima ou solicitar a intervenção dos nadadores-salvadores presentes no local.

Num período em que milhões de portugueses e turistas frequentam as praias nacionais, a informação e o respeito pelas regras continuam a ser as melhores ferramentas para garantir uma época balnear segura e sem conflitos.

  •  

Olhão recebe alunos para atividade de cidadania do programa MyPolis

O Salão Nobre dos Paços do Concelho acolheu hoje cerca de 40 alunos das escolas Paula Nogueira e Alberto Iria para uma dinâmica educativa do programa MyPolis focada na participação cívica.

A iniciativa envolveu uma turma do 5.º ano da Escola Paula Nogueira e uma turma do 6.º ano da Escola Alberto Iria. Este encontro faz parte de um protocolo existente entre estes agrupamentos e o Município, que abrange turmas do 1.º ao 3.º ciclo.

Durante a atividade, as crianças foram convidadas a partilhar o que conhecem do concelho e a sugerir ideias de melhoria para a comunidade num contexto de aprendizagem.

A sessão incluiu ainda a “Mansão Civitas”, uma escape room digital onde os alunos do 2.º ciclo exploraram conceitos democráticos através de um jogo virtual.

  •  

Passeios na História de Tavira dedica visita aos Paços do Concelho

No âmbito do programa “Passeios na História de Tavira”, o Museu Municipal promove, no dia 20 de junho, pelas 10h30, sob a orientação de Marco Sousa Santos (Historiador do Museu Municipal), uma visita centrada na história e no património do edifício dos Paços do Concelho.

Com uma história que remonta ao período medieval, o atual edifício é a sede do poder concelhio desde o século XVII. Reconstruído em meados do século XX, mantendo a traça original e alguns elementos arquitetónicos emblemáticos, este foi palco de incontáveis episódios e guarda no seu interior um conjunto de objetos que ajudam a contar a história da cidade, incluindo pinturas, retratos e bustos. 

“Passeios na História de Tavira” têm como finalidade dar a conhecer o passado da cidade e do concelho, a paisagem, os monumentos e as personagens históricas, bem como sensibilizar para a necessidade de proteger e valorizar a herança patrimonial.

A participação é gratuita, mas limitada a 30 pessoas, mediante inscrição, até dia 18 de junho, através do formulário: Passeios na História de Tavira – Os Paços do Concelho – Preencher o formulário

Mais informações:

Divisão de Turismo, Património e Museus

Tel.: 281 320 545 / 568 E-mail:  edu.museus@cm-tavira.pt

  •  

Almodôvar recebe Feira de Artes e Cultura entre 3 e 5 de julho

A vila de Almodôvar vai receber, nos dias 3, 4 e 5 de julho de 2026, mais uma edição da FACAL — Feira de Artes e Cultura de Almodôvar, um evento que volta a afirmar-se como um dos momentos de destaque da agenda cultural do concelho e da região.

Ao longo de três dias, a iniciativa promete levar ao público um programa diversificado, centrado na animação, cultura, património, gastronomia e artesanato, reunindo diferentes expressões artísticas e valorizando a identidade local e regional.

O cartaz musical da edição de 2026 conta, no dia 3 de julho, com a atuação de Nininho Vaz Maia, acompanhado por American House Party e DJ Sotto, seguindo-se, no dia 4, Bárbara Bandeira, Cromos da Noite e DJ Zarra. O encerramento, no dia 5 de julho, estará a cargo de Jorge Belchior.

A FACAL volta assim a apostar numa programação capaz de atrair públicos de várias gerações, conjugando nomes bem conhecidos do panorama musical nacional com uma oferta cultural mais ampla, num ambiente de convívio e celebração. Com esta proposta, Almodôvar reforça a sua aposta na dinamização cultural do território, promovendo o encontro entre tradição e contemporaneidade e convidando residentes e visitantes a participar numa iniciativa marcada pela diversidade e pela valorização do património local.

  •  

IPMA emite aviso amarelo para todos os distritos de Portugal continental até sábado

Instituto colocou mais de 160 concelhos de 17 distritos do continente em perigo máximo de incêndio rural

No seguimento da previsão de tempo muito quente para Portugal continental, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou para esta sexta-feira, 12 de junho, mais de 160 concelhos de todos os distritos do continente, exceto Viana do Castelo, em perigo máximo de incêndio rural.

