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Horários do Funchal assinala 40º aniversário com cerimónia e enfatiza modernização

11 June 2026 at 18:06
A Horários do Funchal assinalou na manhã de hoje o seu 40.º aniversário com uma cerimónia comemorativa que reuniu colaboradores e representantes de entidades públicas e privadas ligadas à empresa e ao sector dos transportes. A sessão contou com a presença do secretário regional de Equipamentos e Infraestruturas, Pedro Rodrigues, responsável pela tutela da empresa […]

Tavira: Concerto Solidário homenageia Irene Rolo no dia em que celebraria 133 anos

Evento a favor da Fundação Irene Rolo reúne música, solidariedade e homenagem na Igreja da Misericórdia

A Igreja da Misericórdia, em Tavira, recebe no dia 13 de junho, às 19h00, um Concerto Solidário a favor da Fundação Irene Rolo, numa noite dedicada à música e à memória de Irene Rolo, precisamente no dia em que celebraria 133 anos.

O espetáculo contará com a participação de Ingrid Sotolarova, ao piano, e de Daniela Rodrigues, soprano. O programa inclui ainda as atuações de Sofia Silveira, em piano e canto, e de António Aleixo, em canto.

Ao longo da sessão serão interpretadas obras de compositores como Christoph Willibald Gluck, Gaetano Donizetti, Wolfgang Amadeus Mozart, Carl Philipp Emanuel Bach, Frédéric Chopin e Isaac Albéniz, entre outros, proporcionando ao público uma viagem musical marcada pela sensibilidade e pela solidariedade.

Os ingressos estão disponíveis na Fundação Irene Rolo e poderão também ser adquiridos no próprio local, 30 minutos antes do concerto.

A iniciativa conta com o apoio da Associação Multiplicar Silêncios e de entidades locais, reforçando o espírito solidário em torno da Fundação Irene Rolo e da homenagem à sua fundadora. Para conhecer mais sobre a história inspiradora de Irene Rolo clique aqui.

Concerto Solidário homenageia Irene Rolo em Tavira no dia em que celebraria 133 anos

11 June 2026 at 14:17

Evento a favor da Fundação Irene Rolo reúne música, solidariedade e homenagem na Igreja da Misericórdia. A Igreja da Misericórdia, em Tavira, recebe no dia 13 de junho, às 19h00, um Concerto Solidário a favor da Fundação Irene Rolo, numa noite dedicada à música e à memória de Irene Rolo, precisamente no dia em que […]

STF: sem salário e FGTS, terceirizados da comunicação entram em greve

Logo Agência Brasil

Os jornalistas e radialistas terceirizados que trabalham na comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF), na TV Justiça e na Rádio Justiça aprovaram uma greve com início na próxima segunda-feira (15), em razão do atraso no pagamento de salários e de verbas trabalhistas. 

A decisão foi tomada por unanimidade por mais de 80 empregados da Fundação de Artes e Comunicação (Fundac), empresa terceirizada responsável por prestar os serviços de comunicação. O contingente representa mais da metade dos funcionários que trabalham no Supremo. 

Notícias relacionadas:

Uma das motivações da greve são os atrasos de salário frequentes. O salário do mês de maio, por exemplo, que devia ter sido pago até o dia 8, ainda não havia sido depositado até o dia 10. A situação se repete a cada mês, segundo os funcionários. 

As verbas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) também não são recolhidas há quase um ano, segundo os sindicatos dos jornalistas e dos radialistas, que estão à frente do movimento paredista. 

De acordo com dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), até mesmo verbas de pensão alimentícia estariam sendo descontadas dos salários, mas não estariam sendo repassadas aos beneficiários, sendo apropriadas indevidamente pela Fundac. 

“A paralisação pode resultar em interrupção ou redução da cobertura jornalística, da transmissão de julgamentos, sessões, programas e notícias diárias, prejudicando a prestação do serviço público à sociedade”, disse o SJPDF. 

Responsável pelas operações da assessoria de comunicação e da TV e Rádio Justiça, a empresa possui um histórico de reclamações trabalhistas, o que levou o Supremo a impedir a participação em um próximo edital, orçado em mais de R$ 30.milhões. A Fundac, contudo, obteve na Justiça o direito de participar do certame, embora tenha perdido a disputa. 

Com isso, uma nova empresa deverá assumir a operação, o que gera mais receio entre os funcionários. O medo é que, ao deixar o contrato com o Supremo, a Fundac não honre os direitos atrasados nem pague verbas rescisórias devidas. 

Em nota, o Supremo Tribunal Federal afirmou que faz pagamentos regulares à Fundac em troca dos serviços prestados, nos termos dos três contratos que possui com a fundação. Tais contratos estão no final da vigência e serão substituídos. 

“Assim, os atrasos noticiados no pagamento aos trabalhadores não decorrem de inadimplemento do STF perante a contratada, mas de obrigações trabalhistas cuja responsabilidade primária é da própria Fundac, sem afastar as providências administrativas adotadas pelo Tribunal para cobrar a regularização das pendências”, diz o texto. 

