O Vila Vita Parc está a promover o programa Friday Reset & Breakfast, que convida para «uma aula que desperta corpo e mente», seguida de pequeno-almoço no Nana On The Beach.
O programa começa amanhã, 12 de Junho, às 8h15, e alterna semanalmente entre duas modalidades distintas, conduzidas por personal trainers especializados do resort.
Numa semana, os participantes são convidados a trabalhar mobilidade, equilíbrio e força, através de uma aula acessível a diferentes níveis de condição física.
Na semana seguinte, a proposta passa por uma sessão de Hatha Yoga, uma prática focada na postura, respiração e mindfulness, promovendo o equilíbrio entre corpo e mente.
Cada sessão terá a duração de 45 minutos. No pequeno-almoço, a oferta incide sobretudo em produtos locais e propostas saudáveis.
Aberto a toda a comunidade, o Friday Reset & Breakfast irá prolongar-se até ao final do Verão. As sessões custam 35 euros e incluem a aula e o pequeno-almoço.
A «maior feira vegan e sustentável do país», que celebra a sua 7.ª edição em Loulé, entre 18 e 20 de Setembro, já abriu candidaturas para expositores, comerciantes e projetos sociais e ideias ecológicas inovadoras.
A FAVA – Feira do Ambiente e Vegan do Algarve, organizada pela BENFAZER – Associação para o Bem-Estar Social, Ambiental e Animal, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, também está a receber propostas de atividades e espetáculos para o programa oficial.
Segundo a organização, a FAVA assume-se atualmente como uma das maiores feiras ao ar livre e gratuitas da Europa dedicadas à promoção de práticas de sustentabilidade e do veganismo.
Para a edição de 2026, o grande objetivo da FAVA é «melhorar a experiência das marcas e projetos participantes, dos visitantes, parceiros e colaboradores».
Uma das principais novidades deste ano é a criação de «um recinto exclusivo» no Parque Municipal, desenhado para «estreitar a ligação com as áreas verdes e cultivar um profundo sentimento de pertença e proximidade com a natureza».
A nova edição vai reforçar a experiência gastronómica com vários momentos de degustação de produtos e petiscos, assim como dezenas de opções de alimentação no recinto.
Vai ainda incluir iniciativas novas, como por exemplo o encontro nacional de fornos solares, o mercado de hortícolas biológico, provas radicais, e uma zona de reparações e transformações permanente, que irão compor um programa intergeracional com mais de 100 atividades e espetáculos gratuitos.
A distinção de “Expositor do Ano” mantém-se nesta 7.ª edição, mas chega com um incentivo extra: um prémio monetário no valor de 500 euros para o projeto vencedor.
Segundo a organização, na FAVA 2025 participaram 140 expositores e comerciantes de 20 setores de atividade diferentes, tendo sido servidas 4.125 refeições inteiramente de base vegetal.
O programa contou com 46 entidades envolvidas e 137 atividades e espetáculos totalmente gratuitos, foram distribuídos 730 cheques ao público para consumo na feira e foram oferecidos 1844 produtos de marcas parceiras.
Na última edição, 228 pessoas deram uma nova vida a 1.495 peças de vestuário, calçado ou livros usados, retirando de circulação 210 kg de artigos e poupando recursos ao planeta.
Os empreendedores, artesãos, produtores, marcas e associações que promovam um estilo de vida ecológico, consciente e compassivo devem apresentar a sua proposta de participação através do site oficial.
Estão também abertas as inscrições para oficinas, palestras, aulas de bem-estar, nutrição, espetáculos de música, dança e teatro de rua que se alinhem com os valores do certame.
As vagas para expositores são limitadas, sendo as candidaturas analisadas por critérios de sustentabilidade, relevância e criatividade.
Para as atividades e espetáculos, a originalidade e o impacto na promoção de um estilo de vida sustentável e vegano serão os fatores decisivos de seleção.
As condições de participação e os respetivos formulários estão disponíveis no site.
Música jazz ao vivo, ambiente de fim de dia e vivência ao ar livre no cenário natural da Ria Formosa são os principais ingredientes do Olhão South Jazz, com 1ª edição marcada para 24 e 25 de Julho e que, a longo prazo, quer ser uma «referência internacional».