No nível mais elevado de perigo de incêndio o IPMA colocou mais de 160 concelhos do Porto, Aveiro, Braga, Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Castelo Branco, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro.

Vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Aveiro, Guarda, Viseu, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Setúbal e Faro apresentam esta sexta-feira perigo muito elevado e elevado de incêndio, sendo de realçar que o perigo de incêndio rural vai manter-se no máximo e muito elevado pelo menos até domingo.

Imagem extraída do website do IPMA

Este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, cujos cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores. 

ANEPC alerta para o perigo de incêndio rural

Devido ao tempo quente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para o perigo de incêndio rural “muito elevado a máximo” na generalidade do território nos próximos dias, recomendando à população medidas preventivas.

Em comunicado, a ANEPC refere que o agravamento das condições meteorológicas para os próximos dias tem como efeitos expectáveis o agravamento do perigo de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão, em especial nas regiões do interior Norte, Centro e Algarve.

Como medidas preventivas, recorda que é proibido fazer queimada extensiva, queima de amontoados, usar fogo para cozinhar alimentos em espaço rural, exceto se for fora das zonas críticas e em locais autorizados, usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, e evitar o uso de grades de discos.

Imagem de ilustração da notícia

Para proteger a ameaça do calor, a ANEPC recomenda especial atenção com doentes crónicos, crianças e idosos e reforça a importância de beber mais água, pelo menos oito copos por dia (1,5 litros), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas, e optar por refeições leves.

IPMA prevê subida da temperatura do ar até aos 40 graus

Portugal continental vai registar temperaturas elevadas até sábado com valores da temperatura máxima variar entre 30 e 37 graus Celsius, podendo variar entre 38 e 40 graus em alguns locais do Alentejo, Ribatejo e vale do rio Douro. Na faixa costeira ocidental, os valores mais elevados da temperatura máxima deverão registar-se esta sexta-feira, e na costa sul do Algarve, os valores da temperatura máxima serão ligeiramente inferiores a 30 graus.

No que diz respeito à temperatura mínima, estão previstos valores de 20 graus (noites tropicais), ou ligeiramente superiores, em muitos locais. De acordo com o IPMA, o vento tenderá a ser pouco intenso, com exceção do Algarve e terras altas, pelo que pode contribuir para um maior desconforto térmico em termos da temperatura sentida.

Por causa do tempo quente, o IPMA emitiu aviso amarelo para todos os distritos de Portugal continental até às 21h00 de sábado. O instituto também emitiu aviso amarelo para o distrito de Faro por causa da agitação marítima forte até às 12h00 de sábado. 

Para domingo e segunda-feira, o IPMA prevê descida acentuada dos valores da temperatura máxima, nomeadamente no litoral oeste, devido a uma maior influência de uma massa de ar mais fresco vinda de oeste. 

  •  

Albufeira: Retomadas buscas por jovem desaparecido na praia do Peneco

Foram retomadas esta manhã as buscas pelo jovem, de 23 anos e nacionalidade britânica, que se encontra desaparecido desde a tarde desta quinta-feira, 11 de junho, na praia do Peneco, no concelho de Albufeira.

Nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estão empenhados, por mar, tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo e, junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”, do dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones.  

Como referido no primeiro comunicado da Autoridade Marítima Nacional (AMN), após o início das buscas, a Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão, foi ativada.  

Segundo a AMN conseguiu apurar, a vítima estaria acompanhada por outro jovem, de 19 anos e nacionalidade britânica, que terá saído da água pelos próprios meios para pedir socorro, tendo acabado por desaparecer.​

  •  

Calor intenso ampliou dificuldades na 1.ª etapa do Lés-a-Lés entre Faro e Alcochete

Etapa longa de 425 quilómetros com emoções fortes e muito entusiasmo

Prometia muito e não desiludiu a primeira etapa do 28.º Portugal de Lés-a-Lés, com muitas surpresas e emoções fortes na ligação entre Faro e Alcochete, longa de 425 quilómetros. Foram mais do que as previstas 10 horas e meia entre a capital algarvia e a Avenida D. Manuel I sobranceira ao estuário do Tejo, num dia com estradas para todos os gostos. Desde a recurvada serra algarvia às retas da lezíria, do pitoresco e pouco conhecido barrocal algarvio aos verdejantes arrozais do Sado, passando pelas praias da Costa Vicentina, numa tirada por vezes bem rebuscada para encontrar alternativas a algumas das estradas aluídas no último inverno.

