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Estudo da Adyen revela que Geração Z é quem mais rejeita pagamentos automatizados, apesar de liderar compras via redes sociais

11 June 2026 at 22:01

A corrida à Inteligência Artificial no retalho português já começou, mas esbarra na desconfiança de quem compra. Um novo estudo da Adyen, plataforma global de tecnologia financeira, mostra que 81% das empresas de retalho em Portugal estão abertas a permitir compras totalmente geradas por IA. Destas, 39% definem a tecnologia como prioridade estratégica para os próximos 12 meses.

O entusiasmo dos retalhistas contrasta com a cautela dos consumidores. Apenas 39,2% dos portugueses estão dispostos a deixar um assistente de IA gerir todo o processo de compra, incluindo o pagamento final. Já 32,1% rejeitam firmemente a ideia.

O ceticismo é maior precisamente entre os mais jovens. 35,2% da Geração Z recusa delegar o pagamento final à IA, valor acima dos Millennials com 30,2%. O paradoxo: são também os que mais compram nas redes sociais.

O estudo revela que 43,4% da Geração Z e 37,5% dos Millennials já usam redes sociais para fazer compras, contra 34,5% da média nacional. Para 41,4% dos Millennials e 40,4% da Geração Z, poder comprar direto na página social de uma marca aumentaria a fidelização.

A influência social pesa: 56,4% da Geração Z e 46,7% dos Millennials admitem comprar um produto se virem amigos ou influenciadores a recomendá-lo. Um artigo em “trending” leva 41,4% da Geração Z à intenção de compra.

Os 3 medos que travam a IA no checkout

Para quem hesita em adotar compras automatizadas, os motivos são a perda de controlo, 57,8% preferem pesquisar e decidir por si.

Mas também a privacidade e fraude com 50,2% a temerem pela segurança dos dados e pagamentos.

Outro motivo é o medo de erros no pedido. Há 40,3% que receiam que a IA escolha tamanho, cor ou produto errado.

Mesmo entre os adeptos, as exigências são altas: 40,2% exigem total segurança das informações de pagamento, 39% querem devoluções simples e 38% pedem regras claras sobre responsabilidade em caso de erro.

O estudo expõe um paradoxo no comportamento do consumidor português. Apesar do medo de fraude, a complexidade afasta vendas. 22,6% abandonam o carrinho se o processo de segurança for demasiado complexo ou falhar. Outros 29,8% desistem se forem obrigados a criar conta antes de pagar.

Do lado dos retalhistas, cerca de um terço aponta a garantia de segurança total contra fraude como fator mais crítico para adotar a tecnologia. Outros 27% exigem regras claras que os protejam de custos por erros da IA.

“Embora os retalhistas estejam entusiasmados com assistentes de compras baseados em IA, muitos partilham dos receios dos clientes sobre a perda de controlo no checkout”, afirma Carlo Bruno, VP de Produto da Adyen. “O maior obstáculo ao comércio automatizado não é a tecnologia de IA em si, mas sim a construção da confiança necessária para a utilizar.”

O estudo foi conduzido pela Censuswide entre 5 e 20 de maio de 2026, junto de 500 retalhistas e 2.000 consumidores portugueses com idade igual ou superior a 16 anos.

Bezos: Prometheus vai "acelerar o ciclo de invenção"

11 June 2026 at 20:59
Com financiamento acima de 12 mil milhões de euros e talentos da OpenAI, a Prometheus ambiciona acelerar a invenção em áreas como motores a jato, robótica e medicamentos.

© AFP via Getty Images

Jeff Bezos anunciou o projeto Prometheus em novembro de 2025, sendo co-CEO juntamente com Vik Bajaj.

Stoneweg crece en el distrito 22@ de Barcelona con un nuevo desarrollo de oficinas Triple AAA de 50 millones de euros

11 June 2026 at 17:41
Imagen del proyecto de Stoneweg en el distrito @22 de Barcelona.

Stoneweg, junto a Nova Providence Capital, desarrollará un nuevo proyecto de oficinas de categoría Triple AAA con un volumen por encima de los 50 millones de euros en el distrito 22@ de Barcelona.

La operación supone la primera inversión en oficinas realizada en Stoneweg en España desde la incorporación de Cromwell Property Group Europe al grupo, reforzando así su posicionamiento en uno de los mercados de oficinas más dinámicos y con mejores perspectivas de crecimiento del continente.

La operación, conjuntamente con Nova Providence, que ya cuenta con experiencia en 22@ con 200.000 metros cuadrados, responde a una estrategia de inversión que busca anticiparse al próximo ciclo de crecimiento del mercado de oficinas en Barcelona. El enfoque replica la visión aplicada por Stoneweg en 2016 con el desarrollo de Luxa, uno de los proyectos de referencia del 22@, que posteriormente fue ocupado por compañías como WeWork y Amazon. No obstante, desde 2017, tras su última inversión en equity, Stoneweg ha continuado activo en la zona adoptando un enfoque distinto, inclinándose hacia el lado de la deuda debido a la fuerte subida de precios que experimentó el sector.

Epicentro empresarial de Barcelona

El nuevo activo de la compañía se ubicará en el distrito 22@, que concentra aproximadamente el 50% de la contratación total de oficinas de Barcelona y se ha consolidado como uno de los principales polos tecnológicos y de innovación del sur de Europa. En este contexto, Stoneweg prevé una progresiva reducción de la disponibilidad de activos Grade A en los próximos años, a medida que la demanda continúe absorbiendo el stock existente. Esta dinámica podría derivar en un mercado claramente favorable para propietarios, impulsando el crecimiento de las rentas.

La decisión de inversión se sustenta en una combinación de factores que refuerzan el potencial de crecimiento del mercado de oficinas de calidad en Barcelona como la disponibilidad de espacios prime prácticamente inexistente, con una tasa de desocupación en el distrito central de negocios (CBD) inferior al 3%; la fuerte demanda estructural en el distrito 22@ por parte de empresas tecnológicas, multinacionales y compañías basadas en el conocimiento; y el crecimiento de rentas y compresión de yields, situadas actualmente por debajo del 5% para activos prime.

Asimismo, iniciativas públicas como el Plan Barcelona Impulsa 2035 contribuyen a reforzar el posicionamiento de la ciudad como centro empresarial, tecnológico y de innovación a largo plazo. Además, y de cara a los plazos de desarrollo, la parcela cuenta ya con calificación para uso terciario, se tiene la urbanización aprobada y ya se ha presentado la licencia de construcción.

