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Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção

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A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. 

Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.

Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril
O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. - Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução

Maple

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Devido ao seu grande porte, a mascote Maple (um alce) é um goleiro dedicado. Ele curte música, street style e viagens pelo Canadá. O nome é uma homenagem à folha vermelha da árvore Maple, símbolo nacional (está presente na bandeira do país) e da qual se extrai um xarope típico. O Maple veste uniforme vermelho e foi concebido segurando uma bola de futebol.

Zayu

Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).

Clutch

A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.

June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire) June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire)
Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time - Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução

Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.

A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) - a primeira edição do Mundial no país -  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.

Lembra do Fuleco?

A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de "vulnerável" para "em perigo", na lista vermelha da fauna brasileira.

De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.

Tatu-bola Tatu-bola
A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- Divulgação/MMA

A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.

Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.

A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. 

Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção

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A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. 

Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.

Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril
O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. - Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução

Maple

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Devido ao seu grande porte, a mascote Maple (um alce) é um goleiro dedicado. Ele curte música, street style e viagens pelo Canadá. O nome é uma homenagem à folha vermelha da árvore Maple, símbolo nacional (está presente na bandeira do país) e da qual se extrai um xarope típico. O Maple veste uniforme vermelho e foi concebido segurando uma bola de futebol.

Zayu

Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).

Clutch

A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.

June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire) June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire)
Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time - Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução

Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.

A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) - a primeira edição do Mundial no país -  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.

Lembra do Fuleco?

A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de "vulnerável" para "em perigo", na lista vermelha da fauna brasileira.

De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.

Tatu-bola Tatu-bola
A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- Divulgação/MMA

A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.

Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.

A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. 

Diez recomendaciones para elegir una residencia para tu perro o gato

12 June 2026 at 06:23

Ojalá pudiéramos llevarlos siempre con nosotros. A muchos animales les encantaría compartir nuestras vacaciones, corretear por las playas o dormir bajo la mesa del restaurante, pero no siempre es posible. Ya sea por logística, por normativa o porque el viaje no es apropiado para ellos, llega un momento en el que debemos tomar la decisión de dejarles al cuidado de otra persona.

Y aunque en ocasiones podemos contar con familiares, amigos o un cuidador de confianza, no siempre se dan esas circunstancias. Por eso existen las residencias caninas y felinas, centros donde podemos alojarlos mientras estamos fuera. Sin embargo, no todos los lugares son iguales y una elección errónea puede traducirse en estrés, enfermedades o problemas de comportamiento al volver. Para saber si el sitio que estamos considerando es el adecuado, estas claves te ayudarán a tomar una buena decisión.

1. Cada animal como un individuo

Una buena residencia se interesa por la historia, las necesidades y la personalidad del animal. Los profesionales de confianza no se limitan a meter a todos los perros en un mismo recinto ni cometen el error de juntar a gatos desconocidos en una misma sala, algo que les generaría un estrés insoportable. Un buen centro preguntará por sus rutinas, por si toman medicación o por cómo se gestiona su convivencia. Esa atención personalizada es la diferencia entre un lugar que aloja animales y otro que realmente los cuida.

2. Visita el lugar antes de reservar

Nada sustituye a una visita presencial. Es la forma más directa de ver si el entorno es limpio, seguro y tranquilo. Es imperativo preguntar si puedes recorrer las instalaciones, ver los espacios donde dormirán, jugarán o comerán, y fijarte en los animales que ya están allí: ¿parecen tranquilos? ¿Interactúan con el personal de forma positiva? Una buena residencia no debería poner trabas para mostrar cómo trabajan.

3. Tipo de enriquecimiento

Especialmente en el caso de los perros, no basta con que salgan un rato a un patio. Averigua si los paseos son individuales o en grupo, cómo se organizan, cuánto duran y si se adaptan al temperamento del animal. Una socialización mal gestionada con desconocidos puede desencadenar miedos o comportamientos no deseados a la vuelta.

4. Personal cualificado y supervisión constante

Pregunta cuántos trabajadores hay por cada grupo de animales y si hay alguien presente las veinticuatro horas. En un centro bien gestionado, el personal no solo alimenta y limpia, sino que también observa cambios de comportamiento, detecta síntomas de enfermedad y sabe actuar ante emergencias. Idealmente, al menos una persona del equipo debería contar con formación en primeros auxilios veterinarios.

5. Asegúrate de que piden la vacunación al día

Una residencia que se toma en serio la salud de sus clientes exigirá la cartilla con las desparasitaciones y las vacunas actualizadas. Esto incluye la de la tos de las perreras para los perros o la trivalente para los felinos, una medida indispensable para proteger tanto a tu compañero como al resto de los huéspedes.

6. Una estancia breve de prueba antes del viaje

Si es la primera vez que dejas a tu perro o gato en un centro de este tipo, valora hacer una miniestancia de una o dos noches para evaluar cómo se adapta. Así, el día que llegue la separación definitiva para un viaje más largo, el animal ya tendrá referencias positivas y conocidas del lugar. Es una inversión en bienestar emocional que facilita enormemente la transición.

7. Lleva objetos familiares de casa

Una cama que conserve el olor de su entorno, sus propios platos o un par de sus juguetes favoritos funcionan como un ancla emocional muy valiosa. Estos objetos les ayudan a calmarse durante los momentos de soledad y permiten conectar su nuevo espacio provisional con la seguridad de su hogar.

8. Pide actualizaciones sobre su estado

Algunos centros mandan vídeos o fotos durante la estancia, o permiten llamadas para saber cómo evoluciona el animal. Que los responsables de la residencia no tengan inconvenientes en proporcionar información sobre el día a día es siempre una excelente señal. A veces no es el propio animal quien tiene problemas para adaptarse a la separación, sino que somos nosotros quienes necesitamos comprobar que todo marcha bien.

9. Evita cambios bruscos en alimentación o medicación

Es fundamental llevar suficiente cantidad de su pienso o comida habitual y explicar con claridad cualquier pauta especial. Si toma medicación, asegúrate de que el personal sabe cómo administrarla y deja siempre las instrucciones por escrito. También resulta muy útil aportar los datos de tu veterinario de referencia por si surgiera cualquier imprevisto.

10. Planifica con tiempo porque las plazas vuelan

No dejes la reserva para el último momento. Las mejores residencias caninas y felinas suelen tener la agenda completa con semanas o incluso meses de antelación. Planificar con margen te dará más tranquilidad para elegir, visitar el centro y preparar a tu compañero de forma progresiva.

Dejar a tu animal de familia en una residencia puede ser una decisión difícil, pero si se elige bien, no tiene por qué ser una experiencia traumática. Muchos perros y gatos disfrutan realmente de ese cambio temporal lleno de juegos, atenciones y estímulos nuevos. Para nosotros, saber que se queda en buenas manos es la mejor manera de poder desconectar de verdad.

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© Foto: Jorge Zapata (EFE) (EL PAÍS)

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