Ainda segundo o Supremo, a Justiça de São Paulo, onde fica a sede da Fundac, já nomeou um administrador judicial para assumir o comando da empresa, após identificar irregularidades na gestão da mesma. 

O Supremo disse ainda que “tem acompanhado a execução contratual, cobrado a regularização das pendências identificadas e adotado as providências cabíveis dentro dos limites legais e contratuais”.

O tribunal acrescentou que “tem adotado providências administrativas em face da contratada, inclusive medidas de apuração de responsabilidade e aplicação das sanções cabíveis, observados o contraditório e a ampla defesa. Entre as medidas já adotadas, destaca-se o impedimento da Fundac de licitar e contratar com o STF, em razão de inadimplementos verificados no curso da execução contratual”.

A Agência Brasil tenta contato com a Fundação de Artes e Comunicação (Fundac) e deixa o espaço aberto para posicionamento da empresa. 

 

STF: sem salário e FGTS, terceirizados da comunicação entram em greve

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Os jornalistas e radialistas terceirizados que trabalham na comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF), na TV Justiça e na Rádio Justiça aprovaram uma greve com início na próxima segunda-feira (15), em razão do atraso no pagamento de salários e de verbas trabalhistas. 

A decisão foi tomada por unanimidade por mais de 80 empregados da Fundação de Artes e Comunicação (Fundac), empresa terceirizada responsável por prestar os serviços de comunicação. O contingente representa mais da metade dos funcionários que trabalham no Supremo. 

Notícias relacionadas:

Uma das motivações da greve são os atrasos de salário frequentes. O salário do mês de maio, por exemplo, que devia ter sido pago até o dia 8, ainda não havia sido depositado até o dia 10. A situação se repete a cada mês, segundo os funcionários. 

As verbas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) também não são recolhidas há quase um ano, segundo os sindicatos dos jornalistas e dos radialistas, que estão à frente do movimento paredista. 

De acordo com dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), até mesmo verbas de pensão alimentícia estariam sendo descontadas dos salários, mas não estariam sendo repassadas aos beneficiários, sendo apropriadas indevidamente pela Fundac. 

“A paralisação pode resultar em interrupção ou redução da cobertura jornalística, da transmissão de julgamentos, sessões, programas e notícias diárias, prejudicando a prestação do serviço público à sociedade”, disse o SJPDF. 

Responsável pelas operações da assessoria de comunicação e da TV e Rádio Justiça, a empresa possui um histórico de reclamações trabalhistas, o que levou o Supremo a impedir a participação em um próximo edital, orçado em mais de R$ 30.milhões. A Fundac, contudo, obteve na Justiça o direito de participar do certame, embora tenha perdido a disputa. 

Com isso, uma nova empresa deverá assumir a operação, o que gera mais receio entre os funcionários. O medo é que, ao deixar o contrato com o Supremo, a Fundac não honre os direitos atrasados nem pague verbas rescisórias devidas. 

Em nota, o Supremo Tribunal Federal afirmou que faz pagamentos regulares à Fundac em troca dos serviços prestados, nos termos dos três contratos que possui com a fundação. Tais contratos estão no final da vigência e serão substituídos. 

“Assim, os atrasos noticiados no pagamento aos trabalhadores não decorrem de inadimplemento do STF perante a contratada, mas de obrigações trabalhistas cuja responsabilidade primária é da própria Fundac, sem afastar as providências administrativas adotadas pelo Tribunal para cobrar a regularização das pendências”, diz o texto. 

Ainda segundo o Supremo, a Justiça de São Paulo, onde fica a sede da Fundac, já nomeou um administrador judicial para assumir o comando da empresa, após identificar irregularidades na gestão da mesma. 

O Supremo disse ainda que “tem acompanhado a execução contratual, cobrado a regularização das pendências identificadas e adotado as providências cabíveis dentro dos limites legais e contratuais”.

O tribunal acrescentou que “tem adotado providências administrativas em face da contratada, inclusive medidas de apuração de responsabilidade e aplicação das sanções cabíveis, observados o contraditório e a ampla defesa. Entre as medidas já adotadas, destaca-se o impedimento da Fundac de licitar e contratar com o STF, em razão de inadimplementos verificados no curso da execução contratual”.

A Agência Brasil tenta contato com a Fundação de Artes e Comunicação (Fundac) e deixa o espaço aberto para posicionamento da empresa. 

 

Jovem emigrante de Arcos de Valdevez morre em acidente na França

11 June 2026 at 10:16

Um jovem de 22 anos, natural da freguesia de Rio de Moinhos, no concelho de Arcos de Valdevez, morreu vítima de um acidente rodoviário, na França, onde estava emigrado.

A morte precoce de um filho da terra deixou a comunidade em luto, mas até ao momento, não foi possível apurar as circunstâncias do acidente.

Jovem emigrante de Arcos de Valdevez morre em acidente na França
Fonte: Funerária Lourarcos

O funeral de Léo Manuel Lopes realiza-se na Igreja Paroquial de Rio de Moinhos, na sexta-feira, pelas 20:00, indo de seguida a sepultar no cemitério local.

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