Sostenibilidad, eficiencia y flexibilidad

El proyecto situado en la calle Bolivia, contempla el desarrollo de un edificio de oficinas de última generación diseñado para responder a las nuevas demandas de los usuarios corporativos, integrando criterios de sostenibilidad, eficiencia y flexibilidad. Contará con un total de más de 18.500 metros cuadrados, siete plantas sobre rasante, dos niveles de aparcamiento y especificaciones Triple AAA, con elevados estándares de eficiencia energética, bienestar y experiencia de usuario.

La estrategia de Stoneweg para este proyecto se articula en tres fases: el desarrollo de un activo icónico en el 22@, la captación de inquilinos corporativos de primer nivel mediante contratos de larga duración y, finalmente, la desinversión del activo una vez estabilizado.

Con esta operación, Stoneweg indicó que reafirma su capacidad para identificar tendencias estructurales y generar valor a través de proyectos inmobiliarios de alta calidad en mercados urbanos con sólidos fundamentales de crecimiento. Asimismo, refuerza su apuesta por Barcelona, un mercado estratégico en el que ya cuenta con una presencia consolidada en los segmentos logístico, residencial y hotelero, y donde, a través de su división de Experiences, desarrolla proyectos emblemáticos como el Museo Carmen Thyssen o la fábrica Godó y Trias.

Jaume Sabater, fundador de Stoneweg y CEO del Grupo SWI, indicó que “estamos en un punto de inflexión muy similar al que vivimos en el ciclo 2016–2019. La combinación de una oferta limitada, escasez de obra nueva y una demanda creciente por espacios de alta calidad genera una oportunidad única para desarrollar producto diferencial en ubicaciones estratégicas”.

Governo altera regime do IVA para combater fraude nos combustíveis

Considerando que a fraude fiscal nos combustíveis acontece não só em Portugal como também em outros países do sul da Europa, Leitão Amaro esclareceu que a proposta de lei vai alterar o código do IVA e mudar "o funcionamento do sistema petrolífero nacional, com o objetivo de fazer um combate a uma fraude que é expressiva".

DBRS eleva rating das Obrigações Cobertas do BPI para o nível máximo AAA

11 June 2026 at 19:45

O Banco BPI viu reforçada a confiança dos mercados internacionais depois de a Morningstar DBRS  elevar o rating das suas Obrigações Cobertas de AA (high) para AAA, a classificação mais elevada atribuída pela agência de notação financeira. A decisão representa um reconhecimento da solidez da carteira de ativos que suporta estas emissões e da estratégia prudente de gestão do banco.

De acordo com a informação divulgada pelo BPI, a melhoria do rating assenta, sobretudo, na elevada qualidade da carteira de créditos hipotecários para habitação que serve de garantia às Obrigações Cobertas, bem como na manutenção consistente de níveis elevados de sobrecolateralização, um dos fatores determinantes para a avaliação positiva da DBRS.

A subida para AAA reforça a atratividade das emissões do banco junto de investidores institucionais, numa altura em que a robustez dos balanços e a qualidade dos ativos continuam a ser critérios centrais na avaliação do setor financeiro europeu. Este nível de rating traduz uma perceção de risco extremamente reduzida e poderá contribuir para condições de financiamento mais competitivas para a instituição.

Atualmente, o Programa de Obrigações Cobertas do Banco BPI integra sete séries com rating atribuído pela DBRS, abrangendo as séries 24, 25, 26, 28, 29, 30 e 31. As obrigações são garantidas por uma carteira de empréstimos hipotecários para habitação, um segmento tradicionalmente associado a baixos níveis de incumprimento e elevada estabilidade.

Para o BPI, esta revisão em alta representa mais um sinal de reconhecimento externo da qualidade dos seus ativos e da sua política de gestão de risco, reforçando a credibilidade da instituição nos mercados de capitais internacionais.

Autocarros do Porto em tempo real no Google Maps

11 June 2026 at 19:40

Os passageiros dos transportes públicos rodoviários da Área Metropolitana do Porto já podem ver onde estão os autocarros em tempo real através da aplicação Google Maps. A novidade inclui os veículos da rede UNIR e também os carros operados pela STCP.

A partir de agora, as pessoas conseguem saber os minutos exatos que faltam para o autocarro passar na paragem.

Esta melhoria faz parte de um plano da empresa Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) para modernizar o serviço através de ferramentas digitais. A ideia é tornar as viagens de transportes públicos mais fáceis e rápidas para toda a gente.

Outro exemplo desse esforço é a aplicação ANDA, que ganhou o Prémio Portugal Smart Cities 2026 na categoria de mobilidade inteligente.

Nuno Neves de Sousa, presidente da TMP, explica que o uso do digital serve para ajudar os cidadãos no dia a dia. Segundo o responsável, colocar estas informações nas aplicações que as pessoas mais usam deixa o transporte público mais próximo, fácil de usar e previsível para todos os utilizadores.

Metro de Lisboa prolonga horário até às 03h00 na noite de Santo António

11 June 2026 at 19:39
Metro de Lisboa

O Metropolitano de Lisboa anunciou que vai prolongar o serviço de transporte em todas as suas quatro linhas até às 03h00 da madrugada de dia 13 de junho, de forma a garantir a mobilidade e a segurança de quem se desloca para as celebrações dos Santos Populares na capital. A operação especial contará com comboios de seis carruagens e ações de animação nas estações da Alameda e do Cais do Sodré.

Com o objetivo de se associar às Festas de Lisboa e de se assumir como a principal solução de mobilidade para os cidadãos que se deslocam aos arraiais e regressam a casa, o Metro de Lisboa preparou uma operação especial para a noite de 12 para 13 de junho. Para responder ao aumento significativo da procura numa das noites mais emblemáticas da cidade, a empresa vai alargar o seu horário de funcionamento até às 03h00 da madrugada. Todas as quatro linhas da rede vão circular com comboios de seis carruagens, registando-se intervalos médios de cerca de 12 minutos entre as circulações. O Metropolitano ressalva, contudo, que as correspondências entre linhas não estarão garantidas após a realização dos últimos serviços, uma vez que o último comboio parte de cada estação terminal precisamente às 03h00.

Por motivos de segurança e seguindo as indicações da Polícia de Segurança Pública (PSP), a estação Avenida, localizada na Linha Azul, vai encerrar as suas portas mais cedo, às 19h30, explica a empresa pública.