Para aproveitar ao máximo toda a potencialidade da jornada inaugural da grande maratona mototurística havia que ser madrugador, com o arranque do centro de Faro a partir das 6 horas e passagem rápida pela placa que, em Portugal, assinala a maior distância entre localidades, com os 738,5 km da sempre festejada N2 que leva até Chaves. Apesar de tocar várias vezes na Estrada Património, era diferente o caminho da caravana, saindo por entre laranjais, alfarrobeiras, oliveiras e figueiras, à descoberta de um Algarve bem diferente das turísticas paisagens da orla costeira.

Uma região bem representada por Alte, conhecida como a aldeia mais típica do Algarve, distinta pela arquitetura mediterrânica, com casas caiadas de branco e chaminés rendilhadas que contrastam com o arvoredo e com o rosa e laranja das buganvílias. Aldeia de Alte, que disputou com Monsanto o título da Aldeia Mais Portuguesa de Portugal em 1938 acabando por ganhar o título de Aldeia Cultural.

28.º Portugal de Lés-a-Lés

E se é certo que ninguém viu a cascata mais imponente do distrito, a famosa Queda do Vigário, e que dizem ser a mais ‘instagramável’ de Portugal, nem as 500 camisolas com que Pedro Pirralho, do café Germano BiciArte, decora a rua para a passagem das provas de ciclismo nas mesmas estradas divertidas e com belas paisagens que a caravana atravessou, outras coisas viu a longa e heterogénea caravana.

Vacas dançantes, burros casadoiros e outros animais bizarros

Viu as já famosas e divertidas ‘vaquinhas’ do Moto Clube de Albufeira mais os seus pastores e ‘pastoras’ e viu gente inquebrantável que luta contra a desertificação do interior. População bem representada pela presidente da Junta de Freguesia, Elisabete Luz, sempre entusiasmada e incansável na tentativa procurar apoios para a fixação dos mais jovens e da natalidade bem como de combater o envelhecimento dos pouco mais de 1700 residentes numa freguesia que conta com 1558 eleitores inscritos. É só fazer as contas…

Vá lá que vão surgindo alguns estrangeiros que se apaixonam perdidamente pela região, sobretudo belgas e franceses, mas também um curioso casal anglo-australiano que, além das várias propriedades que possui no concelho e entre os vários investimentos concretizados, produz várias qualidades de cerveja artesanal. Que, pasme-se!, são batizadas com o nome dos burros da casa, como Clara que dá título comercial à Blonde Ale, Baltazar, a cerveja mais potente, ou Chico Bento, o burro capado, para a cerveja sem álcool. Mais curioso é o facto de estar marcada para dia 19 de junho a ‘festa de noivado’ da Clara e do Baltazar, no preciso dia em que a burra faz anos esperando-se mais burrinhos dentro de pouco mais de ano.

Uma manhã que começou fresca e que viu os participantes arrancarem o mais cedo possível para fugir à canícula que se adivinhava. Temperaturas elevadas que os ciclistas bem conhecem da Volta ao Algarve, utilizando as mesmas estradas para subir ao Alto do Malhão. Um privilégio descobrir por onde passaram Juan Ayuso, Jonas Vingegard, Remco Evenepoel, João Almeida e outros nomes grande do pelotão mundial e pensar que pedalaram por estas encostas e pelas divertidas e paisagísticas estradas da crista da serra.

28.º Portugal de Lés-a-Lés

O que eles não fizeram, ao contrário de todos os participantes do Portugal de Lés-a-Lés, foi a travessia a vau da ribeira de Odelouca. Na verdade, um pequeno fio de água, que mal deu para molhar os pneus, ao contrário do que se verificou no início do ano onde só de barco a motor ou, na melhor das hipóteses, de moto de água se conseguiria passar. Também sem complicações foram cumpridos os 900 metros em piso de terra para que o ‘road-book’ alertava e que, afinal, estavam em melhor estado que muitas estradas asfaltadas que o pelotão encontraria um pouco mais tarde.

