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Virginia apaga fotos com Vini Jr. e atitude chama atenção dos seguidores

A influenciadora Virginia Fonseca surpreendeu os seguidores ao remover de suas redes sociais diversas fotos ao lado de Vini Jr., com quem viveu um relacionamento de sete meses. A mudança foi percebida nesta semana e rapidamente virou assunto entre os fãs da apresentadora.

Entre as imagens apagadas estavam registros de momentos marcantes do casal, como a celebração do Natal em Madri, a viagem de Ano Novo e uma homenagem feita pela influenciadora durante o Carnaval. Na ocasião, Virginia recriou um visual icônico inspirado em Luma de Oliveira e usou uma coleira com o nome do jogador, publicação que ultrapassou a marca de um milhão de curtidas.

Apesar da limpeza parcial no perfil, nem todos os registros desapareceram. Algumas publicações continuam no ar, incluindo uma foto em comemoração ao primeiro mês de namoro e carrosséis em que o atleta aparece entre amigos e familiares.

Registros de viagens, datas comemorativas e declarações ao jogador desapareceram do perfil da influenciadora | Foto: Reprodução/Instagram

A atitude chamou atenção principalmente porque Virginia costuma manter lembranças de antigos relacionamentos em suas redes. Fotos do período em que foi casada com Zé Felipe, entre 2021 e 2025, seguem publicadas, assim como registros de seu namoro com Pedro Rezende, em 2018.

Nos últimos meses, rumores de uma possível reaproximação entre Virginia e Vini Jr. também ganharam força na internet. As especulações aumentaram após a influenciadora excluir o comunicado oficial do término e ser vista em eventos frequentados pelo jogador.

O fim da relação foi anunciado em 15 de maio. Na época, Virginia afirmou que decidiu encerrar o namoro de forma madura e respeitosa, destacando que prefere colocar um ponto final quando algo deixa de fazer sentido. Ela também desejou felicidade e sucesso ao atleta, pedindo privacidade para ambos naquele momento.

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STF suspende análise de recursos apresentados pelas big techs

Logo Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quarta-feira (10) o julgamento dos recursos apresentados pelas plataformas que operam as redes sociais contra a decisão da Corte que reconheceu a responsabilidade das big techs pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.

A sessão de hoje foi dedicada à primeira parte do voto do ministro Dias Toffoli, relator de um dos processos julgados.

Notícias relacionadas:

A manifestação de Toffoli deverá ser finalizada na sessão desta quinta-feira (11). Em seguida, os demais ministros vão proferir seus votos.

Um dos pontos discutidos durante a sessão de hoje foi a regra que obriga provedores de conteúdo de internet a manterem sede e representante legal no país.

Toffoli questionou a necessidade de manter a obrigação para provedores que não realizam atividade econômica, como o Wikipédia. O ministro disse que está aberto ao debate da questão. 

"A ponderação é necessária. A Wikipedia tem que ter uma sede, não tem que ter?  Aquilo que hoje não tem uma exploração econômica, amanhã passa a ter", afirmou.

Em seguida, o ministro Alexandre de Moraes disse que crimes pela internet também são praticados em sites sem fins lucrativos. Segundo o ministro, se a empresa não tiver sede no país, a Justiça não poderá controlar eventuais atos ilícitos.

"A realidade das big techs, das redes sociais, nós verificamos que não são só questões econômicas que vêm transbordando, é principalmente uma questão ideológica de dominação política, influência em eleições em outros países", afirmou Moraes.

O plenário vai julgar recursos que pedem esclarecimentos sobre a decisão da Corte. Os recursos foram protocolados pelo Facebook e pelo Google. 

Os recursos das plataformas pedem um prazo para implantação das regras definidas durante o julgamento ou que seja garantida aplicação das regras somente após o trânsito em julgado da decisão do plenário. 

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O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quarta-feira (10) o julgamento dos recursos apresentados pelas plataformas que operam as redes sociais contra a decisão da Corte que reconheceu a responsabilidade das big techs pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.

A sessão de hoje foi dedicada à primeira parte do voto do ministro Dias Toffoli, relator de um dos processos julgados.

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Um dos pontos discutidos durante a sessão de hoje foi a regra que obriga provedores de conteúdo de internet a manterem sede e representante legal no país.

Toffoli questionou a necessidade de manter a obrigação para provedores que não realizam atividade econômica, como o Wikipédia. O ministro disse que está aberto ao debate da questão. 

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Em seguida, o ministro Alexandre de Moraes disse que crimes pela internet também são praticados em sites sem fins lucrativos. Segundo o ministro, se a empresa não tiver sede no país, a Justiça não poderá controlar eventuais atos ilícitos.

"A realidade das big techs, das redes sociais, nós verificamos que não são só questões econômicas que vêm transbordando, é principalmente uma questão ideológica de dominação política, influência em eleições em outros países", afirmou Moraes.

O plenário vai julgar recursos que pedem esclarecimentos sobre a decisão da Corte. Os recursos foram protocolados pelo Facebook e pelo Google. 

Os recursos das plataformas pedem um prazo para implantação das regras definidas durante o julgamento ou que seja garantida aplicação das regras somente após o trânsito em julgado da decisão do plenário. 

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