Apesar do fecho da estação ferroviária, a passagem pedonal subterrânea da Avenida permanecerá aberta ao público até às 03h00 da madrugada. Para além desta alteração pontual, e de forma a assegurar que toda a operação decorre dentro da normalidade, o Metro de Lisboa terá uma articulação reforçada com a PSP e com as restantes entidades envolvidas no plano de segurança das festas.

A empresa destaca que o Metro constitui a forma mais cómoda, eficiente e sustentável de aceder a bairros típicos como Alfama, Bica, Graça, Mouraria e Madragoa, evitando os habituais constrangimentos de trânsito e estacionamento à superfície. Como recomendação prática para evitar filas nas bilheteiras, o Metro relembra os passageiros que não possuem passe de que podem efetuar o pagamento direto das suas viagens através de um cartão bancário contactless diretamente nos canais de validação.

A par do reforço do transporte, a empresa vai promover ações especiais de animação entre as 17h00 e as 20h00 nas estações Alameda e Cais do Sodré, locais que funcionarão como importantes pontos de partida para a folia. Na estação do Cais do Sodré será recriado um ambiente inspirado nos Santos Populares — decorado com música, manjericos e flores —, onde haverá a distribuição gratuita de manjericos e flores aos clientes, bem como um espaço fotográfico dedicado. Iniciativas idênticas vão decorrer em simultâneo na estação Alameda, estendendo o espírito festivo a outros pontos da rede. Em nota oficial emitida a 11 de junho, a transportadora fez ainda questão de sublinhar o profissionalismo e a dedicação dos seus trabalhadores, cujo empenho viabiliza este reforço de serviço numa das noites de maior afluência do ano na capital portuguesa.

Empresa que faliu e ganhou nova vida em Barcelos vai entrar em campo com 5 seleções no Mundial

11 June 2026 at 19:00

Uma tecnológica de Barcelos está representada em força no Mundial de Futebol 2026, seja com caneleiras à medida adotadas por pelo menos cinco seleções, seja com meias de compressão popularizadas pelo guarda-redes alemão Manuel Neuer.

“Podemos dizer que seremos a marca portuguesa mais representada no Mundial”, disse o CEO da Sak Project à Lusa.

João Pestana disse ainda esperar que o Mundial constitua um “impulso significativo” no negócio da empresa, que este ano já prevê faturar meio milhão de euros, contra os 200 mil de 2025.

“Sempre que algum futebolista mostrar uma caneleira ou uma meia com o nosso nome, a marca sofrerá imediatamente um impulso significativo, porque será vista por milhões e milhões de pessoas em todo o mundo”, referiu.

Usadas por atletas de Portugal, Espanha, Argentina, Uruguai e Brasil

Segundo João Pestana, no Mundial que hoje começa as caneleiras da Sak serão usadas por jogadores de “pelo menos” cinco seleções, designadamente Portugal, Espanha, Argentina, Uruguai e Brasil.

“No caso da Seleção Nacional, estamos a falar da esmagadora maioria dos jogadores, entre os quais Diogo Costa, Vitinha, João Neves, Diogo Dalot, João Cancelo, Rafael Leão, Nélson Semedo, Rúben Neves, Tomás Araújo e Francisco Trincão”, apontou.

Sublinhou que Diogo Costa estreou as suas caneleiras atuais no Campeonato da Europa de 2024, disputado na Alemanha, no dia em que defendeu três grandes penalidades consecutivas.

Explicou que são caneleiras feitas “totalmente à medida”, com base em tecnologia de 3D scan.

“Depois do scan, fazemos um molde de cada uma das pernas do jogador e criamos caneleiras completamente ajustadas, completamente à medida”, descreveu.

“Tem sido uma loucura”

Já o negócio das meias de compressão “disparou” no início deste mês, depois de terem sido apontadas por um jornal alemão como o segredo da recuperação do guarda-redes Manuel Neuer.

“De repente, começámos a ter mais de 200 encomendas por dia, todas oriundas da Alemanha. Tem sido uma loucura”, referiu João Pestana.

Atualmente, a Sak tem lojas físicas em 12 países da Europa, mas a empresa espera que o Mundial lhe abra novos horizontes.

A marca faliu em 2020, em Viseu, devido à pandemia. Em 2023, foi recuperada por João Pestana e mais dois sócios, num investimento de 300 mil euros, tendo sido transferida para a freguesia de Vilar do Monte, em Barcelos.

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Cecabank lança serviço de custódia de criptoativos para bancos

11 June 2026 at 17:42

A Cecabank lançou o seu serviço de custódia de criptoativos para entidades financeiras. O banco caminha ao lado do Renta 4 Banco na criação de serviços de compra e venda no mundo digital.

A Cecabank leva toda a sua experiência do negócio tradicional para esta nova tecnologia. A empresa utiliza uma infraestrutura muito segura para guardar e gerir as moedas digitais. Para as operações funcionarem, ela conta com o apoio da parceira Bit2Me. Esta parceria estratégica começou em maio de 2024. A Bit2Me é uma empresa especialista no mercado de moedas digitais. Ela cumpre todas as regras do novo regulamento europeu MiCA.

O projeto ganhou vida após a Cecabank conseguir uma licença especial para trabalhar com criptoativos. Esta licença permite ao banco receber, transferir e cuidar das ordens digitais de forma legal. O novo sistema junta a força de duas empresas. A Cecabank traz o seu saber sobre regras do mercado.

Por outro lado, a Bit2Me oferece a tecnologia rápida para as trocas. Desse modo, os bancos podem oferecer novos serviços aos clientes sem complicações. O sistema reduz os problemas técnicos porque usa uma rede que já foi testada e aprovada. O modelo une a segurança da banca antiga com a velocidade do mundo digital.

Os clientes finais vão poder comprar e vender as moedas digitais mais famosas, incluindo as moedas digitais estáveis. No plano dos negócios, esta novidade coloca a Cecabank como uma ponte importante entre os bancos comuns e o mundo cripto. O banco foi o primeiro custodiante B2B a conseguir a licença oficial da CNMV em julho de 2025. A Cecabank também é o único banco em Espanha inscrito no Banco de Espanha desde o final de 2024. Agora, a empresa já quer crescer e levar estes serviços para a Irlanda, Portugal e Luxemburgo.