Mas o pó que o calor ajudava a levantar à passagem de cada moto foi ‘limpo’ no Oásis de São Marcos da Serra com um excelente sumo natural, espremido ali mesmo das laranjas de Silves era acompanhado pelos ‘Esses’, bolos caseiros de forma bem condizente com as estradas da região, e o café de panela, adocicado com casca de limão. Simplesmente delicioso!

Aliás, se algo fica na memória dos participantes deste dia de aventura mototurística, foi o autêntico festival de descobertas gastronómicas proporcionado durante toda a etapa, havendo tempo para provar o Bolo do Tacho de Monchique, também conhecido por Bolo de Milho ou Bolo de Maio. Um doce tradicional feito com café, milho, especiarias e mel, bastante denso, aromático e cheio de sabor, e que é cozido no forno. E que está inscrito no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial segundo anúncio publicado no Diário da República nº 67/2025, Série II de 4 de abril de 2025. Ah, pois é!

‘Olh’á Bola de Berlim’, grita-se na praia

Para digerir tão distinta gulodice nada como as estradas e estradinhas sinuosas rumo a Odemira, o concelho com a maior área em Portugal, entrando no Alentejo pela ribeira de Seixe, através da quietude do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, havendo quem tenha feito um pequeno desvio até ao Cabo Sardão, seguindo o conselho do ‘road-book’ para ver o farol construído ao contrário, com a torre voltada para terra e a casa do faroleiro virada para o Atlântico.

Uma raridade técnica e arquitetónica que ficou a dever-se a desentendimentos entre os engenheiros e o construtor deste farol com 15 metros de altura. que entrou em funcionamento em 1915, na ponta mais ocidental da costa alentejana. Não menos curioso foi o avistamento de zebras, Kobus Leche e avestruzes mesmo antes da descida para a praia do Carvalhal.

E ainda a pensar num dos mais bizarros faróis da nossa costa e nos animais exóticos, lá foram os mototuristas através da Zambujeira do Mar até Almograve onde se voltou a ver o Atlântico, debaixo de uma tenda que proporcionou um momento de muito apreciada frescura. Espaço montado pela Honda onde foi possível hidratar e descansar um pouco, enquanto saboreavam as melhores Bolas de Berlim do Mundo. Bem, pelo menos do Lés-a-Lés, esse evento mototurístico onde as surpresas podem estar ao virar de qualquer curva.

‘Pôrra, estás na Abela’

Às portas de Porto Covo, mas sem entrar no lugar imortalizado pela voz lânguida de Rui Veloso, a despedida do litoral encaminhou a trupe para a grande surpresa do dia. Uma autêntica romaria montada em Abela que deixou todos de ‘queixos no chão’, proporcionada pelos habitantes da aldeia do concelho de Santiago do Cacém, liderados pela Guida e Josélia, as esposas do André e Orlando que, entretanto, andavam a divertir-se com os amigos no Lés-a-Lés, pois claro.

28.º Portugal de Lés-a-Lés

Mais a sério, a festa foi tal que, sobretudo depois da fabulosa açorda à alentejana e dos doces regionais acompanhados por jovens cantadores e música de baile, muitos ponderaram seriamente não mais sair dali até à noite, quase esquecendo que ainda faltavam bastantes quilómetros até Alcochete.

Para ganhar tempo e evitar ‘voltas e revoltas’, sobretudo devido ao aluimento da estrada em S. Romão do Sado, valeu a ajuda do piloto de todo-o-terreno e Campeão Europeu de Bajas, David Megre, que permitiu a travessia do Sado pela Herdade de Benagasil. Onde não faltaram ‘As meninas da Ribeira do Sado’ e alguma areia. E se às primeiras, resultado da divertida e profícua parceria entre o Moto Clube do Porto e Motards do Ocidente, todos acharam graças, o mesmo não se pode dizer da areia fofa que valeu alguns sustos, mesmo aos mais experientes.

