Cuando Charles Darwin observó por primera vez una venus atrapamoscas, quedó fascinado. El naturalista británico fue el primero en estudiar científicamente esta planta carnívora, la más famosa del mundo. Verla moverse con rapidez parecía algo propio de un animal. El investigador incluso llegó a pensar que debía existir algún equivalente vegetal a los músculos y los nervios. Más de un siglo después, la venus atrapamoscas sigue desafiando las ideas de los científicos sobre el movimiento de las plantas. Ahora, un equipo de físicos y biólogos ha demostrado que el secreto de su veloz trampa reside en la capacidad de modificar casi instantáneamente las propiedades mecánicas de sus paredes celulares, un cambio que desencadena el cierre de la hoja sobre la presa.
Un vergel. O la entrada a una selva. O un oasis en medio del desierto (de granito). Plantas de distintos tamaños y texturas han aparecido en una esquina de la Puerta del Sol. Verdísimas, resaltan en un espacio por lo demás gris. Una plancha caliente que cada verano es objeto de críticas por la falta de sombra ―a excepción de los polémicos toldos blancos― y espacios verdes que le den más aspecto de plaza y la conviertan en un lugar por el que pasear sin achicharrarse. Pero no, la vegetación no ha llegado al kilómetro cero de la capital para quedarse. Las plantas se han colocado en la parada de metro de Sol como parte de una promoción de la cerveza Corona, para sorpresa de los madrileños que llevan años reclamando arbolado en la zona.
Alunos da Barlavento International Primary School ficaram a conhecer as camarinhas de Sagres numa visita educativa promovida no âmbito do Projeto Emc2 – “Explorar Matos de Camarinha da Costa”, no Dia Mundial do Ambiente.
O passeio à zona costeira entre Sagres e Cabo de São Vicente teve a colaboração da escola privada sediada na Praia da Luz, em Lagos, cujos estudantes, entre os 7 e os 11 anos, ficaram a conhecer a flora local.
Para muitos deles, esta foi a primeira vez que viram plantas femininas e masculinas da camarinha (Corema album), espécie que só existe em Portugal e Espanha, e cujas plantas femininas dão as camarinhas, pequenos frutos comestíveis de cor branca.
Também foi transmitida aos alunos a ameaça que constitui a presença de plantas invasoras em zonas costeiras, lê-se em comunicado do Projeto Emc2.
Em inquéritos respondidos após a visita, os alunos «referiram ter gostado de conhecer novas plantas, como a camarinha, e de ter sentido os seus cheiros».
Esta iniciativa cria nos alunos «um sentimento de lugar e um envolvimento emocional que são parte essencial de aprendizagens significativas na infância».
Na atualidade, em que há um «afastamento dos jovens da Natureza» e um «decréscimo do ensino de botânica», os sistemas educativos «terão de ser capazes de despertar nos jovens uma paixão pelos valores naturais, para depois melhor os conhecerem e protegerem, para agirem em prol da biodiversidade, em plena Década das Nações Unidas para a Recuperação dos Ecossistemas (2021-2030)», refere o comunicado.
O Projeto Emc2, coordenado pela Investigadora Alexandra Abreu Lima, é financiado por fundos nacionais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, através de projetos atribuídos ao MARE – Centro de Ciências do Mar e Ambiente e ao Laboratório Associado ARNET – Rede de Investigação Aquática.