Aurora Cuadros, diretora da Cecabank, explicou que levar o trabalho tradicional para o digital é um passo natural. Afirmou que o banco ajuda os seus parceiros, como o Renta 4 Banco, a dar o máximo de segurança às pessoas. Além disso, destacou que o modelo poupa custos e dores de cabeça para as outras empresas financeiras.

Já Gabriel Ayala, diretor da Bit2Me, celebrou o novo serviço em conjunto. Sublinhou que a união com a Cecabank e o Renta 4 Banco prova que Espanha está a liderar a entrada dos ativos digitais nos bancos da Europa.

 

Trabalhadores da Lusa acusam Governo de confundir denúncia do AE com negociação

11 June 2026 at 17:33

Os órgãos representativos dos trabalhadores da Lusa acusaram hoje o Governo de confundir a negociação do Acordo de Empresa (AE) da agência de notícias com a sua denúncia, garantindo que o executivo nunca os informou desta intenção.

“Uma coisa é renegociar, outra coisa é denunciar o AE”, sustentam, recordando que “os trabalhadores reunidos em plenário exigiram a mudança de posição do CA [Conselho de Administração], em ato de boa fé, para que seja retirada a denúncia do AE para o reestabelecimento de alguma paz social abrindo o caminho para uma negociação que deve ser séria e responsável”.

Em comunicado, os sindicatos dos Jornalistas (SJ), dos Trabalhadores do Setor de Serviços (Sitese) e dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (Site CSRA) e a Comissão de Trabalhadores (CT) da agência garantem que, “em nenhum momento dos encontros institucionais entre os órgãos representativos dos trabalhadores (ORT) da Lusa, o Governo referiu a vontade de denunciar o AE”.

Esclarecem que, desde setembro de 2025 o Governo, através do ministro da Presidência, António Leitão Amaro, “abordou questões relacionadas com que o chegou a classificar publicamente como ‘processo de transformação da Lusa para melhor’, propondo novos estatutos, supostas sinergias com a RTP e um futuro processo de rescisões amigáveis”, mas sem nunca referir a intenção de denuciar o AE.

“O AE foi denunciado formalmente em reunião com os sindicatos e comunicado à Comissão de Trabalhadores no passado dia 28 de maio, situação contestada pelos ORT e pelos trabalhadores em plenário realizado na agência Lusa, no dia 02 de junho”, dizem.

“A resposta transmitida pelo Governo hoje a uma pergunta institucional do Bloco de Esquerda (BE) sobre o AE da agência Lusa não corresponde à verdade, demonstrando falta de objetividade e entendimento sobre as posições dos profissionais”, acrescentam.

A pergunta parlamentar colocada a Leitão Amaro pelo deputado único do BE, Fabian Figueiredo, procurava saber se o ministro tinha tido conhecimento prévio da decisão da administração da Lusa de denunciar o atual AE e que orientações foram dadas pelo acionista Estado relativamente à negociação coletiva na agência.

Em resposta, o Governo afirmou que “estava informado sobre a intenção do Conselho de Administração da Lusa em prosseguir com negociações com representantes dos trabalhadores, com vista à valorização das respetivas condições, e que envolveria também a revisão” do AE.

O executivo referiu “que a renegociação do Acordo de Empresa tinha já sido defendida por sindicatos e Comissão de Trabalhadores em reunião com o ministro da Presidência” e que “foi informado da posição que entendeu partilhada por Conselho de Administração e representantes de trabalhadores de que a revisão do acordo de empresa é necessária para um melhor e mais sustentável futuro das condições de trabalho e da empresa”.

“O Governo registou o entendimento comum de que a renegociação do Acordo de Empresa é também boa para os trabalhadores”, apontou o gabinete do ministro na resposta ao parlamento.

Os sindicatos presentes na Lusa e a Comissão de Trabalhadores da agência salientam, contudo, que “o Governo entendeu mal”, lamentando, mais uma vez, “a forma pouco adequada e irresponsável como o Governo, e neste caso, o Conselho de Administração da Lusa, têm lidado com assuntos de capital importância para o futuro da única agência de notícias de Portugal, obrigada a cumprir o serviço público de notícias”.

Além de questionar o Governo sobre se teve conhecimento prévio da decisão da administração da Lusa de denunciar o atual AE, o BE perguntou também ao Governo se considerava aceitável que os aumentos salariais fossem condicionados à assinatura de um novo acordo coletivo, que orientações tinham sido dadas pelo Estado enquanto acionista e que garantias existiam de que as negociações decorreriam sem pressão sobre os trabalhadores.

Grupo privado de lares de idosos duplica camas em Barcelos e Amares

11 June 2026 at 16:33

O grupo SER – Senior Exclusive Residences lidera o setor das residências assistidas e dos cuidados continuados em Portugal, com 1.386 camas em funcionamento e a intenção de alcançar duas mil camas até 2030. Em Barcelos e Amares, prevê aumentar de 155 para 336 o número de camas disponíveis.

Na freguesia de Tregosa (Barcelos), a capacidade deverá passar de 95 para 195 camas, enquanto que em Caldelas (Amares) a expansão prevista permitirá aumentar de 60 para 141 camas. Estas duas unidades integram o grupo SER desde 2021 e 2022, respetivamente.

Investimento de 9,5 milhões na compra de 5 unidades

A liderança acontece na sequência da aquisição de cinco unidades ao Grupo Naturidade, que representam 296 camas, num investimento de 9,5 milhões de euros, referiu a CoRe Capital, um dos acionistas.

Paralelamente, o SER prevê colocar em funcionamento até novembro mais 430 camas de cuidados continuados, resultantes de um investimento de 22 milhões de euros, lançado em 2024.

“No decurso de 2027, vamos acrescentar 42 camas às unidades que adquirimos ao Grupo Naturidade, fixando-nos nessa altura nas 1.428 camas. Mas não ficaremos por aí: temos um ‘pipeline’ de novos investimentos em avaliação e negociação para alcançar, até 2030, as duas mil camas em operação”, afirmou o CEO do grupo SER, Pedro Capitão.

A integração da Naturidade permitirá igualmente um aumento da dimensão económica do grupo. As nove unidades atualmente operadas pelo SER registaram receitas de cerca de 15 milhões de euros em 2025. Com as 16 unidades em pleno funcionamento, o grupo estima atingir uma faturação de 45 milhões de euros em 2027, ano em que Pedro Capitão acredita que poderá ser de “consolidação do grupo SER como operador de referência do setor em Portugal, uma marca que representa a qualidade de serviço para os segmentos médio e médio-alto nas regiões Norte, Centro e de Lisboa”.