Mas houve estreantes que quase se aventuravam, como aconteceu com Sameiro Sá Carneiro que, depois de 20 edições à pendura do marido, Filipe Raposo, ganhou coragem para encarar a longa maratona aos comandos da Honda CB500F. Para trás, garante, “ficou a descontração e maior possibilidade de apreciar a paisagem que se usufruiu do lugar do passageiro, e aumentou o stress de condução, sempre atenta à estrada, sobretudo para quem só tem a carta de condução há um ano e com pouco mais de mil quilómetros de experiência”. Mas, chegados à areia, foi o próprio marido, preocupado com o bem-estar da esposa (e talvez para evitar possíveis custos de oficina…) que se prontificou a atravessar uma centena de metros de piso mais movediço e algo traiçoeiro.

De coração cheio na Barrosinha

Foi a última ‘exigência’ de um dia longo, mas ainda havia outra paragem, um Oásis num sítio muito especial, a Herdade da Barrosinha que os motociclistas, impulsionados pelo Grupo de Acção Motociclista, ajudaram ao equipar com eletrodomésticos as 17 casas afetadas pelos temporais de janeiro, quando o Sado galgou margens e entrou porta adentro sem pedir licença, destruindo tudo o que encontrou pelo caminho.

28.º Portugal de Lés-a-Lés

No Oásis Cam-Am, montado pelo piloto e preparador ‘dakariano’ Mário Franco, muitos ficaram a conhecer, na primeira pessoa, a história de 17 famílias que, na realidade, é apenas uma. Primas e irmãs, tias e sobrinhas, mães e filhas que tiveram direito a um carinho muito especial de todos os participantes nomeadamente Pedro Guedes, que ficou “enternecido com a história de vida destas mulheres. Uma foto e um miminho era o mínimo que podia fazer por estas pessoas” reconheceu o modelo, ator e ‘influencer’ convidado pela Multimoto para descobrir o Lés-a-Lés.

Agora sim, estava ‘ganho o dia’, e faltava apenas descobrir a estreante Alcochete, com a festa do palanque final e jantar servido pelos três motoclubes locais (Grupo Motard de Alcochete, GM do Convento e Os Flamingos Samouco) na ribeirinha Avenida D. Manuel I, rei aqui nascido em 1469. Local de onde parte a maior caravana mototurística europeia rumo a São Pedro do Sul, para uma jornada de 413 quilómetros, com saída desde as 6 horas e mais de 11 horas de viagem através do Ribatejo e charnecas passando pelos granitos do Caramulo até à famosa vila termal. Onde será complicado antecipar se os participantes ficarão mais satisfeitos por ver os rostos sorridentes da equipa de animadoras do palanque “Lynn & Co.” ou as mãos milagrosas dos osteopatas da Osteomotus. Aceitam-se apostas…

Com colaboração do Gabinete de Imprensa do Portugal de Lés-a-Lés
  •  

1.º Torneio de Reguengos de Monsaraz – Capital da Natação Master

As Piscinas Municipais Victor Martelo, em Reguengos de Monsaraz, vão receber no dia 20 de junho o 1.º Torneio de Reguengos de Monsaraz – Capital da Natação Master.

A competição é promovida numa parceria que inclui o Município de Reguengos de Monsaraz, a Federação Portuguesa de Natação, a Associação de Natação do Alentejo e o Instituto Português do Desporto e Juventude.

De acordo coma nota de imprensa emitida pelo Município, o torneio decorrerá em duas sessões, com a primeira a ter início às 10:00 horas e a segunda às 16:30 horas, reunindo nadadores masters de várias regiões do país numa jornada dedicada à modalidade.

A nota da autarquia recorda que as Piscinas Municipais Victor Martelo recebem há mais de uma década diversas provas de natação master, reunindo algumas centenas de atletas, como aconteceu no Campeonato Nacional Master de Verão e no Open Internacional Master de Verão.

A autarquia de Reguengos de Monsaraz recorda que a natação masters é aberta a qualquer pessoa a partir dos 25 anos de idade, independentemente do seu nível de experiência desportiva, desde que esteja inscrita numa entidade ou clube federado. As competições são organizadas por escalões etários de cinco em cinco anos, permitindo a participação de nadadores recreativos e de antigos atletas de competição.

  •  
❌