Júlio Resende, Áurea, Orquestra de Jazz do Algarve e Sara Badalo são alguns dos artistas nacionais que vão passar pelos dois palcos do recinto, no novo Parque Ribeirinho Poente, anunciou a organização, durante a apresentação do evento, esta terça-feira, dia 9 de Junho.
A sessão de lançamento dos primeiros e principais detalhes antecipou, de certo modo, o ambiente esperado para a edição inaugural desta nova proposta cultural de Verão para a região, decorrendo ao pôr-do-sol e terminando com a atuação de Sara Badalo, uma das artistas do cartaz.
Em declarações ao Sul Informação, à margem da apresentação, o presidente da Câmara de Olhão afirmou que o evento integra uma abordagem mais ampla de diversificação e valorização da cultura no concelho – no momento em que a autarquia prepara o lançamento de uma nova estratégia para o setor –, aproveitando também o potencial do espaço envolvente.
«Acreditamos que é através do ensino da cultura que conseguimos fazer com que os nossos jovens e os nossos cidadãos consigam estar cada vez mais despertos para as verdadeiras necessidades e os verdadeiros alicerces da construção de uma comunidade coletiva. Por isso, achamos que é fundamental criar vários momentos de acesso à cultura nas suas mais diversas dimensões», realçou Ricardo Calé.
«Naturalmente que, havendo este potencial, havendo esta vontade e havendo aqui a criação dessa estratégia cultural nas suas mais diversas dimensões, achamos que um festival de jazz de referência no Algarve poderia fazer todo o sentido», enquadrou.
Para o presidente da Câmara de Olhão, este «é um casamento perfeito», porque o espaço, um anfiteatro natural em plena Ria Formosa, cria as condições para «um festival único, acolhedor e familiar».
As primeiras edições «são as mais desafiantes» e vão permitir tirar conclusões para o futuro, mas o objetivo é fazer do Olhão South Jazz, a longo prazo, «um festival de referência a nível europeu e mundial» no circuito do jazz, frisou Ricardo Calé.
Pelo palco principal e pelo segundo palco, denominado Cantaloupe – em parceria com o bar situado nos Mercados de Olhão onde desde há 20 anos há concertos de jazz todas as semanas –, vão passar, no primeiro dia, Aurea, Orquestra de Jazz do Algarve com Raul Reyes & Osvaldo Pegudo, com o espetáculo “Caribe Libre”, e Cátia Ribeiro Trio.
No segundo e último dia, atuam Sara Badalo Jazz Quintet, Vânia Fernandes & Júlio Resende 4teto, com o espetáculo “My favorite songs”, e Susana Travassos Trio.
A presença de Salvador Sobral, que tinha sido anunciada em Março pelo autarca ao nosso jornal, acabará por não acontecer, porque o artista decidiu tirar um ano sabático. «Respeitamos a decisão e queremos que o Salvador Sobral seja uma aposta já numa edição muito próxima do festival», afirmou Ricardo Calé.
Além dos concertos, o recinto contará com várias áreas pensadas para acolher diferentes formas de estar no evento, como a zona lounge, a food zone, bar, photospot e espaços de ativação.
A organização pretende criar «uma experiência cuidada, com ambiente elegante, zonas diferenciadas e uma relação próxima entre música, público e lugar».
No ano de estreia, o Olhão South Jazz vai também integrar o Ria Market, uma área dedicada ao artesanato, marcas independentes e projetos locais, «reforçando a ligação do evento à criatividade algarvia e à identidade da região».
O recinto terá capacidade para 10 mil pessoas e os bilhetes, que já estão à venda, vão custar 10 euros (diário) e 15 euros (passe de dois dias).
Quanto ao orçamento, de acordo com Ricardo Calé, a Câmara de Olhão «vai investir 60 mil euros» no festival, que será promovido «em coprodução» com a empresa White Coffee Agency, liderada por Pedro Barros, que partilhou a apresentação com o autarca.
Fotos: Edgar Pires | Sul Informação
Ricardo Calé, Sara Badalo e Pedro Barros
Ricardo Calé, Sara Badalo e Pedro Barros
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