O Clube de Basquetebol de Tavira (CBT) apresenta oficialmente o programa do XI Torneio Internacional de Basquetebol “Cidade de Tavira”, que decorrerá entre os dias 1 e 5 de julho de 2026, consolidando-se como um dos maiores eventos desportivos de formação realizados no Algarve. Ao longo de cinco dias, Tavira receberá centenas de atletas, treinadores, […]
Tavira assinala a 24 de Junho mais um Dia da Cidade, o qual inclui a atribuição de medalhas de mérito municipal e de bons serviços aos funcionários municipais, e o concerto da banda Delfins.
As comemorações integram, pelas 10h30, o hastear das bandeiras, nos Paços do Concelho, seguido da sessão solene, pelas 11h00, no Teatro Municipal António Pinheiro.
A cerimónia contempla a distinção de um trabalhador com medalha de bons serviços e dedicação grau prata (30 anos de serviço) e 14 funcionários com medalhas de bons serviços e dedicação grau cobre (20 anos de serviço).
A autarquia presta, ainda, homenagem, através da atribuição de medalha de mérito municipal grau prata e cobre a cidadãos e entidades locais que se distinguiram, na sociedade, pelo seu percurso.
Os Delfins marcam o momento alto das celebrações, no dia 24, pelas 22h00, na Praça da República.
Os fãs vão poder reviver temas que marcaram várias gerações, como “Sou Como Um Rio”, “Baía de Cascais”, “Aquele Inverno”, “Um Lugar ao Sol” e “Saber Amar”, os maiores êxitos da banda.
A “Lenda da Moura Encantada”, o espetáculo piromusical, a marcha de São João (“Todos a caminhar sob as estrelas”) e os arraiais dos Santos Populares completam o programa de festividades.
A Rua do Cais e o Jardim do Coreto voltam a ser palco dos arraiais promovidos pela Câmara Municipal, a partir das 21h00, com a seguinte agenda: dia 20 – Grupo Gerações; dia 21 – Ruben Filipe; dia 23 – Nelson Campos e Rancho Folclórico de Santo Estêvão (22h00); dia 24 – Silvino Campos; dia 27 – Cristiano Martins; e dia 28 – Hélder Reis
Para além do Jardim do Coreto decorrem, um pouco por todo o concelho, num ambiente de festa, diversos arraiais que prometem alegrar as primeiras noites de verão.
Ainda na noite de São João tem lugar, no Castelo de Tavira, pelas 22h30, a encenação da “Lenda da Moura Encantada” pela Armação do Artista, e segue-se, pelas 23h59, na Ponte dos Descobrimentos, o espetáculo piromusical que dá as boas-vindas ao Dia da Cidade.
Mais tarde, pelas 06h00, realiza-se a marcha de São João “Todos a caminhar sob as estrelas”, uma iniciativa do município de Tavira dinamizada pela Casa do Povo de Santo Estêvão.
O miraculoso remédio do Governo para sufocar um qualquer arremedo de política de consumidores
POLÍTICA DE CONSUMIDORES: fora do propósito dos governos, fora dos seus programas eleitorais como dos de acção política?
Uma política de consumidores deveria assentar em um sem-número de pilares:
i. Menos leis, melhor lei
ii. Programas de educação e formação para distintos estratos da população
iii. Instituições de consumidores que informem e medeiem conflitos
iv. Instituições que dirimam os pleitos de modo célere, eficaz e não oneroso (graciosamente ou a custos suportáveis)
v. Instituição a nível nacional: recolector dos direitos dos consumidores e com poderes bastantes e apropriada estrutura para “pôr o mercado na ordem”…
Ponto por ponto.
Menos leis, melhor lei:
. Estancar a diarreia legislativa, sintoma de fortes desarranjos intestinais (e esta diarreia fede que tresanda!)
. Codificar as leis, tornando-as mais simples e acessíveis a todos e a cada um
. Transpor as normas ditadas por Bruxelas (ou Estrasburgo), não a destempo, mas dentro dos confortáveis prazos oferecidos para se acertar o passo com quem cumpre e não defraudar os consumidores seus beneficiários.
Educação e formação para a sociedade de consumo (na sua transição para a sociedade digital)
. Plano nacional de formação de formadores
. Adaptação dos programas curriculares para que as escolas intervenham decisivamente na consecução de um tal objectivo
. Programas de educação permanente e para sensibilização em geral dos estratos da população já não em idade escolar
Instituições que informem e medeiem nos conflitos
. A nível municipal, como manda a lei (serviços municipais acreditados)
. Serviçosdotados de gente capaz, com formação de base e em permanente actualização
. Com uma instância a nível nacional, ao estilo dos Ombudspersons (Provedores dos Consumidores, com notável desempenho nos países nórdicos, como recolectores dos direitos dos consumidores a nível geral)
Instituições que dirimam litígios
. Com competência até € 30 000
. De natureza necessária se accionados pelos consumidores (como actualmente até ao valor de € 5 000).
. A nível distrital
. Com uma instância de recurso a nível nacional.
Com a descaracterização da Direcção-Geral do Consumidor (outrora, Instituto Nacional de Defesa do Consumidor e, depois, Instituto do Consumidor) e a sua fusão com a Direcção-Geral das Actividades Económicas), travestida em Direcção-Geral de Defesa do Consumidor, Comércio e Serviços, consegue-se o inverosímil: fazer com que a raposa guarde o galinheiro.
Um festim, um autêntico banquete, com penas e tudo, que nem as raposas esperavam fosse servido com honras de jornal oficial e a publicidade devida, a escâncaras!
O que, para além do mais, representa um notável recuo, que reforma nenhuma do Estado justificaria…
Se se pretender que haja, na administração central, directamente dependente do Governo, um órgão técnico que assessore, na junção de competências, que o seja, que haja a fusão das direcções-gerais. Mas se dê espaço, ante os interesses divergentes que se descortinam nos distintos segmentos de mercado, a uma PROVEDORIA DA JUSTIÇA DO CONSUMIDOR (com esse ou qualquer outro nome).
Uma PROVEDORIA DE JUSTIÇA DO CONSUMIDOR que em si reúna o potencial capaz de – tanto singular como colectivamente – assegurar a tutela dos consumidores perante os actuações desviantes dos mercados.