A totalidade das 430 novas camas previstas para este ano será integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), através de contratos celebrados com o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A escassez de camas de cuidados continuados contribui para internamentos hospitalares sociais, “representando mais de 10% do total de internamentos no SNS, gerando custos anuais superiores a 300 milhões de euros” e levando ao “adiamento de muitas intervenções cirúrgicas por falta de camas disponíveis nos hospitais”.

“Há uma aposta clara do SER num setor que o Estado considera uma prioridade nacional, com falta de 30 mil novas camas a médio prazo”, afirmou o sócio da CoRe Capital e presidente do conselho de administração do grupo SER, Pedro Araújo e Sá.

O grupo SER opera nos dois segmentos principais do mercado das residências assistidas: os chamados estabelecimentos residenciais para pessoas de idade (ERPI) e as camas das unidades de cuidados continuados integrados (UCCI) contratadas com a respetiva rede nacional.

Além da expansão da capacidade instalada, o grupo está a desenvolver iniciativas destinadas a reforçar a qualidade dos serviços prestados. Entre elas incluem-se projetos de investigação em parceria com a Universidade do Porto nas áreas das demências, nutrição, fisioterapia, cognição e terapia ocupacional.

O administrador responsável pelas operações, Francisco Ribeiro, adiantou ainda que o grupo pretende certificar todas as suas unidades na metodologia Humanitude nos próximos dois anos, colocando a humanização dos cuidados no centro do modelo operacional.

A CoRe Capital entrou no setor das residências assistidas em 2020 através do fundo CoRe Restart. Em 2024, mobilizou o fundo CoRe Consolida para acelerar a expansão da operação e, em 2025, lançou a marca SER, que passou a concentrar as atividades do grupo neste segmento. O mesmo fundo financiou a recente aquisição das unidades do Grupo Naturidade.

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Unidade de Combate à Fraude da Visa trava mais de 2,2 mil milhões em burlas

11 June 2026 at 16:25

A Visa anunciou que a sua equipa especializada em combate à fraude, Visa Scam Disruption (VSD), já identificou mais de 2,2 mil milhões de euros em tentativas de burla a nível global desde a sua criação, há pouco mais de dois anos. O anúncio foi feito durante a Global Anti-Scam Alliance Summit, que decorreu esta semana em Lisboa.

Segundo a empresa, o montante representa um aumento significativo face aos números divulgados em outubro de 2025, tendo sido sinalizados mais 1,4 mil milhões de euros em atividades fraudulentas nos últimos meses. Apenas no segundo semestre de 2025, a equipa VSD identificou mais 22% de burlas do que no período homólogo.

A Visa Scam Disruption é uma unidade dedicada à deteção e interrupção de esquemas fraudulentos antes que estes afetem consumidores e empresas. Com recurso a análises avançadas e à inteligência gerada pela rede global da Visa, a equipa consegue identificar padrões suspeitos e redes criminosas organizadas, mesmo quando as transações aparentam ser legítimas.

“As burlas são globais, adaptáveis e rápidas — e combatê-las exige o mesmo. A Unidade de Combate à Fraude da Visa utiliza a inteligência de toda a nossa rede global para conectar sinais entre mercados, detetar ameaças em evolução mais cedo com capacidades de IA e ajudar a travar burlas com parceiros-chave do ecossistema, antes que prejudiquem os consumidores. Os 2,2 mil milhões de euros em atividade de burla que identificámos mostram tanto a escala do desafio como o valor de o interromper na origem”, afirmou Rita Mendes Coelho, Country Manager da Visa em Portugal.

Entre os casos recentes identificados pela equipa europeia da VSD destaca-se uma burla disseminada através das redes sociais, conhecida como “burla de inquérito”. O esquema prometia produtos como packs de beleza, câmaras digitais ou kits de ferramentas a preços muito reduzidos. Após efetuarem uma compra inicial, os consumidores eram inadvertidamente inscritos em subscrições com pagamentos recorrentes de valor significativamente superior.

A investigação permitiu identificar cerca de 1.000 comerciantes ligados ao esquema, distribuídos por 21 adquirentes europeus. De acordo com a Visa, a operação criminosa terá gerado aproximadamente 85 milhões de euros em ganhos fraudulentos, tendo sido posteriormente desmantelada.

A Visa destaca que o sucesso da VSD assenta numa combinação de talento especializado, tecnologia avançada e colaboração com parceiros do setor. A equipa integra engenheiros, especialistas em inteligência artificial, antigos agentes das forças de segurança, profissionais militares e especialistas em visualização de dados.

Além das investigações proativas, a unidade utiliza ferramentas de inteligência artificial generativa para analisar grandes volumes de informação, identificar relações complexas entre diferentes entidades e detetar atividades fraudulentas com maior rapidez e precisão. A empresa trabalha ainda em estreita colaboração com instituições financeiras, autoridades e parceiros tecnológicos para desmantelar infraestruturas criminosas e prevenir novas tentativas de fraude.

Com o aumento da sofisticação dos esquemas fraudulentos a nível global, a Visa considera que a cooperação entre empresas, reguladores e autoridades será cada vez mais determinante para proteger consumidores e reforçar a confiança no ecossistema digital de pagamentos.

Bright Pixel investe na Theker em ronda recorde de 85 milhões na robótica europeia

11 June 2026 at 16:20

A Bright Pixel Capital participa na maior ronda Série A de robótica realizada na Europa, ao investir na startup Theker, numa operação de 85 milhões de dólares liderada pela norte-americana CRV.

A empresa de capital de risco do grupo Sonae integra assim um conjunto de investidores globais que inclui nomes como Samsung, LVMH, Cathay Innovation, 20VC, Henkel Ventures e Korelya, bem como investidores já presentes no capital da tecnológica espanhola, entre os quais Inditex, Kfund, Kibo Ventures e Mission.

Sediada em Barcelona, a Theker desenvolve robôs generalistas nativos de inteligência artificial, concebidos para operar em ambientes industriais complexos e adaptar-se em tempo real a diferentes tarefas sem necessidade de reprogramação manual. A tecnologia já está a ser utilizada em operações industriais em vários mercados europeus, com impacto na produtividade e na redução de tempos de inatividade, num contexto de escassez de mão de obra em setores como indústria, logística e retalho.

Para a Bright Pixel Capital, o investimento enquadra-se na estratégia de apoiar empresas que estão a transformar setores tradicionais através de inteligência artificial, automação e software avançado

“A Theker combina três características que procuramos: tecnologia diferenciadora, capacidade de execução e potencial de liderança global. A equipa conseguiu levar soluções de IA e robótica para ambientes industriais reais, algo ainda pouco comum nesta fase”, afirma Miguel Bagulho, diretor da Bright Pixel Capital.

Fundada pelos engenheiros Carla Gómez Cano e Jiaqiang Ye Zhu, a Theker reforça agora a sua posição no ecossistema europeu de robótica e inteligência artificial, menos de um ano depois de ter concluído a maior ronda seed da história das startups espanholas.
Segundo a cofundadora Carla Gómez Cano, o objetivo passa por acelerar a adoção de robótica inteligente em escala global.

“Construímos a Thekerpara colocar robôs que funcionam desde o primeiro dia em ambientes produtivos reais e que continuam a melhorar continuamente”, refere.

Com esta ronda, a empresa pretende expandir a implementação da sua tecnologia junto de operadores industriais, reforçar o desenvolvimento da sua plataforma proprietária e aumentar a equipa nas áreas de software, eletrónica, engenharia mecânica e operações.

A operação sublinha ainda o crescente peso do ecossistema europeu de inteligência artificial e robótica, ao atrair alguns dos principais investidores internacionais para projetos desenvolvidos no continente.

Partilha de herança de António Mota altera participação da família na Mota-Engil

11 June 2026 at 16:10

A Mota-Engil SGPS informou o mercado sobre a alteração na percentagem de capital e nos direitos de voto individuais atribuíveis à Mota – Gestão e Participações SGPS (MGP) e a parte dos seus acionistas. Esta reorganização decorre da partilha do património de António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota pelos seus herdeiros legais, o que motivou a atualização da lista de titulares de participações qualificadas da construtora portuguesa, calculada nos termos do artigo 20.º do Código dos Valores Mobiliários.

Com esta atualização, a MGP mantém-se como acionista direta da Mota-Engil com um total de 117.999.663 ações (118 milhões de ações), o que corresponde a 38,46% do capital e dos direitos de voto. Contudo, o total atribuível à MGP ascende agora a 123.689.553 ações (123,7 milhões), equivalentes a 40,32% do capital e dos direitos de voto, refletindo as posições individuais detidas diretamente por vários membros da família e administradores.

Entre as maiores participações individuais diretas na Mota-Engil destacam-se as de Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota de Meireles, com 0,47% (1.444.490 ações), Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota Neves da Costa, com 0,28% (856.300 ações), Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota dos Santos, com 0,27% (829.530 ações), e Manuel António da Fonseca Vasconcelos da Mota, com 0,25% (760.000 ações).

A lista de acionistas individuais inclui ainda Maria Sílvia Fonseca Vasconcelos Mota (0,17%), Maria Inês da Fonseca Vasconcelos da Mota Sá (0,11%), Maria Luísa da Fonseca Vasconcelos da Mota (0,11%), Rosa Maria Eulália Pereira da Fonseca Vasconcelos da Mota (0,11%), Carlos António Vasconcelos Mota dos Santos (0,06%), António Maria Vasconcelos Mota de Meireles (0,02%) e José Manuel Mota Neves da Costa (0,01%).

Carlos Mota dos Santos é o atual presidente da Mota-Engil.

Por sua vez, a Epoch Capital Investments BV, acionista direta associada ao China Communications Construction Group, mantém uma posição de 31,00% na Mota-Engil, correspondente a 95.100.545 ações. Em conjunto, o subtotal destas participações qualificadas de referência representa 71,32% da empresa (218.790.098 ações), restando 28,68% do capital (87.985.852 ações) disperso por outros acionistas, num capital social total de 306.775.950 euros (306,8 milhões), distribuído por igual número de ações.

O comunicado detalha também a nova estrutura acionista interna da própria Mota – Gestão e Participações SGPS (MGP).

O capital da holding familiar está agora concentrado maioritariamente em Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota de Meireles, que detém 21,729%, seguida por Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota dos Santos e Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota Neves da Costa, ambas com 21,72%. As restantes posições na MGP estão divididas entre Manuel António da Fonseca Vasconcelos da Mota, Maria Inês da Fonseca Vasconcelos da Mota Sá, Maria Luísa da Fonseca Vasconcelos da Mota e Maria Sílvia Fonseca Vasconcelos Mota, cada um com uma quota de 7,00%, cabendo a Rosa Maria Eulália Pereira da Fonseca Vasconcelos da Mota os restantes 6,83%. A informação foi remetida ao mercado pelo representante para as relações com o mercado da Mota-Engil, Luís Silva.

El sector del cava elige a su primera presidenta para frenar su declive

11 June 2026 at 15:41

Cambio de etapa en el Consejo Regulador del Cava. El órgano que está al frente de un sector que el año pasado vendió 190 millones de botellas y que tiene presencia en 130 países ha decidido este jueves quién es su nueva presidenta. Marta Vidal, consejera delegada de la bodega Vallformosa, se ha impuesto en el duelo de cinco aspirantes que se habían presentado para suceder a Javier Pagés, el ex director general de Codorníu que ha sido máximo responsable de la DO Cava los últimos ocho años. Vidal ha resultado vencedora de un proceso electoral insólito, puesto que no hay precedentes de que un número tan alto de candidatos se postulara para el puesto y jamás una mujer logró situarse al mando de la entidad. Todos los aspirantes compartían un objetivo común: enderezar el rumbo para frenar el desplome de ventas y la fuga de bodegas hacia el sello alternativo Corpinnat. Nunca antes el cava estuvo en una encrucijada tan determinante.

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© D.O. CAVA (D.O. CAVA)

La nueva presidenta de la D.O. Cava, Marta Vidal.

BYD quer tornar-se a maior fabricante automóvel do mundo até 2030

11 June 2026 at 13:49
BYD

A fabricante automóvel chinesa BYD pretende tornar-se o maior produtor mundial de veículos até 2030, em termos de produção e de vendas, afirmou o fundador e presidente da empresa, Wang Chuanfu, durante a assembleia anual de acionistas.

Citado hoje pelo portal económico chinês Yicai, Wang considerou que um “sistema tecnológico maduro” permitirá à BYD expandir simultaneamente os mercados doméstico e internacional.

O responsável destacou que o mercado chinês continua pressionado por uma intensa guerra de preços e pela redução dos incentivos fiscais à compra de veículos elétricos.

Após o lançamento de uma nova geração de baterias e de tecnologias de carregamento rápido, concebidas para responder aos principais desafios enfrentados pelos utilizadores de veículos elétricos, Wang prometeu a introdução de “muitas mais” tecnologias “novas e exclusivas” nos próximos dois anos.

Com sede na cidade de Shenzhen, no sul da China, a BYD deixou de fabricar veículos com motores de combustão em 2022 e ultrapassou a norte-americana Tesla como maior vendedora mundial de automóveis elétricos.

Em 2025, as vendas globais da empresa aumentaram 8%, para cerca de 4,6 milhões de veículos, o que a colocou na quinta posição mundial do setor, ainda longe da japonesa Toyota, que vendeu mais de 10 milhões de unidades pelo quinto ano consecutivo, segundo o Yicai.

Wang considerou que a atual conjuntura, marcada pela subida dos preços dos combustíveis devido à guerra no Irão e ao bloqueio do estreito de Ormuz, é favorável à BYD.

A empresa foi afetada no primeiro trimestre pela redução das isenções fiscais concedidas por Pequim à compra de veículos elétricos, que passaram de 10% para 5%, com um limite máximo equivalente a 2.200 dólares (cerca de 1.900 euros).

Como consequência, as vendas da BYD caíram 30% face ao mesmo período do ano anterior, para pouco mais de 700 mil unidades. No entanto, a recuperação registada nos dois meses seguintes fez com que o balanço dos primeiros cinco meses do ano fosse praticamente idêntico ao de 2025.

A desaceleração do mercado interno levou a BYD, à semelhança de outras fabricantes chinesas, a apostar na internacionalização para sustentar o crescimento.

Em maio, as vendas da empresa no exterior aumentaram 81%, ultrapassando os 160 mil veículos, impulsionadas em parte pela produção local em países como Brasil, Tailândia e, futuramente, Hungria.

Paralelamente, a empresa está a estudar um investimento de cerca de dois mil milhões de euros para instalar uma rede de 3.000 postos de carregamento ultrarrápido de 1.500 quilowatts na Europa até ao final do próximo ano, depois de já ter iniciado a instalação de estações na Alemanha e no Reino Unido.

Segundo Wang, a BYD conseguiu construir uma imagem de marca “premium” nos mercados internacionais, prevendo que a empresa ultrapasse este ano a meta de 1,5 milhões de veículos vendidos no exterior.

SER lidera residências assistidas em Portugal e quer 2.000 camas até 2030

11 June 2026 at 13:19

O grupo SER – Senior Exclusive Residences lidera o setor das residências assistidas e dos cuidados continuados em Portugal, com 1.386 camas em funcionamento e a intenção de alcançar duas mil camas até 2030.

A liderança acontece na sequência da aquisição de cinco unidades ao Grupo Naturidade, que representam 296 camas, num investimento de 9,5 milhões de euros, referiu a CoRe Capital, um dos acionistas.

Paralelamente, o SER prevê colocar em funcionamento até novembro mais 430 camas de cuidados continuados, resultantes de um investimento de 22 milhões de euros, lançado em 2024.

“No decurso de 2027, vamos acrescentar 42 camas às unidades que adquirimos ao Grupo Naturidade, fixando-nos nessa altura nas 1.428 camas. Mas não ficaremos por aí: temos um ‘pipeline’ de novos investimentos em avaliação e negociação para alcançar, até 2030, as duas mil camas em operação”, afirmou o CEO do grupo SER, Pedro Capitão.

A integração da Naturidade permitirá igualmente um aumento da dimensão económica do grupo. As nove unidades atualmente operadas pelo SER registaram receitas de cerca de 15 milhões de euros em 2025. Com as 16 unidades em pleno funcionamento, o grupo estima atingir uma faturação de 45 milhões de euros em 2027, ano em que Pedro Capitão acredita que poderá ser de “consolidação do grupo SER como operador de referência do setor em Portugal, uma marca que representa a qualidade de serviço para os segmentos médio e médio-alto nas regiões Norte, Centro e de Lisboa”.

A totalidade das 430 novas camas previstas para este ano será integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), através de contratos celebrados com o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A escassez de camas de cuidados continuados contribui para internamentos hospitalares sociais, “representando mais de 10% do total de internamentos no SNS, gerando custos anuais superiores a 300 milhões de euros” e levando ao “adiamento de muitas intervenções cirúrgicas por falta de camas disponíveis nos hospitais”.

“Há uma aposta clara do SER num setor que o Estado considera uma prioridade nacional, com falta de 30 mil novas camas a médio prazo”, afirmou o sócio da CoRe Capital e presidente do conselho de administração do grupo SER, Pedro Araújo e Sá.

O grupo SER opera nos dois segmentos principais do mercado das residências assistidas: os chamados estabelecimentos residenciais para pessoas de idade (ERPI) e as camas das unidades de cuidados continuados integrados (UCCI) contratadas com a respetiva rede nacional.

Além da expansão da capacidade instalada, o grupo está a desenvolver iniciativas destinadas a reforçar a qualidade dos serviços prestados. Entre elas incluem-se projetos de investigação em parceria com a Universidade do Porto nas áreas das demências, nutrição, fisioterapia, cognição e terapia ocupacional.

O administrador responsável pelas operações, Francisco Ribeiro, adiantou ainda que o grupo pretende certificar todas as suas unidades na metodologia Humanitude nos próximos dois anos, colocando a humanização dos cuidados no centro do modelo operacional.

A CoRe Capital entrou no setor das residências assistidas em 2020 através do fundo CoRe Restart. Em 2024, mobilizou o fundo CoRe Consolida para acelerar a expansão da operação e, em 2025, lançou a marca SER, que passou a concentrar as atividades do grupo neste segmento. O mesmo fundo financiou a recente aquisição das unidades do Grupo Naturidade.

Empreendedores e empresas juntam-se na “Future Business Summit” em Portimão

11 June 2026 at 12:00

A StartUP Portimão promove, no próximo dia 19 de Junho, entre as 09h00 e as 13h00, na Casa Manuel Teixeira Gomes, o Future Business Summit – O Futuro das Empresas e da Liderança.

Esta é uma iniciativa que reunirá empreendedores da comunidade StartUP Portimão e do Portimão Cowork Space para partilharem experiências, soluções e perspetivas sobre os desafios e oportunidades que atualmente moldam o mundo empresarial.

Promovido pela incubadora de empresas do Município de Portimão, o Future Business Summit pretende aproximar o conhecimento, a experiência e a capacidade de inovação existentes no ecossistema empreendedor local das empresas e organizações da região, criando um espaço de reflexão, aprendizagem e partilha entre empreendedores, empresários, gestores e profissionais de diferentes áreas.

Ao longo da manhã, o Future Business Summit irá promover momentos de reflexão e debate em torno de dois temas centrais para a competitividade das organizações. O painel dedicado à Aceleração Digital nas Empresas contará com os contributos de Nádia Veloso, da 3HR Solutions, Carla Martins, da BLiSS Image & Life Consulting, e Raquel Melo, da Inboundware, que irão partilhar experiências e perspetivas sobre liderança e alta performance, comunicação com propósito, valorização do talento e construção de marcas diferenciadoras num contexto empresarial cada vez mais exigente e digital.

Já o painel “O Fator Humano na Era da Inteligência Artificial” reunirá Luís Silva, da Tecnologias Imaginadas, João Amado e Sara Cartucho, da JFA Training, e Tiago Fernandes, da Thinkerdots, para abordar temas como a literacia digital, a cibersegurança, a utilização prática da inteligência artificial nas empresas e o seu impacto nos processos de inovação, tomada de decisão e desenvolvimento de produtos e serviços.

A componente prática da iniciativa será assegurada através de um conjunto de workshops temáticos dinamizados pelos próprios empreendedores da comunidade StartUP Portimão e Portimão Cowork Space, permitindo aos participantes aprofundar conhecimentos e experimentar metodologias e ferramentas aplicáveis ao contexto profissional.

As sessões irão abordar áreas como a gestão de pessoas, a estratégia de imagem e comunicação, a construção de marcas diferenciadoras, a utilização prática da inteligência artificial em contexto empresarial e a cibersegurança, proporcionando momentos de aprendizagem, experimentação e contacto direto com quem diariamente desenvolve soluções e projetos inovadores no mercado.

Ao reunir empreendedores, empresários, gestores e profissionais de diferentes setores de atividade, o Future Business Summit reforça a missão da StartUP Portimão enquanto plataforma de dinamização do empreendedorismo, da inovação e da transferência de conhecimento, promovendo a criação de redes de colaboração e contribuindo para o fortalecimento do ecossistema empresarial do concelho e da região.

A participação no Future Business Summit é gratuita, mediante inscrição prévia, estando sujeita à lotação disponível. As inscrições podem ser efetuadas através do formulário disponível em https://forms.office.com/e/YjGzHQJsiv onde poderá igualmente ser consultado o programa detalhado da iniciativa.

O conteúdo Empreendedores e empresas juntam-se na “Future Business Summit” em Portimão aparece primeiro em Sul Informação.

Frasers Group (Lonsdale, Sports Direct y Game) lanza una OPA por el 74% de Hugo Boss y se dispara en bolsa

11 June 2026 at 11:28

Las acciones de Hugo Boss se disparan en bolsa más de un 9% y rozan los 40 euros por título después de que Frasers Group, propietaria de marcas como Lonsdale, Sports Direct y Game, y accionista mayoritario de la compañía, lanzase una OPA sobre el 74% que no controla por 2.000 millones de euros, lo que supone valorar la compañía en 2.700 millones. El grupo británico ha presentado una oferta en efectivo de 38 euros por la alemana, que se traduce en una prima del 4% con respecto al cierre de los mercados el miércoles.

Desde la empresa de trajes de alta gama han asegurado que estudiarán "detenidamente" la oferta no solicitada de Frasers, que sube un 1% en bolsa. Las primeras impresiones de los analistas ven poco probable que esta operación prospere, dada la baja prima. Desde Bloomberg Intelligence defienden que "no está claro qué medidas podría adoptar Frasers para acelerar la recuperación" de la marca alemana de moda, que busca una reestructuración tras verse afectada por la débil demanda en China y la persistente debilidad de la línea de ropa femenina.

Aun así, ven poco probable que surjan ofertas competidoras alternativas, señaló el analista Felix Dennl, de Bankhaus Metzler, en una nota. El precio ofrecido también se encuentra por debajo de algunos niveles a los que el consejero delegado de Hugo Boss, Daniel Grieder, compró acciones durante su mandato, incluyendo una operación de enero de 2023 a un precio medio de 56 euros por acción y una compra de enero de 2024 a algo menos de 59 euros.

Frasers, controlada mayoritariamente por Ashley, lleva tiempo vendiendo productos de Hugo Boss tanto en sus tiendas físicas como 'online'. El año pasado, Michael Murray, consejero delegado de Frasers y yerno de Ashley, se incorporó al consejo de supervisión de Hugo Boss. La propiedad total daría a Frasers control directo sobre la estrategia y la asignación de capital, después de que ambas compañías hayan chocado en los últimos meses.

El año pasado, Frasers amenazó con votar en contra de cualquier dividendo propuesto para los accionistas de Hugo Boss y argumentaba que el efectivo debería invertirse en el crecimiento a largo plazo. También declaró que ya no apoyaba al presidente del consejo de supervisión, Stephan Sturm, una postura que revirtió el martes. Ahora ha dado marcha atrás y en el comunicado sostiene que "sigue apoyando" tanto a Sturm como a Grieder.

Los analistas de Morgan Stanley sugieren que Frasers podría estar intentando aumentar su participación sin activar una oferta pública de adquisición obligatoria, comparando la situación con la de UniCredit, que ha incrementado su participación en Commerzbank por encima del umbral del 30% sin realizar una adquisición completa. En los últimos años, la estrategia de Frasers ha girado en torno a la adquisición de participaciones significativas en otras empresas minoristas con el objetivo de influir en las decisiones de los consejos de administración. De hecho, también ha trascendido su interés por hacerse con Puma.

Su implicación ha provocado enfrentamientos con frecuencia. En una disputa con la cadena de moda rápida online Boohoo, Frasers acusó a su cofundador y presidente ejecutivo, Mahmud Kamani, de destruir el valor de la empresa e intentó destituirlo como director. También trató de impedir que Boohoo cambiara su nombre a Debenhams a principios de este año. En Hugo Boss, Grieder ha racionalizado la oferta de productos y reforzado el control de costes. Se trata de su segundo intento de reestructuración desde que asumió el cargo en 2021.

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